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Associados do Desenvolve Pecuária fecham 2021 com 24,77 mil animais enviados para abate

Maior parte dos exemplares são de machos 4 dentes, categoria apreciada para atingir mercados mais gourmetizados

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Foto: Assessoria

Os associados do Instituto Desenvolve Pecuária fecharam o ano de 2021 com 24.778 animais enviados para abate pelos seus associados. Na análise por característica de gênero desses animais, a entidade constatou que 13.765, ou seja, 55%, são machos de até 4 dentes, o que comprova uma vocação para atingir mercados mais gourmetizados.

As principais raças enviadas ao abate, conforme o levantamento, são Angus e Hereford, juntamente com suas cruzas diretas, representando 13.662, cerca de 55% dos animais. Apenas 17 dos 575 reportes feitos pelos associados declaram que continham pelo menos um animal das raças Zebuínas em seus lotes. Quanto à alimentação, apenas 4.568, 18% do total, passaram por confinamento. A grande maioria, 14.506 ou 58%, passaram por pastagens cultivadas e 5.489, o que representa 22%, por campo nativo. O restante não declarou o tipo de dieta dos animais.

O peso médio de abate foi de 511 quilos. Já considerando apenas os animais de até 4 dentes, este valor é de 490 quilos. Quanto ao rendimento de carcaça, apenas 276 negócios reportaram o rendimento de fazenda e, nestes, o rendimento médio foi de 48,8% para fêmeas e 51,26% para machos. Desta maneira, o peso médio de carcaça ficou em 254,64 quilos para fêmeas e 268,17 quilos para machos.

Segundo o presidente do Desenvolve Pecuária, Luís Felipe Barros, os números mostram que hoje os associados representam uma fatia de até 2% do mercado. “Embora esse percentual pareça baixo é um número muito significativo para uma instituição com 8 meses de vida e conseguir já ter esse posicionamento no mercado. O abate, com animais jovens e de qualidade, mostra que somos empresários rurais comprometidos com o mercado, com animais bem iniciados, boas raças e genéticas, mostrando que temos produtores qualificados dentro da entidade”, destaca.

Sobre os dados de reposição, o Instituto Desenvolve Pecuária fechou o ano de 2021 com 24.160 animais comprados e 20.740 animais vendidos dentro do mercado de reposição, totalizando 44.900 movimentações. A principal categoria comprada pelos associados foi de Machos (0 a 12 meses) com 10.882 animais, sendo que destes 3.948, ou seja, 36%, foram adquiridos declaradamente inteiros. Da mesma forma que na compra, a venda dos machos (0 a 12 meses) representou a maior comercialização, com 5.890 animais reportados, o que se inverte é a relação dos animais declarados inteiros, que na venda representam 4.366 exemplares ou 74%.

 

Fonte: Assessoria

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Nova plataforma da Embrapa integra dados sobre produção e mercado do trigo

Solução traz mapas, cenários e estimativas inéditas para o setor.

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Fotos: Jaelson Lucas

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lança na próxima terça-feira (24) a plataforma digital Trigo no Brasil, que reúne dados e mapas sobre toda a cadeia produtiva do cereal no país. A ferramenta apresenta informações que vão desde a produção no campo e importações até o processamento industrial e as exportações.

Entre os destaques está uma estimativa inédita sobre a predominância de sistemas de produção irrigados e de sequeiro na região do Brasil Central, onde o cultivo de trigo tem avançado nos últimos anos. A plataforma também traz cenários sobre o potencial de aumento da produção nacional.

A solução foi desenvolvida a partir de uma demanda do Ministério da Agricultura e Pecuária, com o objetivo de integrar dados de diferentes bases públicas e privadas e apoiar a formulação de políticas públicas e decisões de investimento no setor.

O lançamento ocorre no Ministério da Agricultura e Pecuária, durante o Fórum do Trigo Tropical. A programação começa às 9 horas, e a apresentação da plataforma está prevista para as 10 horas.

Fonte: Assessoria Embrapa
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Justiça reconhece atribuições exclusivas de auditores no Vigiagro

Decisão envolve fiscalização em pontos de entrada no país; sindicato defende ajuste com governo para evitar impacto nas operações.

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Foto: Divulgação

Uma decisão da Justiça Federal da 1ª Região, na Seção Judiciária do Distrito Federal, reconheceu que parte das atividades de fiscalização no Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) é de atribuição privativa dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFAs). A ação foi proposta em 2019, em meio a questionamentos sobre o cumprimento da legislação que define as competências da carreira, especialmente em operações nos pontos de entrada de produtos agropecuários no país.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) informou que irá conduzir diálogo com o Ministério da Agricultura e Pecuária para tratar dos desdobramentos da decisão. A entidade defende a construção de uma solução que permita a implementação do entendimento judicial sem comprometer a continuidade e a eficiência das atividades de fiscalização.

Foto: Mapa

As discussões devem envolver a coordenação do Vigiagro, o Departamento de Serviços Técnicos (DTEC) e a ANTEFFA, entidade que representa os técnicos da fiscalização agropecuária. Um dos pontos em análise é a adequação das atribuições atualmente exercidas por diferentes carreiras dentro do sistema.

O sindicato também admite a possibilidade de ajustes normativos ou alterações legislativas, caso sejam necessários para compatibilizar a decisão judicial com a operação cotidiana do Vigiagro. A avaliação será feita em conjunto com a assessoria jurídica da entidade, uma vez que a sentença ainda pode ser objeto de recurso.

O Vigiagro atua na inspeção e fiscalização de produtos agropecuários em portos, aeroportos e fronteiras, sendo considerado um dos principais instrumentos de proteção sanitária e de controle do comércio internacional do agronegócio brasileiro.

Fonte: O Presente Rural
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Tecnoshow quer zerar emissões e busca selo de carbono neutro em 2026

Feira em Rio Verde (GO) vai medir transporte, energia e resíduos. Em 2025, compensou 84 toneladas de CO₂, equivalente a 492 árvores.

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Cooperativa fará compensação das emissões de gases de efeito estufa desde a montagem até a desmontagem do evento – Foto: Divulgação/Comigo

A Tecnoshow Comigo pretende obter o Selo Verde de Carbono Neutro na edição de 2026, com a ampliação do controle e da compensação das emissões de gases de efeito estufa geradas durante o evento. A feira será realizada entre 06 e 10 de abril, em Rio Verde (GO).

A certificação exige a mensuração completa das emissões associadas à montagem, realização e desmontagem da feira. Na prática, a organização passará a monitorar fontes como transporte de visitantes e expositores, deslocamento de máquinas e consumo de combustíveis, além do uso de energia elétrica e da destinação de resíduos.

Entre os pontos que serão incluídos na medição estão as viagens aéreas de participantes, com base em dados do aeroporto local, e o consumo de insumos utilizados nas áreas demonstrativas, como fertilizantes. Também serão avaliados resíduos sólidos, como plástico, ferro e papelão, além de orgânicos e efluentes gerados durante o evento.

Na edição de 2025, a Tecnoshow já havia compensado 84 toneladas de dióxido de carbono, volume equivalente ao plantio de 492 árvores, o que garantiu ao evento o selo Evento Neutro Azul, concedido pela Eccaplan.

Para 2026, a estratégia inclui também a participação do público. Totens instalados no Centro Tecnológico Comigo permitirão que visitantes calculem sua própria pegada de carbono durante a visita. O sistema considera deslocamentos e permanência no evento, e a compensação poderá ser feita por meio de pagamento simbólico, com recursos destinados a uma instituição local.

Após o encerramento da feira, a organização fará o balanço total das emissões e realizará a compensação por meio da compra de créditos de carbono, direcionados a projetos certificados. A meta é atender aos critérios exigidos para o reconhecimento como evento de carbono neutro.

Fonte: Assessoria Tecnoshow
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