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Associações promovem 4ª edição de Fórum Estadual da Suinocultura mineira
O Fórum terá abertura no dia 29 de agosto (terça-feira), às 10h com o projeto Hub Day Tecnologias na Suinocultura, evento on-line, promovido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com as associações, com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre a cultura da inovação tecnológica no setor.

Entre os dias 29 a 31 de agosto será realizada a quarta edição do Fórum Estadual da Suinocultura, um projeto que surgiu da união das quatro associações mineiras, Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), Associação dos Suinocultores do Centro Oeste Mineiro (ASSUICOM), Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (ASSUVAP), e Associação dos Suinocultores do Triângulo e Alto Paranaíba (ASTAP), com o objetivo de levar ao produtor informações relevantes, que impactem diretamente no dia a dia do negócio da suinocultura.
Durante três dias ASEMG, ASSUICOM, ASSUVAP e ASTAP oferecerão aos suinocultores mineiros, bem como aos demais participantes da cadeia suinícola, palestras com temas previamente escolhidos pelos mesmos. As conferências dos dois primeiros dias de evento serão transmitidas por meio do canal do Youtube da ASEMG , já o terceiro dia do Fórum Estadual da Suinocultura ocorrerá de forma presencial, na sede da ASEMG, em Belo Horizonte.
“Este é um evento que já se tornou tradicional e muito aguardado entre os suinocultores de Minas, uma vez que é importante para a capacitação dos produtores e realizado por muita eficiência pela ASEMG em conjunto com suas filiadas. Tenho certeza que teremos dias de muito aprendizado e também de relacionamento, já que neste ano contaremos com um dia presencial em nosso congresso. Esperamos por toda a cadeia produtiva mineira nestes três dias de Fórum” contou o presidente da ASEMG, João Carlos Bretas Leite.
O Fórum terá abertura no dia 29 de agosto (terça-feira), às 10h com o projeto Hub Day Tecnologias na Suinocultura, evento on-line, promovido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com as associações, com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre a cultura da inovação tecnológica no setor.
Com participação de especialistas em tecnologias como os professores e pesquisadores Dr. Osvaldo Venturini e Dr. Electo Eduardo da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) que falarão sobre o Inovações desenvolvidas na cadeia de suínos. Além da participação dos João Carlos Bretas Leite, presidente da ASEMG, Fernando Araújo, presidente da ASSUVAP e Alvimar Jalles, consultor de mercado ASEMG que falarão sobre um dos projetos mais disruptivo da suinocultura brasileira, a (Bolsa de Suínos do Estado de Minas Gerais (BSEMG).
Em seguida a assessora técnica da SEAPA e Engenheira Agrônoma Rebeca Souza apresentará o programa de Inovação Aberta HUB MG AGRO . Finalizando a programação as startups GAFIT e BaseAg trazem as novidades de tecnologia empregadas para o dia a dia da cadeia produtiva.
No segundo dia de evento (30 de agosto) às 10h30 transmitido pelo Canal de youtube da ASEMG, o coordenador de inteligência de mercado da Cargill Nutrição Animal – Latam Sul. Engenheiro Agrônomo, formado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e com MBA em Ciência de Dados pela USP/ Esalq, Wilson de Souza Júnior, falará sobre “Suinocultura: Cenário de mercado e tendências”.
O último dia do evento, que ocorrerá de forma presencial, no dia 31 de agosto (quinta-feira), contará com a seguinte programação: 11h00 – Bolsa de Suínos do Estado de Minas Gerais (BSEMG) que será realizada de forma híbrida e será seguida de almoço (12h00) e da palestra (14h30), A importância da conversão alimentar para a lucratividade das granjas, que será realizada pelo zootecnista formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), com larga experiência na produção em sistemas de produção de suínos, Gustavo Lima.
A programação é toda gratuita e as inscrições podem ser feitas através do Sympla clicando aqui.

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Governo atualiza regras de fiscalização de fertilizantes e cria nova faixa de infração
Decreto 12.858 regulamenta sanções previstas na Lei do Autocontrole, exige programas obrigatórios de autocontrole na cadeia de insumos e estabelece prazo de dois anos para adequação do setor.

O Governo Federal publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (25), o Decreto 12.858 que trata da alteração do Anexo do Decreto nº 4.954/2004, que regulamenta a Lei nº 6.894/80, que dispõe sobre a inspeção e fiscalização da produção e do comércio de fertilizantes, corretivos, inoculantes, ou biofertilizantes, remineralizadores e substratos para plantas destinados à agricultura.

Foto: Claudio Neves
A atualização tem como objetivo compatibilizar o regulamento com a Lei nº 14.515/22 (Lei do Autocontrole), além de promover adequações ao rito processual previstas no Decreto nº 12.502/2025.
A principal alteração refere-se à regulamentação das sanções administrativas aplicáveis no âmbito da fiscalização de insumos agrícolas conduzida pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (SDA/Mapa) como medidas cautelares, infrações e penalidades, conforme previsto na Lei nº 14.515/2022.
Entre as mudanças, destaca-se a inclusão da classificação de infração de natureza moderada, que se soma às já existentes naturezas leve, grave e gravíssima. As faixas de multas passam a seguir os valores estabelecidos no Anexo da Lei nº 14.515/2022, considerando a classificação do agente administrado de acordo com seu porte econômico.
No que se refere aos programas de autocontrole, estes deverão ser implementados e executados pelos agentes das cadeias produtivas

Foto: Divulgação/SAA SP
abrangidas pelo Decreto. Os programas deverão conter procedimentos e controles sistematizados que permitam monitorar, verificar e corrigir as etapas do processo produtivo, desde a aquisição das matérias primas até a distribuição dos produtos.
O Decreto também regulamenta o Programa de Incentivo à Conformidade em Defesa Agropecuária, conforme previsto na Lei do Autocontrole. Enquanto o programa de autocontrole é obrigatório, o programa de incentivo será de adesão voluntária e concederá benefícios aos participantes, como a possibilidade de regularização por notificação nos casos de infrações classificadas como de natureza leve ou moderada. O regulamento estabelece ainda os objetivos do programa, os critérios de adesão, as obrigações para permanência e as hipóteses de suspensão e exclusão.
Os agentes registrados, cadastrados ou credenciados antes da regulamentação dos programas de autocontrole terão prazo de dois anos para se adequar às novas exigências.
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Com nova tarifa dos EUA, 46% das exportações brasileiras ficam livres de sobretaxa
Ordem executiva substitui alíquotas de até 50% por taxa uniforme, beneficia pescados, mel, tabaco e café solúvel e preserva quase metade da pauta embarcada ao mercado americano.

A ordem executiva publicada pelo governo dos Estados Unidos na última sexta-feira (20) alterou de forma significativa o regime tarifário aplicado às importações, com efeitos diretos sobre a pauta brasileira. Segundo nota técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 46% das exportações brasileiras ao mercado norte-americano, equivalentes a US$ 17,5 bilhões em 2025, deixam de estar sujeitas a qualquer sobretaxa adicional.

Foto: Divulgação
A medida revoga expressamente as ordens anteriores que impunham tarifas específicas de até 40% contra produtos brasileiros e também substitui as chamadas tarifas recíprocas por uma alíquota global de 10%, aplicável a todos os parceiros comerciais, com exceções pontuais. O governo norte-americano indicou a possibilidade de elevar esse percentual para 15%, mas o ato formal ainda não foi publicado.
Pelos cálculos do MDIC, cerca de 25% das exportações brasileiras para os EUA, o equivalente a US$ 9,3 bilhões,passam a estar sujeitas à nova tarifa uniforme de 10% (ou 15%, caso confirmada a elevação). Antes da mudança, aproximadamente 22% das vendas brasileiras enfrentavam sobretaxas que variavam de 40% a 50%.
Outros 29% das exportações, ou US$ 10,9 bilhões, permanecem submetidos às tarifas setoriais previstas na Seção 232 da legislação comercial norte-americana, instrumento aplicado com base em argumentos de segurança nacional e que incide de forma linear entre países, a depender do produto.
Ganho de competitividade
Na avaliação do ministério, o novo regime amplia a competitividade de segmentos industriais brasileiros no mercado norte-americano.

Foto: Allan Santos/PR
Entre os setores beneficiados estão máquinas e equipamentos, calçados, móveis, confecções, madeira, produtos químicos e rochas ornamentais, que deixam de enfrentar alíquotas de até 50% e passam a competir sob tarifa isonômica de 10%.
No agronegócio, pescados, mel, tabaco e café solúvel também passam da alíquota de 50% para 10%, reduzindo a desvantagem frente a outros fornecedores internacionais.
Uma das mudanças mais relevantes envolve o setor aeronáutico. As aeronaves foram excluídas da incidência das novas tarifas e passam a contar com alíquota zero para ingresso no mercado norte-americano, antes sujeitas a 10%. O MDIC ressalta que o produto foi o terceiro principal item da pauta exportadora brasileira para os EUA em 2024 e 2025, com elevado valor agregado e conteúdo tecnológico.
Relação comercial e ressalvas técnicas
Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos somou US$ 82,8 bilhões, alta de 2,2% em relação ao ano anterior. As exportações brasileiras totalizaram US$ 37,7 bilhões, enquanto as importações alcançaram US$ 45,1 bilhões, resultando em déficit de US$ 7,5 bilhões para o Brasil.

Foto: Divulgação
O ministério observa que os números são estimativos, uma vez que os códigos tarifários foram divulgados na nomenclatura HTS (Harmonized Tariff Schedule) e posteriormente consolidados ao nível de seis díígitos do Sistema Harmonizado (SH6), o que pode gerar variações nos valores apurados. Além disso, a aplicação efetiva das tarifas nos EUA pode depender de critérios adicionais, como destinação específica ou uso final do produto.
Em manifestação recente, o vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, afirmou que a redução das sobretaxas abre espaço para ampliar a parceria comercial com os Estados Unidos, destacando o peso do mercado norte-americano para produtos manufaturados brasileiros.
A nova configuração tarifária elimina o tarifaço direcionado ao Brasil, mas consolida um modelo de tributação uniforme que mantém parte relevante da pauta exportadora sob incidência adicional. Para o governo, o saldo é de recomposição de competitividade relativa, sobretudo na indústria de maior valor agregado.
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O que prevê o acordo Mercosul-União Europeia
Tratado cria área de livre comércio entre os blocos, estabelece cronograma de até 30 anos para cortes de impostos de importação e inclui capítulos sobre sustentabilidade, propriedade intelectual e solução de controvérsias.








