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Associação de Criadores de Gado Jersey do RS elegerá nova diretoria

Eleição acontece no próximo dia 8 de dezembro durante Assembleia Geral Ordinária que acontece na sede da entidade em Pelotas

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A Associação de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul (ACGJRS) vai eleger, no mês de dezembro, sua nova diretoria para o biênio 2019/2020. A entidade, que este ano completou 70 anos de fundação, conta hoje com cerca de 140 associados entre membros fundadores e efetivos. Na Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 8 de dezembro, na sede da entidade em Pelotas, a partir das 9 horas, os membros devem discutir e votar as contas da diretoria, que apresentará o balanço financeiro anual da entidade e o parecer do conselho fiscal. Em seguida, será eleita a nova diretoria para um mandato de dois anos, composta por um presidente e quatro vice-presidentes, obrigatoriamente associados das categorias Fundadores e/ou Efetivo.

A eleição deve ser formada por chapa única, encabeçada pelo atual diretor de fomentos da ACGJRS, Darcy Bitencourt, que também é pesquisador da Embrapa Clima Temperado e Coordenador do Centro de Recria Bovinos Jersey. Segundo uma projeção da ACGJRS, atualmente a raça Jersey representa mais de 15% do rebanho de gado leiteiro do RS. A entidade aposta num crescimento ainda mais expressivo nos próximos anos.

Fonte: Assessoria

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Notícias Prioridade para o bem-estar animal

Aurora inaugura moderna UDG em Chapecó

UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial

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Bem-estar animal é o princípio orientador da Unidade de Disseminação de Genes (UDG II) da Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo industrial de alimentos cárneos do Brasil – inaugurada nesta semana, em Linha Tomazzelli, em Chapecó, SC. A UDG II permitirá ampliar em 67% a produção de sêmen do complexo agroindustrial, adotando o que há de mais avançado em genética suína. A unidade absorveu investimentos da ordem de R$ 17 milhões.

O ato inaugural foi presidido pelos diretores Mário Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antônio Zordan (diretor de agropecuária), na companhia dos presidentes das cooperativas filiadas, do vice-prefeito Élio Cella, do gerente de produção de suínos Valdir Schumacher e do coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar. O padre Domingos José Dias e o pastor Altair Boita ministraram a benção inaugural.

O presidente Mário Lanznaster destacou que o investimento foi necessário para manter o programa de expansão da produção de suínos da Aurora. O coordenador de desenvolvimento genético Evandro Nottar detalhou a complexidade da gestão e da operação da produção de sêmen. O vice-prefeito Élio Cella discorreu sobre a importância da Aurora na economia regional.

O diretor de agropecuária Marcos Zordan destacou que a UDG II atende aos requisitos da legislação europeia de bem-estar animal. A boa alimentação é uma das prioridades, mediante controle da qualidade e potabilidade da água e o fornecimento de nutrição balanceada. Os reprodutores estarão alojados em instalações climatizadas, com pressão positiva e filtro de ar, impedindo a entrada de agentes patogênicos, mantendo a biosseguridade e o bem-estar dos animais. Este moderno sistema de climatização foi desenvolvido para garantir ar na temperatura ideal ao conforto animal, devidamente filtrado e na quantidade adequada para atender à necessidade dos animais gerando conforto térmico.

As densidades na granja foram ajustadas de acordo com as condições ambientais, de manejo e comportamento dos animais. Os pavimentos e pisos foram construídos de forma a evitar e/ou minimizar lesões, com área útil mínima destinada a cada animal igual ou superior a 6 metros quadrados.

As instalações foram planejadas com fundos e laterais das baias com as grades vazadas, permitindo o contato entre os indivíduos e respeitando o comportamento social dos suínos.

O cuidado com a saúde do plantel é outro ponto central, assegurado pela presença de médico veterinário. Com isso, busca-se o correto manejo dos animais, a sanidade e a prevenção de doenças, com o diagnóstico e tratamento (quando necessário). “Queremos as melhores condições de bem-estar para os animais”, sublinha o diretor. Para isso, a equipe de profissionais será treinada e capacitada de acordo com as boas práticas de produção e bem-estar animal.

Estrutura

A UDG II tem área total construída de 4.266,09 m² e abrigará 300 machos doadores dentro das melhores condições de bem-estar animal. Os doadores são machos híbridos, resultado da composição de diferente raças, fornecidos pelas maiores empresas de genética suína do mundo, como Agroceres PIC, DB Danbred e Topigs Norsvin. A UDG II passará a produzir 10.500 doses/semana ou 45.500 doses/mês.

Os reprodutores, antes de ingressarem no galpão principal da unidade, serão recebidos no galpão de quarentena que possui o mesmo sistema de climatização e biosseguridade. Ali, por um período de 30 dias, serão monitorados diariamente objetivando garantir que não são portadores de nenhuma doença ou agente infeccioso.

Uma equipe de 13 profissionais trabalhará na UDG II, com o suporte de um médico veterinário e responsável técnico. O acesso ao local será rigorosamente restrito com uso de arco de desinfecção, escritório para controle de entrada de pessoas, barreira sanitária (banho de funcionários e visitantes) e quarentena obrigatória.

O complexo UDG II, que ocupa uma área de 272 hectares, é constituído por arco de desinfecção, três residências para moradores, prédio administrativo, área de lazer e lavanderia, laboratório, central de coleta e processamento de sêmen, área de quarentena, vestiário de quarentena, galpão de serviços, composteira, casa de maravalha, central de lixo, sala de painéis elétricos, geradores de energia, cabine de medição de energia, reservatórios de água, cisterna e lagoas de dejetos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Santa Catarina

Frente parlamentar da Suinocultura será lançada na ALESC

Intenção é promover o desenvolvimento e o fortalecimento da atividade

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Com o objetivo de discutir os principais desafios da Suinocultura Catarinense, será lançada na próxima terça-feira (23), a Frente Parlamentar da Suinocultura. Requerida pelo deputado estadual Altair Silva, a frente será lançada na Sala das Comissões da Alesc, às 17h30, com a presença de produtores e autoridades ligadas ao setor.

Conforme Altair Silva, uma das ações da frente será a constituição de um grupo de trabalho, composto por representantes dos produtores, das agroindústrias, das cooperativas, e das entidades ligadas ao setor, como a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), para discutir as principais reivindicações.

O presidente da ACCS, Losivanio de Lorenzi, reitera que a Frente será uma importante ligação direta do setor com as políticas públicas, já que é possível unir forças para lutar por melhores condições no campo. “Um grupo de trabalho composto por representantes de diversas entidades simboliza mais representatividade ao setor. Ganhamos força para tirar do papel as principais reivindicações dos nossos suinocultores, que já enfrentam tantas dificuldades e merecem atenção do poder público”, declara.

Santa Catarina é destaque na produção de suínos, porque mesmo tendo apenas 1,12% do território nacional, representa 26% da produção brasileira com 12,5 milhões de suínos produzidos anualmente para abate industrial. O Estado responde ainda por mais de um terço dos abates totais e por 40% dos abates industriais.

Tendo como principais parceiros comerciais a China, Hong Kong, Chile, Argentina e Rússia, Santa Catarina é responsável por mais de 40% das exportações brasileiras. “Somos referência quando o assunto é proteína animal. O Estado é o maior produtor e exportador nacional de carne suína, e isso se deve ao trabalho de todos na cadeira produtiva”, comenta Altair.

Para 2020 a expectativa é que o número de cabeças cresça entre 10% e 12%, chegando a 14,5 milhões de cabeças/ano e um plantel permanente de 500 mil matrizes no campo. Essa grande produção reflete no âmbito social, são 13 mil criadores integrados às agroindústrias e independentes, com mais de 65.000 empregos diretos e 145.000 indiretos gerados somente no território barriga-verde.

ICMS agora é Lei

Através da aprovação do projeto 28/2019 que reinstituí benefícios fiscais relativos ao ICMS para alguns segmentos econômicos, a alíquota do suíno vivo, de 12% passou a receber uma redução de 50% na base do cálculo, ficando por lei, garantido uma alíquota fixa em 6% do ICMS sobre a venda de suínos.

O setor já era beneficiado em Santa Catarina, mas até então por decreto, que reduzia de 12% para 6% o ICMS para a venda de suínos vivos originários de Santa Catarina. Agora, o valor se iguala ao valor aplicado no Rio Grande do Sul.
“A aprovação desse projeto é uma grande conquista para a suinocultura. Através de uma proposta oriunda do Governo do Estado e com a nossa articulação conseguimos acelerar a aprovação aqui na ALESC, o que vai garantir um suporte aos suinocultores e competitividade na produção”, comentou Altair.

Segundo o presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, “Essa medida beneficia o pequeno produtor, a agricultura familiar, e principalmente o produtor independente que teve nos últimos 5 anos muita dificuldade. Assim, podemos olhar um futuro mais promissor e com estabilidade”, afirmou Losivanio.

Frente Parlamentar

O requerimento foi assinado também pelos deputados, Ivan Naatz, Coronel Mocellin, Fabiano da Luz, Fernando Krelling, Marcius Machado, Marcos Vieira, Marlene Fengler, Sérgio Motta, Milton Hobus, Moacir Sopelsa e Nazareno Martins.

Fonte: Assessoria
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Notícias Leite 4.0

Cotrijal avança em tecnologia de monitoramento de rebanhos

Com a coleta individual de dados, o objetivo é garantir o bem-estar animal e a lucratividade

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Na era do agronegócio 4.0, em que a tecnologia está a serviço das propriedades para garantir maior eficiência, a Cotrijal apresenta aos produtores de leite um sistema de monitoramento dos rebanhos. O funcionamento do SenseHub foi demonstrado em encontro na quarta-feira (17), na Associação dos Funcionários, em Não-Me-Toque, reunindo produtores e técnicos do Departamento Veterinário.

Com a coleta individual de dados, o objetivo é garantir o bem-estar animal e a lucratividade. O equipamento fica preso ao animal através de um colar ou brinco, avaliando e gerando informações importantes sobre reprodução, saúde e nutrição. São gerados de hora em hora relatórios de cio, de vacas com cio irregular, de suspeita de aborto, de vacas em anestro, de saúde geral do animal e alertas de dificuldades.

“Todas estas informações chegam ao produtor através de um aplicativo no celular ou computador, de maneira simples, didática e fácil de visualizar, para que ele possa tomar a atitude correta no momento certo. O monitoramento animal vem para facilitar a vida do produtor rural, vendo o cio quando ninguém está olhando, observando se o animal está ficando doente, o quanto está comendo e se está em estresse calórico, por exemplo”, revelou Jerônimo Silveira Ribeiro, médico veterinário da empresa Allflex.

Suporte para aquisição

Os produtores interessados em instalar o sistema na sua propriedade contarão com o apoio da Cotrijal. A cooperativa atuará com um aporte financeiro para a aquisição e o produtor pagará uma taxa mensal pelo uso. Interessados devem procurar o seu veterinário.

Rebanhos monitorados, resultado multiplicado

“Queremos oportunizar aos produtores o acesso a uma tecnologia que tem dado resultados muito positivos na reprodução, que é um dos principais problemas das propriedades. Com a gestão de comportamento, poderemos melhorar a taxa de serviço e evoluir em concepção e taxa de prenhez. Isso é sinônimo de mais leite e mais lucro”, apontou Renne Granato, gerente de Produção Animal da Cotrijal.

Resultados otimistas

Mais de cinco milhões de vacas utilizam o equipamento em mais de 50 países, com resultados bastante satisfatórios no Brasil: as taxas de serviços ultrapassam os 65%; e a taxa de prenhez está acima de 20%.

Fonte: Assessoria
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Conbrasul 2019
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