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Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja enaltecem a importância do valor de uma semente

A ABRASS comemora o dia da semente neste 21 de agosto, destacando a grandeza desse insumo que é o elo entre a indústria e o agricultor.

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Foto: Divulgação/Arquivo/Abrass

Ela é a estrela da natureza, o primeiro sinal de que a vida é possível, o ponto de partida para a multiplicação das espécies. Tudo começa na semente. Além de ser a base para a reprodução vegetal, na natureza, a semente é também fonte de alimento para muitos animais e essencial para a alimentação humana. As sementes foram o primeiro elo entre a humanidade e a produção de plantas, lá na pré-história. Quando o homem descobriu o poder de germinação das sementes e a capacidade para dar origem a uma nova planta, ele imediatamente reconheceu que aquela estrutura minúscula poderia ser muito importante para a sua alimentação e sobrevivência. Desde então, elas se tornaram uma fonte de carboidratos, de proteínas e de vitaminas, contribuindo para o desenvolvimento das civilizações.

Sabendo que as sementes são estruturas extremamente importantes para a sobrevivência das plantas no ambiente terrestre, e para o bom desempenho das lavouras em todas as regiões do país a Abrass – Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja – vê o Dia da Semente como uma oportunidade para reconhecer o papel vital desse insumo na agricultura, na segurança alimentar e no desenvolvimento sustentável, com foco específico nos desafios e realizações do setor de sementes de soja.

As sementes são responsáveis por proteger o embrião, além de garantir a dispersão das espécies pelo ambiente. Foi o reconhecimento desse importante papel na natureza e na produção de alimentos que deu origem ao dia nacional da semente, comemorado no dia 21 de agosto. O intuito dessa celebração é reforçar a importância do mercado de sementes e, em especial, o de sementes da soja, o principal produto da balança comercial brasileira.

A cultura da soja representa a principal cadeia agrícola no Brasil com Valor Bruto da Produção (VPB) estimado em 328 bilhões de reais para 2023, 2,5% maior que em 2022, e a semente de soja é o pilar fundamental para essa produção, tendo impactos econômicos, sociais e ambientais significativos para o país. Afinal, a semente não é apenas um grão que germina. Há algumas décadas a ciência e a tecnologia vem estudando e avançando no melhoramento genético e no tratamento das sementes que formam uma das maiores riquezas do nosso país, a produção agrícola. Diferente de um ‘grão’, a semente possui atributos de qualidades genética, física, fisiológica e sanitária que lhe confere a garantia de elevado desempenho agronômico, sendo a base fundamental do sucesso para uma lavoura tecnicamente bem instalada.

Do ponto de vista biológico, a semente é o óvulo desenvolvido e fecundado, ela contém o embrião, a origem da vida. Assim como nós humanos passamos por uma série de transformações ao longo da vida, a semente germina, cresce, evolui para dar frutos. E assim como na vida, no campo a semeadura depende de boas estratégias e sem sementes não há produção e nem colheita. No campo, o agricultor sabe que para cultivar não basta apenas ter sementes, para uma boa safra elas precisam de avanços tecnológicos e de programas de melhoria que garantam ampla colheita e rentabilidade. Esses objetivos dependem de muito investimento, de pesquisa e o melhoramento genético que permitem o desenvolvimento de novas cultivares com biotecnologia que oferecem um maior controle sobre plantas daninhas e proteção contra lagartas.

Nas últimas décadas a biotecnologia permitiu um grande desenvolvimento das sementes de soja, não apenas com a transgenia, mas também com o melhoramento genético que tem ajudado muitos agricultores no cultivo das safras, colhendo uma produtividade cada vez maior. Além de resultar num maior volume de alimentos, rações e fibras usando menos recursos (terra, água, insumos e outros), a biotecnologia permite a redução dos danos causados por pragas e o melhor controle de plantas daninhas. Um estudo realizado pela consultoria inglesa PG Economics e adaptado pela CropLife Brasil apontou que a cada dólar investido em sementes transgênicas, os produtores têm um retorno de U$ 3,76 dólares. Ainda, de acordo com esse estudo, de 1996 a 2020, a utilização de sementes transgênicas das mais diversas culturas (soja, algodão, milho etc.) trouxe o aumento de renda financeira para os produtores de US$ 261,3 bilhões e, em 2020, o total da área de cultivada com transgênicos no mundo era de 186 milhões de hectares.

Os produtores de sementes associados da Abrass são responsáveis por suprir esse mercado crescente com sementes de qualidade adaptadas às condições de solo e clima de cada região do Brasil, o que tem resultado em lavouras cada vez mais produtivas e novos recordes a cada safra. Ao olhar para a semente, o presidente da associação, Gladir Tomazelli, reconhece a grandeza desse elo entre a ciência e o agricultor. “O dia da semente nos faz reverenciar a origem da vida e as constantes evoluções para nos tornarmos indivíduos cada vez melhores. Não é diferente quando investimos em biotecnologia para desenvolver e produzir as nossas sementes. Estamos investindo na base das nossas riquezas, na origem, afinal, tudo começa na semente”, enfatiza.

Fonte: Assessoria Abrass

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Sandro Alex defende ampliação das políticas de apoio ao agronegócio no Paraná

Pré-candidato ao Governo do Estado afirma que pretende manter investimentos em infraestrutura rural, crédito e fortalecimento das cadeias produtivas.

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O pré-candidato do PSD ao Governo do Paraná, Sandro Alex, defendeu na quinta-feira (09) a continuidade e ampliação das políticas de incentivo ao agronegócio desenvolvidas nos últimos anos pelo Governo do Estado na gestão Ratinho Junior. Em entrevista em Santo Antônio da Platina, durante uma série de agendas com lideranças do Norte Pioneiro, ele destacou que o apoio aos produtores rurais será uma das prioridades.

Sandro Alex, que integrou por mais de sete anos da atual administração, afirmou que o Paraná construiu um modelo de parceria com o setor produtivo que precisa seguir avançando, com foco em infraestrutura rural, acesso a crédito, assistência técnica e fortalecimento das cadeias produtivas regionais.

“Esse é o Paraná que a gente não abre mão de continuar atendendo, avançando e fazendo com que essa riqueza que é nossa chegue ao porto ou aos grandes centros. Ter estrada, ter duplicação, ter avanços. A gente está no caminho certo, tem feito um bom trabalho”, afirmou.

Investimentos que chegam até a propriedade rural

Entre as iniciativas citadas pelo pré-candidato está a melhoria da infraestrutura rural, com obras que ajudam a reduzir custos de transporte e facilitam o escoamento da produção agrícola. Segundo Sandro, esses investimentos atendem uma das principais demandas de quem produz no campo.

“Quando você faz uma estrada rural, é porque o produtor quer acesso, quer tirar sua safra, sua produção. Ele quer uma ponte de concreto e não uma ponte de madeira que, quando chove, acaba sendo levada embora. Estamos fazendo dezenas de pontes aqui na região do Norte Pioneiro e em todo o Paraná”, disse.

A atual gestão estadual lançou o maior pacote de investimentos em estradas rurais da história do Paraná. O programa Estrada Boa conta com R$ 3,5 bilhões para a pavimentação de aproximadamente 2,6 mil quilômetros de vias rurais em 262 municípios, além de investimentos em maquinários para auxiliar as prefeituras na manutenção das estradas do campo.

Crédito para o produtor continuar crescendo

Sandro Alex também garantiu que o Banco do Agricultor Paranaense continuará sendo uma das ferramentas de apoio do Estado aos produtores rurais. Criado em 2021, o programa já alcançou a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos contratados, beneficiando mais de 7,8 mil projetos no campo.

Com a subvenção econômica oferecida pelo Governo do Estado, os produtores tiveram uma economia estimada de R$ 300 milhões em juros, ampliando a capacidade de investimento em tecnologia, inovação e aumento da produtividade.

“O governo federal tem sido muito injusto com os agricultores, mas o Estado tem dado o apoio financeiro que eles precisam, assim como a assistência técnica do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e da Adapar, que ajudam o Estado a ser referência no cultivo de várias culturas”.

Produção regional como referência

Durante a entrevista, o pré-candidato do PSD também citou exemplos de cadeias produtivas que ganharam força com assistência técnica e incentivo à profissionalização, como a goiaba de Carlópolis e a produção de cafés especiais no Norte Pioneiro.

Uma das iniciativas destacadas foi o projeto Mulheres do Café, coordenado pelo IDR-Paraná, que capacita produtoras familiares e estimula o protagonismo feminino no agronegócio. A ação atende cerca de 250 mulheres e tem ajudado produtoras a conquistarem novos mercados, com cafés especiais exportados para países da Europa, Austrália e Estados Unidos.

Segundo Sandro, esses exemplos mostram que o caminho para o futuro do Paraná passa por manter o Estado ao lado de quem produz. “É continuar avançando e fazendo com que essa riqueza chegue cada vez mais longe”, concluiu.

Fonte: Assessoria
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Biometano ganha espaço na política energética e amplia demanda por novos projetos no Brasil

Regulamentação da Lei do Combustível do Futuro cria metas de descarbonização para o setor de gás natural e deve impulsionar investimentos, certificação e expansão da produção.

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O biometano passou a ocupar uma posição estratégica na política energética brasileira após a regulamentação da Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024). Com a implementação do Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, produtores e importadores de gás natural passaram a ter metas anuais de redução das emissões de gases de efeito estufa, criando uma nova demanda para o combustível renovável.

Biometano pauta 13º Fórum do Biogás – Fotos: ABiogás

Regulamentado pelo Decreto nº 12.614/2025, o programa prevê que o cumprimento dessas metas poderá ocorrer por meio da aquisição dos Certificados de Garantia de Origem do Biometano (CGOBs), mecanismo que comprova a origem e a rastreabilidade do combustível. A medida também amplia o papel da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na regulamentação, certificação e fiscalização do mercado.

Na avaliação do setor, o novo marco regulatório tende a fortalecer o ambiente de negócios ao criar demanda para o biometano e oferecer maior previsibilidade aos investimentos em produção, infraestrutura, certificação e comercialização. “O Brasil reúne todas as condições para liderar a produção de biometano, mas essa liderança depende de transformar potencial em projetos, conectar oferta e demanda e construir um ambiente regulatório que dê previsibilidade aos investimentos. O biometano já demonstrou sua capacidade de contribuir para a descarbonização, a segurança energética e a economia circular. Agora, o desafio é acelerar sua inserção na matriz energética e consolidá-lo como um ativo estratégico para a competitividade do país”, afirma a presidente-executiva da Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás), Josiani Napolitano.

Fórum discute expansão do mercado

As mudanças regulatórias estarão entre os principais temas da 13ª edição do Fórum do Biogás, promovido pela ABiogás nos dias 11 e 12 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista.

O encontro vai reunir representantes do governo, especialistas, investidores e empresas para discutir os avanços regulatórios, oportunidades de negócios, inovação, segurança energética e o papel do biometano na descarbonização da matriz energética brasileira.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o programa tem como objetivo incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso do biogás e do biometano, ampliando a participação dessas fontes renováveis na matriz energética nacional.

Vetor estratégico da segurança e transição energética

Tiago Santovito, diretor-executivo da ABiogás: “O biogás e o biometano deixaram de ser um tema técnico de nicho para ocupar a agenda de investimentos do país”

O biometano é o segmento que mais cresce dentro desse universo. Embora represente apenas 11% do número total de plantas em operação, já concentra cerca de 34% de todo o volume de biogás aproveitado no país, reflexo da escala superior das unidades de purificação (upgrading). Segundo dados da ANP, o Brasil tem, até junho de 2026, 69 unidades produtoras de biometano cadastradas, sendo 21 já autorizadas para comercialização e outras 48 em processo de autorização, o que deve levar o país a ter cerca de 3,37 milhões de Nm³/dia de capacidade instalada de biometano até 2028.

De acordo com o Panorama do Biogás 2025, estudo anual elaborado pelo CIBiogás, o Brasil soma atualmente 1.803 plantas de biogás cadastradas, das quais 1.727 já estão em operação, um crescimento médio de 15% ao ano (CAGR) nos últimos cinco anos, ritmo que o próprio estudo aponta como aproximadamente cinco vezes superior à expansão média do PIB nacional no período. A capacidade instalada de produção de biogás no país chega a aproximadamente 4,96 bilhões de Nm³ por ano.

Estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) citados pelo Panorama indicam que a meta de descarbonização prevista na Lei do Combustível do Futuro, a ser definida anualmente pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), pode elevar a demanda por biometano a aproximadamente 7 bilhões de metros cúbicos anuais antes de 2035, um salto de até 15 vezes em relação ao patamar atual.

Uma trajetória de recordes

Josiani Napolitano, presidente executiva da ABiogás: “O Brasil reúne todas as condições para liderar a produção de biometano, mas essa liderança depende de transformar potencial em projetos, conectar oferta e demanda e construir um ambiente regulatório que dê previsibilidade aos investimentos”

A nova edição do Fórum dá sequência a uma trajetória de crescimento. Em setembro de 2025, o 12º Fórum do Biogás reuniu mais de 1.500 participantes e 55 patrocinadores no São Paulo Expo, números que, segundo a organização, confirmaram o evento como o maior encontro do setor na América Latina.

A edição anterior também marcou a assinatura de um decreto municipal pelo então prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, para ampliar o uso do biometano na frota de ônibus da cidade, além do lançamento de uma plataforma de dados em Power BI desenvolvida pela ABiogás para reunir informações regulatórias, tributárias e financeiras do setor. “O biogás e o biometano deixaram de ser um tema técnico de nicho para ocupar a agenda de investimentos do país. O Fórum é o espaço onde essa conversa acontece com a presença de quem decide: do poder público ao investidor “, afirma Tiago Santovito, diretor-executivo da ABiogás.

Com a nova regulamentação, o biometano deixa de ocupar apenas o campo das perspectivas e passa a fazer parte da engrenagem concreta de descarbonização do mercado de gás. Para a ABiogás, esse avanço reforça a relevância do Fórum como ambiente de articulação entre setor produtivo, governo, investidores e consumidores finais, em um momento decisivo para transformar políticas públicas em projetos, contratos e infraestrutura.

O 13º Fórum do Biogás será, portanto, um espaço estratégico para discutir a implementação desse novo ciclo. O evento reunirá empresas de toda a cadeia, investidores, autoridades públicas, especialistas e representantes dos mercados nacional e internacional, com debates distribuídos em duas salas simultâneas ao longo de dois dias.

A programação abordará temas como ambiente regulatório, desenvolvimento de projetos, tecnologias, modelos de contratação, financiamento e integração do biogás e do biometano às políticas climáticas e energéticas. Segundo a organização, a proposta do evento é promover negócios, apresentar soluções, ampliar o diálogo com o poder público e discutir tendências para o setor no Brasil e no exterior.

Programação 11 de agosto

  • 09h – Cerimônia de abertura
  • 11h – Plenária Principal –  Biogás e biometano: diversificando a matriz e fortalecendo a segurança energética
  • 14h – “Mandato de biometano na Lei Combustível do Futuro” e “Infraestrutura e logística do biometano”
  • 16h – “Integração do biometano à política climática” e “Biometano nas cidades: mobilidade urbana e gestão de resíduos”

Programação 12 de agosto

  • 09h – “CGOB: regulação e operacionalização” e “Valorização do digestato e economia circular”
  • 11h – “Os benefícios tributários ao longo da cadeia do biogás e biometano” e “Biometano no transporte de carga”
  • 14h – “Biometano na abertura do mercado de gás” e “Descentralização do biogás: pequenos projetos, inclusão social e sustentabilidade socioambiental”
  • 16h – “Desenvolvimento tecnológico, eficiência operacional e segurança na cadeia de valor do biogás” e “Diversificação dos usos do biogás”

Inscrições

As inscrições para o 13º Fórum do Biogás já estão abertas e pode, ser feitas clicando aqui.

O Ingresso Padrão está no Lote 3, a R$ 1.690,00, válido até 12 de agosto, com acesso aos conteúdos dos dois dias, à área de exposição e ao certificado digital de participação. Associados da ABiogás contam com valor especial de R$ 990,00, mediante solicitação de código de desconto.

Há ainda o Ingresso VIP, em lote único de R$ 4.900,00, com acesso integral aos dois dias, entrada exclusiva na sala de palestrantes, acesso à área de imprensa e kit personalizado do evento.

Fonte: Assessoria 13º Fórum do Biogás 
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Chances de El Niño “muito forte” no fim de 2026 chegam a 81%, aponta NOAA

Agência climática dos Estados Unidos indica que fenômeno pode ser o mais intenso desde o início das medições, em 1950.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O El Niño se intensificou e tem 81% de chance de atingir a categoria “muito forte” entre os meses de outubro e dezembro próximos, segundo estimativa publicada nesta quinta-feira (9) pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), agência de previsão climática dos Estados Unidos, uma das mais importantes do mundo.

Segundo a NOAA, se a previsão se confirmar, esse pode ser o maior El Niño desde 1950, ano em que começaram a ser feitas as medições.

Foto: Antonio Carlos Mafalda

Havia uma previsão de que o fenômeno pudesse se intensificar ao longo de 2026, mas não se sabia exatamente a intensidade a que poderia chegar. Esse novo boletim do instituto marca, portanto, uma mudança importante.

O fortalecimento do fenômeno climático tem ainda 97% de chance de perdurar até os meses de março a junho de 2027, quando é primavera no Hemisfério Norte e outono no Hemisfério Sul.

De acordo com o instituto norte-americano, o El Niño ganhou força no mês de junho, causando uma série de alterações na temperatura de uma grande área da superfície do Oceano Pacífico central e leste, provocando aumento superior a 1ºC nessas regiões.

Ainda segundo a NOAA, um El Niño mais forte não significa necessariamente que haverá eventos climáticos graves, mas que há uma probabilidade maior de que aconteçam mais tempestades e forte calor em diferentes regiões do planeta.

O El Niño é o fenômeno meteorológico que provoca o aquecimento acima da média da superfície do Pacífico equatorial. Essa elevação da temperatura causa alterações no ritmo das chuvas e também na circulação dos ventos.

Fonte: Agência Brasil
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