Conectado com

Notícias Aperfeiçoamento técnico

Assistência técnica e gerencial bovinocultura de corte

Capacitação marca início da nova temporada do Programa de Inseminação Artificial em Tempo Fixo

Publicado em

em

Evento reuniu cerca de cem pessoas entre técnicos, prestadores de serviços e equipe do Sistema Faesc/Senar. (Foto: Silvania Cuochinski/MB Comunicação).

“Aperfeiçoamento Técnico sobre Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)” foi o foco do encontro que reuniu, durante dois dias de atividades, equipes técnicas e prestadores de serviço do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Bovinocultura de Corte de Santa Catarina, na última semana, em Erval Velho, no meio-oeste catarinense. A iniciativa foi promovida pelo Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural).

O evento contou com a participação de aproximadamente 100 pessoas entre técnicos de campo e prestadores de serviços, além dos supervisores técnicos que acompanham e monitoram todo o trabalho na ponta. A programação envolveu palestras, debates e alinhamento sobre Iatf.

Presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destacou a importância da iniciativa. (Foto: Silvania Cuochinski/MB Comunicação).

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, contou sua trajetória e falou sobre o sucesso da ATeG na área de pecuária de corte e nas demais cadeias produtivas atendidas. Destacou a importância de atualizar conhecimentos sobre Inseminação Artificial em Tempo Fixo para garantir a excelência na produção e valorizou o comprometimento de toda a equipe para a conquista de resultados cada vez melhores. “Foi uma programação produtiva que, aliada às demais ações da Assistência Técnica e Gerencial, impactarão positivamente nas comercializações nas feiras, leilões e exposições de todo o estado” complementou.

As atividades foram conduzidas pela coordenadora estadual da ATeG, Paula Coimbra Nunes, que destacou os expressivos resultados do Programa Iatf desde que foi implementado e falou sobre os próximos passos da iniciativa. “Nosso principal objetivo foi aperfeiçoar e alinhar conhecimentos para a execução de uma nova temporada do Iatf que inicia neste mês e vai até abril do próximo ano”.

Programação incluiu palestras e alinhamento das atividades do Programa de Inseminação Artificial em Tempo Fixo. (Foto: Silvania Cuochinski/MB Comunicação).

Paula realçou, ainda, que a ATeG atende mais de 2 mil produtores com foco na gestão e a iniciativa contempla um programa de Inseminação Artificial em Tempo Fixo. “O objetivo é fazer com que o produtor tenha um ganho genético com inseminação por meio de sêmen de animais melhorados para que o produtor tenha um resultado melhor na sua produção” explicou ao frisar que, em parceria com os Sindicatos Rurais de Santa Catarina, o trabalho é executado desde 2016 com efeitos expressivos.

O técnico de campo da ATeG, Alex Teixeira Stanck, atua na região do litoral pelo Sindicato Rural de Massaranduba e atende propriedades de cria, recria e engorda. “Na bovinocultura de corte realizamos o Iatf e os resultados têm sido bem satisfatórios. Nessa última estação a taxa de prenhez média de todas as propriedades atendidas foi de 80%. Esse é um trabalho contínuo realizado todo o ano e a tendência é melhorar mais esses índices” frisou.

Na visão de Alex, o evento foi fundamental para a atualização de conhecimentos sobre os protocolos, as mudanças hormonais, doses, entre outros. “Executamos um trabalho na ponta e, por isso, esse suporte que o Sistema Faesc/Senar oferece é importantíssimo para todos nós”.

Representantes do Senar/Santa Catarina e das equipes técnicas da ATeG Bovinocultura de Corte. (Foto: Silvania Cuochinski/MB Comunicação).

Para o supervisor regional do Senar/SC no meio-oeste, Jeam Carlo Palavro, a capacitação dos profissionais que atuam no Programa de Iatf junto ao ATeG é essencial para que atuem de forma alinhada e com conhecimento sobre as inovações da área. “Buscamos cada vez mais informações para fazer com que o produtor rural consiga maiores taxas de prenhez, melhores ganhos de pesos de bezerros e mais quilos de carnes produzidas por hectare/ano. Nosso objetivo é fazer com que a pecuária de corte faça a diferença e que os produtores consigam obter os resultados almejados”.

Também estiveram presentes os supervisores técnicos Pablo Henrique Ambrósio, Taiane Plautz Pscheidt, Guilherme Romani de Mello, Fernando Schneider, Leandro Simioni, Fernando da Silveira, Célio Castello de Souza, Rafael Loregian, Jaison Buss, Gerson da Cunha e Bruno Zanete Nesi.

Palestras

Representantes do Senar/Santa Catarina e das equipes técnicas da ATeG Bovinocultura de Corte. (Foto: Silvania Cuochinski/MB Comunicação).

A programação contou com palestras do doutor em Biologia reprodutiva Rogério Ferreira, que abordou o tema “Fundamentos da anatomia e fisiologia da reprodução bovina” e do especialista em reprodução animal Márcio de Oliveira Marques que falou sobre “Procedimentos operacionais padrão da inseminação artificial por tempo fixo” e “Análise e controle de resultados”.

Fonte: Assessoria Faesc/Senar

Colunistas

Você está desperdiçando o dinheiro do marketing?

Conheça três pontos que podem contribuir para um melhor desempenho.

Publicado em

em

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a conversa com um grande amigo, lembrei, recentemente, de uma experiência que tive no agronegócio. Uma empresa de nutrição animal precisava aumentar a visibilidade junto a potenciais clientes e entrou em contato com a Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio.

O gerente de marketing compartilhou o briefing de forma clara e objetiva: “precisamos aparecer em mídias estratégicas, locais e nacionais, e também ampliar a nossa presença em canais digitais. A concorrência está grande e precisamos ser mais reconhecidos no campo. Isso vai ajudar a fechar negócios”.

Após algumas reuniões, finalizamos o planejamento de assessoria de imprensa e de redes sociais, definindo a linguagem, os temas e os principais objetivos a serem atingidos em curto e médio prazo.

Rapidamente, os porta-vozes foram definidos e participaram de um media training, no qual a Ação Estratégica apresentou dicas para os executivos terem um desempenho ainda melhor nas futuras entrevistas com jornalistas.

Como próximo passo, a mídia recebeu sugestões de notícias sobre a empresa e as redes sociais foram abastecidas com conteúdo relevante sobre o ecossistema em que a empresa atua.

Em poucos meses, os materiais divulgados causaram um grande impacto, maior do que o esperado. Potenciais clientes fizeram vários comentários nos posts publicados, mandaram mensagens em privado e também entraram em contato com a empresa via WhatsApp.

O sucesso desta ação teve três pontos centrais:

1) Análise

O cliente compartilhou importantes informações, na etapa do planejamento, sobre os perfis dos potenciais clientes. Essas informações propiciaram uma análise consistente de cenário.

2) Integração

O movimento foi realizado em total sintonia com o departamento de vendas, com o objetivo de potencializar as oportunidades de negócios.

3) Correção

Com frequência, realizamos reuniões para a correção de rotas, o que contribuiu para as divulgações serem sempre relevantes.

 A importância desses três pontos (Análise, Integração e Correção) vai além do sucesso de uma ação específica. Se bem utilizados, eles contribuem diretamente para uma melhor utilização dos recursos, evitando, de forma contínua, o desperdício de dinheiro, e também propiciam um rico aprendizado a ser utilizado nas próximas atividades.

Afinal, com experiência, informação e estratégia adequada, melhoramos o nosso desempenho, não é mesmo?

Fonte: Artigo escrito por Rodrigo Capella, palestrante e diretor geral da Ação Estratégica - Comunicação e Marketing no Agronegócio.
Continue Lendo

Notícias

Mercado de fertilizantes no Brasil mantém forte dependência de importações

Volume soma 40,9 milhões de toneladas até outubro de 2025, com Mato Grosso liderando o consumo nacional.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/OP Rural

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 5,08 milhões de toneladas em outubro de 2025, alta de 2,1% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram comercializadas 4,98 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a outubro foram registradas 40,94 milhões de toneladas entregues, com alta de 8,4% em comparação a igual período de 2024, quando o total foram entregues 37,78 milhões de toneladas.

O Estado de Mato Grosso manteve a liderança no consumo, com participação de 22,1% do total nacional, o equivalente a 9,05 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (4,97 milhões), São Paulo (4,35 milhões), Rio Grande do Sul (4,21 milhões) Goiás (3,99 milhões), Minas Gerais (3,90 milhões) e Bahia (2,75 milhões).

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou outubro de 2025 em 631 mil toneladas, registrando uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês de 2024. No acumulado de janeiro a outubro, o volume chegou a 6,20 milhões de toneladas, avanço de 5,7% em relação com as 5,87 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

As importações alcançaram no mês de outubro de 2025, 4,38 milhões de toneladas, redução de 1,1% sobre igual período do ano anterior. De janeiro a outubro, o total importado somou 35,88 milhões de toneladas, com crescimento de 7,1% em relação as 33,49 milhões de toneladas no mesmo período de 2024.

O Porto de Paranaguá consolidou-se como principal ponto de entrada do insumo, foram importadas 8,89 mil toneladas no período, crescimento de 5,8% frente a 2024 (8,40 milhões de toneladas). O terminal representou 24,8% do total de todos os portos, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
Continue Lendo

Notícias

Produtores têm até 31 de janeiro para regularizar inconsistências fiscais

Receita Federal intensifica fiscalização sobre rendimentos rurais e alerta para risco de autuações e multas após o prazo.

Publicado em

em

Foto: Jose Fernando Ogura

A Receita Federal do Brasil intensificou as orientações voltadas à conformidade fiscal no setor rural, com atenção especial aos rendimentos oriundos de arrendamentos de imóveis rurais. A iniciativa integra uma ação nacional de conformidade cujo objetivo é estimular a autorregularização dos contribuintes, permitindo a correção de inconsistências até janeiro de 2026, antes do avanço para etapas de fiscalização mais rigorosas.

Segundo o órgão, é recorrente a subdeclaração ou o enquadramento incorreto dos valores recebidos com arrendamentos, seja por desconhecimento da legislação tributária, seja por falhas no preenchimento das declarações. Para identificar divergências, a Receita Federal tem ampliado o uso de cruzamento de dados, recorrendo a informações de cartórios, registros de imóveis rurais e movimentações financeiras, em um ambiente de fiscalização cada vez mais digital e integrado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

O advogado tributarista Gianlucca Contiero Murari avalia que o atual movimento do Fisco representa um ponto de atenção relevante para produtores rurais e proprietários de terras. “A autorregularização é uma oportunidade valiosa para o contribuinte rural corrigir falhas, evitar autuações, multas elevadas e até questionamentos mais complexos no futuro. A Receita Federal tem adotado uma postura cada vez mais preventiva, mas com fiscalização altamente tecnológica”, afirma.

Murari ressalta que os rendimentos provenientes de arrendamento rural exigem cuidado específico no enquadramento e na declaração, de acordo com as regras do Imposto de Renda. Isso inclui a avaliação sobre a tributação como pessoa física ou jurídica, conforme a estrutura da operação. “É fundamental que o produtor ou proprietário busque orientação especializada para avaliar contratos, natureza dos rendimentos e a forma correta de declarar. Um ajuste feito agora é muito menos oneroso do que uma autuação depois”, completa.

Fonte: Assessoria Dosso Toledo Advogados
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.