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Suínos Consumo e exportação

Assim como em 2023, oferta de carne bovina deve continuar a influenciar preço do suíno em 2024

Apesar da expectativa de um menor volume de produção da safra brasileira, ocasionada pelas condições climáticas, o mercado internacional de commodities com cotações em baixa deve manter os custos de produção da suinocultura em patamares que permitam margens financeiras positivas ao longo do ano.

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Foto: Ari Dias

O IBGE publicou no dia 09 de fevereiro os dados preliminares de abate de suínos, aves e bovinos do último trimestre de 2023. Conforme a tabela 1, comparado com 2022, o ano de 2023 foi marcado pelo aumento considerável do abate de bovinos, em toneladas de carcaça e em cabeças (11,23% e 13,17%, respectivamente), um pequeno crescimento na produção de frango (3,47% em ton. e 2,82% em cabeças) e uma relativa estabilidade na produção de suínos, com apenas 2,04% a mais em toneladas e incremento de 1,13% em cabeças abatidas.

Tabela 1 – Abate brasileiro de bovinos, aves e suínos em toneladas de carcaças e em cabeças (x 1.000) projetado para o ano de 2023, no 4º trimestre de 2023, comparado com o 3º trimestre/23 e com o mesmo período de 2022. *Dados do 4º trimestre/23 são preliminares. Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE

Quanto à disponibilidade interna, no somatório das três carnes, o consumo per capita do brasileiro foi recorde em 2023, atingindo 96,56 kg/habitante/ano (Tabela 2). Novamente a carne bovina se destaca pelo crescimento do consumo doméstico, com um aumento de 4,25 kg por habitante/ano, um incremento de 880 mil toneladas (+14,54%) em relação ao ano anterior. Já o frango e o suíno aumentaram seu consumo por habitante em somente 250 g (+0,59%) e 100g (+0,49%) respectivamente, com a carne suína atingindo o valor recorde de 20,65 kg per capita ano.

Tabela 2 – Produção brasileira, exportação e disponibilidade interna mensais (em toneladas) das três carnes em 2023 e consumo per capita (kg) e diferença para 2022. População brasileira considerada p/ o cons. per capita: 203.080.756 em 2022 e 203.596.906 em 2023. Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE e Secex.

Analisando o abate de suínos nos últimos dois anos (Tabelas 3), é possível observar um “freio” na produção no ano passado, ocasionado pela longa crise que se dissipou somente a partir da metade de 2023, com vários meses apresentando crescimento negativo ao longo do ano em relação ao mês anterior e com alguns meses de retração em relação ao mesmo período de 2022, algo que não acontecia há muitos anos.

Tabela 3 – Abate brasileiro mensal de suínos em cabeças e toneladas de carcaças em 2022 e 2023 e diferença percentual de cada mês em relação ao mês anterior e ao mesmo mês do ano anterior. Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE.

De fato, ao se analisar o balanço da carne suína brasileira dos últimos 10 anos, conforme a Tabela 4 a seguir, o ano de 2023 foi o de menor crescimento tanto no abate em cabeças, quanto em toneladas de carcaças. Também a disponibilidade interna de carne suína foi a de menor crescimento neste período, com apenas 0,75%, enquanto em 2021 e 2022 a disponibilidade interna cresceu 8,46% e 7,44%, respectivamente. Na ocasião, o grande incremento da oferta aliado a um custo de produção relativamente alto, determinaram uma das maiores crises da suinocultura brasileira.

Tabela 4 –  Evolução anual da produção (ton. carcaças e cabeças), disponibilidade interna e exportações nos últimos 10 anos (de 2014 a 2023). *Produção de 2023 sobre resultados preliminares publicados pelo IBGE. Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE e Secex.

Na mesma Tabela 4 é possível verificar que a exportação de carne suína ganhou maior peso na destinação da produção, com percentual ao redor de 20%, puxada fortemente pela China desde 2020, ano em que se aproximou de 1 milhão de toneladas. Depois de bater recorde de embarques em 2023, as vendas externas continuam em crescimento no início deste ano. Janeiro de 2024 fechou com 4,8% a mais (+3.800 toneladas de carne suína in natura) que janeiro de 2023 (Tabela 5). Já as receitas (em dólar) vêm reduzindo com uma queda de -7,65% em janeiro/24 em relação a jan/23 e de -14,6% em relação a dezembro/23.

Tabela 5 – Principais destinos da carne suína brasileira in natura exportada em janeiro de 2024, comparado com janeiro de 2023 e volumes e preços de dezembro de 2023. Ordem estabelecida sobre janeiro de 2024. Elaborado por Iuri P. Machado com dados do IBGE e Secex.

Um movimento que já vinha ocorrendo no ano passado e que continua neste início de ano, é a redução dos volumes adquiridos pela China, com aumento para outros destinos como Filipinas e Chile (Tabela 6).

Tabela 6 – Percentual de participação dos principais importadores da carne suína brasileira in natura em janeiro de 2024, janeiro de 2023 e média do ano de 2023. Ordem estabelecida sobre janeiro de 2024. Elaborado por Iuri P. Machado, com dados da Secex.

Quanto ao preço do suíno, ocorreu como era esperado um recuo nas cotações em relação a dezembro de 2023 (Gráfico 1), em função da sazonalidade da demanda doméstica e internacional, mais baixas nos primeiros meses do ano. Como fatores a serem considerados ao longo do ano para que o preço pago ao produtor permita margens positivas. Além das cotações dos principais insumos, temos em favor do suinocultor uma limitação do aumento de oferta de carne suína, pois os números de 2023 indicam estabilidade e até redução de planteis, determinado um tempo maior e uma conjuntura de mercado favorável pra que volte a crescer a níveis superiores a 5% ao ano.

Gráfico 1 – Cotação da carcaça suína especial em São Paulo/SP (R$/kg), nos últimos 12 meses, até dia 16/02/2024. Fonte: Cepea

Por outro lado, a concorrência com as outras carnes, especialmente a bovina, que em 2023 com alta oferta e queda de preço (Gráfico 2), limitou a subida de preço da carne suína, deve continuar determinando grande parte da dinâmica de mercado.

Gráfico 2 – Cotação do boi gordo (B3/CEPEA) em São Paulo-SP (R$/@), nos últimos 2 anos, até dia 16/02/2024. Fonte: Cepea

Andamento da segunda safra e novas projeções de produção

A Conab divulgou dia 08 de fevereiro o quinto levantamento da safra 2023/24 que traz nova redução da expectativa de safra de milho, com previsão de um total de 113,7 milhões de toneladas a serem colhidas (Tabela 7). Ainda segundo a Conab, deste total somente 23,6 milhões de toneladas de milho devem ser produzidas na safra verão, cuja colheita, segundo MBagro, até 12/02 já ultrapassou os 20% da área a ser colhida. Para a segunda safra de milho com mais de 28% da área plantada até dia 09/02 (MBagro), a Conab projeta pouco mais de 88 milhões de toneladas, 14 milhões a menos que no ano passado.

Tabela 7 – Balanço de oferta e demanda de milho no Brasil (em mil toneladas). Dados da safra 2022/23 atualizados em 08/02/2024, sendo estoque final estimado para 31 de janeiro. Fonte: Conab

Apesar da perspectiva de redução da safra brasileira para este ano, as cotações do milho continuam estáveis (Gráfico 3). Dois fatores explicam esta estabilidade: a baixa pressão de compra no mercado doméstico e a expectativa de alta produção mundial em 2024, com a safra Argentina a ser colhida no primeiro semestre evoluindo bem e a perspectiva de alta produção do cereal no hemisfério norte no segundo semestre, puxada por EUA e China.

Gráfico 3 – Preço do milho (R$/SC 60kg) em Campinas-SP, nos últimos 12 meses, até dia 16/02/2024. Fonte: Cepea

Com a soja não é muito diferente do que está acontecendo com o milho, pois mesmo com uma evidente quebra nos volumes a serem colhidos na safra brasileira (já com quase 30% da área colhida), observa-se recuo nas cotações do grão e do farelo que em algumas praças, baixou para R$ 1.800,00 por tonelada.

As cotações atuais destas commodities variam conforme mudam as condições climáticas e a oferta e demanda efetivas se concretizam no mercado doméstico e mundial, por isso uma tendência de hoje pode mudar em alguns meses, porém espera-se para o ano de 2024 uma condição melhor do que em 2023 em termos de custos para a suinocultura.

Considerações finais

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que como normalmente existe aumento de produtividade de um ano para outro, pode-se considerar que este aumento relativamente pequeno no abate (1,13% em cabeças) é, na verdade, resultado de uma retração nos plantéis de matrizes. “Ou seja, será preciso um tempo para que o abate de suínos volte a taxas de crescimento anuais acima de 5%. Por este motivo, espera-se que a oferta de carne suína em 2024 esteja bem ajustada, permitindo preços melhores aos suinocultores”, expõe.

Ele conclui dizendo que apesar da expectativa de um menor volume de produção da safra brasileira, ocasionada pelas condições climáticas, o mercado internacional de commodities com cotações em baixa deve manter os custos de produção da suinocultura em patamares que permitam margens financeiras positivas ao longo do ano.

Fonte: Assessoria ABCS

Suínos

ACCS empossa nova diretoria e reforça foco em mercado e sanidade na suinocultura catarinense

Entidade inicia novo mandato de quatro anos com Losivanio Lorenzi reeleito e destaca desafios ligados às exportações, biosseguridade e inovação no setor suinícola de Santa Catarina.

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Foto: Divulgação/ACCS

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) realizou, nesta sexta-feira (09), a posse oficial da diretoria eleita em assembleia geral no dia 10 de outubro do ano passado. O ato marcou o início formal do novo mandato da entidade e reafirmou a continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos em defesa da suinocultura catarinense.

Presidente reeleito da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi: “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade” – Foto: Divulgação/ACCS

Durante a cerimônia, o presidente reeleito, Losivanio Luiz de Lorenzi, destacou que a nova gestão mantém o compromisso com a representatividade do setor, aliando experiência e renovação. Segundo ele, alguns membros passaram por mudanças, a pedido, abrindo espaço para novas lideranças, sem perder o apoio e a contribuição daqueles que deixam os cargos diretivos. “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade”, afirmou.

Losivanio ressaltou que os principais desafios do novo mandato estão ligados ao acompanhamento constante do mercado, tanto no cenário estadual e nacional quanto no internacional.

Santa Catarina responde por mais de 50% das exportações brasileiras de carne suína e, em 2024, superou o Canadá, tornando-se o terceiro maior exportador mundial da proteína. Nesse contexto, o presidente reforçou a importância da atuação conjunta com indústrias e cooperativas, fundamentais para a comercialização da produção.

Outro ponto central abordado foi a manutenção do elevado status sanitário do rebanho

Foto: Divulgação/ACCS

catarinense. Para a ACCS, a biosseguridade e a sanidade animal são pilares estratégicos para a permanência e ampliação do acesso aos mercados internacionais, além de garantirem qualidade e segurança ao consumidor brasileiro. “É a sanidade que nos mantém competitivos e confiáveis no mundo”, destacou.

A nova diretoria assume com a missão de seguir inovando, acompanhando as transformações do setor, inclusive com o avanço de novas tecnologias e da inteligência artificial, sempre com foco na sustentabilidade da atividade, na qualidade de vida do suinocultor e na entrega de uma proteína segura e de alta qualidade à mesa do consumidor. O mandato tem duração de quatro anos.

Fonte: Assessoria ACCS
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Suínos

Biosseguridade como estratégia para proteger a suinocultura catarinense

Nova portaria estadual reforça a prevenção sanitária nas granjas, combina exigências técnicas com prazos equilibrados e conta com apoio financeiro para manter Santa Catarina na liderança da produção de proteína animal.

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Foto: Shutterstock

Santa Catarina é reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência sanitária de sua produção animal. Esse reconhecimento não é fruto do acaso: é resultado de um trabalho contínuo, técnico e coletivo, que envolve produtores, agroindústrias, cooperativas, entidades de representação, pesquisa e o poder público. Nesse contexto, a Portaria SAPE nº 50/2025, em vigor desde 8 de novembro de 2025, representa um marco decisivo para a suinocultura tecnificada catarinense, ao estabelecer medidas claras e objetivas de biosseguridade para granjas comerciais.

Ao ser elaborada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) em conjunto com a Cidasc e outras instituições ligadas ao setor produtivo e à pesquisa agropecuária, a normativa consolida um entendimento que sempre defendemos: a prevenção é a melhor estratégia. Em um cenário global marcado por riscos sanitários crescentes, pressão por padrões mais rigorosos e mercados cada vez mais exigentes, proteger o plantel catarinense significa proteger empregos, renda no campo, investimentos industriais e a confiança dos compradores internacionais.

Diretor executivo do SINDICARNE, Jorge Luiz De Lima – Foto: ARQUIVO/MB Comunicação

A Portaria traz prazos que demonstram equilíbrio e respeito à realidade das propriedades. As granjas preexistentes têm período de adaptação, com adequações estruturais previstas para ocorrer entre 12 e 24 meses, conforme o tipo de ajuste necessário. Contudo, também há medidas de implementação imediata, principalmente de caráter organizacional, baseadas em rotinas padronizadas de higienização, controle e prevenção. É o tipo de avanço que qualifica a gestão e eleva a eficiência sem impor barreiras desproporcionais.

Vale destacar que muitas granjas catarinenses já operam nesse padrão, em razão das exigências sanitárias de mercados internacionais e do comprometimento histórico do setor com boas práticas. Por isso, a adaptação tende a ser tranquila, além de trazer ganhos diretos de controle, rastreabilidade e segurança. Entre as principais ações previstas, estão: uso obrigatório de roupas e calçados exclusivos da unidade de produção; desinfecção de equipamentos e veículos; controle rigoroso de pragas e restrição de visitas; tratamento da água utilizada; e manutenção de registros e documentação atualizados. São medidas que, embora pareçam simples, fazem enorme diferença quando aplicadas com disciplina.

Outro ponto que merece reconhecimento é a criação do Programa de Apoio às Medidas de Biosseguridade na Produção Animal Catarinense, instituído pela Resolução nº 07/2025. O Governo do Estado não apenas regulamentou: também viabilizou um caminho real para que o produtor possa investir. O programa permite financiamento de até R$ 70 mil por granja, com pagamento em cinco parcelas, sem correção monetária ou juros, e com possibilidade de subvenção de 20% a 40% sobre o valor contratado. Trata-se de um estímulo concreto, que fortalece a base produtiva e mantém Santa Catarina na liderança brasileira em produção e exportação de carne suína.

O processo é tecnicamente estruturado e acessível. O suinocultor deve elaborar um Plano de Ação (Plano de Adequação), com apoio de médico-veterinário da integradora, cooperativa ou assessoria técnica — incluindo alternativas como o Sistema Faesc/Senar-SC para produtores independentes. O documento é preenchido na plataforma Conecta Cidasc. A partir dele, a Cidasc emite o laudo técnico, e o produtor pode buscar o financiamento do Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FDR), com solicitação feita junto à Epagri, que atua como ponte para viabilizar o acesso à política pública.

Biosseguridade não é custo; é investimento. É ela que sustenta a sustentabilidade do setor, reduz perdas, previne crises e mantém nossa competitividade. A Portaria nº 50/2025 e o Programa Biosseguridade Animal SC mostram que Santa Catarina segue fazendo o que sempre fez de melhor: antecipar desafios, agir com responsabilidade e proteger seu patrimônio sanitário, garantindo segurança, qualidade e confiança do campo ao mercado.

Fonte: Assessoria Sape-SC
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Suínos

Faturamento da suinocultura alcança R$ 61,7 bilhões em 2025

Com esse avanço, os suínos passam a responder por 4,37% de todo o VBP do agro brasileiro em 2025, mantendo posição estratégica em meio à cadeia de proteínas animais e reforçando o protagonismo das regiões Sul e Sudeste na produção nacional.

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A suinocultura brasileira deve encerrar 2025 com faturamento de R$ 61,7 bilhões no Valor Bruto da Produção (VBP), segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), divulgados em 21 de novembro. O resultado representa um crescimento expressivo frente aos R$ 55,7 bilhões estimados para 2024, ampliando em quase R$ 6 bilhões a renda gerada pela atividade no país.

Com esse avanço, os suínos passam a responder por 4,37% de todo o VBP do agro brasileiro em 2025, mantendo posição estratégica em meio à cadeia de proteínas animais e reforçando o protagonismo das regiões Sul e Sudeste na produção nacional. A tendência confirma a força exportadora do setor e a capacidade das agroindústrias de ampliar oferta, produtividade e eficiência em um ambiente competitivo.

O ranking dos estados revela a concentração típica da atividade. Santa Catarina se mantém como líder absoluto da suinocultura brasileira, com VBP estimado de R$ 16,36 bilhões em 2025, bem acima dos R$ 12,87 bilhões registrados no ano anterior. Na segunda posição aparece o Paraná, que cresce de R$ 11,73 bilhões para R$ 13,29 bilhões, impulsionado pela expansão das integrações, investimento em genética e aumento da capacidade industrial.

O Rio Grande do Sul segue como terceira principal região produtora, alcançando R$ 11,01 bilhões em 2025, contra R$ 9,78 bilhões em 2024, resultado que reflete a recuperação gradual após desafios sanitários e climáticos enfrentados nos últimos anos. Minas Gerais e São Paulo completam o grupo de maiores faturamentos, mantendo estabilidade e contribuição relevante ao VBP nacional.

Resiliência

Além do crescimento nominal, os números da suinocultura acompanham uma trajetória de evolução contínua registrada desde 2018, conforme mostra o histórico do VBP. O setor apresenta tendência de ampliação sustentada pelo avanço tecnológico, por sistemas de produção mais eficientes e pela sustentabilidade nutricional e sanitária exigida pelas indústrias exportadoras.

A variação positiva de 2025 reforça o bom momento da cadeia, que responde não apenas ao mercado interno, mas sobretudo ao ritmo das exportações, fator decisivo para sustentar preços, garantir e ampliar margens e diversificar destinos internacionais. A estrutura industrial integrada, característica das regiões Sul e Sudeste, segue como base do desempenho crescente.

Com crescimento sólido e presença estratégica no VBP nacional, a suinocultura consolida sua importância como uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A edição de 2025 figura não apenas como um retrato do maior VBP da história, mas como um guia essencial para compreender os caminhos e desafios do agronegócio brasileiro no curto e médio prazo. Confira a versão digital clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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