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Assembléia: Suinocultores reúnem-se em Vila Maria no RS

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A Associação dos Suinocultores de Vila Maria (Assuivima) realizou, no dia 5 de dezembro, uma assembleia geral. Entre os temas tratados, estiveram a prestação de contas e exposição das atividades realizadas em 2013 e o planejamento de ações para 2014.
            De acordo com o chefe do escritório da Emater/RS-Ascar de Vila Maria e assessor da Assuivima, engenheiro agrônomo Luís Otávio Rossi Rodrigues, 2013 foi um ano produtivo com a realização de reuniões, excursões e promoção do 22º Encontro de Suinocultores de Vila Maria, que contou com o apoio da Administração Municipal e Emater e teve a participação de 550 suinocultores oriundos de 15 municípios. 
            Foi reeleita, também, a Diretoria para 2014, constituindo-se da seguinte maneira: presidente Odolir Zanata; vice-presidente Antônio Sagim; primeiro secretário Jovelino Boscardin; segundo secretário Pedro Lira; 1º tesoureiro Clarimundo Roy; 2º tesoureiro Jair Pereto; 1º suplente Edi Jorge Turra; 2º suplente Divino Siota. Integram o Conselho Fiscal: Titulares – Sergio Colet, Pedro Augusto Enderle e Claudir Endrigo; Suplentes: Denilson  Gaboardi e Lorentino De Carli. São representantes das comunidade Alceu Barro (Linha 21 – São João); Lairan Pasqualoto e Luiz Cuchi (Auxiliadora); Adelino Donin (Pompeia); Valdir Spenassato e Antonio Roy (São Luiz); Ari Bianchini (Volta Grande); Ivair Berton e Genésio Orsato (Cascata do Porongo); Ulisses Franceschi (Linha 18 Aparecida); Juarez Pagnussat e João Zanata (Linha 17); Vilmor Forcelini (Linha 16); Odolir Guzela e Valdecir Seben (Linha Santo Agostinho); Antônio Andreis (Linha Ponta Grossa); Adilson Vanin (Santo Inácio); e Antônio Santin Debarba (sede).
            Prestigiaram a assembleia o prefeito de Vila Maria, Maico Betto; secretário municipal da Agricultura, Edson Foiato; presidente  do Sindicato dos Trabalhadores Rurais; Marilice Demarco; e presidente do Comdevima, Pedro Colet Sobrinho.
            Após a assembleia, foi realizada uma janta de confraternização. 

A Assuivima

            Atualmente, a Assuivima conta com 59 associados, sendo exemplo no município. "A entidade demonstra que somente através da união, organização e apoio do poder público e entidades é que as barreiras e dificuldades do dia-a-dia serão transpostas e os objetivos maiores serão alcançados", destaca o chefe do escritório da Emater/RS-Ascar de Vila Maria.

Homenagem

            Durante o encontro, a Assuivima prestou homenagem a extensionista rural aposentada do escritório municipal da Emater Guacira Duarte Rodrigues, pelos serviços prestados para a associação durante 23 anos.      

Fonte: Ass. Imprensa da ACSURS

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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