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Assembleia Geral Ordinária do Nucleovet aprova contas de 2020

Também foram apresentadas ações da entidade e o planejamento para o cinquentenário

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O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) aprovou as contas do ano de 2020 em Assembleia Geral Ordinária por unanimidade. Participaram os integrantes da Diretoria Executiva, do Conselho Fiscal, do Conselho Deliberativo e demais associados. No encontro on-line também foi feita explanação das ações do ano passado e as atividades para 2021.

O presidente do Nucleovet, Luiz Carlos Giongo, apresentou as atividades previstas para a gestão 2020/2021, com destaque para o planejamento estratégico que contempla a execução de ações de interesse da sociedade em geral, a difusão de conhecimento para o mercado e para os associados e a evolução e inovação na realização dos três Simpósios: de Avicultura, de Suinocultura e de Bovinocultura de Leite. Também integram o planejamento as obras de melhorias que estão sendo realizadas na sede da entidade e a programação do cinquentenário do Nucleovet, comemorado no dia 9 de outubro deste ano, além de outras ações.

Entre as obras na sede da entidade, estão a construção do novo campo de futebol, novo salão de festas, muros, cercas, melhorias na parte elétrica e hidráulica e adaptações para atender as normas de acessibilidade. Com a conclusão, o Nucleovet terá uma estrutura moderna que também será alugada para eventos.

Giongo lembrou que 2020 foi um ano de desafios devido a pandemia, sendo que os Simpósios foram cancelados. Neste ano, os eventos foram retomados de maneira on-line: o Simpósio Brasil Sul de Avicultura foi promovido em abril e o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura será no período de 10 a 12 de agosto. A comissão organizadora também já planeja o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite, que ocorrerá em novembro.

Em 2020 foram realizadas diversas lives com palestras sobre temas atuais de interesse da categoria. Também ocorreu o Pig Meeting on-line. “O evento foi sucesso e também serviu como uma experiência com iniciativas on-line, sendo base para os Simpósios de 2021 que estão sendo realizados de forma totalmente digital, com feira e espaço de networking virtuais para os participantes”, relatou Giongo.

Ações sociais

Outro assunto abordado na assembleia foi as ações sociais feitas pelo Nucleovet. Foram realizadas doações de conexões de respirador cardioverssor para o Hospital Regional do Oeste; kits de diagnóstico de covid-19 para a Embrapa; pelo Pig Meeting foi destinada uma tonelada de carnes para entidades, por meio de parcerias; por meio do SBSA, com a parceria da Biovet Vaxxinova, foram doadas 85 cestas básicas (1,5 tonelada) para a Associação dos Voluntários do Hospital Regional do Oeste (AVHRO) e o SBSA também doou parte do valor das inscrições pagas para o HRO.

Cinquentenário

Para os 50 anos do Nucleovet está em elaboração um projeto com resgate de fotos e fatos e da história da entidade com entrevistas dos ex-presidentes e sócios, além da criação do Selo dos 50 Anos. Também está sendo programado um evento para o dia 9 de outubro, com a inauguração das obras na sede. “A realização do evento e seu formato dependerá do momento da pandemia”, frisou o presidente.

Giongo ressaltou, ainda, a organização de uma comissão para propor um trabalho na área de pet e enfatizou que o Nucleovet vem ocupando espaços na representatividade dos interesses da classe, com geração de conhecimento e ensino, posicionando-se frente a assuntos de destaque, defendendo o agronegócio e realizando campanhas pontuais.

O presidente acrescentou que é importante que os integrantes de toda a diretoria e os demais associados participem das ações e das reuniões. “Dessa forma, todos ficam cientes e comprometidos com todos os assuntos da entidade, além de poderem dar sugestões”, concluiu.

Fonte: Assessoria
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Notícias Desempenho

Exportações de carne suína totalizam 93,5 mil toneladas em junho

Resultado é 14% menor que os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas. No semestre, os embarques totalizaram 510,2 mil toneladas, número 9,3% menor que o acumulado nos seis primeiros meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

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Foto: Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado é 14% menor que os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, número 18,9% menor que o registrado no sexto mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, número 9,3% menor que o acumulado nos seis primeiros meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% menor que o registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão.

“Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos últimos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de Peste Suína Africana em importantes nações produtoras. Os novos patamares de exportações mantidos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Entre os principais destinos das exportações de carne suína estão a China, com 37,2 mil toneladas (-36,7%), Filipinas, com 9,4 mil toneladas (+229,2%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-5,9%) e Vietnã, com 4,3 mil toneladas (+14,9%).

“As nações asiáticas seguem protagonistas entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento contínuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganhou forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Fonte: Assessoria ABPA
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Notícias

Everton Gubert explana sobre capacitação de equipes de granjas no 14º SBSS

Palestra será no dia 16 de agosto, às 14h05, durante a programação científica do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, promovido pelo Nucleovet.

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Everton Gubert palestrará no dia 16 de agosto - Foto: Divulgação/Nucleovet

O Brasil é um dos principais produtores de carne suína do mundo, com sanidade, nutrição e genética avançados. Além do acompanhamento técnico, diversos profissionais atuam nas granjas para aprimorar, cada vez mais, a produção e aumentar a produtividade. Integram esse trabalho o desenvolvimento dos processos de gestão e a capacitação das pessoas.

“Capacitar as equipes de granjas, esse é o caminho para o sucesso?” é o tema de palestra do CEO da Agriness, Everton Gubert, no painel Gestão de Pessoas, no 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), no dia 16 de agosto, às 14h05.

O presidente da Comissão Científica, Paulo Bennemann, frisa que a seleção dos temas e a escolha dos palestrantes obedecem aos mais rigorosos critérios de atualidade, relevância e vanguardismo, sintonizados com o objetivo de difusão tecnológica e interpretação das novas tendências da suinocultura industrial mundial. “Cinco eixos estão estabelecidos e envolvem gestão de pessoas, sanidade, biosseguridade, gestão da informação, nutrição e reprodução. Everton Gubert é uma referência nos temas que aborda e não poderia ficar de fora do SBSS”, realça.

Gubert é sócio-fundador e CEO da Agriness, empresa referência em inovação e inteligência para produção de proteína animal e que tem a Cargill, líder global em agronegócios, como sócia. É autor do livro e da metodologia de aceleração de produtividade chamado Pensamento+1, e é umas das lideranças do ecossistema de inovação no Brasil, em especial, uma das grandes referências em inovação para o agronegócio. Tem como filosofia o desenvolvimento de negócios de propósito e de relações que proporcionam expansão de consciência.

Sobre o SBSS

O 14º SBSS ocorrerá entre os dias 16 e 18 de agosto próximo. Paralelamente acontecerá a 13ª Brasil Sul Pig Fair. Os eventos são promovidos pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e serão realizados no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), de forma presencial e com transmissão on-line ao vivo.

A programação científica iniciará na terça-feira (16), às 14 horas, e a palestra de abertura ocorrerá no mesmo dia, às 18h40. Na quarta-feira (17), as palestras iniciam às 08 horas e encerram no fim da tarde, seguidas de happy hour. Na quinta-feira (18), a programação será das 08 às 12 horas.

Inscrições

As inscrições para o 14º SBSS estão abertas. O investimento para o primeiro lote, que encerra nesta quarta-feira (06), é de R$ 440 para o evento presencial e R$ 4000 para o virtual para profissionais, R$ 330 (presencial) e R$ 300 (virtual) para estudantes. A partir desta quinta-feira (07) inicia a venda do segundo lote com reajuste no valor das inscrições.

Até o dia 10 de agosto os valores serão de R$ 530 (presencial) e R$ 440 (virtual) para profissionais e R$ 400 (presencial) e R$ 340 (virtual) para estudantes. Após essa data e durante o evento o investimento será de R$ 600 (presencial) e R$ 500 (virtual) para profissionais e R$ 460 (presencial) e R$ 400 (virtual) para estudantes.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições serão concedidos códigos-convites. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes. O acesso para a 13ª Brasil Sul Pig Fair é gratuito, tanto presencial quanto virtual, assim como para o pré-evento.

As inscrições podem ser feitas no site www.nucleovet.com.br.

Quem faz acontecer 

O 14º SBSS tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina (CRMV/SC), da Embrapa Suínos e Aves, da Prefeitura de Chapecó e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).

Fonte: Assessoria
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Notícias Aquicultura e pesca

Pintado entra na lista nacional de espécies ameaçadas de extinção

A proibição de captura refere-se apenas ao peixe da espécie Pseudoplatystoma corruscans, que ocorre nas Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco, Paraguai, Paraná e Uruguai.

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Foto: Divulgação/Mapa

A Portaria do Ministério do Meio Ambiente nº 148, de 7 de junho de 2022, incluiu a o Pseudoplatystoma corruscans, popularmente conhecido como “Pintado”, na Lista Oficial das Espécies Brasileiras Ameaçadas de Extinção, na categoria Vulnerável (VU).

Pseudoplatystoma corruscans refere-se apenas ao peixe da espécie de Pintado que ocorre nas Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco, Paraguai, Paraná e Uruguai. No entanto, as proibições se aplicam para todo o território nacional.

Para outras espécies popularmente conhecidas como Pintados e Surubins (Pseudoplatystoma punctifer e Pseudoplatystoma tigrinum) não houve proibição de pesca, devendo ser respeitados apenas as legislações vigentes quanto ao defeso e ao tamanho mínimo de captura.

As espécies constantes da Lista ficam protegidas de modo integral, incluindo, entre outras medidas, a proibição de captura, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização. A nova Lista, bem como as proibições associadas, entra em vigor a partir de 06 de setembro de 2022.

Fonte: Mapa
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