Avicultura
Asgav/Sipargs elege Conselho Diretivo para triênio 2026/2029
Nestor Freiberger foi reconduzido à presidência e José Eduardo dos Santos foi reeleito presidente executivo da Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul.

A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) realizou, nesta terça-feira (24), em sua sede em Porto Alegre (RS), a assembleia de eleição do Conselho Diretivo para o triênio 2026/2029, com a participação de associados. Na ocasião, a única chapa inscrita até o prazo estabelecido foi aprovada por aclamação, reconduzindo à presidência do Conselho Diretivo, Nestor Freiberger, diretor-presidente da Agrosul Foods, que segue à frente do conselho diretivo da entidade por mais um mandato.
A assembleia também confirmou, por unanimidade, a reeleição de José Eduardo dos Santos como presidente executivo da entidade. O cargo integra o novo modelo de governança implementado em agosto de 2020, quando Asgav e Sipargs passaram a atuar de forma integrada como Organização Avícola do Rio Grande do Sul e adotado novo sistema de gestão.
Com a nova eleição, o sistema de gestão adotado pelas entidades ingressa em sua terceira etapa, consolidando um formato dinâmico, proativo e de ampla atuação institucional. A estrutura tem como objetivo fortalecer a representatividade institucional, ampliar a competitividade do setor e garantir maior alinhamento estratégico entre as lideranças da avicultura gaúcha.
Durante sua manifestação, Santos destacou os avanços alcançados ao longo dos últimos anos e reforçou o compromisso com a continuidade do trabalho. “Seguimos com o propósito de fortalecer ainda mais o setor e as entidades avícolas, intensificando a atuação institucional e defendendo os interesses da avicultura gaúcha em todas as esferas”, afirmou.
Freiberger também ressaltou a importância da assertividade e continuidade do modelo de gestão e do alinhamento entre as lideranças. Segundo ele, a reeleição reflete a confiança no trabalho desenvolvido até aqui e reforça o compromisso com o crescimento sustentável do setor e que também abre espaço para futuras lideranças na próxima gestão.
A nominata completa dos eleitos para o Conselho Diretivo e Conselho Fiscal da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) para o triênio 2026/2029 estará disponível no site, acesse clicando aqui, e no aplicativo Avicultura RS On a partir de 06 de abril.


Avicultura
Diagnóstico rápido é chave para combater doenças respiratórias na avicultura
Professora Renata Assis Casagrande apresenta métodos inovadores de identificação de enfermidades no 26º SBSA, em Chapecó (SC), destacando a tríade clínico-laboratorial-epidemiológica.

As doenças respiratórias representam um dos principais desafios sanitários da avicultura moderna, exigindo diagnóstico rápido e estratégias eficientes de controle. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o assunto estará em pauta durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) com a palestra Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias, ministrada pela professora Renata Assis Casagrande, no dia 9 de abril, às 8h, durante o Bloco Sanidade, em Chapecó (SC).
A professora Renata atua na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), no Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), em Lages (SC), na área de Patologia Veterinária. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal (PPGCA) desde 2015, atuando como orientadora de mestrado e doutorado, além de ser bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq nível 1D.

Palestra sobre “Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosa – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias” será ministrada pela professora Renata Assis Casagrande
Renata foi a primeira mulher a coordenar o PPGCA-CAV/UDESC, entre 2022 e 2024, e também atuou como subcoordenadora do programa em duas gestões. Atualmente é subcoordenadora do curso e do departamento de Medicina Veterinária do CAV/UDESC e coordena o Laboratório de Patologia Animal (LAPA) desde 2021. Desde 2015 ocupa uma cadeira no Comitê Estadual de Sanidade Avícola de Santa Catarina, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias voltadas à sanidade do setor no Estado. Possui graduação em Medicina Veterinária pela UDESC, mestrado em Patologia Experimental e Comparada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP) e doutorado em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A Laringotraqueíte infecciosa é uma das enfermidades respiratórias que impactam a produção avícola e exige diagnóstico preciso para a adoção de estratégias eficientes de controle. Durante a apresentação, serão abordados diferentes métodos utilizados na identificação de doenças respiratórias em aves, destacando a importância da integração entre avaliação clínica, análises laboratoriais e interpretação epidemiológica para garantir maior segurança sanitária nas granjas.
Para a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, a sanidade animal é um dos pilares da produção avícola e demanda atualização constante dos profissionais do setor. “O SBSA tem o compromisso de reunir especialistas que tragam conhecimento científico aplicado à realidade da produção. Debates sobre diagnóstico e controle de doenças são fundamentais para manter a competitividade da avicultura e fortalecer as estratégias de biosseguridade”, destaca.
A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que o bloco de sanidade reúne temas estratégicos para a cadeia produtiva. “A identificação correta das enfermidades é essencial para a tomada de decisões rápidas e eficazes nas granjas. Trazer especialistas com experiência em pesquisa e diagnóstico contribui para ampliar o conhecimento técnico e apoiar os profissionais que atuam diretamente no campo”, afirma.
O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.
Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750,00 para profissionais e R$ 450,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100,00. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.
Programação geral
26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 07/04 – Terça-feira
13h30 – Abertura da Programação
13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.
Palestrantes:
Delair Bolis
Joanita Maestri Karoleski
Vilto Meurer
Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda
15h40 – Intervalo
16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)
17h- Solenidade de Abertura Oficial
17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC
19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 08/04 – Quarta-feira
Bloco Abatedouro
8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa
(15 minutos de debate)
9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.
Palestrante: Dianna V. Bourassa
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
Bloco Nutrição
10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.
Palestrante: Wilmer Pacheco
(15 minutos de debate)
11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.
Palestrantes: Roselina Angel
(15 minutos de debate)
12h30 – Intervalo almoço
Eventos Paralelos
Painel Manejo
14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes:
Lucas Schneider
Rodrigo Tedesco Guimarães
16h – Intervalo
Bloco Conexões que Sustentam o Futuro
16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.
Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo
(15 minutos de debate)
17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme
(15 minutos de debate)
18h30 – Eventos Paralelos
19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 09/04 – Quinta-feira
Bloco Sanidade
8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande
(15 minutos de debate)
9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.
Palestrante: Gonzalo Tomás
(15 minutos de debate)
11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.
Palestrante: Taís Barnasque
(15 minutos de debate)
Sorteios de brindes.
Avicultura
Indústria avícola amplia uso de matérias-primas alternativas para reduzir custo de ração
Com alimentação representando cerca de 70% do custo do frango vivo, empresas avaliam dietas multi-ingredientes para mitigar a volatilidade de milho e soja. Tema será debatido em maio durante Reunião Anual do CBNA.

O atual cenário de instabilidade geopolítica e a volatilidade nos preços de grãos e insumos tem levado empresas da cadeia avícola a buscar novas estratégias para reduzir custos de produção. Uma das alternativas em discussão na indústria é a diversificação de matérias-primas na formulação das rações, tradicionalmente baseadas em milho e farelo de soja.
O zootecnista Especialista em Nutrição de Aves da Seara, Bruno Reis de Carvalho, lembra que cerca de 70% do custo de produção do frango vivo está associado à alimentação das aves. “A base da ração ainda é milho e soja, e o preço desses ingredientes acaba determinando grande parte do custo do frango. O papel do nutricionista é justamente encontrar ajustes na formulação que permitam manter o desempenho das aves e, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência econômica”, afirma.
O tema será debatido pelo especialista durante a 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, encontro técnico que reúne especialistas da academia, da agroindústria e da indústria de nutrição animal para discutir avanços e desafios do setor, entre os dias 12 e 14 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).
O uso de dietas multi-ingredientes

O zootecnista Especialista em Nutrição de Aves da Seara, Bruno Reis de Carvalho. “A base da ração ainda é milho e soja, e o papel do nutricionista é justamente encontrar ajustes na formulação que permitam manter o desempenho das aves e, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência econômica”.
Quando falamos de dietas multi-ingredientes é importante investir pensando na aplicabilidade prática. Ferramentas nutricionais, como aditivos que melhoram o aproveitamento dos nutrientes, também podem contribuir para aumentar a eficiência da dieta, defende Carvalho. “Quando falamos em ROI (o retorno sobre o investimento), estamos falando de dinheiro aplicado na estratégia nutricional”, reforça.
Assim, a adoção de dietas mais diversificadas, com inclusão de matérias-primas alternativas quando o cenário de preços se torna desfavorável para os insumos tradicionais, deve levar em consideração o investimento em dinheiro. “Em determinados momentos é possível utilizar ingredientes com melhor custo, como sorgo, trigo ou outros cereais, sem perder desempenho. A ideia é sair de uma dieta baseada apenas em milho e soja e trabalhar com formulações mais diversificadas, sempre avaliando o custo e o resultado produtivo”, explica.
Desafios técnicos e logísticos
Apesar das oportunidades, a adoção de novas matérias-primas envolve desafios técnicos e logísticos. A disponibilidade de volume, a adaptação das fábricas de ração e a confiabilidade dos dados nutricionais dos ingredientes são fatores que influenciam as decisões da indústria. “Para utilizar novos ingredientes é preciso ter escala e garantir fornecimento. Além disso, as fábricas precisam estar preparadas para trabalhar com mais matérias-primas, o que pode exigir estrutura adicional de armazenagem e manejo”, diz.
Na avaliação do especialista, decisões nutricionais têm impacto direto na rentabilidade da cadeia produtiva, já que a formulação da ração influencia tanto o custo quanto o desempenho zootécnico das aves. “Quando desenhamos uma dieta, buscamos manter o desempenho com o menor custo possível. Em alguns casos, pode valer a pena investir em nutrientes para acelerar o crescimento das aves e reduzir o tempo até o abate. Em outros cenários, o foco pode ser reduzir o custo da dieta mantendo o mesmo resultado produtivo”, afirma.
O desafio de equilibrar diferentes objetivos
Para Carvalho, o desafio da produção animal moderna está justamente em equilibrar diferentes objetivos ao mesmo tempo. “O grande desafio é entregar carcaça de qualidade com baixo custo e alta eficiência zootécnica. Muitas vezes melhorar um desses fatores impacta outro, e encontrar esse equilíbrio é o que define a competitividade da produção”, diz o executivo que, durante a Reunião Anual do CBNA, pretende discutir estratégias práticas para aumentar o retorno econômico da nutrição animal, incluindo o uso de dietas multi-ingredientes e ferramentas que permitam melhorar a eficiência de utilização dos nutrientes.
Debate na Reunião Anual do CBNA
Confirmado no Painel Retorno do investimento na nutrição, ele vai ministrar a palestra Custo de produção de aves com foco na diversidade de matérias-primas, no dia 13 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Este painel terá ainda a participação de especialistas da agroindústria e da academia, como o médico veterinário e Nutricionista Animal da MBRF, Keysuke Muramatsu, o professor da FMVZ/USP, Cesar Augusto Garbossa e o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Marcelo Miele.
A 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos vai reunir especialistas da cadeia produtiva para discutir o futuro da nutrição animal. Além da Reunião Anual, o CBNA vai promover outros dois eventos técnicos no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio.
Toda essa programação será paralela à Fenagra, feira internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.
Avicultura
Simpósio Brasil Sul de Avicultura debate papel estratégico do bem-estar animal
Especialista aponta relação com sustentabilidade, reputação das empresas e resultados econômicos.

A relação entre bem-estar animal, sustentabilidade e competitividade da cadeia produtiva estarão em debate durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o tema Por que o bem-estar é crucial para a sustentabilidade? será apresentado pelo professor Celso Funcia Lemme, durante o Bloco Conexões que Sustentam o Futuro, na quarta-feira, 8 de abril, às 17h30, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).
Doutor em Administração, com concentração em Finanças, Celso é mestre em Engenharia de Produção, com foco em Avaliação de Investimentos, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É graduado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Estatística pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atua como professor do Instituto COPPEAD de Administração da UFRJ desde 1999, nas áreas de finanças e sustentabilidade corporativa, desenvolvendo projetos de pesquisa relacionados a finanças sustentáveis, avaliação de empresas e sustentabilidade corporativa.

Professor Celso Funcia Lemme
Ao longo de sua trajetória, prestou serviços como professor, palestrante e consultor para empresas e instituições de diversos setores, entre eles alimentos, energia, construção civil, mineração, logística, saúde, telecomunicações e papel e celulose. Também atuou como gerente geral de Planejamento e Análise Financeira da Aracruz Celulose (atualmente Suzano) e trabalhou na Souza Cruz (British American Tobacco Brasil) na área de análise de investimentos e planejamento de suprimentos. Além disso, participa como presidente e membro de conselhos consultivos de organizações nacionais e internacionais, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias voltadas à sustentabilidade e governança corporativa.
O palestrante destaca que a proposta é promover uma reflexão ampla sobre a conexão entre bem-estar animal e sustentabilidade dentro da cadeia produtiva. Segundo Celso, o bem-estar animal está fundamentado em ciência aplicada e deve ser compreendido como um fator estratégico, capaz de impulsionar não apenas melhorias ambientais, mas também avanços sociais e resultados econômicos mais consistentes.
“Nesse contexto, ressalto que práticas voltadas ao bem-estar contribuem para a valorização dos profissionais do campo, fortalecendo o papel dos produtores e das equipes envolvidas na produção. Além disso, chamo a atenção para a importância de uma visão estratégica diante das transformações do setor. É fundamental considerar os riscos da estagnação e da ausência de inovação, que podem comprometer a competitividade frente a outras regiões e mercados mais dinâmicos”, comenta.
Celso também enfatiza que a integração entre bem-estar animal e sustentabilidade corporativa está diretamente relacionada à reputação das empresas e à valorização das marcas. Esse movimento acompanha, ainda, as mudanças geracionais, com consumidores cada vez mais atentos a valores como responsabilidade ambiental, ética e transparência. “Diante desse cenário, defendo a construção de sistemas produtivos mais eficientes e equilibrados, capazes de gerar melhores resultados para os produtores, oferecer produtos de maior qualidade aos consumidores, ampliar oportunidades no mercado de trabalho e contribuir, de forma mais ampla, para o desenvolvimento sustentável da sociedade”, salienta.
Para a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, discutir sustentabilidade é essencial para acompanhar as transformações do setor. “A avicultura vive um momento de evolução constante, em que eficiência produtiva, responsabilidade ambiental e bem-estar animal precisam caminhar juntos. O Simpósio busca promover esse debate e trazer especialistas que contribuam para ampliar a visão estratégica da cadeia produtiva”, destaca.
A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que o bloco Conexões que Sustentam o Futuro foi estruturado justamente para ampliar a discussão sobre os desafios contemporâneos da produção animal. “O bem-estar animal está diretamente relacionado à sustentabilidade e à credibilidade do setor perante a sociedade e os mercados. Trazer especialistas que abordem esse tema sob uma perspectiva estratégica e de gestão é fundamental para fortalecer o futuro da avicultura”, afirma.
O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.
Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750,00 para profissionais e R$ 450,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100,00. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.
Programação geral
26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 07/04 – Terça-feira
13h30 – Abertura da Programação
13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.
Palestrantes:
Delair Bolis
Joanita Maestri Karoleski
Vilto Meurer
Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda
15h40 – Intervalo
16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)
17h- Solenidade de Abertura Oficial
17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC
19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 08/04 – Quarta-feira
Bloco Abatedouro
8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa
(15 minutos de debate)
9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.
Palestrante: Dianna V. Bourassa
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
Bloco Nutrição
10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.
Palestrante: Wilmer Pacheco
(15 minutos de debate)
11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.
Palestrantes: Roselina Angel
(15 minutos de debate)
12h30 – Intervalo almoço
Eventos Paralelos
Painel Manejo
14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes:
Lucas Schneider
Rodrigo Tedesco Guimarães
16h – Intervalo
Bloco Conexões que Sustentam o Futuro
16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.
Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo
(15 minutos de debate)
17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme
(15 minutos de debate)
18h30 – Eventos Paralelos
19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 09/04 – Quinta-feira
Bloco Sanidade
8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande
(15 minutos de debate)
9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.
Palestrante: Gonzalo Tomás
(15 minutos de debate)
11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.
Palestrante: Taís Barnasque
(15 minutos de debate)
Sorteios de brindes.



