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Arthur Igreja projeta cenário econômico otimista para 2021

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Palestrante estima que Brasil terá um segundo semestre com crescimento surpreendente.- Foto: divulgação

Com o tema “2021: Economia e Tecnologia”, o palestrante Arthur Igreja abriu, nesta terça-feira (6), a programação do 21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). O evento, promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), acontece virtualmente até quinta-feira (8).

Autor do livro sobre inovação “Conveniência é o nome do negócio”, co-fundador da plataforma AAA com Ricardo Amorim do Manhattan Connection e com uma vasta formação na área de administração e gestão empresarial, Arthur trouxe uma visão otimista para o cenário econômico nacional e destacou o quanto a pandemia acelerou o avanço tecnológico no País.

O especialista em tecnologia e inovação destacou indicadores de 2020 que apontam para a retomada do crescimento na economia, citando setores como o agronegócio, que cresceu 24,3% no ano passado e já responde por mais de um quarto da economia brasileira. Além da construção civil, que em 2020 foi o setor que mais gerou empregos no Brasil e para 2021 prevê o melhor desempenho em oito anos.

Arthur também trouxe pontos de alerta ao debate, como a questão fiscal e as consequências da desvalorização do real e da inflação e ressaltou que o avanço da vacinação trará um cenário diferente para o Brasil. “A gente precisa de vacina, o resto a gente dá conta”, frisou.

Ele afirmou que do ponto de vista econômico, a situação não é calamitosa como muito se propaga e defende que existem vários caminhos a serem seguidos. Acredita, ainda, que o País fechará o ano com crescimento. “Ano passado foi difícil, mas os números mostram resiliência dos brasileiros, mostram uma força e uma criatividade impensáveis. A economia é movida à ânimo, é movida à expectativa. Se a pessoa sente que as coisas estão melhorando, a economia retoma, ela começa a gastar mais, quando ela gasta mais as empresas contratam mais e por aí vai. Tão logo tivermos um maior controle da doença, somado a todo esse movimento de recuperação, teremos um segundo semestre que surpreenderá positivamente”.

O palestrante transmitiu sua admiração pelo agronegócio brasileiro, citando que apesar das grandes diferenças, é modelo para o mundo em termos de gestão, tecnologia e profissionalismo.

 

TECNOLOGIA

Quando o balanço é sobre tecnologia, o palestrante avalia que aprendemos e avançamos muito no ano passado. Independentemente do setor e do porte do negócio, todos conseguiram, de alguma forma, encontrar soluções usando a tecnologia como aliada. “O que temos para os próximos anos é usar esse salto que a gente deu. Todos nós nos tornamos mais tecnológicos, mais digitais. Estamos dando uma oxigenada na nossa vida, na nossa carreira e já têm pesquisas mostrando que o efeito duradouro disso será extremamente positivo”.

Segundo Arthur, mesmo com todos os ganhos proporcionados pela tecnologia durante esse momento crítico de distanciamento social, o presencial continuará sendo indispensável. O importante é aproveitar com sabedoria o melhor de cada um. “O futuro é fazer o melhor do melhor. Terá momentos em que precisaremos estar presencialmente e nós estaremos, mas momentos em que conseguimos resolver no digital, então resolveremos no digital. É o digital e o presencial somando resultados. Selecionaremos o melhor para cada ocasião”, afirmou.

 

POULTRY FAIR

Em paralelo ao simpósio ocorre a 12ª Brasil Sul Poultry Fair virtual. A feira reunirá mais de 70 empresas nacionais e multinacionais. Será um espaço onde as empresas geradoras de tecnologias apresentarão suas novidades e seus produtos, permitirão a construção de networking e o aprimoramento técnico dos congressistas.

 

APOIO

O 21º Simpósio Brasil Sul Avicultura tem apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária de SC (CRMV/SC), da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc), da Prefeitura de Chapecó, da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), da Embrapa Suínos e Aves e da Unochapecó.

Mais informações no site: www.nucleovet.com.br/simposio/avicultura.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias

Clima favorável e possível oferta elevada pressionam valores da soja

Ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionam contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group).

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Foto: AEN

A combinação de clima favorável à colheita nos Estados Unidos e à semeadura da oleaginosa em grande parte das regiões brasileiras, de estimativas de maior relação estoque/consumo final na safra 2021/22, em termos mundiais, do ambiente de otimismo em relação à oferta e certo pessimismo sobre a demanda pressionou os contratos futuros na Bolsa de Chicago (CME Group) nos últimos dias.

Com isso, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), compradores brasileiros se afastaram das aquisições no spot, na expectativa de adquirir lotes a preços menores nas próximas semanas.

Entre 08 e 15 de outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná caíram 2,3% e 1,7%, com respectivos fechamentos de R$ 168,55/sc e de R$ 166,48/sc de 60 kg na última sexta-feira (15).

Fonte: ESALQ
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Notícias Grãos

Comprador afastado mantém preço do milho em queda

Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 0,93%, fechando na última sexta-feira (15) a R$ 90,18/saca de 60 kg.

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Divulgação

Os preços do milho seguem em queda na maioria das regiões brasileiras, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entre os dias 08 e 15 de outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) caiu 0,93%, fechando a R$ 90,18/saca de 60 kg na última sexta-feira, 15.

Apesar da quebra de produção na safra 2020/21, consumidores mantêm baixo o interesse de aquisição de novos lotes, atentos à melhora do clima, que tem favorecido a temporada de verão brasileira, e nas exportações desaquecidas.

Parte dos vendedores nacionais, por sua vez, precisam liberar armazéns para limpeza e organização da safra verão ou, em algumas regiões, para a entrada do trigo.

Fonte: Cepea
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Notícias Avicultura

Preços dos ovos se mantêm estáveis

Bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações, no entanto, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento.

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Arquivo/OP Rural

Os preços dos ovos se manteve praticamente estável nos últimos dias nas praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo colaboradores, o bom ajuste entre oferta e demanda sustentou as cotações. Mesmo assim, agentes do setor estão apreensivos, uma vez que o mercado já começa a dar sinais de enfraquecimento, levando à necessidade de concessão ou intensificação de descontos.

Fonte: Cepea
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ABPA – PSA

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