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Arranhadores para gatos: descubra a importância deste brinquedo e como fazer um em casa

Ter esse brinquedo em casa é mais útil do que você imagina

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Se você é dono de um gato e ainda não deu de presente um arranhador para o seu felino, a probabilidade de ter pelo menos um móvel arranhado na sua casa é bem grande. Ter esse brinquedo em casa é mais útil do que você imagina, já que os gatos têm, por natureza, a necessidade de arranhar.

O veterinário Marcello Machado explica que esse costume está ligado ao instinto do animal e ressalta a importância de presentear o seu pet com um arranhador. De acordo com o especialista, eles arranham para afiar as unhas e eliminar as partes lascadas e desgastadas, a fim de nascerem novas e afiadas garras em suas patinhas.

Outro motivo é para marcar território, mesmo que não haja outros gatos na mesma residência, ele deixará não somente sua marca ali ao arranhar um objeto, mas também seu cheiro por meio de feromônios liberados pelas glândulas de suas membranas interdigitais. Por fim, ele arranha para esticar tanto as patas quanto todo o corpo, além de alongar seus músculos e se livrando das tensões.

Viu só como arranhar é preciso quando se é um gatinho? Então nada de repreender ou castigar o bigodudo, muito menos cogitar remover as unhas do coitado, cirurgicamente! “Ao fazer isso, você estará sendo cruel com seu animal, e quem tem amor pelo pet só procura fazer o bem a ele. Por isso, para evitar o desgaste de se incomodar com arranhões pela casa, invista no arranhador de gato, que você pode comprar ou até mesmo fazer”, explica Machado.

 Qual arranhador para o gato escolher?

Antes de comprar um arranhador para gatos, ou até mesmo fazer o seu, é preciso identificar qual tipo de superfície seu gato prefere arranhar. “Observe se a preferência dele é por superfícies horizontais ou verticais, com texturas lisas, ásperas ou enrugadas”, orienta o veterinário.  Após perceber a preferência do gatinho, é hora de escolher o arranhador perfeito. Existem diversos modelos de arranhadores em meio aos brinquedos para gatos, separados em três diferentes modelos:

Arranhadores verticais para gato: seu nome já deixa clara a preferência do gatinho. São os mais conhecidos e a principal referência quando falamos no assunto. Normalmente é um pequeno mastro, envolto por corda, que você pode complementar com acessórios para gato, como uma bolinha amarrada por uma corda presa no topo do arranhador.

Arranhador tipo torre ou árvore: esses aqui são mais extravagantes, parecendo, na verdade, uma casinha de gato com arranhador. Eles possuem mais mastros para o gatinho arranhar, contando também com áreas de descanso para o felino dormir e repor suas energias tranquilamente.

Arranhadores de gato tipo tapete: esses são mais simples, perfeitos para gatos filhotes ou os que preferem arranhar na horizontal. Também são ótimos para levar em viagens, por serem fáceis de transportar e não ocuparem muito espaço.

Como ensinar o gato a usar o arranhador?

O local em que você coloca o arranhador é muito importante para atrair o felino até ele, pois isso ajudará a determinar se o pet vai ou não se interessar por seu brinquedo novo. Procure sempre por lugares visíveis, principalmente os que você perceber que seu gato tem preferência, ou próximo a locais em que ele costuma arranhar.

Evite lugares que não oferecem visibilidade ao felino, como nos cantos dos cômodos ou em locais mais escondidos da casa. É importante que o arranhador para gato esteja firme, para evitar que o fofinho se assuste com qualquer balançada, também sendo resistente para aguentar as unhadas e não quebrar.

Se você ainda está com dificuldades para atrair seu gatinho até o arranhador, existem alguns truques que podem ajudá-lo. “Experimente deixar seu cheiro no brinquedo, esfregando um cobertor ou algo do tipo, ou até entre na brincadeira e mostre para que serve o novo acessório da casa, arranhando o brinquedo. Contar com um reforço positivo também é uma ótima saída para quem está tentando atrair o pet, oferecendo um petisco para gato quando ele usa o arranhador”, aconselha Machado.

Faça seu próprio arranhador

Se está procurando um arranhador barato para gatos, uma ótima opção é, ao invés de comprar um pronto, fazer o do seu felino do zero. Você só precisará de duas placas de MDF do mesmo tamanho, cano PVC, corda sisal e cola (branca ou cola quente).

Corte círculos do tamanho do cano de PVC nas placas de MDF, de forma que elas encaixem nas extremidades do cano perfeitamente. Enrole a corda sisal bem apertada por todo o PVC, colando cada ponta da corda e segurando até que esteja perfeitamente firme e colada.

Observe seu gatinho se divertir de montão com seu presentão!

Fonte: Assessoria
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Pet Tecnologia

Donos de pets podem registrar seus animais por via eletrônica

Realização do registro pode ser feita via eletrônica, mediante uso de certificado digital

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Nesta semana, a Corregedoria da Justiça do Distrito Federal autorizou a realização do registro de animais de estimação nos cartórios de registro civil de títulos e documentos. Em decorrência da prática exercida por alguns cartórios isolados do Distrito Federal, surgiu a necessidade da regulamentação do ato.

A autorização foi embasada em estudo da COCIEX – Coordenadoria de Correição e Inspeção Extrajudicial, com a participação da ANOREG/DF – Associação dos Notários e Registradores do Distrito Federal e dos registradores de títulos e documentos. A realização do registro pode ser feita via eletrônica, mediante uso de certificado digital atendendo os requisitos da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP, por meio da Central Eletrônica de Serviços Compartilhados, e registro nos termos do art. 127, inciso VII da Lei 6.015/73.

Segundo dados de 2019 da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o país contabiliza cerca de 140 milhões de animais, entre cães, gatos, peixes e aves ornamentais, e está na segunda posição mundial quando se refere a população de pets do mundo, atrás apenas da China.

PetLegal

Lançado em 2017, emite uma certidão de registro para os animais de estimação e funciona em sete estados (Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso). O documento traz informações como nome, raça, cor da pelagem, marcas, cicatrizes, foto, registro na prefeitura, histórico médico e dados do tutor.

Fonte: Assessoria ITI
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Pet Saúde Animal

Tutores de pets precisam estar atentos aos cuidados básicos com ou sem isolamento social

Médico-veterinário explica que o uso de antiparasitários, atenção aos exercícios e atenção com higiene devem ser requisitos essenciais para garantir a saúde do animal em qualquer época

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O período de distanciamento social trouxe muitas dúvidas aos tutores de cachorros e gatos. É preciso manter hábitos como o uso de antiparasitários, exercícios e higiene mesmo com o pet dentro de casa ou apenas quando voltarmos a rotina normal? Márcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico pet da MSD Saúde Animal, esclarece a questão e explica que alguns cuidados são itens essenciais que os tutores devem adotar com ou sem o isolamento social para garantir uma vida saudável ao pet.

“Sim, a época em que estamos vivendo não influencia na utilização dos produtos para controle de pulgas, carrapatos e vermes, os quais devem estar em dia, bem como os exercícios. Não é porque os pets não são expostos a ambientes externos que não precisam de atenção. Mas, é importante saber que em tempos de proliferação da COVID-19 é recomendado redobrar os cuidados com a higiene”, esclarece.

Pulgas e carrapatos

A maior parte do ciclo de vida das pulgas e carrapatos acontece no ambiente, e temos muita dificuldade em visualizá-lo. Por isso, a proteção do animal contra estes parasitas, mesmo que não estejam fazendo passeios externos, precisa estar em dia, deixando os pets e o ambiente totalmente livres destes parasitas.

“As pulgas e os carrapatos podem ser levados para dentro de casa por meio das pessoas, pelas roupas e sapatos, ou até pelo animal, antes mesmo do início da quarentena. Dentro do lar, o ciclo de reprodução se inicia podendo durar longos períodos. Estes parasitas se alojam em pisos, cobertores, casinhas e podem transmitir doenças para o pet e todos os moradores da casa. Por isso, é importante que o tutor faça o uso da prevenção, e mais que isso, escolha um produto com longa duração e rápida eficácia”, explica o médico-veterinário.

Passeios

No período de isolamento é recomendado que os passeios sejam suspensos, mas sabemos que alguns animais só conseguem fazer suas necessidades fora de casa. Essa dica também é válida para a volta gradativa das atividades, já que é importante manter os cuidados. Então, nesse caso, de acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), é aconselhado que as saídas sejam rápidas, em horários com um menor número de pessoas, para evitar a exposição do tutor e o contato com outros animais e, na volta para casa, higienizar as patas e pelos do pet com água e sabão neutro, de preferência os que sejam adequados a uso veterinário. E, claro, não esqueça de levar sacos para coletar as fezes.

Exercícios

Com o distanciamento, muitos tutores estão suspendendo ou evitando passeios, mas a atividade física possui extrema importância para garantir a qualidade de vida do pet. Para gastar a energia, o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (PANAFTOSA-OPAS/OMS) e a Proteção Animal sugerem realizar diversas brincadeiras, como a famosa jogada de bolinha e oferecer petiscos escondidos para os cães. No caso dos gatos, a sugestão é conceder estruturas verticais que possam escalar. No fim, o importante é se movimentar.

Higiene

Segundo Marcio Barboza, nessa época, a higiene deve ser redobrada tanto no animal quanto no ambiente e seria bacana se os tutores pudessem fazer disso um hábito após o passeio. “É importante manter os banhos e os cuidados higiênicos com as vasilhas de água e comida, bem como com os locais que costumam ficar acomodados por mais tempo, como a caminha”, explica.

E, ainda de acordo com a World Animal Protection, os animais não precisam utilizar máscaras, já que podem interferir em sua respiração e causar problemas como estresse, dificuldade respiratória e desmaios.

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde

Importância da esterilização cirúrgica (castração) no controle populacional de cães e gatos

Ações que visam a diminuição e/ou controle dessa população são de responsabilidade do meio social em que esses animais são concebidos

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Artigo escrito por Lara Marzinkowski Schmen, graduanda de Medicina Veterinária do Centro Universitário Univel – Cascavel, e Marcos Piazzolo, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário Univel – Cascavel

Cães e gatos de rua (errantes), em situação de abandono ou proveniente de ninhadas indesejadas são exemplos de população animal que levam problemas à saúde pública, problemas esses que vão desde a disseminação de doenças de caráter zoonótico à ataques a pedestres.

Ações que visam a diminuição e/ou controle dessa população são de responsabilidade do meio social em que esses animais são concebidos.

A curto prazo a esterilização reprodutiva é uma das ações mais efetivas e utilizadas em cães e gatos afim de controlar o crescente número desses animais e as consequências desse aumento no impacto à saúde pública.

Números de animais no Brasil

Segundo o censo populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018 e a Associação Brasileira da Industria para Animais de Estimação (ABINPET) apontaram que o Brasil tem cerca de 139,3 milhões de animais de estimação, desses, 54,2 milhões são cães, 39,8 milhões de aves, 23,9 milhões de gatos, 19,1 milhões de peixes e 2,3 milhões de répteis e pequenos mamíferos, ou seja, mais da metade dos animais de estimação do nosso pais é cão ou gato (ABINPET, 2018). A taxa de crescimento anual calculada da população pet está em torno de 5%, ao passo que o crescimento populacional humano está na faixa de 1%. Esses números correspondem a uma projeção estimada, já que é muito difícil contabilizar com precisão o número real de animais nas ruas.

Esse aumento da população no número de cães e gatos pode levar a algumas consequências do ponto de vista da saúde pública, pois, grande parte dessa população vive em situação de abandono podendo levar a desordens ambientais e disseminar doenças que colocam em risco sua qualidade de vida e dos seres humanos quando há disseminação zoonoses.

Métodos de controle da população de animais

Desde sempre a superpopulação de cães e gatos tem sido alvo de ações de controle, antigamente o método mais utilizado era a captura e sacrifício desses animais. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (2005) reconhece que a técnica de recolhimento e eliminação de animais, sejam eles sadios ou não, é inadequada devido ao seu alto custo e gera controvérsia e muitas vezes reações enfáticas das pessoas contrárias a esse método. Nesse sentido as novas técnicas de controle preconizadas incluem: educação para guarda responsável, esterilização e a aplicação de legislação vigente em cada país, território, etc.

Umas das alternativas que se mostra mais eficiente no combate à superpopulação de animais de rua é a esterilização cirúrgica (SOUZA, 2014). Existem várias técnicas de esterilização de cães e gatos (machos e fêmeas) descritas. As técnicas cirúrgicas amplamente recomendadas e largamente utilizadas são, nas fêmeas, a retirada dos ovários e útero (ovariohisterectomia) e nos machos a retirada dos testículos (orquiectomia). A ovariohisterectomia pode ser feita pela técnica tradicional com incisão pela linha média, incisão pelo flanco abdominal e através de videolaparoscopia. Nos machos, além da retirada cirúrgica dos testículos ainda podem ser utilizadas técnicas de vasectomia ou esterilização química com a aplicação intratesticular de gluconato de zinco, essa última sendo menos utilizada e ainda carente de estudos a longo prazo no impacto do seu uso no bem-estar do animal submetido a essa técnica. Devido ao grande estreitamento de relações entre os seres humanos e seus animais de estimação e a preocupação com sua saúde esses procedimentos são de grande procura na prática veterinária (LEVY et al., 2008; HOWE, 2006).

Políticas públicas de controle populacional

Políticas públicas locais de controle populacional desses animais leva em consideração principalmente da proteção do seu bem-estar e da disseminação de doenças transmitidas entre esses animais (cinomose, parvovirose, etc.) ou comuns a eles e aos seres humanos (raiva, leishmaniose, leptospirose, etc.). Além de esforços do poder público, organizações não governamentais (ONGs) tem papel importante no controle populacional desses animais com trabalhos de recolhimento, esterilização e destino (adoção) dos mesmos. Ações conjuntas têm demonstrado êxito a curto prazo no trabalho de diminuir ou contar o aumento da população desses animais em situação de abandono ou concebidos na rua, criações de mutirões de castração para população de baixa renda, convênios entre prefeituras e clínicas veterinárias particulares e projetos de centro cirúrgico itinerante (castramóvel) são algumas das ações de esterilização em larga escala desenvolvidas e com resultados efetivos no controle populacional animal.

Apesar da esterilização cirúrgica ser um método de controle efetivo e imediato no controle populacional de cães, existem alguns aspectos que precisam ser levados em consideração. O custo para a sociedade na implementação de “castramóveis”, convênios que subsidiam cirurgias em clinicas veterinárias particulares são uns dos exemplos que levam controvérsia na sua aplicação. Outro ponto importante em é o efeito à longo prazo dessas ações sem campanhas de conscientização da sociedade sobre a posse responsável e manutenção dos seus pets em ambientes saudáveis e controlados, pois, ações de esterilização tem efeito prático sobre a população já existente e ações educativas se fazem necessárias na conscientização de que toda a sociedade é responsável pelo seu próprio bem-estar e dos animais (BORTOLOTI e DÁGOSTINI, 2007).

Conclusão

Não é recente a preocupação com o bem-estar animal e em saúde pública quando se trata de controle populacional de cães e gatos, no entanto é necessário que a educação e conscientização da população a longo prazo aliadas às ações imediatas, como a esterilização, sejam implementadas em larga escala e de maneira continua para que população humana e animal convivam de forma harmônica e saudável.

Fonte: Assessoria
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