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Aquisição de novos talentos coloca o Brasil em destaque nos planos da Merial Saúde Animal

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A Merial, líder mundial em saúde animal, alinhada com seus novos desafios globais sinaliza desde o início do ano que aposta no Brasil como uma importante plataforma de exportações de produtos veterinários. 
O ano de 2014 começou com a chegada do novo diretor presidente, Jorge Espanha ao comando da companhia. Espanha, que já havia passado por 10 anos a frente da operações de saúde animal da Pfizer no país, em pouco mais de três meses na Merial, anunciou um dos mais  importantes investimentos dos últimos tempos da empresa, mais de R$120 milhões na construção de uma nova fábrica para a produção de vacinas contra a febre aftosa no país.
Em seu próximo passo no fortalecimento da Merial, Jorge Espanha acaba de anunciar a contratação de quatro novos talentos em áreas em áreas consideradas essenciais para assegurar o desenvolvimento estratégico das atividades, e garantir elevado padrão de atendimento em sua atuação no mercado brasileiro. 
Nesse primeiro momento os núcleos ligados às atividades nas áreas regulatória, suporte e desenvolvimento de novos negócios, e comunicação corporativa serão as unidades que receberão os novos gestores.
“Nossos objetivos para os próximos anos são claros: reforçar nossa liderança em mercados expressivos como antiparasitários, vacinas e servir cada vez melhor aos nossos clientes diretos e produtores. Continuaremos com investimentos fortes em PD&I e parcerias estratégicas”, aponta Espanha. 

Patrícia Schwarz é a nova gestora de assuntos regulatórios 

Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com extensa experiência na área, Patrícia teve longa passagem pela Boehringer Ingelheim do Brasil, e em seu novo desafio na Merial terá atuação alinhada com a LAPAC, braço da multinacional para negócios na América Latina e Pacífico. Entre seus principais objetivos o foco será a manutenção e ampliação das sólidas relações com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e entidades relacionadas.

Miguel Fracasso assume a área de gestão aos negócios 

Com o objetivo de garantir foco na excelência comercial  e desenvolver canais sinérgicos entre planejamento e demanda, Miguel Fracasso é o novo gestor de suporte aos negócios da Merial. Miguel tem formação em engenharia de controles e automação pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), com MBA em Gerenciamento Estratégico pela FIA (USP), e atuação anterior nas empresas VISA Vale e como coordenador de suporte à força de vendas na Roche Farmacêutica.

Cláudia Barros é a nova gerente de marketing corporativo

Após mais de dez anos de experiência nas áreas de comunicação e marketing da Accor, Cláudia Barros terá como principais objetivos a integração de todas as plataformas de comunicação internas e externas da companhia garantindo um fluxo alinhado com as novas diretrizes da empresa. Cláudia tem formação pela Universidade Paulista (UNIP), MBA em Gerenciamento Estratégico pela FIA, Pós Gradução em Administração pela FAAP e especializações em Branding, na ESPM.

Fabiana Vasconcelos assume a gestão de desenvolvimento de novos negócios

Fabiana Vasconcelos, profissional com sólida experiência na indústria farmacêutica, é a nova Gestora de Novos Negócios da Merial. Fabiana terá desafios tanto para apoiar o crescimento da empresa em novas frentes e oportunidades, quanto na administração dos ciclos de vidas do portfólio atual de produtos. Tendo atuado anteriormente na Medley e EMS, Fabiana tem formação em Farmácia  pela PUCCAMP, MBA pela FGV, além de especialização em Comunicação e Marketing com os Mercados pela ESPM. 

Sobre a Merial 

Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 6.200 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2013 foi próximo aos R$ 6,5 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi

Fonte: Ass. Imprensa da Merial

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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