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Apostando no bom desempenho do mercado agrícola em 2017, Case IH apresenta novidades na Expodireto
Empresa apresenta uma série de novidades da Case IH para 2017, como a nova plantadeira Easy Riser 3200 e os novos modelos de tratores e colheitadeiras homologados pelo Proconve-MAR 1
A Expodireto Cotrijal 2017, que acontece entre os dias 6 e 10 de março, em Não-Me-Toque (RS), será palco de uma série de novidades da Case IH para 2017, como a nova plantadeira Easy Riser 3200 e os novos modelos de tratores e colheitadeiras homologados pelo Proconve-MAR 1 – regra que estabelece limites de emissões para os motores de novos equipamentos agrícolas e de construção.
“Mesmo com a retração da economia brasileira nos últimos anos, a Case IH não parou de investir em seu portfólio de produtos e, com os sinais positivos para 2017, preparou uma série de novidades e lançamentos para auxiliar o produtor brasileiro nessa retomada”, afirma César Di Luca, diretor comercial da marca para o Brasil. “Além disso, buscamos oferecer o máximo de performance e eficiência, trabalhando sempre dentro de nosso conceito Efficient Power”, finaliza.
Com a nova plantadeira Easy Riser o agricultor reduz em até oito horas por mês o tempo parado para lubrificação e consegue trabalhar até 12 hectares a mais por dia, pois a máquina tem apenas dois pontos de lubrificação. Já os motores dos novos tratores Farmall A oferecem alta reserva de torque, até 41% superior.
Os modelos 2017 das colheitadeiras Axial-Flow Série 230 possuem motores FPT Cursor 10 e Cursor 13, com potências maiores e performance operacional. Somado a isso, estão com nova capacidade de armazenamento do tanque de grãos, até 17% maior, e com velocidade de descarga de até 159l/s, o que equivale a um aumento de 41%. Esta linha conta ainda com um sistema CVT (sigla em inglês para Transmissão Continuamente Variável), que proporciona maior eficácia na transmissão de energia e maior robustez da máquina. O aumento de até 33% na área de limpeza resulta, principalmente, na melhor qualidade de colheita, uma demanda constante do mercado agrícola.
“Queremos mostrar ao agricultor que podemos ser o parceiro ideal desde o momento da preparação de solo, com uma gama de tratores de diferentes potências, passando pelo plantio até chegar na colheita, como nosso sistema Axial”, finaliza Di Luca.
O conceito Efficient Power significa inovações tecnológicas e recursos inteligentes que resultam no menor custo operacional com máximo desempenho em tratores, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores.
175 anos de inovação
A Case IH, líder mundial na produção de equipamentos agrícolas, está iniciando um ano de comemorações do seu 175º aniversário na sede mundial da marca em Racine, no estado do Wisconsin, nos Estados Unidos. Foi lá, na beira do Rio Root, que o fundador Jerome Increase Case instalou a Racine Threshing Machine Works para produzir uma máquina revolucionária, projetada para acelerar a separação dos grãos após a colheita.
Entre os principais marcos em sua trajetória estão o desenvolvimento do AFS (Advanced Farming System – AFS™), que tem sido a vanguarda na agricultura de precisão por mais de duas décadas, proporcionando aos produtores a capacidade de maximizar a produtividade e rentabilidade. Outro marco é o conceito de "Efficient Power" no qual todos os produtos da marca são projetados visando alta eficiência energética, contribuindo com maior performance e menor custo operacional. Além disso, a marca apresentou recentemente o seu conceito de trator autônomo, projetado para tornar a agricultura mais eficiente.
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
