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Aplicativos auxiliam a evitar falhas e fraudes na coleta do leite

Consultor listou soluções que auxiliam produtor, laticínio e consumidor a ter um produto de melhor qualidade e não sofrer nenhuma desvantagem ou trapaça

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Arquivo/OP Rural

Até o leite chegar no laticínio e na mesa do consumidor, ele percorre um longo processo. Nesse tempo, são muitas as regras seguidas por produtores para garantir um leite de alta qualidade. Porém, ainda existem erros que podem acontecer no caminho entre a propriedade e o laticínio. Ou pior, não erros, mas fraudes. Casos que acontecem que lesam o produtor e também o consumidor final.

 Durante o Show Rural Coopavel, o consultor André Campo listou alguns itens que diferenciam um erro de uma fraude durante a logística na coleta do leite e listou soluções que auxiliam produtor, laticínio e consumidor a ter um produto de melhor qualidade e não sofrer nenhuma desvantagem ou trapaça. “As falhas nos processos são divididas em dois tipos: erros ou fraudes. No primeiro, a pessoa não tem consciência ou não está instruída para operar corretamente. Já no segundo caso, a pessoa falha buscando alguma vantagem, que necessariamente se desdobra para uma desvantagem para além”, explica.

Campos mostra alguns dos itens que são mais recorrentes no momento da coleta do leite na propriedade. Começando pelas falhas, o profissional mostra que podem existir os produtores carona e ocultos. “O produtor carona se encaixa quando não há uma rota definida para a coleta do leite, não existindo assim controle entre transportadores. Já o oculto é aquele leite que está chegando na companhia, mas não tem cadastro de que produtor é”, explica. Outro ponto é quanto a refrigeradores mal regulados. “É recorrente vermos que a temperatura está mal ajustada”, comenta. Há ainda a coleta feita de um leite com mais de 48 horas. “Sabemos que a legislação permite no máximo de 48 horas para a coleta do leite”, diz.

Outros pontos, de acordo com o profissional, são refrigeradores fora do nível. “Quando isso acontece, pode impactar na qualidade do leite”, explica. Há também o período de descarga livre, explica Campos, que é quando o transportador chega a qualquer momento e a coleta é feita a qualquer momento. Rotas longas e mal direcionadas também são comuns, informa. “Sabemos que isso acontece às vezes porque ainda existem laticínios que pagam aos transportadores por quilometro rodado. Dessa forma, vemos muitas vezes rotas longas, forçadas pelo transportador”, comenta.

Outro problema encontrado é quanto a sub rotas (baldeios). “A sub rota ainda é permitida na legislação, mas vemos como um erro. A sub rota executa determinada região, baldeia para a rota principal e essa sim vai para o laticínio”, conta. Por último estão as amostras mal coletadas. “O transportador hoje é responsável pelas amostras retiradas nas propriedades. Porém, nem sempre ele está orientado de como fazer e acaba não fazendo corretamente, e dessa forma acaba não mostrando a realidade daquele produtor”, explica.

Fraudes

Além de todos estes problemas que já são encontrados e enfrentados, há ainda as fraudes. Campos apresenta algumas mais frequentes. A primeira delas é de produtores fantasmas. “São aqueles em que há entrega de leite no nome deles no laticínio, porém, quando vamos conferir no GPS do transportador esse produtor não existe no mapa. Ele, na verdade, é um laranja do transportador mal-intencionado”, expõe. O consultor explica que o transportador tem várias formas de conseguir aumentar o volume de leite na carga, desde inclusão de água até procedimentos mais complexos. “Mas, de qualquer forma, ele consegue aumentar o volume captado e esse excedente ele joga no produtor fantasma”, explica.

Outra fraude encontrada com frequência é a coleta feita logo após a ordenha. “Isso traz uma elevação na temperatura da carga”, comenta. Há também a coleta de “leite ácido”. “Este é um leite coletado após as 48 horas, tornando-o velho”, diz. “Há ainda o ajuste do “passa e falta”, que é aquele excedente de leite, que como a planilha é manual, ele consegue identificar o excedente e assim lançar para o produtor fantasma dele”, explica. Outra fraude recorrente são os blackouts na rota. “Esses são os intervalos que acontecem na rota. É quando o transportador já coletou o leite tem 1 horas e ao invés de levar aquele leite para o laticínio, ele faz uma pausa em casa, vai dormir ou fazer outra coisa e somente depois ou no dia seguinte termina de fazer a coleta da rota dele e leva o leite. É um absurdo para a qualidade do leite”, conta.

Nas fraudes também são encontrados alongamentos intencionais da rota. Segundo Campos, este caso é quando o laticínio paga por quilometro rodado e o transportador faz um alongamento forçado na rota para ganhar mais. Por último há as amostras clones de leite. “Diferente das amostras malfeitas, o transportador sabe que está fazendo errado. Ele vai naquele produtor que tem o melhor leite e tira 20, 30 amostras e passa como se fossem de todos os produtores, criando várias amostras clones. Dessa forma, os laticínios acabam não pagando a real qualidade do leite. E ainda no caso da correção do leite dos produtores de menor qualidade, também não vai ser corrigido de forma correta”, explica.

Soluções tecnológicas

Campos comenta que este panorama é somente a ponta do iceberg dos problemas encontrados na coleta e logística de leite. Porém, atualmente existem tecnologias que podem auxiliar os laticínios a resolver estes tipos de problemas, tanto nas falhas, quanto nas fraudes. “Existem aplicativos de coleta de leite, uma tecnologia que vai através do tablet, totalmente mobile, em que o transportador tem a disposição dele as rotas que ele deve fazer, a lista dos produtores e a tela de lançamento de dados. Nessa tabela ele vai informar a quantidade coletada, o número de amostras referente, entre outros dados”, conta.

Segundo o consultor, o aplicativo permite ainda que o gestor do laticínio tenha uma interface com ele, e assim pode acompanhar o que está acontecendo. “É um sistema de gestão, que informa tempo e espaço e ele fica sabendo de forma automática o que acontece”, diz. Entre as informações que são mostradas ao gestor estão o volume total de leite coletado, a temperatura média, se houve coletas com mais de 48h, entre outros.

Além disso, ainda é possível ver a rota que está sendo feita. “Há em uma aba as informações do leite, basicamente como uma planilha manual de tempo e espaço. Tudo que é necessário para colocar os dados da coleta. Em uma segunda aba há justamente a parte do DPD, onde o gestor de rota consegue estudar o tempo da rota, horários de chegada na plataforma, sequência de coleta, entre outros. Além disso, se você clicar em cima do ponto da rota, vai poder ver o nome daquele produtor, a data, hora e quantidade da coleta”, informa.

Segundo Campos, com os aplicativos é possível fazer uma gestão total da logística. “Você tem o início e o fim da rota do transportador, se ele fizer algo diferente, é possível ver. Além disso, como há uma parceria com o Google, há ainda a possibilidade de mudar de mapa para satélite e ver com mais nitidez e aproximar. De fato, é possível se colocar dentro da rota”, comenta.

Com a implantação do aplicativo é possível solucionar diversos dos problemas citados, de acordo com Campos, tanto das falhas quanto das fraudes. “Entre os problemas resolvidos estão produtores caronas e ocultos, coleta com mais de 48h, período de descarga livre, rotas longas e mal dimensionadas, sub rotas (baldeios), produtores fantasmas, coleta logo após a ordenha, coleta de “leite ácido”, ajuste do “passa e falta”, blackout na rota e alongamento intencional da rota”, reforça.

Segundo ele, os outros problemas podem ser facilmente solucionados com capacitações e treinamentos de pessoal. “São pontos que podem ser resolvidos com o auxílio da tecnologia, mas também de alguns treinamentos”, enfatiza.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de março/abril de 2020 ou online.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Nutrição

Segurança alimentar frente às micotoxinas do leite: a garantia através de uma solução natural e eficaz

Segurança alimentar deve ser trabalhada em toda cadeia de produção, pois está diretamente relacionada com a garantia de qualidade do produto final e saúde pública

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Artigo escrito por Liliana Borges e Melina Bonato da P&D, ICC Brasil

Durante as duas últimas décadas, as doenças causadas por alimentos têm emergido como importante e crescente problema de saúde pública e econômico em muitos países. Devido às crises ocorridas mundialmente com alguns alimentos de origem animal, a segurança alimentar é qualificada como um dos atributos mais importantes e valorizados pelos consumidores.

De acordo com a FAO e USDA, 25% das culturas agrícolas mundiais estão contaminadas com algum tipo de micotoxina e como consequência, mais de 532 milhões de toneladas de grãos estão contaminados. Considerando que a base das rações animais é constituída por grãos e cereais, grande parte desta produção pode estar contaminada por micotoxinas, o que é uma questão preocupante. As consequências econômicas são expressivas e não estão limitadas somente ao valor agregado das matérias primas, mas também aos prejuízos relacionados à perda de produtividade animal, pois a disseminação das micotoxinas ocorre em toda a cadeia alimentar levando à contaminação dos produtos finais, como carne, leite e ovos.

As aflatoxinas são metabólitos secundários produzidos por Aspergillus parasiticus, Aspergillus flavus e o raro Aspergillus nomius. Ocorrem em alimentos nas formas de aflatoxina B1 (AFB1), B2, G1 e G2 e no leite nas formas oxidativas M1 e M2.

A contaminação dos alimentos por AFB1 é considerada um grave problema de saúde pública em todo o mundo, pois além de afetar negativamente a saúde animal, desempenho e reprodução, ela possui um efeito carcinogênico, mutagênico, teratogênico, imunossupressor e hepatotóxico. A AFB1 ingerida por animais em lactação é biotransformada pelo metabolismo hepático sendo secretada no leite como aflatoxina M1 (AFM1), tóxica e cancerígena. Devido à grande quantidade de leite e produtos lácteos consumidos pelo homem, é fundamental encontrar soluções para manter a concentração de AFM1 no leite em níveis seguros.

Diante isso, ações associadas à segurança alimentar que envolvem produtos aditivos têm sido implementadas com o objetivo de evitar o risco de ingestão e intoxicação por aflatoxina. No mercado encontramos aditivos naturais capazes de fornecer compostos que estimulam o organismo a mitigar com mais eficiência os estímulos estressantes das micotoxinas encontrados pelo campo. Alguns desses aditivos são utilizados ainda para fornecer um suporte à imunidade e prevenir a contaminação por patógenos, proporcionando uma melhora no estado geral de saúde.

As leveduras são amplamente utilizadas na nutrição de ruminantes demonstrando diversos benefícios já comprovados. O composto de metabólitos solúveis da levedura Saccharomyces cerevisiae é rico em vitaminas, peptídeos de cadeia curta e aminoácidos livres, também em MOS (mananoligossacarídeos) e β-glucanas, carboidratos funcionais da parede celular.

O efeito dos metabólitos solúveis se dá diretamente no rúmen, onde é observado uma menor presença de lactato, menor queda do pH ruminal, maior presença de nitrogênio microbiano e maior digestibilidade de FDN. Já as β-glucanas além de terem um efeito imunomodulador sobre o sistema imune inato, através do estímulo da produção de citocinas pró-inflamatórias que desencadeiam um aumento na produção e atividade das células fagocíticas; também são capazes de adsorver micotoxinas. As β-D-glucanas da parede das leveduras são capazes de se ligar às diversas micotoxinas, enquanto que as α-D-mananas inibem a atividade tóxica das micotoxinas, provavelmente por interagir com os radicais destes compostos.

Somado a estes benefícios acrescenta-se o efeito de aglutinação das bactérias patogênicas pelo MOS, conferindo uma melhor integridade das vilosidades, ou seja, a permeabilidade intestinal é reduzida favorecendo uma barreira protetora contra bactérias e micotoxinas para a corrente sanguínea.

A integridade intestinal é um indicador de eficiência para a barreira protetora formada pelo trato gastrintestinal, que impede a translocação paracelular de compostos indesejados, como micotoxinas, do lúmen intestinal para a lâmina própria e posteriormente para a corrente sanguínea. Assim, quanto menos permeável a mucosa intestinal se apresentar, menor será a passagem desses compostos. As micotoxinas são absorvidas como nutrientes, ou seja, para que elas não exerçam seus efeitos maléficos é essencial que as estruturas do intestino estejam íntegras executando suas funções fisiológicas.

Um estudo foi realizado na Universidade de São Paulo, campus Pirassununga, com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes aditivos à base de levedura sobre a excreção de AFM1 no leite de vacas leiteiras, desafiadas com AFB1. Foram utilizadas 20 vacas holandesas multíparas em lactação distribuídas em dez tratamentos, em um delineamento inteiramente casualizado com duas vacas por tratamento.  A aflatoxina foi administrada oralmente através de 2 cápsulas contendo120 μg AFB1 cada, imediatamente após a ordenha da manhã e da tarde (totalizando 480 μg AFB1 por dia), durante 6 dias consecutivos (iniciando no dia 1 do experimento). Os aditivos foram administrados em 20 g/cabeça/dia, por 7 dias consecutivos, iniciando no dia 4 do experimento. Os resultados mostraram que o composto de metabólitos solúveis da levedura Saccharomyces cerevisiae foi superior aos demais produtos e reduziu os níveis de porcentagem de transferência de AFM1 para o leite.

A segurança alimentar deve ser trabalhada em toda cadeia de produção, pois está diretamente relacionada com a garantia de qualidade do produto final e saúde pública. Assim, é de extrema importância a utilização de medidas que reduzam a contaminação destes produtos a fim de manter a concentração de micotoxinas em níveis seguros.

O composto de metabólitos solúveis da levedura Saccharomyces cerevisiae, além de oferecer uma combinação ideal para nutrição do rúmen e fortalecimento do sistema imunológico, proporciona a ação adsorvente sobre as micotoxinas, mitigando os efeitos nocivos na saúde animal e consequentemente reduzindo a transferência para o leite, garantindo a segurança alimentar aos consumidores.

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2020 ou online.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Saúde Animal

Saúde intestinal em ruminantes: o que sabemos sobre o ácido butírico?

Ácido butírico é um potente agente promotor da saúde intestinal dos ruminantes, estimulando o desenvolvimento pós-natal do trato gastrointestinal de bezerras

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Artigo escrito por Leandro Greco, gerente de Serviços Técnicos da Kemin do Brasil

No processo digestório dos ruminantes ocorre, no rúmen, extensa fermentação dos alimentos. As bactérias ruminais fermentam os carboidratos oriundos dos alimentos volumosos e concentrados produzindo ácidos graxos de cadeia curta, em maiores proporções os ácidos: propiônico, acético e butírico. Adicionalmente ao papel nutricional, o ácido butírico é rapidamente metabolizado pelo epitélio ruminal e em bezerros exerce papel fundamental no estabelecimento do epitélio ruminal e subsequente desenvolvimento. O ácido butírico estimula o crescimento e elongação das papilas ruminais, promovendo uma maior área de superfície para absorção de nutrientes. O butirato é fundamental para o desenvolvimento do rúmen e exerce um papel fundamental no estabelecimento e manutenção do epitélio do ruminal e do intestino. Estas características são exercidas através do seu poder de estimular atividade mitótica das células e reduzir apoptose celular. Em outras palavras o ácido butírico estimula o crescimento e reduz a morte programadas das células do trato gastrointestinal.

O ácido butírico pode ser suplementado na dieta dos ruminantes sob diferentes formas, como os sais de butirato (butirato de cálcio, butirato de sódio, butirato de potássio e butirato de magnésio) e as butirinas. Além da forma química do produto hoje contamos com tecnologias de encapsulamento destes produtos. A proteção do butirato através da microencapsulação em uma matriz lipídica melhora sua eficácia e reduz o mal odor característico. Adicionalmente, a liberação controlada do butirato na matriz previne a rápida absorção e metabolização nas partes superiores do trato gastrointestinal, proporcionando efeitos positivos na morfologia e função intestinal.

Um estudo foi conduzido com o objetivo de avaliar a inclusão do butirato de cálcio encapsulado no concentrado de bezerras leiteiras. Foram utilizadas 32 bezerras cruzadas (Holandes x Jersey) em sistemas de pastoreio. Os animais foram distribuídos aleatoriamente em dois tratamentos: controle, onde não havia a suplementação e BUT, suplementação com butirato de cálcio encapsulado (4 kg/T de concentrado). O estudo teve duração de onze semanas, onde o desempenho dos animais foi avaliado semanalmente.  A suplementação com butirato de cálcio encapsulado estimulou o consumo de concentrado das bezerras, que consumiram na média 41% mais concentrado que os animais do grupo controle (0,65 vs., 0,38 kg/d, respectivamente). Esse maior consumo de alimento estimulou um maior ganho em peso diário (0,83 vs., 0,71 kg/d, respectivamente para as bezerras BUT vs., controle). Consequentemente, um maior peso corporal foi observado para as bezerras suplementadas comparadas ao controle, a evolução do peso corporal ao longo do estudo está detalhada na Figura 1.

Uma das explicações para o maior desempenho de animais suplementados com butirato de cálcio encapsulado é a melhoria na saúde do trato gastrointestinal. Pesquisadores realizaram um estudo com novilhos nelore confinados  com o intuito de avaliar a suplementação com butirato de cálcio encapsulado em diferentes doses. Os animais foram confinados por 118 dias, recebendo uma dieta com uma relação volumoso: concentrado de 30:70, suplementados com 0, 5 ou 10 g de butirato de cálcio encapsulado por dia. Ao final do estudo uma amostra do duodeno dos animais foi coletada para análises histológicas. Os animais suplementados com 10g de butirato de cálcio encapsulado apresentaram um maior valor para altura vilosidades intestinais que os animais do grupo controle ( 2829,996 vs 2569,551 µm). O corte histologico é demonstrado na Figura 2, onde pode-se claramente perceber a diferença na altura das vilosidades intestinais.

Em resumo, o ácido butírico, na forma de butirato de cálcio encapsulado, é um potente agente promotor da saúde intestinal dos ruminantes, estimulando o desenvolvimento pós-natal do trato gastrointestinal de bezerras. O que representa uma maior habilidade para consumir e digerir alimentos, garantindo um rápido desenvolvimento corporal em uma fase crítica na vida dos animais. Além disso, em animais adultos promove crescimento das vilosidades do intestino, que é crucial para a absorção dos nutrientes.

Corte histológico do duodendo de animais nelore confinados demosntrando o efieto do butirato de cálcio encapsulado na altura da vilosidade intestinal. CON = Controle; 10But = 10 g butirato de cálcio encapsulado (Moreira et al., 2016).

Outras notícias você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de junho/julho de 2020 ou online.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Novidade

Versão digital de Bovinos, Grãos e Máquinas está disponível

A reportagem conversou com especialistas para verificar quais as oportunidades deste novo normal que o covid-19 trouxe

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O Presente Rural

Já está disponível na versão digital a nova edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de O Presente Rural. Nesta edição você leitor vai conferir como a pecuária de leite e corte e o setor de grãos estão se adaptando a este novo momento vivido pela população mundial. O agro sempre foi adaptável às situações que acontecem no mundo e desta vez não foi diferente. O consumidor está diferente, assim como o próprio setor pecuário.

A reportagem conversou com especialistas para verificar quais as oportunidades deste novo normal que a pandemia do covid-19 trouxe. Há também artigos técnicos de profissionais renomados do setor que falam sobre saúde animal, sanidade e tecnologias.

Além dos mais, há ainda as novidades das empresas do setor, em que apresentam novos produtos, soluções e profissionais.

Clique aqui e acesse e edição completa. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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