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Aplicativo ajuda a manejar plantas forrageiras para alimentar rebanho

Para ajudar produtores rurais e técnicos a encontrarem respostas ágeis e confiáveis para questões como essas, a Embrapa lançará um aplicativo que ajudará nos cálculos de orçamentação forrageira

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Como administrar a reserva de alimentos para os rebanhos ao longo do ano? Como tomar decisões para inserir animais em áreas de pastagens ou efetuar descartes caso a reserva não seja suficiente? Para ajudar produtores rurais e técnicos a encontrarem respostas ágeis e confiáveis para questões como essas, a Embrapa lançará no dia 7 de novembro um aplicativo para telefones celulares que ajudará nos cálculos de orçamentação forrageira, ajudando a administrar a reserva de alimentos nas propriedades e colaborando para as tomadas de decisão sobre os rebanhos. Após o lançamento, o aplicativo estará disponível, em download gratuito, no Google Play, para usuários de telefones com o sistema Android.

A orçamentação forrageira já era praticada por produtores com uso de ferramentas como uma planilha manual desenvolvida pela Embrapa. Mas, segundo a zootecnista Ana Clara Cavalcante, pesquisadora da área de Forragicultura e Pastagens da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE), houve demanda do setor produtivo por uma forma de facilitar e agilizar os cálculos necessários para a orçamentação.

“O aplicativo foi uma demanda dos usuários da tabela por um modo mais fácil de fazer a contabilidade. Com ele, basta informar dados de tamanho de propriedade, tipos de fonte de forragem e o tamanho do rebanho em que automaticamente a orçamentação é realizada”, destaca Ana Clara. Para ela, o aplicativo traz, como principais vantagens, a praticidade e velocidade no processamento dos dados, com uma resposta mais rápida e com menor chance de erros nas contas para se chegar ao chamado saldo de forragem (diferença entre a quantidade de forragem disponível e a que é demandada por animais do rebanho em um período de tempo), indicador que revela, com precisão, a disponibilidade de alimento nas propriedades.

Ana Clara reforça, também, que o uso do aplicativo pode contribuir para atrair a juventude rural para questões referentes ao planejamento nas propriedades, além de facilitar a administração. “A facilidade em se obter respostas de quanto de forragem a propriedade apresenta, e de quanto ela precisa, auxilia no processo de tomada de decisão”, ressalta a zootecnista.

O aplicativo da orçamentação forrageira é uma das ações do projeto Forrageiras para o Semiárido, parceria da Embrapa com a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA). O desenvolvimento da ferramenta está sob responsabilidade da equipe de Tecnologia da Informação (TI) da Embrapa Gado de Corte (MS). Segundo Camilo Carromeu, analista de TI que coordena a equipe, o aplicativo trará funcionalidades como a capacidade de simular diversas condições referentes à realidade dos rebanhos e da alimentação fornecida.

Passo a passo

O especialista explica que cada usuário poderá fazer o download e se registrar por meio de sua conta no Facebook ou Google, o que contribuirá para que ele não perca informações já inseridas, caso ele perca ou troque seu aparelho de telefone celular. “Todos os dados serão gravados em nuvem e migrarão automaticamente para um dispositivo novo”, frisa.

Daí, segundo Carromeu, começará o uso. O primeiro passo é cadastrar o nome da propriedade, identificar sua localização (cidade e estado) e seu tamanho, em hectares. Em seguida, inserir a extensão das áreas destinadas à alimentação, na propriedade, e se o produtor utiliza alguma espécie de capim.

O passo seguinte será detalhar o rebanho. Para isso, basta inserir os números da quantidade de animais de cada espécie que consumirá plantas forrageiras (caprinos de leite ou corte; ovinos de corte; bovinos de leite ou corte) e suas características (matrizes, reprodutores ou animais jovens), além do peso médio de cada um. Depois disso, o produtor ou técnico informa se, na propriedade, há fornecimento de suplementação aos animais.

“Com esses dados, é possível prever o saldo forrageiro mês a mês, assim como estimar a reserva em um prazo de doze meses. Aí o aplicativo fornecerá, também, indicador para que o produtor tome decisões como a inserção de animais na área de pastagem ou o descarte, caso o saldo forrageiro seja negativo”, acrescenta Camilo, salientando que, em breve, a ferramenta também será disponibilizada para usuários de aparelhos com sistema iOS.

O desenvolvimento de aplicativos para as rotinas produtivas no campo consiste, segundo o pesquisador Vinícius Guimarães, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Caprinos e Ovinos, em um passo importante para democratizar o acesso a soluções práticas.

“É uma tendência buscarmos soluções mais acessíveis. Vemos hoje um grande número de produtores com smartphones, conectados à internet e se essas tecnologias estiverem ao alcance das mãos facilitam as tomadas de decisão, seja em orçamentação forrageira seja em outras questões como preços de mercado, tratamento de doenças”, ressalta ele.

Orçamentação forrageira

A orçamentação forrageira já é recomendada pela Embrapa há alguns anos como uma ferramenta útil na rotina dos produtores, permitindo calcular a quantidade disponível e estimar a necessidade de forragem de sistemas pastoris. Seu objetivo é garantir equilíbrio adequado entre produção e demanda de forragem, possibilitando a realização do planejamento alimentar da propriedade e contribuir para aumentar a eficiência de uso do pasto, a produtividade e o desempenho animal.

Além do aplicativo, o produtor pode fazer seu orçamento forrageiro de forma manual, com planilha na qual assinale a quantidade de forragem disponível, a estimativa de consumo de seu rebanho e, calcular, mês a mês, se há sobra ou déficit de forragem. Seja com o aplicativo, seja com a planilha, a ferramenta poderá ajudar o produtor a identificar quando é possível fazer reserva de forragem, formando uma espécie de poupança para os períodos mais críticos do ano.

Em regiões como o Semiárido brasileiro, a orçamentação ganha importância, pois nelas as pastagens são a principal fonte de alimentação dos rebanhos. Dessa forma, a orçamentação pode ajudar a tomar decisões importantes, como as necessidades de aumentar a produção de forragem, vender animais de descarte ou mesmo de antecipar as compras de alimentos concentrados, em períodos em que estes têm custo mais barato. Assim, o agricultor poderá, também, profissionalizar a gestão em sua propriedade, passando a alimentar os animais com planejamento definido e compondo a chamada reserva estratégica de forragem, que permite ao produtor  não ficar tão dependente do pasto nativo e dos recursos da região.

Fonte: Embrapa

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Óleo de soja lidera altas do complexo com suporte do petróleo e biocombustíveis

Commodity registra forte valorização impulsionada por tensões geopolíticas e expectativas de aumento de mandatos de biodiesel, enquanto farelo avança de forma mais moderada, segundo a Consultoria Agro Itaú BBA.

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Foto: Divulgação

O óleo de soja foi o principal destaque do complexo soja em maio, encerrando o mês com forte valorização impulsionada pelo avanço do petróleo e pelas expectativas de aumento de mandatos de biocombustíveis. Já o farelo teve desempenho mais moderado, pressionado pela ampla oferta global, enquanto as exportações dos derivados seguiram em ritmo firme.

Foto: Divulgação/Coamo

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o óleo de soja negociado em Chicago superou US$ 77 por libra-peso no fim de maio, sustentado por compras expressivas de fundos e pela escalada do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio. Também influenciaram o mercado as expectativas de ampliação de mandatos de biodiesel, como o B50 na Indonésia a partir de 1º de julho e as discussões sobre o B15 na Malásia.

No encerramento do mês, a queda do petróleo diante da expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã reduziu parte dos ganhos do óleo de soja. Ainda assim, o produto fechou maio com alta média de 8,3%, mantendo a liderança de desempenho dentro do complexo.

O farelo de soja teve avanço mais contido, com alta de 1,3% na CBOT, para US$ 329 por tonelada. O resultado reflete a ampla disponibilidade global do produto e o esmagamento recorde na América do Sul, que ampliou a oferta no mercado internacional.

Foto: Divulgação

No Brasil, os preços do farelo em Mato Grosso seguiram direção contrária à bolsa americana. Em Rondonópolis (MT), houve recuo de 3,8% em maio na comparação com abril, para R$ 1.525 por tonelada, influenciado pela oferta interna elevada e pela valorização do real.

As exportações do complexo soja mantiveram forte desempenho. Em maio, os embarques de farelo cresceram 7,7% frente a abril, enquanto os de óleo subiram 22%. No acumulado do ano, as exportações de farelo avançam 4,6% e as de óleo registram alta de 40,9%.

O cenário é sustentado pela combinação de oferta abundante, maior processamento doméstico e demanda externa consistente. A procura internacional por farelo segue firme, com destaque para países da Ásia e da Europa. Já no caso do óleo de soja, o aumento da produção decorrente do maior esmagamento, somado a uma demanda ainda abaixo das expectativas, tem permitido ao Brasil ampliar seus embarques ao exterior.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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CBNA defende formulações mais flexíveis para reduzir dependência de milho e soja

Diversificação de ingredientes, processamento industrial e inteligência artificial ganham espaço para elevar a eficiência produtiva.

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Foto: Shutterstock

O atual cenário de instabilidade geopolítica e a volatilidade nos preços de grãos e insumos têm levado empresas da cadeia de produção animal a buscar novas estratégias para reduzir custos e aumentar a eficiência produtiva. Tradicionalmente baseada em milho e farelo de soja, a formulação de rações passa a incorporar discussões sobre diversificação de matérias-primas, melhor aproveitamento nutricional e tecnologias aplicadas ao processamento industrial.

Médico-veterinário e presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg: “A base da ração ainda é milho e soja, e o preço desses ingredientes acaba determinando grande parte do custo de produção”

O médico-veterinário e presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg, lembra que a alimentação representa aproximadamente 70% do custo de produção de aves e suínos, o que torna a eficiência nutricional um fator decisivo para a competitividade do setor.

“A base da ração ainda é milho e soja, e o preço desses ingredientes acaba determinando grande parte do custo de produção. O papel do nutricionista é justamente encontrar ajustes na formulação que permitam manter o desempenho dos animais e, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência econômica”, afirma Miltenburg.

Dietas multi-ingredientes

Entre as alternativas discutidas pela indústria estão as chamadas dietas multi-ingredientes, que permitem maior flexibilidade na formulação conforme o comportamento do mercado de commodities. Ingredientes como sorgo, trigo e outros cereais passam a ser considerados em determinados cenários de custo, desde que a substituição mantenha desempenho zootécnico e viabilidade econômica.

“Em determinados momentos é possível utilizar ingredientes com melhor custo sem perder desempenho. A ideia é sair de uma dieta baseada apenas em milho e soja e trabalhar com formulações mais diversificadas, sempre avaliando o custo e o resultado produtivo”, explica Miltenburg.

Apesar das oportunidades, a adoção de novas matérias-primas ainda enfrenta desafios técnicos e logísticos dentro da cadeia produtiva. Questões como disponibilidade de volume, necessidade de armazenagem, adaptação das fábricas de ração e confiabilidade dos dados nutricionais dos ingredientes influenciam diretamente as decisões da indústria.

“Para utilizar novos ingredientes é preciso ter escala e garantir fornecimento. Além disso, as fábricas precisam estar preparadas para trabalhar com mais matérias-primas, o que pode exigir estrutura adicional de armazenagem e manejo”, ressalta o presidente do CBNA.

Aprimoramento do processamento industrial da ração

Além da diversificação de ingredientes, outra frente que ganha força no setor é o aprimoramento do processamento industrial das rações. Melhorias em etapas como moagem, dosagem e peletização vêm sendo apontadas como alternativas importantes para elevar a eficiência sem depender exclusivamente da troca de matérias-primas.

Segundo Miltenburg, o caminho passa por aproveitar melhor os recursos já existentes nas fábricas. “Dentro de casa, o que pode ser feito é um melhor processamento dos ingredientes disponíveis, usando a tecnologia já instalada e tirando o máximo do que temos nas fábricas”, afirma.

Entre os pontos de maior atenção estão a granulometria dos ingredientes e a qualidade dos pellets produzidos nas fábricas de ração. A redução do desperdício, a melhora na digestibilidade e o aumento da eficiência alimentar aparecem como ganhos diretos dessas estratégias.

“Fornecer uma granulometria adequada contribui para maximizar a eficiência de digestão dos ingredientes. E a peletização reduz desperdícios e facilita a ingestão do alimento, o que pode ser traduzido em melhores índices de ganho de peso e conversão alimentar”, explica.

Decisões integradas

Na avaliação do zootecnista e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Fabio Catunda, a busca por eficiência produtiva exige hoje uma visão mais ampla da cadeia. “Nutrição continua sendo um pilar central, mas resultados consistentes exigem integração com tecnologia, legislação, processamento e gestão. O setor precisa cada vez mais de decisões integradas”, afirma.

A inteligência artificial também começa a ganhar espaço dentro das estratégias da nutrição animal. O uso de ferramentas digitais para análise de dados, interpretação de resultados produtivos e otimização de formulações já faz parte da rotina de algumas empresas da cadeia agroindustrial.

De acordo com o zootecnista e membro da Diretoria Técnica do CBNA, Flavio Longo, o avanço dessas ferramentas deve acelerar a tomada de decisão nas agroindústrias. “A inteligência artificial deixou de ser uma tendência distante e passou a fazer parte da rotina da nutrição animal. A proposta agora é utilizar melhor os dados disponíveis para decisões mais assertivas”, afirma.

Para o setor, o desafio passa não apenas por reduzir custos, mas por equilibrar eficiência econômica, desempenho zootécnico e qualidade final da produção. “O grande desafio é entregar carcaça de qualidade com baixo custo e alta eficiência produtiva. Encontrar esse equilíbrio é o que define a competitividade da cadeia”, conclui Miltenburg.

A edição digital do jornal está disponível gratuitamente para leitura online no portal de O Presente Rural, acesse clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Setor produtivo do Paraná apresenta proposta para concessão da Malha Sul ferroviária

Documento defende nova licitação da ferrovia, divisão em três trechos e maior retorno de investimentos ao estado.

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Foto: Divulgação TLSA

O presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, entregou, no dia 24 de junho, em Umuarama, ao ministro dos Transportes, George Santoro, o posicionamento do setor produtivo paranaense em relação a nova concessão da Malha Sul ferroviária. O documento, elaborado em conjunto pelo G7 Paraná, reúne propostas relacionadas ao modelo atualmente em discussão para a futura operação da ferrovia, cujo contrato vigente encerra em 2027.

O Sistema Faep defende a realização de uma nova licitação para a Malha Sul, com foco na ampliação da capacidade de transporte, na modernização da infraestrutura ferroviária e na eliminação dos principais gargalos logísticos que afetam a competitividade do Paraná. Os estudos apresentados pelo Governo Federal preveem a divisão da Malha Sul em três segmentos: Paraná-Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mercosul.

O documento entregue ao ministro reúne propostas relacionadas ao modelo atualmente em discussão para a futura operação da ferrovia, cujo contrato atual se encerra em 2027

Embora a entidade apoie a separação das operações, considera inadequado o modelo proposto para distribuição dos recursos gerados pela concessão, que prevê outorga de R$ 8,7 bilhões. A malha ferroviária do Paraná concentra aproximadamente 78% da carga movimentada por trens. No entanto, a proposta prevê que parte significativa desses recursos seja utilizada para financiar investimentos e déficits em outras concessões ferroviários.

“Somos favoráveis à modernização da ferrovia e à nova licitação, mas entendemos que os recursos gerados pelos usuários paranaenses precisam retornar em investimentos para o próprio Paraná. Não é razoável que a região responsável pela maior parte da movimentação de cargas financie gargalos de outras malhas enquanto seus próprios problemas permanecem sem solução”, afirma Meneguette.

Outro ponto de preocupação é a ausência de investimentos considerados estratégicos para ampliar a capacidade do transporte ferroviário no Estado. Entre as obras prioritárias defendidas pelo Sistema Faep estão a construção de um novo traçado ferroviário na Serra da Esperança, entre Guarapuava, Irati e Lapa; a implantação do Contorno Ferroviário Oeste de Curitiba; e a ampliação dos pátios de cruzamento, estruturas que permitem aumentar a fluidez do tráfego ferroviário.

De acordo com a entidade, os estudos atualmente apresentados não contemplam essas intervenções de forma adequada nem estabelecem cronogramas compatíveis com a demanda crescente por transporte de cargas.

Foto: Jonathan Campos

“Precisamos de uma concessão que aumente a capacidade operacional da ferrovia. O Paraná produz cada vez mais e necessita de uma infraestrutura logística capaz de acompanhar esse crescimento. Algumas obras consideradas fundamentais aparecem apenas para o 27º ano da concessão, quando deveriam ser tratadas como prioridade”, destaca o presidente do Sistema Faep.

Durante a reunião, Santoro afirmou que o governo federal já reconhece a necessidade de investimentos em dois dos principais gargalos apontados pelo setor produtivo paranaense: o Contorno Ferroviário de Curitiba e as intervenções na Serra da Esperança.

“As duas demandas a gente já tinha mapeado e temos clareza de que vamos incluir como um investimento obrigatório no projeto. Então, já estão resolvidas”, afirma o ministro.

Além das obras estruturantes, o documento entregue ao Ministério dos Transportes propõe a integração da Malha Paraná-Santa Catarina com a Ferroeste, ampliando a eficiência operacional do sistema e fortalecendo a ligação entre as regiões produtoras do Oeste do Paraná e o Porto de Paranaguá.

Os investimentos previstos (Capex) somam cerca de R$ 6,8 bilhões e incluem a substituição de dormentes e trilhos, além da construção de sete novos pátios ferroviários.

O que o Sistema Faep defende para a nova Malha Sul
  • Nova licitação da Malha Sul, em vez da prorrogação do contrato atual;
  • Divisão da malha em três segmentos independentes;
  • Integração da Malha Paraná-Santa Catarina com a Ferroeste;
  • Reinvestimento dos recursos gerados no Paraná em obras dentro do próprio Estado;
  • Construção do novo trecho Guarapuava-Irati-Lapa (Serra da Esperança);
  • Implantação do Contorno Ferroviário Oeste de Curitiba;
  • Ampliação dos pátios de cruzamento na Serra do Mar;
  • Cronograma de investimentos antecipado para eliminar gargalos;
  • Garantias que evitem aumento tarifário aos usuários;
  • Possibilidade de aportes dos governos estadual e federal para acelerar as obras prioritárias.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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