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APC no SBSA 2016 : proteínas funcionais como fortes aliadas nas dietas pré-iniciais de frangos

A estratégia que foi desenvolvida em conjunto com o Prof. Dr. Steven Leeson melhora o desempenho dos frangos de corte e possibilita a redução da inclusão de farelo de soja

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"A APC irá participar como patrocinadora do SBSA porque é um dos maiores eventos técnicos do país em avicultura" afirma Lus Rangel , médico veterinário e Gerente de Vendas da APC do Brasil.

"É uma oportunidade para apresentarmos o que temos de novidades tecnológicas e encontrar as pessoas que definem as estratégias nas principais empresas do país" dispara Rangel. A equipe da APC estará no estande da MCassab durante o evento.

Rangel destaca que a principal novidade será o uso do AP 920 (plasma ultrafiltrado spray dried da APC) em dietas pré – inicias de frangos " Essa tecnologia é uma parte da estratégia que foi desenvolvida em conjunto com o Prof. Dr. Steven Leeson que busca melhorar o desempenho dos frangos de corte e possibilita a redução da inclusão de farelo de soja para níveis próximos a 25%. Ao adicionar o AP 920 colocamos um ingrediente funcional e concomitantemente retiramos os fatores anti-nutricionais do farelo de soja. Isso possibilita uma melhor qualidade e funcionalidade da alimentação das aves na primeira semana e por consequência esperamos um melhor desempenho até o final de sua vida".

Apontado como uma das maiores autoridades mundiais em nutrição avícola, Dr. Steve Leeson esteve no Brasil recentemente a convite da APC para falar sobre os desafios em produzir nas condições atuais de mercado, com exigências e restrições cada vez maiores e o uso de proteínas funcionais em dietas pré-iniciais de frangos. Lesson  falou  sobre mudanças no sistema de produção e as novas demandas mundiais, muitas vezes influenciadas pela opinião pública e grandes redes de alimentação ao redor do mundo.

Segundo Leeson, os sistemas de produção mais desafiadores envolvem atualmente o uso de dietas sem promotores de crescimento ou  anticoccidianos químicos. “Os sistemas de Produção Livre de Antibióticos (PLA) bem sucedidos necessariamente envolvem mudanças e, como tal, o futuro reside na estreita cooperação entre o nutricionista, os responsáveis pelos aspectos sanitários e os engenheiros ambientais”.

O professor emérito da Universidade de Guelph, no Canadá, também falou sobre o sucesso das proteínas funcionais e a tendência do uso de plasma como ingrediente chave nas dietas das aves. “Um estudo recente mostrou que frangos de corte são 34% mais pesados aos 7 dias de idade do que o padrão quando uma dieta pré-inicial altamente digestível (com menor inclusão de farelo de soja e com plasma sanguíneo) é oferecida  nos primeiros 4 dias de vida dos pintinhos”. 

Conforme o pesquisador, o bom desempenho do frango de corte no futuro, com maior ganho de peso e melhor conversão alimentar, depende de uma ótima base nutricional nas dietas pré-iniciais adaptadas para os novos desafios, com o uso do plasma spray dried entre outros ingredientes.

Rangel complementa que "O uso dessa tecnologia também tem promovido a redução de problemas digestivos e respiratórios em frangos de corte, bem com, menor mortalidade. Também temos observado no campo que essas tecnologias diminuem os finos da ração peletizada, reduz a umidade da cama e melhora qualidade dos pés". 
Diversos trabalhos conduzidos no Brasil, América Latina, Europa e Ásia reportam melhoras na conversão da ordem de 0,05 e no peso final superiores a 50 g aos 42 dias de idade. "Via de regra temos trabalhado com 2 a 2,5% de inclusão de AP 920 nos primeiros 7 dias. O objetivo é um consumo da ordem de 4 g de AP 920 por ave. Ajustamos essas inclusões e doses caso o consumo de pré inicial seja maior do que 7 dias.

Proteínas funcionais

Atentos a crescente demanda por produtos livres de antibióticos que vem pressionando a indústria de alimentos nos últimos anos a APC investiu em pesquisas de campo sobre os efeitos do plasma em situações de alta densidade populacional e cenário de mercado com restrições. “Uma das alternativas encontradas pela cadeia de produção de proteína animal é a utilização de aditivos e promotores de crescimento naturais, que demonstraram  melhora da saúde intestinal e da imunidade, consequentemente aumentando os índices zootécnicos”. 

Rangel complementa que a nutrição inicial do frango de corte está se tornando mais importante na medida em que temos mais conhecimento sobre a correlação positiva entre a taxa de ganho de peso inicial e o peso ao abate. 

Fonte: Ass. de imprensa APC do Brasil

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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