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APA comemora recuperação da avicultura em 2013

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Depois de enfrentar uma das crises mais agudas da história em 2012, a avicultura paulista encerra o ano com comemoração. A cadeia produtiva conseguiu se unir, equilibrar a oferta, garantir preços remuneradores e fechar o ano com margens, recuperando as perdas do ano passado. O setor encerra 2013 com a avicultura melhor estruturada e empresas avícolas paulistas mais fortes e otimistas para o próximo ano, defendeu o Presidente da Associação Paulista de Avicultura (APA), Érico Pozzer, durante o tradicional jantar de encerramento do ano promovido pela entidade. 
“Apesar dos custos de produção mais altos em relação a 2012, os preços de venda do frango também foram melhor, aliás muito melhor, o que possibilitou às empresas paulistas fecharem o ano com margem positiva. Uma margem pequena, mas pelo menos tiveram uma margem positiva. Acredito que a maior parte das empresas avícolas do Estado de São Paulo conseguiu recuperar em 2013 as perdas de 2012”, disse o presidente da entidade.
Para ele, outra vitória do setor é encerrar o ano com avanços no status sanitário do plantel no Estado. “Cuidamos bem da sanidade do nosso plantel, atendemos todas as normativas e biosseguridade. E isso traz segurança ao país, especialmente falando do mercado externo. Além de todas estas medidas implementadas, nenhuma doença nova apareceu”. 

Parcerias estratégicas

O relacionamento da APA com os governos Estadual e Federal também foram apontados entre os pontos altos deste ano. “Este relacionamento foi importante para a avicultura paulista encerrar o ano melhor estruturada”. A mesma opinião foi compartilhada pela Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Mônika Bergamaschi, presente no jantar. “A avicultura tem vitórias a comemorar neste ano. A união do setor, com lideranças firmes da APA e da UBABEF, conseguiu se organizar, reduzir o alojamento para recompor preços e melhorar a situação de todos. Estamos encerrando este ano com um quadro muito diferente de 2012”, disse a secretária.
Ela destaca a força da parceria entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo com a cadeia avícola. Autorização de crédito do ICMS para empresas avícolas do Estado, levar para a cidade de Guatapará, polo de produção de ovos, o mesmo trabalho que já havia em Bastos com vacina recombinante e um convênio que prevê a contratação de médicos veterinários pela APA são alguns dos resultados desta parceria destacados pela secretária. 
“E esta parceria não foi forte apenas no momento de crise, pelo contrário. A união entre o setor de aves e a Secretaria de Agricultura se intensifica, pois é uma parceria disposta a encarar desafios da atividade e contribuir com o trabalho da secretaria. Também chamou a atenção, neste ano, o apoio incondicional deste setor para as questões sociais. Mesmo em momento de crise, eles nunca deixaram de contribuir com o Fundo Social de Solidariedade, nunca deixaram de fazer pelos outros, pelo social. É uma atividade que cria e com produz bem-estar para a sociedade”.

APA premia profissionais da avicultura

Durante o jantar, realizado em São Paulo, a Associação Paulista de Avicultura (APA), homenageou profissionais de destaque no setor pela contribuição com a cadeia produtiva. Neste ano, os homenageados foram o Consultor José Carlos Teixeira, o Diretor Executivo do Sindicato Rural de Bastos, Yasuhiko Yamanaka e a Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Mônika Bergamaschi.

Fonte: Ass. Imprensa da APA

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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Nucleovet 2
APA

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