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Ao completar 25 anos, Poli-Nutri Alimentos obtém resultados financeiros significativos: receita aumenta 15,5%, chegando a R$ 250,9 milhões

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A Poli-Nutri Alimentos S.A, companhia nacional e uma das líderes no setor de nutrição animal no Brasil,completa 25 anos e, como sociedade anônima de capital fechado, divulga seus resultados de 2013, bastante positivos e que repetemos dos anos anteriores, com aumento de receita na casa dos dois dígitos, confirmando o crescimento sustentável(veja gráfico em anexo(foto)). 
No mercado nacional de rações, que se retraiu 3% em 2012 e manteve-se estável em 2013, a Poli-Nutri encerrou o ano passado com receita operacional bruta de R$ 250,9 milhões, a maior de sua história, superando em 15,5% o resultado de 2012, e EBTIDAde R$ 9,4 milhões. O volume de vendas cresceu 14,4%, totalizando 87,4 mil toneladas de rações, premixes e núcleos para animais de produção (suínos, aves de corte e postura, peixes, camarões e bovinos de corte e de leite).
A Poli-Nutri obteve resultados importantes ao mesmo tempo em que realizou investimentos de mais de R$ 40 milhões nos últimos anos. Somente em 2013, foram R$ 8,5 milhões em equipamentos, instalações, sistemas de informação e marketing para dar suporteao crescimento das vendas e aos novos mercados que serão atendidosem 2014 (nutrição para animais de companhia e equinos). 
As exportações para o Mercosul totalizaram R$ 1,7 milhão,representando 0,7%da receita bruta total da companhia.
Para 2014, a Diretoria projeta manter o desempenho histórico da companhia em todos os segmentos de atuação, alcançando receita de cerca de R$ 300 milhões, o que representará aumento de 19,5% em relação a 2013. Complementarmente, dois novos segmentos de nutrição animal passarão a ser atendidos a partir desse ano: animais de companhia (pet) e equinos.
A companhia, sediada em Osasco, na Grande São Paulo, vem conseguindo desempenho superior ao setore – o que é mais importante – sem abrir mão do compromisso que a norteia nestes 25 anos: entregar o melhor da tecnologia da nutrição animal a produtores de carnes, leite e ovos a fim de que possam maximizar ganhos em seus resultados zootécnicos, melhorar a rentabilidade em suas empresas e oferecer produtos seguros e de qualidade aos consumidores.
A Direção atribui ao acerto de sua estratégia o caminho que a fez deixar o pequeno contêiner que abrigava seu escritório, no final da década de 80, para tornar-se um dos principais players do mercado de nutrição animal, com quatro fábricas em Osasco (SP), Maringá (PR), Eusébio (CE) e Treze Tílias (SC), um centro de distribuição, em Lajedo (PE), uma granja experimental, em Laranjal Paulista (SP), e um escritório na China, além de atuação comercial em todo o Brasil e no Mercosul. 
“Os desafios de nossos clientes são respondidos por nós com ciência e tecnologia nutricional geradora de resultados. Nossos representantes técnico-comerciais estão sempre com os clientes analisando seus negócios sob todos os aspectos. Ao trazerem esta visão global, eles permitem que a Poli-Nutri forneça produtos customizados, estritamente adequados a cada cliente”, afirma José Leandro Bruzeguez, diretor de Vendas, Nutrição e Formulação da Poli-Nutri.
As soluções customizadas da Companhia, geradoras de resultados excepcionais, são desenvolvidas a partir da análise dos profissionais no campo, que usam o conhecimento técnico e o adquirido pela estreita vivência junto ao produtor. É uma rede de 70 representantes técnico-comerciais, formada por zootecnistas, médicos veterinários, engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários, espalhados pelos principais centros de produção do país.
O êxito da adoção deste modelo de negócio, customizado e altamente analítico, traduz-se no aumento constante das vendas de produtos e do número de clientes, muitos entre os mais representativos empreendimentos de produção e industrialização de carnes, leite e ovos. Hoje, a Poli-Nutri possui 1.300 clientes, entre indústrias, cooperativas e produtores, em todas as regiões do país.

Pesquisa e inovação estão no DNA da Poli-Nutri e são forte diferencial competitivo

Na retaguarda desta força de vendas extremamente técnica e especializada, está uma área de pesquisa formada por 12 zootecnistas e veterinários, muitos com doutorado e mestrado, recrutados das melhores instituições acadêmicas do país. “Na Poli-Nutri, nossos pesquisadores encontram ambiente ideal para desenvolver programas nutricionais únicos, precisos, apropriados às condições específicas de cada produtor e criador. Dessa forma estamos sempre presentes no negócio dos clientes e conseguimos fornecer-lhesas melhoressoluções nutricionais para que consigam obter a máxima eficiência zootécnica, a maior produtividade e a máxima rentabilidade”, afirma Julio Flavio Neves, diretor-técnico de Suprimentos, Nutrição e Produtos da Poli-Nutri. 
A intensa vocação tecno-científica está no DNA da Poli-Nutri desde o início de suas operações, consequência do perfil de seus sócios fundadores, o médico-veterinário Julio Flavio Neves, oengenheiro agrônomo José Leandro Bruzeguez e o químico Lúcio Hakim, falecido há cinco anos.
Como consequência desta vocação arraigada, a Poli-Nutri investe pesadamente em pesquisa, desenvolvimento e melhoria de produtos para as melhores soluções nutricionais aos plantéis de seus clientes. Somente para análises de matérias-primas e produtos acabados, a companhia destinou R$ 1,3 milhão em 2013. “Num primeiro momento, pode parecer que um aporte importante de dinheiro em pesquisa comprometerianossa rentabilidade, sobretudo num mercado tão acirrado como o de nutrição animal. Mas, a médio e longo prazos, investir em ciência nos leva a ter produtos reconhecidos como diferenciados pelo mercado, que se traduz em aumento das vendas e da rentabilidade da Poli-Nutri”, declara o diretor de Operações, Ludovico Roberto Derubeis.
A Diretoria sabe que muitas das inovações em produtos e soluções irão exigir mudanças estruturais nas unidades fabris, gerando custos. “Mas isto jamais será um impeditivo para que busquemos a inovação em nosso negócio”, garante Leandro Bruzeguez, cuja Diretoria de Vendas, Nutrição e Formulação responde pela área técnica-científica da Companhia.
Cultivar um ambiente propício à produção científica com resultados palpáveis, às vezes, imediatos fez naturalmente com que a Poli-Nutri se tornasse atraente a pesquisadores, profissionais recém-formados e estudantes das mais respeitadas instituições acadêmicas brasileiras. “Estamos em permanente contato com universidades e centros de pesquisa para recrutar os melhores cérebros”, afirma Leandro Bruzeguez.

Segurança alimentar é preocupação constante 

Quando se atua em um mercado com uma proposta de entregar resultados superiores, o foco não pode estar tão somente sobre índices zootécnicos e econômicos. Ciente de que a área de nutrição animal é também corresponsável pelo alimento que chega à mesa do consumidor, a Poli-Nutri contribui para que seus clientes tenham um ambiente sanitariamente adequado e seguro para seus animais.“A presença constante no negócio dos clientes e as orientações técnicas de nossos técnicos colaboram para que nossos clientes mantenham um ambiente adequado, de tal forma a propiciar as condições apropriadas para que seus produtos cheguem aos consumidores com a melhor e tão necessária qualidade”, afirma Aldo BarbugliFilho, do Departamento de Vendas.
Por outro lado, a Poli-Nutri mantém rígido controle de qualidade das matérias-primas, bem como rigoroso sistema de homologação de fornecedores, que garante a recepção e utilização de ingredientes que contribuem para o atingimento dos resultados propostos e compromissados pela companhia.“Esses rígidos critérios na escolha e qualificação de fornecedores nacionais e internacionais fazem com que possamos ampliar, ainda mais, os negócios da empresa, oferecendo aosnossos clientes e ao mercado em geral ingredientes e aditivos devidamente aprovados, sempre com o selo de qualidade Poli-Nutri”, informa Sergio I.S. Beppu, do Departamento de Suprimentos e Comercialização de Matérias-Primas. 

Fonte: Ass. Imprensa da Poli-Nutri

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ABPA abre inscrições para prêmio de pesquisa aplicada durante o SIAVS 2026

Reconhecimento valoriza estudos com impacto prático na avicultura e suinocultura e prevê experiência internacional aos vencedores.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverá durante o SIAVS 2026 – Salão Internacional de Proteína Animal, maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa contempla duas distinções, voltadas à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal:

  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas, destinado a trabalhos científicos com impacto nas áreas de produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.
  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos), voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal, tema estratégico para o setor e alinhado aos princípios internacionais de One Health – no âmbito da  campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.

O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora composta por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão:

  • Relevância estratégica para o setor
  • Grau de inovação
  • Consistência metodológica
  • Aplicabilidade prática
  • Potencial de impacto na cadeia produtiva

Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.

Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.

As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Abertura de 525 mercados para o agro gera oportunidade histórica ou risco de expansão sem margem?

Diversificação de destinos pode gerar até US$ 375 bilhões em exportações, mas exige gestão de custos e precificação para garantir rentabilidade.

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Fotos: Claudio Neves

A abertura de 525 novos mercados internacionais para o agronegócio brasileiro, com potencial estimado de até US$ 375 bilhões por ano em exportações, consolida o país como um dos principais fornecedores globais de alimentos e reforça sua relevância estratégica no comércio internacional. Do ponto de vista institucional e geopolítico, trata-se de um avanço inegável. Do ponto de vista empresarial, no entanto, o aumento do acesso não pode ser confundido com geração automática de valor econômico.

A experiência mostra que expansão de mercado, quando não acompanhada por gestão rigorosa de custos e precificação adequada, tende a pressionar margens e aumentar a exposição financeira das empresas.

Exportar implica estruturas logísticas mais complexas, exigências sanitárias específicas, custos regulatórios adicionais, riscos cambiais, prazos de recebimento mais longos e maior dependência de capital de giro. Esses fatores alteram substancialmente o custo total da operação e não podem ser tratados como extensões do mercado doméstico.

Um dos erros mais recorrentes nas estratégias de internacionalização do agro é a ausência de segregação clara entre custos locais e custos de exportação. Quando a empresa utiliza uma estrutura de custos média para formar preços em diferentes mercados, acaba diluindo despesas específicas de cada canal e comprometendo a leitura real da rentabilidade por contrato, por produto e por país. O resultado é a celebração de volumes crescentes de vendas acompanhada por deterioração gradual das margens operacionais, muitas vezes percebida apenas quando o caixa

Foto: Divulgação

começa a ficar mais pressionado.

Outro ponto crítico é a formação de preços em ambientes de maior volatilidade. Oscilações cambiais, variações nos custos de frete internacional, alterações em tarifas e mudanças nos prazos de pagamento impactam diretamente a margem final, especialmente em contratos de médio e longo prazo. Sem mecanismos de proteção financeira e sem modelos de precificação que incorporem cenários de risco, a empresa transfere parte significativa da incerteza para dentro do próprio resultado.

Também é preciso considerar o efeito financeiro do crescimento acelerado. A ampliação das exportações exige maior investimento em estoques, transporte, certificações e estrutura comercial, elevando a necessidade de capital de giro. Em um ambiente de juros estruturalmente mais altos, esse custo financeiro passa a ser componente relevante da margem e precisa ser tratado como parte integrante da estratégia de preço, não como despesa posterior absorvida pelo resultado.

Nesse contexto, cresce a importância da análise de margem real, e não apenas do faturamento ou da participação em novos mercados. Empresas que operam com foco exclusivo em volume tendem a mascarar ineficiências operacionais e decisões comerciais mal calibradas, sustentadas temporariamente por crescimento de receita, mas estruturalmente frágeis do ponto de vista financeiro. Crescer sem margem é, na prática, uma forma de destruição de valor em escala ampliada.

Para que a abertura de mercados se traduza em resultado sustentável, é indispensável avançar em três frentes: modelos de custeio mais precisos, que permitam identificar com clareza a rentabilidade por mercado e por canal; políticas de precificação que considerem riscos financeiros, fiscais e logísticos específicos de cada operação; e integração efetiva entre áreas comercial, financeira e operacional na tomada de decisão. Sem essa visão sistêmica, a empresa passa a competir apenas por preço, abrindo mão de margem para ganhar contratos que não se sustentam no médio prazo.

Foto: Divulgação/Porto de Santos

O ano de 2026 tende a ser decisivo nesse processo. A ampliação do acesso a mercados cria oportunidades relevantes, mas também eleva o grau de exigência na gestão. Empresas que dominarem seus custos, entenderem sua estrutura de margem e tomarem decisões baseadas em dados terão condições de transformar expansão em rentabilidade. As demais correm o risco de crescer em complexidade, exposição financeira e dependência de crédito, sem a correspondente geração de valor econômico.

A abertura de 525 mercados é, sem dúvida, uma conquista estratégica para o país. Para as empresas do agro, porém, o verdadeiro diferencial competitivo não estará apenas na capacidade de vender mais, mas na competência de vender com margem, previsibilidade e sustentabilidade financeira. Em um cenário global cada vez mais competitivo, não será o tamanho da operação que definirá a perenidade dos negócios, mas a qualidade das decisões econômicas que sustentam essa expansão.

Fonte: Artigo escrito por Fabiano Coelho, PhD em Ciências Contábeis.
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Exportações agropecuárias ganham alternativa para evitar gargalos no Golfo Pérsico

Exigência sanitária turca levou à criação de certificado específico para cargas em trânsito, permitindo passagem e armazenagem temporária de produtos de origem animal sem interrupção do fluxo ao Oriente Médio e à Ásia Central, mesmo com as restrições no Estreito de Ormuz.

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Foto: Claudio Neves

O Brasil garantiu a continuidade de uma rota alternativa via Turquia para o envio de exportações agropecuárias, diante das restrições no Estreito de Ormuz. A solução foi negociada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Com isso, a estrutura portuária turca segue como opção importante para cargas brasileiras com destino ao Oriente Médio e à Ásia Central, permitindo que as mercadorias sigam viagem sem a necessidade de passar pelo Golfo Pérsico.

Foto: Vosmar Rosa/MPOR

Essa rota já era utilizada por exportadores brasileiros. No entanto, a Turquia passou a exigir novas regras sanitárias para produtos sujeitos ao controle veterinário oficial, como os de origem animal. Para evitar prejuízos ao fluxo das exportações, foi negociado o Certificado Veterinário Sanitário para Produtos Sujeitos a Controles Veterinários em Trânsito Direto pela República da Turquia ou para Armazenamento Temporário com Destino à Expedição para outro País/Navio.

Na prática, o documento permite que mercadorias brasileiras, especialmente produtos de origem animal, atravessem o território turco ou fiquem armazenadas temporariamente no país antes de seguirem para o destino final.

A medida confere mais segurança e previsibilidade aos exportadores brasileiros em um momento de instabilidade nas rotas internacionais e reforça a atuação do Mapa para manter o comércio agropecuário brasileiro em funcionamento.

Fonte: Assessoria Mapa
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