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Antimicrobianos devem ser utilizados de forma racional nas granjas

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Foto: Nelson Mores/ Embrapa

Os antimicrobianos têm uma história positiva de combate aos agentes patogênicos que afetam aves e suínos. Entretanto, o uso indiscriminado dessas substâncias pode mais prejudicar do que auxiliar, fazendo com que as bactérias criem resistência à sua ação. “Muitas vezes, os antimicrobianos são utilizados para corrigir problemas de manejo como um ‘fator de segurança’. Por isso, é importante ter sempre o acompanhamento de um médico veterinário para a utilização de maneira consciente, escolhendo da forma mais adequada os tratamentos e respeitando o tempo que devem ser realizados. Tudo isso levando em conta as necessidades reais para combater os micro organismos. Afinal, eles são os responsáveis técnicos e, como tal, contribuem para disseminar a informação correta e segura”, alerta Ana Caselles, gerente técnica regional da Sanphar Saúde Animal.

A resistência aos antimicrobianos não é o único problema que o uso inadequado dos medicamentos pode causar. O excesso pode ter efeitos tóxicos nos animais, comprometendo sua saúde e bem-estar, podendo leva-los à morte. Esses exageros podem, ainda, comprometer a saúde humana, visto que podem haver resíduos de molécula na carne que será consumida caso, assim como as doses, os períodos de carência não forem seguidos.

Ana Caselles explica que o uso racional dos antimicrobianos não configura, exatamente, em diminuição do seu uso, mas em utilização adequada. Ela ressalta o importante papel dos veterinários, profissionais responsáveis que lideram as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento nos animais. E isso passa, necessariamente, por medidas de biosseguridade. “A vacinação e o manejo sanitário correto da granja também são essenciais. Além desses cuidados, quando houver necessidade os veterinários devem receitar antimicrobianos que combatam os agentes infecciosos específicos, seja com administração via água de bebida, ração ou injetável”.

A gerente técnica da Sanphar América Latina explica que os antimicrobianos mais adequados para a saúde animal são aqueles que eliminam o agente infeccioso e que, para ter essa informação, são necessários alguns procedimentos, como o isolamento da bactéria, realizar antibiograma e, assim, avaliar a resistência ao antibiótico.

Ana Caselles reforça que, para que os antimicrobianos continuem eficazes no tratamento dos animais, é preciso que tais medicamentos sejam utilizados de maneira adequada conforme as orientações dos veterinários, assim como as indicações de uso dos fabricantes.

“A Sanphar tem o compromisso com os clientes e com a produção animal fornecendo não apenas antimicrobianos seguros e de alta qualidade, mas também informações de uso correto dos medicamentos, treinamento e educação sanitária para clientes e distribuidores, de modo que tenham ciência e responsabilidade na administração correta das moléculas”, conclui Ana Caselles.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Difusão de conteúdo técnico e inovação marcam participação da Vetanco no SBSA 2021

Nesta edição, outra novidade apresentada pela Vetanco foi o Happy Hour do Galo, em substituição ao tradicional Jantar do Galo, que não pode ser realizado de forma presencial devido aos protocolos de enfrentamento à pandemia de Covid-19

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Foto: Divulgação

O Nucleovet/SC – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, realizou o 21º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e 12ª Brasil Sul Poultry Fair, totalmente on-line. O evento contou com o apoio da Vetanco, assim como acontece desde a primeira edição. Para o Gerente Comercial – Aves Sul da Vetanco, médico-veterinário Mauro Renan Felin, o evento caracterizou-se como inovador. “Mais uma vez, o Nucleovet superou as expectativas de inscrições, já se posicionando como um evento de alto nível e, para 2022, deve ser promovido num modelo híbrido”, destaca.

A Vetanco participou do SBSA com estande virtual, onde disponibilizou conteúdo técnico variado como, por exemplo, a terceira edição do e-Book Micotoxinas: prevalência na América Latina – edição 2020, lançado na última semana de março deste ano. Além disso, profissionais do time Vetanco prestaram auxílio aos visitantes do estande através de chat. “A proposta foi muito bem recebida pelos nossos clientes. Todos os materiais foram disponibilizados para download, com muitos acessos, principalmente o e-Book sobre as micotoxinas. Também apresentamos um vídeo institucional, que teve um retorno muito bacana, deixou uma mensagem bastante positiva”, explica o Gerente Comercial – Aves Norte da Vetanco, médico-veterinário Bruno Milagres.

 

Happy Hour do Galo

Nesta edição, outra novidade apresentada pela Vetanco foi o Happy Hour do Galo, em substituição ao tradicional Jantar do Galo, que não pode ser realizado de forma presencial devido aos protocolos de enfrentamento à pandemia de Covid-19. “Fechamos com chave de ouro o SBSA com o Happy Hour do Galo, uma live que contou com a participação de mais de 400 pessoas”, comemora Felin.

O mesmo sentimento é compartilhado por Milagres, que ressalta a participação massiva dos clientes e feedbacks muito positivos. “Tanto para o SBSA quanto para a live, muitos clientes nos retornaram de forma muito positiva. Acredito que o objetivo foi atingido, pois conseguimos levar conhecimento, entretenimento e juntamos pessoas do Brasil inteiro: do Sudeste, do Nordeste, do Norte, Centro-oeste e do Sul, ouvindo a mesma música, batendo papo pelo chat da live, pelos grupos de WhatsApp, então, acredito que a Vetanco se superou mais uma vez, como sempre fizemos no SBSA”, avalia.

live foi transmitida pelo canal da Vetanco no YouTube a partir da Cave – Casa dos Amigos e Colaboradores da Vetanco. Contou com a apresentação do médico-veterinário Adair Junior Alves, Coordenador de Território – Aves. Busque por Vetanco no YouTube, inscreva-se no canal e receba as atualizações.

Fonte: Assessoria
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Katayama Alimentos aposta no posicionamento da marca

Indústria avícola investe pesado em comunicação digital e canais de aproximação com o consumidor final para mostrar que ovo não é tudo igual

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Durante os últimos três anos, a Katayama Alimentos mostrou ao mercado que veio para ocupar os degraus mais altos do ranking das indústrias avícolas do Brasil. Fundada em 1942, por imigrantes japoneses com uma modesta granja de 250 pintainhas, em Guararapes (SP), cinco anos depois, a produção de ovos já era a maior da região e, desde então, não para de crescer. Em 2020, a empresa trabalhou com 4 milhões de aves entre recria e postura.

Hoje a Katayama Alimentos conta com uma área construída de mais de 60 mil m2, com equipamentos produtivos e sistemas de gestão de última geração, os mesmos utilizados nos países mais avançados. Aliando inovação e comprometimento com o crescimento sustentável, incrementou sua produção em mais de 145% na última década e construiu o mais moderno parque produtivo avícola de postura da América do Sul.

A Katayama Alimentos nunca acreditou que ovo é tudo igual e, por isso, focou o seu olhar no crescimento com excelência em qualidade. Atualmente, as aves vivem em ambientes climatizados, tranquilos e sem contato com outras espécies de animais. O manejo é cuidadoso e conta com um programa de vacinação eficiente; as aves recebem água tratada e alimentação balanceada, produzida dentro do complexo produtivo da unidade.

“É explícito o cuidado da companhia com a capacidade produtiva, seja em relação aos equipamentos de última geração instalados no parque fabril, seja no cuidado sanitário e na política de biosseguridade, ambos muito rigorosos”, destaca Marise Araújo, sócia-fundadora da Step Stone Consultoria e especialista em Estratégia & Marketing. “O moderno parque produtivo, aliado à produção em grande escala de ovos 100% livres de antibióticos, garante a produção de ovos de qualidade e seguros para uma alimentação saudável do consumidor.”

Ações e Inovações

Para fortalecer sua marca, tornando-se referência na produção de ovos, a Katayama Alimentos vem investindo em várias frentes, com um robusto plano de marketing, que incluiu desde a atualização de sua identidade visual, passando por ações de trade marketing até a geração de conteúdo de valor – que ressalta a importância de se consumir um alimento seguro e de alta qualidade. Todo esse volume de informação é distribuído por meio de várias ferramentas digitais, como site e hotsites, redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube), newsletters e webséries.

Um dos objetivos da criação dos canais digitais é a “descomoditização” do ovo, aliado a um processo de modernização da marca, colocando o produto em destaque e tornando-o individualizado em seu segmento. A ideia é mostrar, por meio de conteúdos relevantes, que ovo não é tudo igual.

“Através dos canais digitais, temos a oportunidade de apresentar nossos diferenciais e nosso compromisso e responsabilidade em produzir alimentos que garantam a segurança desde a origem até a mesa do consumidor. Esse vínculo aproxima a marca dos consumidores, pois reforçamos benefícios e a qualidade do nosso produto, e ainda fornecemos dicas, informações nutricionais e receitas interessantes”, destaca Regina Romanini, Gestora de Marketing da Katayama Alimentos.

“É muito evidente a preocupação da Katayama Alimentos com a marca, sempre procurando inovar, e a atenção dedicada ao cliente, que ultrapassa a relação convencional de compra e venda, buscando encantar o consumidor a todo momento”, afirma Marise Araújo, que acrescenta: sem dúvida a Katayama Alimentos é uma das principais empresas do Brasil neste segmento, seja pelo volume produzido ou pela visibilidade e reputação que desfruta no mercado”.

Fonte: Assessoria.
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Parasitas desafiam resultado produtivo e econômico na suinocultura

Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso

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Divulgação Syntec

Ácaros, vermes, moscas, pulgas, carrapatos, piolhos. Os parasitas externos e internos estão entre os principais inimigos da suinocultura. “Eles são implacáveis desde o nascimento dos leitões até os animais em terminação, incluindo as fêmeas em idade reprodutiva. Estudos da Embrapa Suínos e Aves indicam que os parasitas podem representar até 40% de perdas em ganho de peso, comprometendo o resultado econômico da atividade”, ressalta o médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos da Syntec do Brasil.

“A prevenção das enfermidades causadas por parasitas externos começa pelo eficiente controle ambiental. No caso dos parasitas internos, é necessário ter em mãos potentes vermífugos. O problema é sério e precisa ser combatido”, ressalta Thales Vechiato, citando as parasitoses gastrointestinais e pulmonares como os mais importantes desafios internos e a sarna e as miíases como parasitores externas.

“Importante destacar que os parasitas podem atacar diversos órgãos dos suínos, prejudicando-os em diferentes funções e também em termos de desempenho zootécnico. A maioria dos parasitas internos encontra-se no trato gastrointestinal. Além de competir pela absorção de nutrientes, prejudicam as paredes intestinais predispondo a doenças bacterianas oportunistas. Já os parasitas externos provocam ‘irritação’ no suínos, que deixam de se alimentar ou ingerir água, além de também causar lesões cutâneas”, explica o médico veterinário.

Thales Vechiato recomenda o tratamento dos parasitas com endectocidas à base de ivermectina. Essa categoria de produtos combate parasitas internos e auxilia no controle dos externos, simultaneamente. A Syntec do Brasil oferece Synmectin, antiparasitário injetável de amplo espectro de ação, indicado para o controle e tratamento dos principais parasitas externos e internos que afetam não apenas suínos, mas também bovinos e ovinos, como os vermes gastrointestinais, vermes pulmonares, vermes redondos, ácaros e carrapatos.

“Os parasitas representam um problema de complexidade para solução, mas há medicamentos eficazes à disposição dos produtores de animais que devem ser associados a programas sanitários estratégicos para combatê-los com eficácia”, assinala Thales Vechiato.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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