Empresas Saúde Animal
Ano de transformação Polinutri
No ano em que se comemorou seus 30 anos de atuação no mercado, a Polinutri, empresa especializada em saúde e nutrição animal, remodela sua atuação para atender ainda mais e melhor

São Paulo, 20 de dezembro de 2019 – 2019 entrou para os anais da história da Polinutri, empresa especializada em nutrição e saúde animal presente na vida dos produtores rurais há três décadas. A companhia iniciou o ano de forma revitalizada apresentando para o mercado sua nova estratégia de comunicação e na sequência mais um importante anúncio, a chegada do novo diretor-presidente, o primeiro profissional a assumir a companhia sem vínculo societário.
Mas, para chegar até este ponto, não foi uma decisão do dia para a noite conforme explica o gerente de marketing da Polinutri, Luís Gustavo Lemos. “Costumo dizer que a revitalização da marca foi a cereja do bolo, pois ela contempla a parte final de dois anos de planejamento e estudo de mercado que apontaram inúmeros direcionadores. Entendemos que os padrões atuais de consumo do mercado de nutrição e saúde animal estão em mudança, onde produtos rapidamente se transformam em commodities, com os grandes players do mercado operando em níveis tecnológicos muito similares e a relação efetiva com o parceiro se torna o fio condutor para a realização dos negócios. Um nível de compromisso que não está atrelado somente aos resultados zootécnicos e econômicos, mas ao compromisso real com a cadeia de valor do cliente”, salienta Luís Gustavo e completa: “Está implícito no slogan ‘Juntos Vamos Mais Longe’ que a Polinutri quer ser a melhor parceira na nutrição e saúde animal, inserida de forma ativa nos negócios de nossos clientes.”
Todo este trabalho de posicionamento apresentado em janeiro foi coroado com a chegada do diretor-presidente da Polinutri, Paulo Roberto Andrade, executivo com vasta experiência de mercado que assumiu a governança da companhia em março. “Este foi um ano importante porque marca um novo momento de profissionalização da companhia, acompanhado pelos 30 anos de fundação”, inclui o diretor-presidente.
De acordo com ele, em 2019 a companhia deu seus passos objetivando a criação de um ambiente de negócios capaz de introduzir melhorias em todos os processos das operações Polinutri. “Houveram melhorias estruturais, para que as operações passassem a ser mais leves e menos hierárquicas, com a entrega de respostas ainda mais rápidas para os clientes”. Além disso, destaca Paulo Roberto de Andrade, foi um ano de revisão de todos os processos chave, visando identificar desafios e oportunidades em termos de custo, venda, qualidade e atendimento ao cliente. “Existe um grande movimento dentro da organização para torna-la mais jovem, dinâmica e responsiva, sem abrir mão dos valores fundadores e amplamente reconhecidos pelo mercado: qualidade, seriedade e entrega da promessa, ou seja, o compromisso assumido com o mercado ao longo desses 30 anos.”
É importante mencionar que em 2019 a empresa esteve presente em mais de 30 eventos entre congressos, seminários e exposições como forma de fortalecer seu novo posicionamento. Já para 2020, a expectativa do diretor-presente é aumentar o faturamento. “Este será o grande desafio para o próximo ano”, aponta Paulo Roberto de Andrade.
Uma linha inovadora de pensamento. Adequação do posicionamento técnico e comercial deram o tom da Unidade de Negócios Aquacultura Polinutri em 2019. Quem fala sobre os trabalhos que desencadearam esta nova estrutura é o líder da BU, Aldo Barbugli. “Foi um grande esforço coletivo, já que a linha destinada para peixes e camarões precisava de um novo olhar. Revisamos a estruturação fabril e desenvolvemos novas linhas de produtos capazes de gerar resultados expressivos tanto para empresa quanto para os produtores”, discorre.
Ele destaca que o resultado deste projeto foi extremamente positivo e passou, uma boa parte, pelo estudo de novos ingredientes, entendendo as necessidades de cada mercado através de pesquisas realizadas mundo afora. “Os ganhos foram excelentes, por isso fizemos lançamentos importantes, tais como: Aquanat, Aquanat Inverno, Essential Fish e Natus, uma reforma completa no portfólio”, desenha Aldo.
Sobre 2020, Aldo é enfático: “Estamos otimistas, mas com os pés no chão. Isso porque o agronegócio vai bem e o produtor está capitalizado podendo pagar as dívidas do passado. Outro dado importante está na diferença menor da faixa de preço entre a carne de peixe e o boi, podendo impactar de forma positiva o consumo de peixe em 2020, mesmo a proteína não fazendo parte da cesta de compra dos consumidores brasileiros. Creio que será um ano positivo para o peixe. O camarão se manterá no mesmo patamar”, conclui.
Novos caminhos, promessas concretizadas. A Unidade de Negócios Avicultura Polinutri também foi motivo de comemoração em 2019. Lucielma Holtz, gerente da operação, salienta que a unidade cresceu ampliando sua penetração de mercado no âmbito nacional e internacional apoiada na chegada do novo CEO, através de mais flexibilidade nas negociações e melhorias no atendimento ao cliente. “Já internamente, aceleramos o trabalho de reforço de marca, através de nosso slogan ‘Juntos vamos mais longe’, realizamos novas contratações para aumentar a cobertura de mercado, além da redução dos custos operacionais”, reforça Lucielma.
A gestora salienta a importância da presença da Polinutri nas feiras e eventos ligados à avicultura. “Estivemos presentes nas melhores feiras do Brasil e avaliamos a importância de encontrar com clientes e trocar experiência, além de apresentar nossas novidades com expectativas de fechamento de negócios, as feiras e eventos de 2019 abriram leques de oportunidades.”
Para 2020, a gerente vê com otimismo o setor, uma vez que com o crescimento das exportações de aves haverá aumento de investimento nas infraestruturas dos galpões para obter melhores resultados de campo. “Daí entra a Polinutri, entregando resultados econômicos e zootécnicos para os avicultores. Isso porque, além dos produtos contamos com uma equipe preparada para atender todas as necessidades do produtor em 2020. Esperamos crescimento de 15% em faturamento por meio de uma estratégia robusta para trazer a lucratividade esperada”, completa.
Ano bom para a suinocultura. Aumento das exportações e a melhora do preço pago ao produtor iniciado em setembro deste ano conduziram as operações da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri. Somado ao cenário positivista, a divisão ao longo de 2019 fez frente a diversos encontros técnicos e exposições com a missão de contribuir tecnologicamente com o mercado. Além disso, apresentou novos produtos em parceria com a Liprovit.
Proteína vermelha e branca. Um setor com margens apertadas que requer atenção econômica e zootécnica. Este é o fio condutor da Unidade de Negócio Ruminantes da Polinutri, área gerenciada por Alexandre Siqueira, profissional que comemora o ano pelo crescimento acima das expectativas. “Tivemos um crescimento de 34% em comparação a 2018”, comemora.
Dentro de um mercado acirrado devido ao volume de empresas do mesmo segmento, ele salienta que este desempenho ocorreu pelo compromisso da companhia de entregar produtos e assistência capazes de atender as reais necessidades de cada um de seus clientes. “Em 2019 confirmamos que estamos no rumo certo, passo a passo fidelizamos e conquistamos novos clientes que reconheceram na Polinutri uma excelente parceira para sucesso de seus negócios seja na pecuária de corte ou de leite”, inclui e prevê ritmo melhor ou igual para 2020. “Teremos mais contratações para atender este crescimento sustentável que a unidade de negócios vem obtendo”, confirma Alexandre Siqueira.
Dedicação voltada para criadores e hobbistas. Pegando carona nesta tônica o Gerente da Unidade de Negócios Aqua Ornamental, Guilherme Gonçalves analisa as operações de 2019. “Em 2019 reestruturamos a linha Cor & Cria, destinada aos criadores de peixes ornamentais, oferecendo uma nutrição mais robusta e completa, proporcionando maior desenvolvimento e qualidade de vida aos peixes”, salienta.
O profissional destaca que o ano também foi importante para o desenvolvimento do setor pelo variado número de eventos voltados ao Aquarismo, o que contribuiu para maior visualização do segmento e valorização do hobby. “O mercado se manteve aquecido, notou-se um aumento na produção de peixes, consequentemente demandada pelo mercado consumidor, que por sua vez impulsionou as vendas de rações e equipamentos”, salienta.
Presente nas principais exposições de peixes ornamentais do país, eventos técnicos do segmento e feiras internacionais, Guilherme enfatiza que desta forma a Polinutri reforçou seu interesse e tecnologias presentes em seu portfólio. “Foi de suma importância nossa presença fomentando o Aquarismo e fortalecendo o hobby no Brasil.”
Já para o próximo ano as expectativas se mantem positivas. “A expectativa são as melhores, apresentaremos para o mercado a nova linha de produtos – Chronos Fish – direcionado para o mercado varejista. É um produto que carrega a excelência Polinutri, testado e aprovado por criadores e hobbystas profissionais”, completa Guilherme.

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs
Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.
Os benefícios da nutrição de precisão
Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.
Jefo e a tecnologia de microencapsulação
Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.
Destaques no SIAVS 2026
Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:
• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;
• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;
• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;
• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;
• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.
“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.
No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.
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Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.
O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico
O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.
Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos
Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).
No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.
Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.
Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico
Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos
Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.
As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico
Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2. A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.
Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!
Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.
Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!
Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1
1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira
Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.
A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.
“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.
Tecnologia global direto na fonte
O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.
“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.
Distribuição estratégica pelo território nacional
A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.
“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.






