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Empresas Saúde Animal

Ano de transformação Polinutri

No ano em que se comemorou seus 30 anos de atuação no mercado, a Polinutri, empresa especializada em saúde e nutrição animal, remodela sua atuação para atender ainda mais e melhor

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São Paulo, 20 de dezembro de 2019 – 2019 entrou para os anais da história da Polinutri, empresa especializada em nutrição e saúde animal presente na vida dos produtores rurais há três décadas. A companhia iniciou o ano de forma revitalizada apresentando para o mercado sua nova estratégia de comunicação e na sequência mais um importante anúncio, a chegada do novo diretor-presidente, o primeiro profissional a assumir a companhia sem vínculo societário.

Mas, para chegar até este ponto, não foi uma decisão do dia para a noite conforme explica o gerente de marketing da Polinutri, Luís Gustavo Lemos. “Costumo dizer que a revitalização da marca foi a cereja do bolo, pois ela contempla a parte final de dois anos de planejamento e estudo de mercado que apontaram inúmeros direcionadores. Entendemos que os padrões atuais de consumo do mercado de nutrição e saúde animal estão em mudança, onde produtos rapidamente se transformam em commodities, com os grandes players do mercado operando em níveis tecnológicos muito similares e a relação efetiva com o parceiro se torna o fio condutor para a realização dos negócios. Um nível de compromisso que não está atrelado somente aos resultados zootécnicos e econômicos, mas ao compromisso real com a cadeia de valor do cliente”, salienta Luís Gustavo e completa: “Está implícito no slogan ‘Juntos Vamos Mais Longe’ que a Polinutri quer ser a melhor parceira na nutrição e saúde animal, inserida de forma ativa nos negócios de nossos clientes.”

Todo este trabalho de posicionamento apresentado em janeiro foi coroado com a chegada do diretor-presidente da Polinutri, Paulo Roberto Andrade, executivo com vasta experiência de mercado que assumiu a governança da companhia em março. “Este foi um ano importante porque marca um novo momento de profissionalização da companhia, acompanhado pelos 30 anos de fundação”, inclui o diretor-presidente.

De acordo com ele, em 2019 a companhia deu seus passos objetivando a criação de um ambiente de negócios capaz de introduzir melhorias em todos os processos das operações Polinutri. “Houveram melhorias estruturais, para que as operações passassem a ser mais leves e menos hierárquicas, com a entrega de respostas ainda mais rápidas para os clientes”. Além disso, destaca Paulo Roberto de Andrade, foi um ano de revisão de todos os processos chave, visando identificar desafios e oportunidades em termos de custo, venda, qualidade e atendimento ao cliente. “Existe um grande movimento dentro da organização para torna-la mais jovem, dinâmica e responsiva, sem abrir mão dos valores fundadores e amplamente reconhecidos pelo mercado: qualidade, seriedade e entrega da promessa, ou seja, o compromisso assumido com o mercado ao longo desses 30 anos.”

É importante mencionar que em 2019 a empresa esteve presente em mais de 30 eventos entre congressos, seminários e exposições como forma de fortalecer seu novo posicionamento. Já para 2020, a expectativa do diretor-presente é aumentar o faturamento. “Este será o grande desafio para o próximo ano”, aponta Paulo Roberto de Andrade.

Uma linha inovadora de pensamento. Adequação do posicionamento técnico e comercial deram o tom da Unidade de Negócios Aquacultura Polinutri em 2019. Quem fala sobre os trabalhos que desencadearam esta nova estrutura é o líder da BU, Aldo Barbugli. “Foi um grande esforço coletivo, já que a linha destinada para peixes e camarões precisava de um novo olhar. Revisamos a estruturação fabril e desenvolvemos novas linhas de produtos capazes de gerar resultados expressivos tanto para empresa quanto para os produtores”, discorre.

Ele destaca que o resultado deste projeto foi extremamente positivo e passou, uma boa parte, pelo estudo de novos ingredientes, entendendo as necessidades de cada mercado através de pesquisas realizadas mundo afora. “Os ganhos foram excelentes, por isso fizemos lançamentos importantes, tais como: Aquanat, Aquanat Inverno, Essential Fish e Natus, uma reforma completa no portfólio”, desenha Aldo.

Sobre 2020, Aldo é enfático: “Estamos otimistas, mas com os pés no chão. Isso porque o agronegócio vai bem e o produtor está capitalizado podendo pagar as dívidas do passado. Outro dado importante está na diferença menor da faixa de preço entre a carne de peixe e o boi, podendo impactar de forma positiva o consumo de peixe em 2020, mesmo a proteína não fazendo parte da cesta de compra dos consumidores brasileiros. Creio que será um ano positivo para o peixe. O camarão se manterá no mesmo patamar”, conclui.

Novos caminhos, promessas concretizadas. A Unidade de Negócios Avicultura Polinutri também foi motivo de comemoração em 2019. Lucielma Holtz, gerente da operação, salienta que a unidade cresceu ampliando sua penetração de mercado no âmbito nacional e internacional apoiada na chegada do novo CEO, através de mais flexibilidade nas negociações e melhorias no atendimento ao cliente. “Já internamente, aceleramos o trabalho de reforço de marca, através de nosso slogan ‘Juntos vamos mais longe’, realizamos novas contratações para aumentar a cobertura de mercado, além da redução dos custos operacionais”, reforça Lucielma.

A gestora salienta a importância da presença da Polinutri nas feiras e eventos ligados à avicultura. “Estivemos presentes nas melhores feiras do Brasil e avaliamos a importância de encontrar com clientes e trocar experiência, além de apresentar nossas novidades com expectativas de fechamento de negócios, as feiras e eventos de 2019 abriram leques de oportunidades.”

Para 2020, a gerente vê com otimismo o setor, uma vez que com o crescimento das exportações de aves haverá aumento de investimento nas infraestruturas dos galpões para obter melhores resultados de campo. “Daí entra a Polinutri, entregando resultados econômicos e zootécnicos para os avicultores. Isso porque, além dos produtos contamos com uma equipe preparada para atender todas as necessidades do produtor em 2020. Esperamos crescimento de 15% em faturamento por meio de uma estratégia robusta para trazer a lucratividade esperada”, completa.

Ano bom para a suinocultura. Aumento das exportações e a melhora do preço pago ao produtor iniciado em setembro deste ano conduziram as operações da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri. Somado ao cenário positivista, a divisão ao longo de 2019 fez frente a diversos encontros técnicos e exposições com a missão de contribuir tecnologicamente com o mercado. Além disso, apresentou novos produtos em parceria com a Liprovit.

Proteína vermelha e branca. Um setor com margens apertadas que requer atenção econômica e zootécnica. Este é o fio condutor da Unidade de Negócio Ruminantes da Polinutri, área gerenciada por Alexandre Siqueira, profissional que comemora o ano pelo crescimento acima das expectativas. “Tivemos um crescimento de 34% em comparação a 2018”, comemora.

Dentro de um mercado acirrado devido ao volume de empresas do mesmo segmento, ele salienta que este desempenho ocorreu pelo compromisso da companhia de entregar produtos e assistência capazes de atender as reais necessidades de cada um de seus clientes. “Em 2019 confirmamos que estamos no rumo certo, passo a passo fidelizamos e conquistamos novos clientes que reconheceram na Polinutri uma excelente parceira para sucesso de seus negócios seja na pecuária de corte ou de leite”, inclui e prevê ritmo melhor ou igual para 2020. “Teremos mais contratações para atender este crescimento sustentável que a unidade de negócios vem obtendo”, confirma Alexandre Siqueira.

Dedicação voltada para criadores e hobbistas. Pegando carona nesta tônica o Gerente da Unidade de Negócios Aqua Ornamental, Guilherme Gonçalves analisa as operações de 2019. “Em 2019 reestruturamos a linha Cor & Cria, destinada aos criadores de peixes ornamentais, oferecendo uma nutrição mais robusta e completa, proporcionando maior desenvolvimento e qualidade de vida aos peixes”, salienta.

O profissional destaca que o ano também foi importante para o desenvolvimento do setor pelo variado número de eventos voltados ao Aquarismo, o que contribuiu para maior visualização do segmento e valorização do hobby. “O mercado se manteve aquecido, notou-se um aumento na produção de peixes, consequentemente demandada pelo mercado consumidor, que por sua vez impulsionou as vendas de rações e equipamentos”, salienta.

Presente nas principais exposições de peixes ornamentais do país, eventos técnicos do segmento e feiras internacionais, Guilherme enfatiza que desta forma a Polinutri reforçou seu interesse e tecnologias presentes em seu portfólio. “Foi de suma importância nossa presença fomentando o Aquarismo e fortalecendo o hobby no Brasil.”

Já para o próximo ano as expectativas se mantem positivas. “A expectativa são as melhores, apresentaremos para o mercado a nova linha de produtos – Chronos Fish – direcionado para o mercado varejista. É um produto que carrega a excelência Polinutri, testado e aprovado por criadores e hobbystas profissionais”, completa Guilherme.

Fonte: Assessoria
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Como a produtividade da soja aumenta com um inverno bem conduzido

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A produtividade da soja é favorecida em diversos aspectos pela presença de uma boa lavoura de inverno. Cobrir o solo na entre safra é uma opção rentável tanto para as pequenas, médias, como nas grandes propriedades. As culturas de inverno diversificam a fonte de renda, além de promover melhoras significativas no sistema de produção como um todo. Essa é a principal temática do Giro Técnico Digital Brasil, evento promovido pela Biotrigo Genética, que contará com o painel ‘Como colher mais soja fortalecendo o sistema produtivo no inverno’.  Telmo Amado, mestre e doutor em Ciência do Solo, e Mauro Rizzardi, mestre e doutor em Fitotecnia, abordarão os principais detalhes sobre o manejo de solo e de ervas daninhas, respectivamente.

Buscando maior imersão na realidade e demandas dos produtores, o Giro Técnico também contará com a apresentação de uma grande diversidade quanto às realidades do agro brasileiro, com demandas distintas e todo o potencial do campo, apresentadas diretamente de dez fazendas tritícolas do Brasil. O evento acontece dia 29 de setembro, a partir das 8h30 e conta com transmissão ao vivo através do canal no YouTube da Biotrigo Genética, assim como na página do Facebook. As inscrições podem ser realizadas de forma gratuita, através do site biotrigo.com.

 

Manejo de solo e de plantas daninhas

Para o professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Telmo Amado, um solo descoberto no inverno pode causar relevantes consequências na lavoura, como a degradação do solo. “A erosão arrasta a camada superficial do solo, que é a mais rica em matéria orgânica e nutrientes, gerando grande impacto e comprometendo a produtividade”. Por outro lado, a introdução do trigo, assim como de outras culturas de inverno, no sistema produtivo, tem importante valor como ferramenta de manejo para as culturas de verão. Segundo Telmo, o impacto da gota da chuva é responsável por 90% da erosão e ter um cultivo durante o inverno é algo muito efetivo para proteção do solo, já que suas raízes acabam por favorecer a agregação do solo e a infiltração da água, além de potencializar a cultura da soja.

Outro fator que contribui para a redução de produtividade da cultura de verão são as plantas daninhas. Conforme Mauro Rizzardi, o cultivo do trigo no inverno é uma ótima oportunidade para reduzir a infestação dessas plantas no sistema. “A presença do trigo permite a quebra na multiplicação de espécies daninhas como buva e azevém, hoje resistentes a herbicidas com diferentes mecanismos de ação”, explica Rizzardi. Assim como no caso da erosão, mencionada por Amado, a cobertura proporcionada pelo trigo é benéfica ao sistema, por reduzir o fluxo de emergência das plantas daninhas, que precisam de luz para a germinação. “Além disso, a semeadura do trigo no limpo e a adoção de práticas adequadas de controle na cultura diminuem a presença e o número de espécies daninhas na cultura em sucessão, neste caso a soja”, explica.

 

Rateio dos custos fixos da lavoura com a soja

Para o gerente comercial para a América Latina da Biotrigo, Fernando Michel Wagner, é de fundamental importância o cultivo de uma cultura de inverno, independentemente de qual seja, visando reforçar o sistema produtivo da soja. “Precisamos direcionar esforços para que consigamos ter sucesso no verão com a soja, responsável pela maior renda dentro das propriedades que cultivam grandes culturas. Temos que proteger esse sistema, e o trigo gera renda no inverno”, indica Fernando. Para ele, a melhor gestão das propriedades durante o inverno contribui para a sustentabilidade da agricultura como um todo.

 

Mais segurança na lavoura

No giro pelas fazendas, o agricultor de Apucarana/PR, Pedro Henrique Cortinova, comenta os desafios e avanços no cultivo do trigo ao longo das últimas quatro décadas. No verão, é semeada soja na Fazenda Cortez e no inverno, o trigo. Segundo Pedro, no plantio do trigo é comum a diminuição das chuvas e com isso o gerenciamento das épocas de semeadura é importante. O produtor também destaca que a germinação na espiga se torna um problema a partir do momento em que a época preferencial de plantio avança no calendário. “Temos semeado cada vez mais tarde pelo atraso das chuvas. Consequentemente, a colheita também atrasa e ocorre junto à volta da estação das chuvas, em setembro. E se não trabalharmos com cultivares que tenham tolerância à germinação na espiga, nós e o mercado consumidor teremos muitos problemas”, comenta. Além desse fator, Pedro também destaca a constante dificuldade com o controle de doenças de espiga e, sobretudo, de brusone, reforçando ainda mais o papel do melhoramento genético.

Descendo ao Sul do Brasil, Elson Uggeri, de Entre Ijuís/RS, também demonstra preocupação em relação à germinação na espiga. Contudo, segundo ele, o problema tem sido cada vez mais contornado, devido às novas tecnologias de produção e avanços realizados pelos programas de melhoramento, dando-as maior resistência no quesito. Outro fator preocupante para Elson é a giberela, sobretudo na região das Missões. “Aqui, temos chuvas frequentes na fase de florescimento do trigo, o que propicia que o fungo infecte a flor e se desenvolva, resultando na doença”, conta o produtor.

Para esses cenários, uma nova ferramenta surge com grande potencial de auxiliar o produtor na busca por mais segurança na lavoura, sem afetar a produtividade da colheita. De acordo com o gerente regional sul da Biotrigo Genética, Tiago De Pauli, o TBIO Trunfo destaca-se por seu elevado potencial produtivo, aliado à sanidade na espiga. “A cultivar traz níveis inéditos de resistência à giberela e brusone, além de uma grande resistência à germinação na espiga”, aponta o agrônomo. Em termos de PH, o material atinge níveis altos, além de oferecer manutenção. “Trunfo chega com excelente padrão de PH, que é muito levado em conta, sobretudo quando o produtor vai comercializar seu trigo na cooperativa ou no cerealista”, atesta Tiago. A cultivar está em fase de multiplicação de sementes e estará disponível ao produtor já na próxima safra. “TBIO Trunfo terá grande espaço principalmente nas regiões em que existe mais precipitação durante a fase reprodutiva e na época próxima à colheita. Com isso, ele ganha um destaque especial, justamente pela segurança combinada a um rendimento bastante elevado, que é o que o produtor precisa ter”, finaliza.

 

Precocidade com alto rendimento

Na Fazenda Butiá, localizada em Coxilha/RS, a família Bertagnolli tem como principais culturas o trigo, a soja e o milho. Segundo o agricultor Roberto Bertagnolli, a combinação das safras é uma estratégia da fazenda e há um ganho importante ao se introduzir uma cultivar de trigo de ciclo precoce com alto potencial produtivo. “Essa ferramenta ajuda o produtor a organizar melhor as épocas de plantio e colheita, facilitando o segundo cultivo, da soja. Ele comenta que nessa safra está acompanhando de perto o desenvolvimento da cultivar TBIO Calibre, lançamento da Biotrigo, especialmente por reunir características muito desejadas, como precocidade e alto rendimento. “O Calibre tem um ciclo precoce interessante e dependendo do clima da região, se pode atrasar ou adiantar a semeadura dele”, conta. A consequência disso é a semeadura em períodos dentro da janela ideal para o plantio da soja. “Ele fica dentro de um período que ainda garante alto potencial produtivo”, comenta Bertagnolli. Produtores ininterruptos de trigo desde a década de 1950, Roberto conta que se impressionou com a cultivar. “Depois de 72 anos, ficamos até admirados com o material. Desde que aplicadas as técnicas corretamente para este tipo de ciclo, ele encanta por seu alto potencial produtivo e claro, sua beleza no campo”, finaliza.

Segundo Tiago De Pauli, a cultivar semeada na Fazenda Butiá possui ainda um bom nível de resistência a doenças foliares e uma excelente resistência à germinação na espiga. Junto a isso, a cultivar atende a demanda brasileira de produção em larga escala, devido ao seu alto potencial de rendimento de grãos além da excelente qualidade industrial. “São características que atendem às demandas do produtor, os requisitos dos moinhos e as exigências do mercado consumidor”, ressalta. TBIO Calibre estará disponível para a rede de multiplicação de sementes já em 2022.

 

Novo branqueador para o Projeto Trigos Especiais

Outra parada do giro pelas fazendas tritícolas, será em Chapada/RS. Na fazenda do produtor Luis Rockenbach, a escolha para a safra de inverno nos últimos três anos é exclusivamente de trigo de qualidade branqueadora. Nessa safra, Luis está testando uma segunda tecnologia do projeto Trigos Especiais da Biotrigo, o TBIO Blanc, que se diferencia pelo ciclo médio tardio, com possibilidade de um plantio em um período mais cedo dando estabilidade ao seu alto potencial produtivo. Para ele, o ciclo é um importante benefício, além do avanço em termos de produtividade e sanidade em relação ao TBIO Noble, parceiro de projeto, além de outros branqueadores disponíveis no mercado. Alessandra Petry, que gerencia a G7, empresa cerealista que recebe e comercializa os trigos do Luis, também já consegue constatar bons resultados quando analisa a reação a doenças da cultivar Blanc. “O material atende às demandas da cadeia do trigo e possui farinha forte e branqueadora. Além disso, as lavouras hoje estão um cartão postal dada a sanidade do material no campo”, comenta.

De acordo com Fernando Wagner, TBIO Blanc é um avanço em relação ao TBIO Noble, cultivar branqueadora consolidada no mercado desde 2015, que integra o projeto Trigos Especiais da Biotrigo. “O melhoramento conseguiu um importante avanço no Blanc ampliando rendimento, além da melhoria de manejo e a segurança no campo, com maior nível de resistência à maioria das doenças. Levar avanço agronômico combinando uma qualidade especial justifica a inclusão de TBIO Blanc no projeto Trigos Especiais”, finaliza o gerente. A cultivar integrará um projeto que garante a segregação de trigos com qualidade destacada e estará disponível para multiplicação na próxima safra.

Além de TBIO Blanc, TBIO Trunfo e TBIO Calibre, o Giro Técnico também contará com o posicionamento das cultivares TBIO Astro, TBIO Aton, TBIO Duque, TBIO Ponteiro, TBIO Ello CL e ainda o lançamento de um produto inédito no mercado brasileiro. O evento conta com o patrocínio da Basf, Bayer, Ihara, Syngenta e Yara.

 

Inscrições

Para realizar a inscrição no Giro Técnico Digital Brasil, bem como para a obtenção de mais informações sobre a programação do evento, basta acessar o site. Ao concluir o cadastro, o inscrito receberá por e-mail o link para a transmissão, que poderá ser acessado no dia 29 de setembro, a partir das 8h30. O evento contará com a mediação de Fernando Michel Wagner e do gerente regional norte da Biotrigo, Bruno Alves.

 

Agenda

Giro Técnico Digital Brasil
Data: 29 de setembro de 2021 (quarta-feira)
Horário: 8h30
Link para inscrição: https://bit.ly/Giro_tec_insc

Fonte: Assessoria
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TIMAC Agro abre inscrições para Programa de Trainee 2021

São 30 vagas para a área comercial, diversos benefícios e oportunidades em diferentes estados do Brasil. Inscrições abertas até 13 de outubro

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Foto: O Presente Rural

A TIMAC Agro, multinacional francesa que fabrica e comercializa fertilizantes de alta tecnologia, está com inscrições abertas para o seu Programa de Trainee – Safra de Talentos.

A edição deste ano oferece 30 vagas em diversos estados do Brasil. A empresa busca jovens profissionais, formados entre 2018 a 2021 em Agronomia, Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária ou Zootecnia, que se identifiquem com o agronegócio e queiram expandir seus conhecimentos em gestão de pessoas.

O Programa, que oferece diversos benefícios e ferramentas de desenvolvimento, tem duração de até 18 meses e é dividido em 3 módulos. Para cada módulo, o trainee terá uma Matriz de Capacitação com foco no seu desenvolvimento técnico e comportamental.

As inscrições seguem até o dia 13 de outubro através do site: http://safradetalentos.timacagro.com.br/

Fonte: Assessoria
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Como a doença do edema em suínos impacta as granjas?

A doença causa grande impacto na performance dos animais, com altas taxas de mortalidade, especialmente no período de creche, entre 4 e 15 dias após o desmame.

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A suinocultura desempenha um papel extremamente relevante no agronegócio brasileiro, contribuindo fortemente para o desenvolvimento e crescimento econômico. O aumento da produtividade é uma característica deste setor, que vem respondendo à demanda de mercado. E para o maior crescimento da produção, medidas para o controle de diferentes desafios devem ser adotadas a fim de reduzir os impactos causados.

Um dos importantes desafios sanitários enfrentados nas granjas são os entéricos. E um dos principais agentes que acomete os leitões é Escherichia coli, que pode causar diarreia grave, afetar o desempenho dos animais e aumentar a mortalidade dos suínos, ocasionando um impacto econômico significativo para a granja.

A Doença do Edema (Colibacilose Enterotoxêmica) é uma toxi-infecção caracterizada pela ocorrência de disfunção neurológica, desenvolvimento de edemas e casos de morte súbita. A doença tem alta letalidade e afeta principalmente os leitões entre 4 e 15 dias após o desmame, mas pode incidir sobre suínos em crescimento com 30 a 90 dias de idade, promovendo grandes prejuízos econômicos aos produtores.

Esta doença está associada à presença de cepas patogênicas de Escherichia coli no intestino delgado dos animais acometidos. Sob determinadas circunstâncias essas cepas se multiplicam e produzem substâncias biologicamente ativas como a Verotoxina-2e (VT2e), caracterizada como uma enterotoxina.

“‘A alta vascularização do tecido intestinal, potencializada pela inflamação do endotélio provocada pela toxina, favorece a disseminação sistêmica da VT2e e, como a toxina tem a capacidade de aumentar a permeabilidade vascular, ocorre o extravasamento de líquido que acarreta os edemas subcutâneos”, explica Juliana Calveyra, médica-veterinária e gerente de serviços técnicos LATAM da Ceva.

Os animais acometidos apresentam sintomas como apatia, incoordenação, dispneia ocasionada pelo edema pulmonar, edema de glote e edema de face. Os sinais clínicos podem evoluir para sintomatologia nervosa devido ao edema cerebral, e os animais apresentando paralisia, tremores, convulsões, decúbito com movimento de pedalagem, coma e morte. Os leitões que não morrem pela doença tornam-se refugos.

Os sinais clínicos podem ser confundidos com quadros patológicos de deficiência de vitamina E, intoxicação por sal ou arsenicais orgânicos, e meningite estreptocócica. “O diagnóstico é realizado através de cultura bacteriana de amostras de conteúdo intestinal ou swabs retais. Após o isolamento da bactéria é realizado o antibiograma, que indica o melhor antibiótico para ser usado na granja. A histopatologia de amostras de tecido do intestino grosso, jejuno e íleo pode ajudar no diagnóstico definitivo da doença”, detalha Juliana

O tratamento dos leitões com a Doença do Edema é baseado no controle da hidratação nos animais que apresentem quadro diarreico, antibioticoterapia e diurético para reduzir os edemas. O óxido de zinco pode ser fornecido aos animais.

Alguns fatores podem aumentar as chances de risco da Doença do Edema, como a mudança de ambiente no desmame, mudança brusca de alimentação, estresse do leitão pelo novo ambiente e separação da mãe, misturar muitas leitegadas diferentes na mesma baia, lotação excessiva, higiene precária e desinfeção mal realizada, grande variação de temperatura ambiental, excesso de umidade, ausência de vazio sanitário na troca de lotes.

A prevenção da doença através da vacinação dos animais vem se mostrando cada vez mais eficaz, mas as medidas preventivas ambientais como a limpeza e desinfecção rigorosa da granja, respeitar o período de vazio sanitário na troca de lotes, homogeneização dos lotes, evitar estresse ambiental e térmico para o animal são de extrema importância para manter o rebanho saudável.

“Um manejo bem realizado e a adoção da vacinação para o controle desta e de outras doenças são os melhores pilares para uma granja mais rentável e livre da Doença de Edema”, finaliza Juliana

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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