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Empresas 2019

Ano de transformação Polinutri

No ano em que se comemorou seus 30 anos de atuação no mercado, a Polinutri, empresa especializada em saúde e nutrição animal, remodela sua atuação para atender ainda mais e melhor

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diretor-presidente da Polinutri, Paulo Roberto Andrade - Fotos: Divulgação

2019 entrou para os anais da história da Polinutri, empresa especializada em nutrição e saúde animal presente na vida dos produtores rurais há três décadas. A companhia iniciou o ano de forma revitalizada apresentando para o mercado sua nova estratégia de comunicação e na sequência mais um importante anúncio, a chegada do novo diretor-presidente, o primeiro profissional a assumir a companhia sem vínculo societário.

Mas, para chegar até este ponto, não foi uma decisão do dia para a noite conforme explica o gerente de marketing da Polinutri, Luís Gustavo Lemos. “Costumo dizer que a revitalização da marca foi a cereja do bolo, pois ela contempla a parte final de dois anos de planejamento e estudo de mercado que apontaram inúmeros direcionadores. Entendemos que os padrões atuais de consumo do mercado de nutrição e saúde animal estão em mudança, onde produtos rapidamente se transformam em commodities, com os grandes players do mercado operando em níveis tecnológicos muito similares e a relação efetiva com o parceiro se torna o fio condutor para a realização dos negócios. Um nível de compromisso que não está atrelado somente aos resultados zootécnicos e econômicos, mas ao compromisso real com a cadeia de valor do cliente”, salienta Luís Gustavo e completa: “Está implícito no slogan ‘Juntos Vamos Mais Longe’ que a Polinutri quer ser a melhor parceira na nutrição e saúde animal, inserida de forma ativa nos negócios de nossos clientes.”

Gerente de marketing da Polinutri, Luís Gustavo Lemos

Todo este trabalho de posicionamento apresentado em janeiro foi coroado com a chegada do diretor-presidente da Polinutri, Paulo Roberto Andrade, executivo com vasta experiência de mercado que assumiu a governança da companhia em março. “Este foi um ano importante porque marca um novo momento de profissionalização da companhia, acompanhado pelos 30 anos de fundação”, inclui o diretor-presidente.

De acordo com ele, em 2019 a companhia deu seus passos objetivando a criação de um ambiente de negócios capaz de introduzir melhorias em todos os processos das operações Polinutri. “Houveram melhorias estruturais, para que as operações passassem a ser mais leves e menos hierárquicas, com a entrega de respostas ainda mais rápidas para os clientes”. Além disso, destaca Paulo Roberto de Andrade, foi um ano de revisão de todos os processos chave, visando identificar desafios e oportunidades em termos de custo, venda, qualidade e atendimento ao cliente. “Existe um grande movimento dentro da organização para torna-la mais jovem, dinâmica e responsiva, sem abrir mão dos valores fundadores e amplamente reconhecidos pelo mercado: qualidade, seriedade e entrega da promessa, ou seja, o compromisso assumido com o mercado ao longo desses 30 anos.”

É importante mencionar que em 2019 a empresa esteve presente em mais de 30 eventos entre congressos, seminários e exposições como forma de fortalecer seu novo posicionamento. Já para 2020, a expectativa do diretor-presente é aumentar o faturamento. “Este será o grande desafio para o próximo ano”, aponta Paulo Roberto de Andrade.

Uma linha inovadora de pensamento. Adequação do posicionamento técnico e comercial deram o tom da Unidade de Negócios Aquacultura Polinutri em 2019. Quem fala sobre os trabalhos que desencadearam esta nova estrutura é o líder da BU, Aldo Barbugli. “Foi um grande esforço coletivo, já que a linha destinada para peixes e camarões precisava de um novo olhar. Revisamos a estruturação fabril e desenvolvemos novas linhas de produtos capazes de gerar resultados expressivos tanto para empresa quanto para os produtores”, discorre.

Ele destaca que o resultado deste projeto foi extremamente positivo e passou, uma boa parte, pelo estudo de novos ingredientes, entendendo as necessidades de cada mercado através de pesquisas realizadas mundo afora. “Os ganhos foram excelentes, por isso fizemos lançamentos importantes, tais como: Aquanat, Aquanat Inverno, Essential Fish e Natus, uma reforma completa no portfólio”, desenha Aldo.

Sobre 2020, Aldo é enfático: “Estamos otimistas, mas com os pés no chão. Isso porque o agronegócio vai bem e o produtor está capitalizado podendo pagar as dívidas do passado. Outro dado importante está na diferença menor da faixa de preço entre a carne de peixe e o boi, podendo impactar de forma positiva o consumo de peixe em 2020, mesmo a proteína não fazendo parte da cesta de compra dos consumidores brasileiros. Creio que será um ano positivo para o peixe. O camarão se manterá no mesmo patamar”, conclui.

Novos caminhos, promessas concretizadas. A Unidade de Negócios Avicultura Polinutri também foi motivo de comemoração em 2019. Lucielma Holtz, gerente da operação, salienta que a unidade cresceu ampliando sua penetração de mercado no âmbito nacional e internacional apoiada na chegada do novo CEO, através de mais flexibilidade nas negociações e melhorias no atendimento ao cliente. “Já internamente, aceleramos o trabalho de reforço de marca, através de nosso slogan ‘Juntos vamos mais longe’, realizamos novas contratações para aumentar a cobertura de mercado, além da redução dos custos operacionais”, reforça Lucielma.

Lucielma Holtz, gerente da Unidade de Negócios Avicultura Polinutri

A gestora salienta a importância da presença da Polinutri nas feiras e eventos ligados à avicultura. “Estivemos presentes nas melhores feiras do Brasil e avaliamos a importância de encontrar com clientes e trocar experiência, além de apresentar nossas novidades com expectativas de fechamento de negócios, as feiras e eventos de 2019 abriram leques de oportunidades.”

Para 2020, a gerente vê com otimismo o setor, uma vez que com o crescimento das exportações de aves haverá aumento de investimento nas infraestruturas dos galpões para obter melhores resultados de campo. “Daí entra a Polinutri, entregando resultados econômicos e zootécnicos para os avicultores. Isso porque, além dos produtos contamos com uma equipe preparada para atender todas as necessidades do produtor em 2020. Esperamos crescimento de 15% em faturamento por meio de uma estratégia robusta para trazer a lucratividade esperada”, completa.

Ano bom para a suinocultura. Aumento das exportações e a melhora do preço pago ao produtor iniciado em setembro deste ano conduziram as operações da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri. Somado ao cenário positivista, a divisão ao longo de 2019 fez frente a diversos encontros técnicos e exposições com a missão de contribuir tecnologicamente com o mercado. Além disso, apresentou novos produtos em parceria com a Liprovit.

Izabel Muniz, gerente da Unidade de Negócios Suinocultura da Polinutri

Proteína vermelha e branca. Um setor com margens apertadas que requer atenção econômica e zootécnica. Este é o fio condutor da Unidade de Negócio Ruminantes da Polinutri, área gerenciada por Alexandre Siqueira, profissional que comemora o ano pelo crescimento acima das expectativas. “Tivemos um crescimento de 34% em comparação a 2018”, comemora.

Gerente da Unidade de Negócio Ruminantes da Polinutri, Alexandre Siqueira

Dentro de um mercado acirrado devido ao volume de empresas do mesmo segmento, ele salienta que este desempenho ocorreu pelo compromisso da companhia de entregar produtos e assistência capazes de atender as reais necessidades de cada um de seus clientes. “Em 2019 confirmamos que estamos no rumo certo, passo a passo fidelizamos e conquistamos novos clientes que reconheceram na Polinutri uma excelente parceira para sucesso de seus negócios seja na pecuária de corte ou de leite”, inclui e prevê ritmo melhor ou igual para 2020. “Teremos mais contratações para atender este crescimento sustentável que a unidade de negócios vem obtendo”, confirma Alexandre Siqueira.

 

Dedicação voltada para criadores e hobbistas. Pegando carona nesta tônica o Gerente da Unidade de Negócios Aqua Ornamental, Guilherme Gonçalves analisa as operações de 2019. “Em 2019 reestruturamos a linha Cor & Cria, destinada aos criadores de peixes ornamentais, oferecendo uma nutrição mais robusta e completa, proporcionando maior desenvolvimento e qualidade de vida aos peixes”, salienta.

O profissional destaca que o ano também foi importante para o desenvolvimento do setor pelo variado número de eventos voltados ao Aquarismo, o que contribuiu para maior visualização do segmento e valorização do hobby. “O mercado se manteve aquecido, notou-se um aumento na produção de peixes, consequentemente demandada pelo mercado consumidor, que por sua vez impulsionou as vendas de rações e equipamentos”, salienta.

Presente nas principais exposições de peixes ornamentais do país, eventos técnicos do segmento e feiras internacionais, Guilherme enfatiza que desta forma a Polinutri reforçou seu interesse e tecnologias presentes em seu portfólio. “Foi de suma importância nossa presença fomentando o Aquarismo e fortalecendo o hobby no Brasil.”

Já para o próximo ano as expectativas se mantem positivas. “A expectativa são as melhores, apresentaremos para o mercado a nova linha de produtos – Chronos Fish – direcionado para o mercado varejista. É um produto que carrega a excelência Polinutri, testado e aprovado por criadores e hobbystas profissionais”, completa Guilherme.

Fonte: Assessoria da Polinutri
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Empresas

Cargill Nutrição Animal destaca a importância de fitogênicos na avicultura

Bioativo pode ser usado na prevenção de problemas genéticos para a progênie e na diminuição de infertilidade de galos reprodutores

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Luis Otávio Roberto, Consultor Técnico LATAM em Eubióticos para Aves da Cargill Nutrição Animal. - Foto: Divulgação

O consumo de proteína animal tem sido cada vez maior. Em especial, quando olhamos para o segmento da avicultura, existe crescimento tanto em ovos, quanto no consumo da carne, mas isso não se limita somente ao Brasil, o mundo também segue esta tendência, em virtude do aumento crescente da população, que requer mais alimentos e, por consequência, maior produtividade. “E não é somente essa a preocupação de produtores, a necessidade de se ter aves cada vez mais saudáveis, é requisito número um para que se possa alcançar e atender a demanda do mercado, e além disso, no mesmo sentido, a exigência por alimentos cada vez mais saudáveis, priorizando o bem-estar animal, também tem sido uma demanda cada vez maior por parte da população”, explica Luis Otávio Roberto, Consultor Técnico LATAM em Eubióticos para Aves da Cargill Nutrição Animal.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de ovos totalizaram 3,177 mil toneladas no primeiro bimestre de 2021. Superando em 150,6% o volume embarcado no mesmo período do ano passado. Já a carne de frango, totalizou 348,8 mil toneladas em fevereiro, volume 0,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado.

Os produtores têm como desafios manter a produtividade e a qualidade na criação das aves, e ao mesmo tempo evitar prejuízos, já que os valores investidos são altos. Mas os cuidados para a produção de aves de boa qualidade começam antes mesmo da concepção, no manejo desde a fase de cria/recria e nos programas de alimentação dos galos que atuam como reprodutores, como forma de evitar problemas de infertilidade e problemas genéticos em sua progênie; aumentando a fertilidade deles em lotes de reprodutoras.

Roberto Montanhini, diretor Global para Monogástricos da Delacon, empresa pioneira e líder mundial de fitogênicos para alimentação animal, relata como a aplicação dos extratos de plantas, conhecidos como bioativos, podem auxiliar no metabolismo dos galos machos através da alimentação.

“A carga genética que o animal passa através do sêmen e dos espermatozoides são muito suscetíveis à oxidação, e por qualquer estresse que o galo esteja passando já que a reprodução animal é muito intensiva, traz vários níveis de estresse para o animal e pode acontecer que haja uma perda da qualidade reprodutiva, ou seja, da fertilidade desse esperma”, afirma Roberto.

Os fitogênicos vêm na direção de diminuir ao máximo os efeitos dos radicais livres, e dessa forma, podem atuar garantindo uma boa proteção antioxidante. “Naturalmente, tanto o sêmen terá uma qualidade adequada, quanto os espermatozoides e respectivamente a carga genética que os galos estão transferindo através desses espermatozoides. E quando esse material genético chegar às fêmeas, teremos a garantia de maior fertilidade, ou seja, uma capacidade de produzir ovos férteis, por consequência, teremos mais pintinhos e naturalmente, eles terão uma carga genética adequada, não tendo sofrido nenhum dano na transferência dos espermatozoides, e por fim, teremos uma alta viabilidade, que é o que se espera do frango de corte ao final”, conclui Roberto.

O estresse citado acima, é referente ao manejo das aves no ambiente onde são criadas, e mesmo dentro dos padrões recomendados com toda a estrutura necessária, às alterações de temperaturas podem fazer com que as aves tenham estresse pelo calor ou o que chamamos de estresse térmico.

Os fitogênicos já são uma realidade no Brasil, mas para a avicultura é uma solução inovadora, que ajuda no fortalecimento do sistema imunológico e digestivo das aves, uma vez que as restrições ao uso de antibióticos em sua forma terapêutica têm aumentado.

Muitas pessoas já descobriram os benefícios dos bioativos para a saúde, as frutas vermelhas estão entre as mais indicadas para o combate aos radicais livres gerados pelos processos metabólicos do organismo, mas elas não estão só, os flavonoides, também têm propriedades anti-inflamatórias e podem ser encontradas em grandes quantidades em alguns alimentos como uva, cebola, brócolis e chás.

No entanto, o Luis, reforça: “além de um programa nutricional adequado, e com o aditivos fitogênicos bem posicionados dentro dos programas alimentares de machos, também é necessário sempre seguir as orientações de especialistas, e as recomendações específicas de manejo de criação dos machos, desde a fase de cria/recria das aves, que possuem muitas particularidades entre as diferentes linhagens disponíveis no mercado e, um rígido programa de biosseguridade, para o controle das principais enfermidades infecciosas e parasitárias”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Nutrição

Aromabiotc® Pigs: uma inovação em aditivos nutricionais para suinocultura

Produto lançado pela Agrifirm faz parte da linha de aditivos da multinacional holandesa, a linha Agrimprove, trazendo consigo todo arcabouço técnico-científico e expertise global em nutrição agora para os suinocultores brasileiros

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Arquivo / OP Rural

Neste mês (junho) a suinocultura brasileira passa a contar com o Aromabiotic® Pigs, uma solução nutricional inovadora que traz a assinatura de uma das mais importantes empresas especializadas em nutrição animal do mundo, a multinacional holandesa Agrifirm. Quem traz os detalhes sobre esta tecnologia recém-chegada em solo nacional é o zootecnista e mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) Marcelo Tadeu Thomaz de Moraes, Gerente Técnico de Aditivos da Agrifirm Brasil.

“O Aromabiotic® Pigs é um produto inovador que estamos lançando para o mercado brasileiro e que já é sucesso na Europa e Ásia. Ele é uma combinação única de ácidos graxos de cadeia média (AGCM) livres, em pó, destinado para melhoria constante de performance em leitões em fase de creche”, informa.

Ele conta que para alcançar este resultado a equipe técnico-científica global da Agrifirm conduziu vários estudos em todo o mundo com foco no impacto dos AGCM’s na produção de suínos. De acordo com Marcelo, uma parte significativa desses estudos se concentrou no Aromabiotic® Pigs, que contém uma proporção balanceada dos diferentes ácidos graxos de cadeia média. “Provamos que a eficácia combinada dos ácidos graxos de cadeia média é maior do que o uso de compostos únicos, especialmente em condições práticas de criação de suínos, onde uma ampla gama de patógenos Gram + e Gram– pode prejudicar o desempenho dos animais. O uso de Aromabiotic® Pigs na produção de suínos melhora significativamente o desempenho dos animais, melhorando o equilíbrio econômico das granjas”, salienta.

A combinação exclusiva e patenteada de diferentes ácidos graxos de cadeia média (C6, C8, C10 e C12) livres tornam o Aromabiotic® Pigs um aditivo acidificante único e de amplo espectro para controle de bactérias patogênicas com ação direta sobre bactérias Gram- e Gram +. “Ao ser misturado na ração, o produto age diretamente no trato gastrointestinal e na população bacteriana patogênica presentes na flora intestinal, com elevada capacidade antimicrobiana e na redução da patogenicidade viral das bactérias prejudiciais presentes no TGI. Também, ao debruçarmos sobre seus efeitos no organismo animal, sua ação gera melhoria na morfologia intestinal, além de apresentar benefícios no sistema imune circulante”, detalha Marcelo.

Ademais, destaca Gerente Técnico de Aditivos da Agrifirm, objetivando a otimização de saúde e performance de leitões em fase de creche, o Aromabiotic® Pigs entrega para o suinocultor melhoria da conversão alimentar, maior ganho de peso, maior capacidade imunitária, aumento da superfície de absorção intestinal, auxilio na redução de uso de antibióticos e melhora na saúde intestinal.

Quem celebra também esta conquista é o Diretor Comercial da Agrifirm, Roger van der Vinne, que resume a importância da tecnologia em prol do desenvolvimento sustentável da suinocultura brasileira: “Aromabiotic® Pigs é uma solução inovadora para suinocultura que possui o DNA da Agrifirm em seu conceito. A partir de agora, o suinocultor nacional passa a ter acesso a uma ferramenta importantíssima que, além se estar totalmente alinhada aos mais modernos conceitos de sustentabilidade e bem-estar animal, melhora bem os seus resultados de retorno sobre os investimentos feitos na área da nutrição. Assim como já vemos em diversos países do mundo nos quais o produto já tem tido enorme sucesso, com certeza aqui no Brasil isso também deverá ser assim”, completa.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Bayer lança Intacta 2 Xtend®️, nova geração de soja que irá revolucionar o potencial produtivo do Brasil

Com mais de 30 variedades disponíveis, a solução é mais um passo da Bayer no protagonismo do mercado agrícola, com foco em inovação e sustentabilidade

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Foto: Divulgação

O lançamento da nova tecnologia INTACTA 2 XTEND® contou com pesquisas, estudos e a intensa parceria com produtores rurais e acadêmicos para chegar ao mercado de forma precisa, impactando o potencial produtivo e levando ao crescimento da produtividade da soja brasileira de forma sustentável. Contando com tecnologias de ponta e as melhores recomendações de manejo, a terceira geração de biotecnologia em soja da Bayer chega comercialmente ao mercado já para a safra 2021/2022. Em parceria com as principais empresas de sementes, mais de 30 variedades de soja serão posicionadas para as principais regiões sojicultoras do Brasil e estarão disponíveis para todos os produtores licenciados, sendo três delas desenvolvidas exclusivamente para áreas de refúgio.

Toda a plataforma INTACTA 2 XTEND® foi experimentada e testada durante os últimos dois anos em mais de 500 áreas em todos o Brasil. Dentre essas áreas, foi possível averiguar que a nova tecnologia entregou 3,25 sacas por hectare a mais em relação aos principais checks (variedades similares existentes no mercado) na safra 2020/2021. Com base nos benefícios ao agricultor obtidos na safra 2020/2021com a plataforma INTACTA 2 XTEND®, no ano de lançamento a tecnologia INTACTA 2 XTEND® vem com o preço de R﹩ 173,10 por hectare.

“Nossa expertise em soja evoluiu, claro, não apenas pelo pioneirismo em ofertar as principais biotecnologias disponíveis – Roundup Ready® (RR) e INTACTA RR2 PRO®, mas também pelo importante trabalho de construção e desenvolvimento da plataforma INTACTA 2 XTEND®. Foi um grande aprendizado trabalhar em parceria com agrônomos, entidades cientificas e cientistas, que possibilitaram adaptações e recomendações aos diferentes tipos de solo, clima e plantio brasileiro”, afirma Marcio Santos, vice-presidente da área comercial da divisão agrícola da Bayer Brasil. “Este trabalho conjunto foi fundamental para moldarmos as especificações para a nova tecnologia, que acreditamos ser uma ferramenta extremamente importante ao produtor, responsável pelo futuro da soja no Brasil. Queremos contribuir para cultivos cada vez mais sustentáveis e que tragam ganhos ao produtor, sejam em performance ou redução de uso de recursos naturais e insumos. O produtor hoje tem um olhar mais abrangente e voltado para o manejo correto”, explica Santos.

A importância desta evolução é exemplificada pelos dados de produção das últimas duas décadas, em que o País saltou de um pouco mais de 32 milhões de toneladas de soja (Conab, 2000) para quase 125 milhões de toneladas (Conab, 2020). “Este avanço na produção e exportação da soja pelo nosso País se deu ao investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento feito por entidades, empresas públicas e empresas privadas e, principalmente, devido ao empreendedorismo e profissionalismo dos produtores brasileiros”, completa Santos.

A biotecnologia INTACTA 2 XTEND® proporciona uma proteção mais abrangente contra as principais lagartas da cultura da soja, expandindo seu escopo de defesa contra duas espécies relevantes, a Helicoverpa armigera e a Spodoptera cosmioides, somadas às quatro pragas que são alvo da tecnologia INTACTA RR2 PRO®. A tolerância das variedades com tecnologia INTACTA 2 XTEND® e Refúgio Xtend® ao herbicida dicamba, além do glifosato, é outro grande benefício, podendo ser aplicado no pré-plantio da cultura. O dicamba apresenta alta eficiência no manejo de plantas daninhas de folhas largas, como a buva, caruru, a corda-de-viola e o picão-preto.

A biotecnologia vem oferecer soluções integradas ao sojicultor brasileiro pensadas e criadas com uma forte cadeia colaborativa. “A proximidade e parceria com o agricultor e com especialistas nos campos de testes trouxeram diversidade para uma discussão necessária para o lançamento de qualquer tecnologia. Sempre houve muita transparência, ciência e trocas que culminaram na melhor recomendação de uso”, comenta Natália Carvalho, líder de lançamento da plataforma INTACTA 2 XTEND®. Para Natália, sempre ficou muito claro a preocupação da empresa em dar visibilidade a esta parceria, ponto central para o sucesso da nova biotecnologia. “Esse conjunto de soluções integradas nós temos chamado de ‘A Nova Era da Soja’”, completa a executiva.

 

Produtores Eleitos na safra 20/21

Na safra anterior, quase 300 áreas de produtores Eleitos i2x foram plantadas para testar e experimentar as ferramentas da plataforma INTACTA 2 XTEND®. A ideia do projeto foi proporcionar uma experiência completa – do plantio à colheita – registrada e acompanhada por especialistas de campo e também através da Climate FieldView™, ferramenta de agricultura digital da Bayer

Com o monitoramento, foi possível estabelecer protocolos de operação para a obtenção do melhor desempenho da nova plataforma e biotecnologia nos campos. “Nos preocupamos em oferecer uma solução completa e integrada ao agricultor. Não é apenas a eficácia da biotecnologia, mas também o suporte de uma equipe de campo altamente qualificada e um amplo programa de treinamento e capacitação para toda a cadeia produtiva para, assim, obtermos as melhores recomendações para a plataforma”, explica Natália.

A Fazenda Feldhaus foi uma das escolhidas para área de testes, na região de Cláudia, próximo à Sinop, em Mato Grosso. Segundo Marcos Feldhaus, gestor da propriedade que destina cinco mil hectares para a produção de soja, a biotecnologia da Bayer foi uma transformação para a produção do cultivo da região. “Nós plantamos variedades desde a primeira geração de Intacta. Antes da tecnologia, nós tínhamos muitos problemas com pressões de lagartas e plantas daninhas que, sem dúvida, foram mitigados com a chegada da biotecnologia”, reforça.

Marcos ressalta ainda, que a fazenda foi a primeira a testar a biotecnologia INTACTA 2 XTEND® e que as consultorias da equipe da Bayer foram essenciais para o entendimento da nova geração no campo. “Nós fizemos uma área teste com quatro hectares e cinco variedades. Atingimos até 80 sacas por hectare com a biotecnologia INTACTA 2 XTEND® na fazenda, número acima da média da região. Para nós, o resultado reforça a importância destas novas proteínas e do uso do dicamba, como mais uma ferramenta para o produtor”, conclui o produtor.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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