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Notícias 14° SBSS

Anne Caroline De Lara explana sobre programas de limpeza e desinfecção

Palestra da médica veterinária ocorrerá no segundo dia do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura. O evento, promovido pelo Nucleovet, ocorre de terça a quinta-feira da próxima semana, em Chapecó (SC)

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Anne Caroline De Lara palestrará no segundo dia do SBSS / Divulgação

O status sanitário brasileiro na produção animal é referência mundial, mas mantê-lo é um desafio contínuo. Na produção de suínos, diversas medidas previnem a disseminação de patógenos nas granjas. Uma delas é manter um efetivo processo de limpeza e desinfecção, visando a redução da pressão de infecção local. Esse é um ponto-chave para a manutenção da saúde dos animais e para evitar doenças que resultem em perdas econômicas.

A médica veterinária Anne Caroline De Lara abordará esse tema em palestra no 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), na próxima semana, em Chapecó (SC). A profissional explanará sobre “Estratégias de redução da pressão de infecção em um sistema de produção: entendendo e aplicando programas de limpeza e desinfecção”, na quarta-feira (17), às 8h45, durante o Painel Biosseguridade.

Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2005, Anne tem mestrado em Ciências Veterinárias pela mesma instituição em 2011 e doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2022. Possui experiência de 15 anos em agroindústrias, atuando nas áreas de laboratório, sanidade e produção de suínos. Atualmente, trabalha na Seara Alimentos, no CIEX Agropecuário – Produção Animal, como gerente da área de avós suínos.

Cinco painéis nortearão a programação científica do 14º SBSS: gestão de pessoas, sanidade, biosseguridade, gestão da informação, nutrição e reprodução. O presidente da Comissão Científica, Paulo Bennemann, realça que o tema da palestra de Anne Caroline De Lara é de extrema importância. “Não poderia ficar de fora da programação. Anne tem vasta experiência nessa área e compartilhará seus conhecimentos com os congressistas”.

Sobre o SBSS

O 14º SBSS ocorrerá entre terça e quinta-feira da próxima semana, nos dias 16, 17 e 18. Paralelamente acontecerá a 13ª Brasil Sul Pig Fair. O evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) e será realizado presencialmente no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), com transmissão on-line ao vivo. A programação científica iniciará na terça-feira (16), às 14 horas, e a palestra de abertura ocorrerá no mesmo dia, às 18h40. Na quarta-feira (17), as palestras iniciam às 8 horas e encerram no fim da tarde, seguidas de happy hour. Na quinta-feira (18), a programação será das 8h às 12 horas.

Inscrições

As inscrições para o 14º SBSS estão no terceiro lote. O investimento é de R$ 600,00 (para o evento presencial) e R$ 500,00 (virtual) para profissionais e R$ 460,00 (presencial) e R$ 400,00 (virtual) para estudantes.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições serão concedidos códigos-convites. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes. O acesso para a 13ª Brasil Sul Pig Fair é gratuito, tanto presencial quanto virtual, assim como para o pré-evento.

As inscrições podem ser feitas no site: www.nucleovet.com.br.

Apoio

O 14º SBSS tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina (CRMV/SC), da Embrapa Suínos e Aves, da Prefeitura de Chapecó e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).

Fonte: Assessoria

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Copacol lidera ranking nacional de co-manufatura entre mais de 21 mil empresas

Cooperativa paranaense ficou em primeiro lugar no CPG Leaders 100 após ampliar portfólio por meio de parcerias que movimentaram R$ 184,7 milhões em 2025.

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Foto: Divulgação

A Copacol lidera o primeiro ranking nacional que mede a capacidade das empresas de bens de consumo de crescer via co-manufatura, o CPG Leaders 100, produzido pela GrowinC, plataforma que conecta marcas a fabricantes terceirizados. A cooperativa paranaense que vem crescendo continuamente e atingiu R$ 11,1 bilhões de faturamento ano passado ficou à frente de 21 mil empresas mapeadas.

Presidente da Copacol, Valter Pitol: “Esse é um modelo investido pela Copacol no decorrer dos anos e que trouxe maior participação de mercado, com nossa marca nas gôndolas em diferentes corredores das principais redes supermercadistas

Embora esteja diretamente ligada a produção de aves, peixes, suínos e leite, a Copacol buscou estratégias para ampliar o portifólio, indo muito além para garantir espaço e aproveitar a rede logística. Além de tilápia e frango, uma infinidade de produtos com a marca da empresa fazem parte da rotina dos consumidores, sempre com qualidade e segurança. “Esse é um modelo investido pela Copacol no decorrer dos anos e que trouxe maior participação de mercado, com nossa marca nas gôndolas em diferentes corredores das principais redes supermercadistas. Prezamos por parcerias que cooperem com resultados para todos os envolvidos e possam garantir uma diversidade de alimentos saudáveis nas mesas dos consumidores”, afirma o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

São 50 produtos Copacol desenvolvidos em parceria com empresas que mantêm rigorosamente o padrão de qualidade. Só ano passado, a Cooperativa revendeu 11.455 mil toneladas em alimentos dessa procedência, que movimentaram R$ 184,7 milhões.

Entre os 12 fornecedores, dois são da Bélgica e da Holanda, outros dez de diferentes estados brasileiros, impulsionando setores e incentivando a produção de alimentos em diferentes regiões do País. O ranking desenvolvido pela GrowinC avalia a capacidade de crescer, inovar e escalar operações de co-manufatura para acelerar lançamentos, ampliar portfólio e construir redes produtivas resilientes.

Top 10 do CPG Leaders 100

A Copacol ficou à frente de algumas das maiores multinacionais do setor: 1 Copacol (85,6) 2 Unilever (82,2) 3 Linea (80,6) 4 JBS Brasil (80,2) 5 Native Orgânicos (79,9) 6 Nestlé (79,8) 7 Catupiry (79,5) 8 Korin Agropecuária (77,9) 9 Mondelez (77,7) 10 Mais Mu (75,4).

Das quase 170 mil inovações e lançamentos de produtos rastreados pelo estudo ao longo das últimas três décadas, cerca de 30 mil itens foram produzidos por meio de parcerias terceirizadas. Isso significa que quase 1 a cada 5 novos produtos (18%) que chegam às gôndolas brasileiras já são fabricados sob o modelo de co-manufatura.

Metodologia

Sede e complexo industrial em Cafelândia

O CPG Leaders 100 é o primeiro ranking anual dedicado a medir a capacidade de empresas de bens de consumo embalados crescerem por meio da co-manufatura. O estudo analisou 168.992 lançamentos de produtos de alimentos e bebidas realizados no Brasil entre 1996 e 2026, dos quais 29.938 foram produzidos por meio de parcerias de co-manufatura.

Ao todo, 21.094 empresas foram rastreadas. Para esta edição, 135 organizações atenderam aos critérios mínimos de elegibilidade. A metodologia considera três pilares: Escala (50%) Inovação (25%) e Network (25%). A pontuação final varia de 0 a 100 e busca medir a capacidade das empresas de utilizar a co-manufatura como instrumento de crescimento, inovação e expansão de mercado.

Fonte: Assessoria Copacol
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Entregas de fertilizantes crescem 1,6% no primeiro quadrimestre

Alta nas entregas foi impulsionada pela demanda da segunda safra de milho, mas abril registrou desaceleração nas compras para a safra de verão.

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Foto: Claudio Neves

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somaram 12,30 milhões de toneladas entre janeiro e abril de 2026, alta de 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram comercializadas 12,11 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA).

O resultado positivo do quadrimestre foi sustentado pela demanda registrada nos três primeiros meses do ano, impulsionada principalmente pela segunda safra de milho. Em abril, no entanto, o ritmo de entregas perdeu força. No mês, foram comercializadas 2,54 milhões de toneladas, volume 6% inferior ao registrado em abril de 2025, indicando o início das compras para a safra de verão em um cenário mais cauteloso.

Mato Grosso liderou as entregas no período, com 3,06 milhões de toneladas, o equivalente a 24,9% do volume nacional. Na sequência aparecem São Paulo (1,39 milhão de toneladas), Paraná (1,33 milhão), Goiás (1,31 milhão) e Minas Gerais (1,05 milhão).

Produção nacional recua 14,4%

A produção brasileira de fertilizantes intermediários seguiu em trajetória de queda no primeiro quadrimestre. Entre janeiro e abril, foram produzidas 1,92 milhão de toneladas, redução de 14,4% frente às 2,24 milhões de toneladas registradas no mesmo intervalo de 2025.

Em abril, a produção alcançou 510 mil toneladas, volume 9,2% inferior ao do mesmo mês do ano passado.

Segundo a ANDA, a retração está relacionada principalmente ao aumento dos custos do enxofre, insumo utilizado na fabricação de fertilizantes fosfatados e que vem acumulando sucessivas altas no mercado internacional.

A entidade ressalta ainda que parte da produção nacional pode não ter sido capturada no levantamento em razão de mudanças societárias e da retomada de operações em algumas empresas.

Importações permanecem em patamar elevado

As importações de fertilizantes intermediários totalizaram 11,21 milhões de toneladas no primeiro quadrimestre, praticamente estáveis em relação ao mesmo período de 2025, quando o Brasil importou 11,26 milhões de toneladas, retração de apenas 0,4%.

Em abril, as compras externas atingiram 3,05 milhões de toneladas, alta de 10,4% na comparação anual. De acordo com a ANDA, o desempenho também foi influenciado pela demanda da segunda safra de milho.

Paranaguá concentra um quarto das importações

Principal porta de entrada de fertilizantes no país, o Porto de Paranaguá recebeu 2,84 milhões de toneladas entre janeiro e abril, volume 6,5% menor que o registrado no mesmo período de 2025.

Apesar da redução, o terminal respondeu por 25,4% de todas as importações brasileiras de fertilizantes no quadrimestre, segundo dados do Siacesp/MDIC.

Fonte: Assessoria ANDA
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Exportações brasileiras para o Líbano crescem 18,2% em 2026

Carne bovina lidera os embarques, seguida por gado vivo, café e açúcar. Vendas somam US$ 266,1 milhões no ano.

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Imagem criada por Emili Schneider/ChatGPT/OP Rural

As exportações do Brasil para o Líbano acumulam alta de 18,2% neste ano e somam US$ 266,1 milhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) organizados pela Inteligência de Mercado da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. No sentido contrário, as importações registram queda de 7,2%, para US$ 1,1 milhão.

De acordo com as informações do Mdic, carne bovina é o principal produto exportado pelo Brasil ao Líbano, com um total de US$ 57,6 milhões, em alta de 18,9% sobre o acumulado entre janeiro e junho do ano passado. Em seguida, as vendas de gado vivo somam US$ 51,5 milhões, em queda de 1,2% em comparação com o mesmo período de 2024. Café e açúcar são outros dos principais produtos enviados ao Líbano. No sentido contrário, frutas, produtos hortícolas e máquinas para preparação de alimentos são os principais produto que o Líbano vende ao Brasil no ano.

Em junho, as vendas do Brasil ao Líbano subiram 119,7%, para US$ 42,4 milhões. As importações caíram 50,8%, para US$ 141 mil na comparação anual.

Fonte: Assessoria ANBA
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