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Notícias Mercado

Anec vê novo recorde para exportação de soja do Brasil em 2020

Exportações projetadas pela Anec entre janeiro e novembro estão em 82 milhões de toneladas

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A exportação de soja do Brasil foi estimada na sexta-feira (06) em até 84 milhões de toneladas em 2020, o que seria um novo recorde anual de acordo com avaliação da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) repassada à Reuters.

“Novembro e dezembro são tradicionalmente meses de baixa nos embarques de soja. Mesmo com volumes menores, é possível que o Brasil iguale ou bata o recorde de 2018, exportando um total entre 83 e 84 milhões de toneladas, mostrando a força e competência do agro brasileiro”, disse presidente do Comitê de Contratos Anec, Marcos Amorim, por meio da assessoria de imprensa.

As exportações projetadas pela Anec entre janeiro e novembro estão em 82 milhões de toneladas, considerando a programação de navios. Esse volume era o mesmo da previsão anterior da associação para o ano completo de 2020.

A previsão da Anec significa que, na melhor das hipóteses, o país poderia exportar cerca de 2 milhões de toneladas em dezembro, apesar de uma escassez no mercado, que tem levado o país a importar produto do seu rival no mercado internacional, os Estados Unidos.

O recorde anterior das exportações de soja, segundo a Anec, foi registrado em 2018, quando o Brasil exportou 82,9 milhões de toneladas. Em 2019, o maior produtor e exportador global de soja embarcou 72,5 milhões de toneladas.

A Anec informou ainda que a exportação de milho do Brasil, tradicionalmente o segundo exportador global do cereal, deve alcançar entre 31 milhões e 33 milhões de toneladas em 2020, estável ante previsão anterior, e abaixo do recorde de cerca de 41 milhões de 2019.

Fonte: Reuters
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Notícias Avicultura

Brasileira é a nova coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade do Conselho Mundial da Avicultura

Sulivan Alves, diretora técnica da ABPA, estimulará o fortalecimento dos ODS no trabalho multissetorial do IPC

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A diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sula Alves, foi escolhida para o cargo de coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade e Meio Ambiente do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês).

Sula assumirá a posição de Anne-Marie Neetson, com a missão de dar continuidade ao trabalho de continuidade ao acordo global firmado pela Declaração de São Paulo, assinada pelos membros da avicultura mundial durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) de 2019.

“Como setor avícola mundial é um dos principais alicerces da segurança alimentar nos cinco continentes, temos um importante desafio no fortalecimento da implantação de iniciativas em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, sobre os quais o IPC assumiu compromissos globais. Este será o alicerce do nosso trabalho”, destaca.

Zootecnista e doutora em Agronomia pela Universidade de São Paulo (USP), Sula desenvolveu pesquisas junto ao NUPEA (Núcleo de Pesquisas em Ambiência) da ESALQ e em bem-estar animal. Além de mais de uma década de atuação institucional e em empresas do setor, a diretora técnica da ABPA acumula experiências na área acadêmica como professora dos cursos de Ciências Agronômicas, Medicina Veterinária e Zootecnia na Universidade do Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

Adapar intensifica fiscalização da colheita da soja

Fiscalização neste momento se faz de extrema importância para verificar a utilização dos agrotóxicos e produção de soja com qualidade

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Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) iniciou as fiscalizações da pré-colheita da cultura da soja 20/21 cultivada na região extremo oeste paranaense. A fiscalização neste momento se faz de extrema importância face a retirada do agrotóxico Paraquate pela ANVISA, herbicida que era amplamente utilizado na agricultura, mas considerado danoso a saúde pública, e também pelos problemas no fornecimento de agrotóxicos registrados para dessecação da cultura em função da pandemia do COVID-19. Esses e outros fatores podem possibilitar a utilização de agrotóxicos não registrados ou proibidos no território paranaense.

 Diante disso, os Fiscais Agropecuários da ADAPAR Unidade Regional de Toledo irão atuar nas fiscalizações do trânsito, comércio, recomendações de agrotóxicos pela assistência técnica e utilização de agrotóxicos nas propriedades agrícolas. Para subsidiar as ações, a Agência conta com um banco de dados informatizado (SIAGRO) que possibilita planejar as ações antecipadamente, bem como, checar no local da colheita todos os agrotóxicos utilizado pelo agricultor. Em caso de indícios de irregularidade na aplicação ou origem de um agrotóxico, serão realizadas coletas fiscais de grãos de soja no momento da colheita para análise de multiresíduos de agrotóxico.

De acordo com o supervisor Regional da ADAPAR de Toledo, Antonio Carlos Dezaneti, a produção agropecuária aumentou nos últimos anos e mesmo em meio a pandemia do COVID-19 os trabalhos da Defesa Agropecuária não pararam, seja na área sanidade vegetal ou animal, bem como da inspeção dos produtos de origem animal. “No caso da soja, o nosso objetivo é resguardar a Legislação Federal e Estadual de agrotóxicos, proteger os comerciantes, profissionais da agronomia e agricultores que atuam dentro da lei e promover a produção de grãos de soja dentro da norma legal, tanto para o consumo doméstico, quanto para a exportação da soja paranaense”.

Constatado irregularidade, a Agência irá iniciar os processos de responsabilização administrativos que podem culminar com a aplicação de multas, interdições e até destruição da cultura conforme gravidade da infração. Além disso, os fatos serão comunicados ao Ministério Público do Estado do Paraná para as responsabilizações civis e criminais cabíveis.

Fonte: Adapar
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Notícias Avicultura

Avicultura do MT renova seguro pioneiro no Brasil

Ao todo, 300 milhões de aves para corte e 10,5 milhões de aves de postura foram asseguradas

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Arquivo/OP Rural

A Associação Matogrossense de Avicultura (AMAV-MT) renovou seguro avícola do estado – o primeiro implantado no setor avícola mundial – assinado em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e as seguradoras Proposta e FairFax. A solenidade ocorreu ontem na sede da associação nacional, em São Paulo (SP).

Ao todo, 300 milhões de aves para corte (produção de carne) e 10,5 milhões de aves de postura (produção de ovos) foram asseguradas contra eventuais ocorrências de Influenza Aviária e Doença de Newcastle, com um montante de R$ 22 milhões para fundo indenizatório, além de R$ 2 milhões para fins de contenção de eventuais foco.

A apólice se transformou em um diferencial para a produção avícola, de acordo com Lindomar Rodrigues, presidente da AMAV-MT. Ele ressalta que o seguro dá tranquilidade para as cinco plantas avícolas e 16 granjas de ovos que operam no estado.

“Este seguro gerou mais tranquilidade para investirmos em defesa sanitária, e é visto com bons olhos pelos importadores de nossos produtos. É uma vantagem nas negociações para abertura de mercados, como também para a implantação de novas instalações avícolas em nosso estado”, avalia o presidente da AMAV-MT.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, há expectativa que o modelo de seguro em vigor no Mato Grosso seja implantado em outras regiões, para fortalecer ainda mais a estratégia setorial em crises sanitárias.

“Como nação livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle, o Brasil tem empenhado esforços para fortalecer sua defesa agropecuária, bem como a sua capacidade de reação diante de crises, e o seguro avícola é um grande diferencial, reforçando o papel dos fundos indenizatórios privados e públicos que temos hoje nos estados. Por outro lado, a assinatura comprova a transparência e a seriedade do setor em trabalhar com dados claros e ações efetivas de prevenção, que possibilitaram a assinatura de um seguro”, avalia.

Além de Santin e Rodrigues, participaram da assinatura do documento o membro do conselho consultivo da ABPA e um dos idealizadores do seguro, Ariel Antônio Mendes, e o representante das seguradoras, Ricardo Sassi.

Fonte: Assessoria
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