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Anec vê leve alta em projeção de exportações de milho do Brasil em setembro; reduz soja

Com volume projetado para setembro, país fecharia nove primeiros meses do ano com exportações de 20,7 milhões de toneladas

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A exportação de milho do Brasil deverá somar 6,38 milhões de toneladas em setembro, estimou na terça-feira (22) a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), elevando ligeiramente sua projeção, que até a semana passada era de 6,23 milhões de toneladas.

Com o volume projetado para setembro, embasado em embarques já efetivados e programados, o país fecharia os nove primeiros meses do ano com exportações de 20,7 milhões de toneladas, versus 28,2 milhões de toneladas no mesmo período de 2019, segundo dados da Anec. O Brasil está no pico do escoamento do cereal e a Anec projeta embarques entre 31 milhões e 33 milhões de toneladas para 2020, conforme avaliação divulgada no início deste mês.

Já a exportação de soja do país foi estimada em 3,93 milhões de toneladas para setembro, leve queda ante as 4,3 milhões de toneladas estimadas na semana anterior. Os embarques da oleaginosa foram muito concentrados em meses anteriores, com a forte demanda da China e um câmbio favorável, e estão estimados em 79,2 milhões de toneladas de janeiro a setembro, ante 60,8 milhões no mesmo período de 2019. Para o ano de 2020, a associação estima embarques de 82 milhões de toneladas.

Fonte: Reuters
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Notícias

300 empresas já confirmaram presença no 33º Show Rural

Em função da pandemia do coronavírus, inúmeros cuidados vão ser adotados para garantir a segurança de quem for ao centro de tecnologia para conhecer as novidades

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Dilvo Grolli é o presidente da Coopavel Cooperativa Agroindustrial - Foto: Assessoria

Trezentas empresas dos mais diferentes segmentos ligados ao agronegócio já confirmaram participação na 33ª edição do Show Rural Coopavel. O evento, um dos três maiores do mundo voltado à disseminação de novas tecnologias para o campo, vai ser realizado de 1º a 5 de fevereiro de 2021, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

“Faremos, como nas edições anteriores, um grande evento e com o melhor em novidades para produções de alta performance e com grandes resultados”, afirma Dilvo. Os preparativos para o evento já começaram. Uma das principais características desta edição será o aspecto misto: presencial e com força total nos canais de mídias sociais – Facebook, Instagram e Youtube.

 

Atrações

Além de empresas de máquinas e implementos agrícolas e de cultivares, híbridos e completa linha de insumos, a 33ª edição confirma a realização de outras atrações importantes. Entre elas do Show Rural Digital, focado em tecnologias e novas soluções para o agronegócio, e do Show Rural Pecuário e Ovinocultura, com o melhor de raças para produção de leite e carne. Uma das novidades será a entrega de um amplo pavilhão para expositores da agricultura familiar, resultado de parceria com o IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural, que integra o Emater e o Iapar).

 

Cuidados

Em função da pandemia do coronavírus, inúmeros cuidados vão ser adotados para garantir a segurança de quem for ao centro de tecnologia para conhecer as novidades, diz o coordenador geral Rogério Rizzardi. “Elaboramos e vamos colocar em prática um cuidadoso plano de contingência. Diversas medidas serão observadas, entre elas o uso obrigatório de máscara em todo o percurso, aferição da temperatura corporal, distribuição de álcool em gel, realização de eventos apenas ao ar livre e acionamento de bebedouros com o pé”.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Santa Catarina

Aurora adquire unidade de aves de Chapecó

Essa planta industrial estava arrendada para a cooperativa desde dezembro de 2012

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A Cooperativa Central Aurora Alimentos comunicou nesta segunda-feira (26) que a proposta anteriormente formulada para aquisição da unidade industrial de abate e processamento de aves pertencente à Massa Falida da Chapecó Companhia Industrial de Alimentos, localizada em Xaxim (SC), foi julgada vencedora pelo Juízo da 3ª Vara Cível da Comarca de Chapecó. A proposta foi entregue no dia 06 de outubro atendendo os requisitos mínimos previstos no edital.

De acordo com a cooperativa, a decisão de compra levou em conta que a agroindústria tem grande importância na geração de empregos e no fomento à economia regional. “A unidade emprega diretamente 2.379 trabalhadores, está habilitada para exportar para vários mercados, tem capacidade para abate de 191.000 frangos por dia ou 47,7 milhões de aves por ano”, informou a Aurora.

Essa planta industrial estava arrendada para a cooperativa desde dezembro de 2012. A aquisição abrange todo o conjunto produtivo da Massa Falida, o que inclui, além do abatedouro, a fábrica de rações, o incubatório, o setor de congelamento da unidade industrial, os armazéns e as granjas-matrizes.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

Poder de compra do avicultor frente ao milho é o mais baixo da série

Preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura têm atingido patamares recordes neste mês de outubro

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Arquivo/OP Rural

Os preços dos principais insumos consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, têm atingido patamares recordes neste mês de outubro.

Esse cenário vem pressionando o poder de compra de avicultores, apesar da recente valorização dos ovos – a atual relação de troca entre ovos e milho é a mais desfavorável de toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2013; frente ao farelo, o poder de compra neste mês é o terceiro mais baixo da série. Segundo colaboradores do Cepea, com a firme demanda por milho nas regiões produtoras, vendedores se mantêm afastados das negociações, na expectativa de novas valorizações.

Atualmente, a saca de 60 kg é comercializada a valores recordes nominais na série histórica do Cepea, iniciada em 2004 para esse produto. Quanto ao farelo de soja, a dificuldade da indústria esmagadora em negociar lotes do grão tem limitado a disponibilidade do derivado e, consequentemente, elevado os preços, que também operam nas máximas nominais.

Para os ovos comerciais, as temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras vêm limitando a produção de ovos maiores, o que, por sua vez, eleva as cotações.

Fonte: Cepea
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