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Notícias Mercado

Anec revisa para cima exportação de grãos no mês e vê mais de 5 mi t de milho

Com base na programação de navios, a Anec elevou a previsão de embarques de milho do Brasil para 5,44 milhões de toneladas

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Ivan Bueno/APPA

As projeções de exportação de milho, soja e farelo de soja do Brasil neste mês voltaram a ser ajustadas para cima, de acordo com dados semanais da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Com base na programação de navios, a Anec elevou a previsão de embarques de milho do Brasil para 5,44 milhões de toneladas, versus 4,8 milhões estimados na semana anterior.

Em novembro do ano passado, a exportação de milho do país havia somado 4,5 milhões de toneladas. No acumulado dos 11 meses de 2020, a associação projetou as exportações do cereal em 30,02 milhões de toneladas, contra 38,3 milhões de toneladas em igual período de 2019, ano em que o país registrou vendas recordes do grão.

Para a soja, a Anec estimou as exportações de novembro em 850,2 mil toneladas, contra 762,7 mil toneladas na previsão da semana passada e 4 milhões no mesmo mês do ano passado. Com grandes embarques concentrados em meses anteriores, o Brasil passa por um aperto nas ofertas da oleaginosa. Maior exportador global de soja, o Brasil deverá fechar novembro com embarques acumulados de 82,2 milhões de toneladas no ano, ante 69,9 milhões em 11 meses do ano passado, de acordo com a Anec.

A entidade ainda projetou as exportações de farelo de soja do país em 1,48 milhão de toneladas neste mês, levemente acima da estimativa de 1,4 milhão de toneladas publicada na semana passada. No mesmo mês do ano passado, somaram 1,1 milhão de toneladas.

No ano até novembro, os embarques do derivado da oleaginosa deverão atingir 15,9 milhões de toneladas, versus 14,4 milhões no mesmo intervalo de 2019, acrescentou a Anec.

Fonte: Reuters
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Notícias Alimentação

Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul apoia solicitação de inclusão de ovos na cesta básica do brasileiro

Brasil produz aproximadamente 54 bilhões de ovos por ano e o Rio Grande do Sul em torno de 3,8 bilhões de ovos ano

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A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul – O.A.RS e suas entidades membros, Associação Gaúcha de Avicultura – ASGAV, Sindicato da Indústria e Produtos Avícolas no Estado do RS – SIPARGS e o Programa Ovos RS, encaminharam nesta data ofício ao Deputado Federal Arthur Lira – Presidente da Câmara Federa de Deputados , solicitando a votação em pauta da inclusão do alimento ovo na composição da cesta básica, conforme requerimento do Deputado Federal, Jerônimo Goergen encaminhado ressentimento para apreciação do Projeto de lei nº 4534/2020 que altera o decreto lei 399 de 30/04/1938.

O ovo é um dos alimentos mais completos do mundo depois do leite materno, além de ser um alimento de fácil acesso à todas as classes sociais e também devido ao empreendedorismo e pujança do setor produtivo é produzido em larga escala no Brasil, por pequenos, médios e grandes produtores.

A entidade no teor de seu pedido destacou algumas informações relevantes ligadas à produção de ovos como fatores sociais e de sustentabilidade, conforme segue:

  • Os ovos tem vários benefícios exclusivos para saúde em todas as fases da vida;
  • Os ovos são cientificamente comprovados em reduzir o atraso no crescimento infantil;
  • Os ovos são uma fonte de proteína de baixo impacto ambiental;
  • Os ovos tem uma baixa pegada de carbono, tornando-os uma escolha saudável e sustentável;
  • O setor de produção de ovos dá uma contribuição significativa a vários fatores econômicos e sociais associados a redução da pobreza e da fome;
  • Os ovos estão ajudando ativamente a alimentar a crescente população mundial;
  • No âmbito da ciência e pesquisa os ovos também contribuem para o desenvolvimento de vacinas contra diversas doenças, incluindo o Covid-19.

“Dada a importância deste alimento para milhões de pessoas e também por se tratar de atividade em constante evolução, tanto em contribuição alimentar como em tecnificação e modernização setorial, é que julgamos de extrema importância a apreciação e votação do referido PL no parlamento, bem como, contamos com aprovação do mesmo”, comenta José Eduardo dos Santos, presidente Executivo da O.A.RS.

O Brasil produz aproximadamente 54 bilhões de ovos por ano e o Rio Grande do Sul em torno de 3,8 bilhões de ovos ano.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

JBS investe R$ 1,85 bilhão em nova fábrica de alimentos preparados e em expansão de unidade

Planos da Companhia preveem investimentos na cidade de Rolândia (PR); previsão é gerar 2,6 mil novos empregos diretos

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A JBS, segunda maior empresa de alimentos e maior de proteína do mundo, oficializou nesta sexta-feira (14) o investimento de R$ 1,85 bilhão em Rolândia (PR) até 2025. A expectativa é criar cerca de 2,6 mil novos empregos diretos. Os planos incluem a construção de uma nova fábrica de alimentos preparados, além da modernização e expansão da atual unidade de aves já em operação. O objetivo é atender as demandas dos mercados interno e externo, tanto para produção de proteína in natura quanto de alimentos preparados. A obra já foi iniciada e tem previsão de conclusão no quarto trimestre de 2022.

“A JBS está sempre atenta às demandas do mercado para ampliar a sua capacidade produtiva. Os nossos investimentos demonstram a relevância global do estado do Paraná como polo produtor de alimentos para o mundo.”, destaca Wesley Batista Filho, Presidente da JBS América do Sul e da Seara.

Atualmente, a unidade de Rolândia emprega 3,7 mil colaboradores diretos, além da parceria com mais de 390 integrados. Com a ampliação, outros 150 produtores serão integrados. A empresa já possui operações em 14 municípios do Paraná, incluindo unidades produtivas, centros de distribuição, incubatórios e fábricas de ração. A Companhia já emprega mais de 14 mil pessoas no estado e ainda conta com uma rede de mais de 2 mil produtores integrados, que fornecem matéria-prima para a empresa e movimentam economicamente as regiões do entorno de suas fábricas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Santa Catarina

Suinocultores aprovam as contas da ACCS

Assembleia Geral Ordinária foi realizada de forma online em 2021

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As contas da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) referentes ao ano de 2020 foram aprovadas em Assembleia Ordinária Virtual ocorrida na manhã desta sexta-feira (14). Por conta da Covid-19, a participação presencial ficou limitada ao conselho fiscal e aos representantes do Conselho Deliberativo Superior, sedo que os suinocultores integrantes dos núcleos municipais e regionais puderam interagir de forma online.

Toda a movimentação financeira da Associação também passou pelo crivo de uma auditoria externa, além da análise criteriosa do conselho fiscal. “A organização da entidade serve de inspiração para a gente aplicar dentro de nossas propriedades. O que chamou a nossa atenção é que a movimentação financeira da ACCS é feita via cartão ou banco, além da nota. Isso é uma duplicidade na comprovação de todos os investimentos feitos. A Associação é um exemplo de transparência e profissionalismo”, destaca Ricardo Perlochner, representante do conselho fiscal e suinocultor de Treze Tílias.

De acordo com a auditoria externa, a Associação que representa centenas de produtores catarinenses é gerida por pessoas sérias e preocupadas com o futuro da entidade. “Há vários anos eu sou o responsável pela auditoria externa da ACCS e nunca houve qualquer indício de irregularidade. Isso comprova o trabalho responsável e rigoroso feito pelo setor administrativo da entidade e por toda a diretoria. Eles estão preocupados em investir os recursos com responsabilidade”, reitera José Alberto Olmi, responsável pela auditoria externa da ACCS

Todos os anos a ACCS realiza uma assembleia de prestação de contas e também reúne os suinocultores na sede da entidade para trocar informações sobre o setor. Mesmo com as dificuldades impostas pelo coronavírus, a Associação viabilizou a reunião de forma virtual.

“Esse é o nosso objetivo: integrar e compartilhar conhecimento. No ano passado tivemos inúmeras dificuldades, mas mesmo assim conseguimos manter as contas em ordem e a ACCS em franco crescimento. A nossa missão é atender o produtor cada vez melhor. É uma responsabilidade muito grande para a nossa diretoria e aos colaboradores representar a suinocultura de Santa Catarina, mas também é muito gratificante”, avalia o presidente Losivanio Luiz de Lorenzi.

Fonte: Assessoria
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Encontro Nacional de Micotoxinas – RJ

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