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Notícias Mercado

Anec reduz previsões de exportação de soja e milho do Brasil em novembro

Expectativa da associação indica que o país deve acumular 29,78 milhões de toneladas enviadas ao exterior entre janeiro e novembro

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Ivan Bueno/APPA

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para baixo suas estimativas de embarques de soja, milho e farelo do Brasil em novembro, em relação à semana anterior, após dois ajustes positivos. As vendas externas de milho devem alcançar 5,207 milhões de toneladas neste mês, 232 mil toneladas a menos que a projeção divulgada na semana passada. Ainda assim, o resultado representa alta ante novembro de 2019, quando os embarques somaram 4,529 milhões de toneladas.

Com isso, a expectativa da associação indica que o país deve acumular 29,78 milhões de toneladas enviadas ao exterior entre janeiro e novembro, ante 38,27 milhões no mesmo período de 2019.

Na soja, as exportações devem atingir 834,4 mil toneladas em novembro, abaixo das 850,25 toneladas vistas na estimativa anterior. O volume também é menor que as 4,04 milhões de toneladas embarcadas um ano antes, pois as vendas de 2020 foram concentradas em meses anteriores, principalmente no primeiro semestre.

No acumulado do ano até novembro, o Brasil, maior produtor e exportador da oleaginosa, deve embarcar 82,2 milhões de toneladas, de acordo com a projeção da Anec. O volume supera com folga os 69,89 milhões de toneladas embarcados no mesmo período de 2019.

Ainda de acordo com a associação, as exportações de farelo de soja devem alcançar 1,415 milhão de toneladas em novembro, abaixo da projeção de 1,48 milhão divulgada na semana passada, mas acima da marca de 1,103 milhão registrada um ano antes.

De janeiro a novembro, estima-se que 15,8 milhões de toneladas sejam enviadas ao exterior, ante 14,4 milhões no mesmo intervalo de 2019.

Fonte: Reuters
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Notícias Meio Ambiente

Fórum online debate potencial da produção, aponta soluções e proporciona negócios para o biogás e biometano

O 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano será realizado de 29 de março a 1º de abril, de forma online e gratuita

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Divulgação

De acordo com a Nota Técnica Panorama do Biogás no Brasil em 2019, na classificação por substrato, o segmento abriga o maior número de plantas de biogás com fins energéticos no País. Na sequência, aparecem a Indústria, e, após, Resíduo Sólido Urbano (RSU) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). O estudo também aponta que a energia elétrica é a aplicação energética mais representativa do cenário nacional, com 84% das plantas, consumindo 86% do volume de biogás produzido.

Embora focado na realidade e em demandas da região Sul, o Fórum também abre as portas para participantes de outros lugares, inclusive, internacionais. O painel programado para o dia 31 de março, por exemplo, vai propor o debate sobre a sinergia entre Brasil e Reino Unido para o setor.

As vantagens do evento virtual também beneficiam o Espaço Biogás de Negócios. Na plataforma EventMobi, onde irá ocorrer o Fórum, os participantes poderão conhecer os estandes virtuais das empresas, promover reuniões e propor parcerias. Até o produtivo momento de coffee break, mais informal e tradicionalmente uma boa oportunidade de networking, será contemplado pela plataforma, em chats temáticos abertos a todos os participantes. Durante o evento, será mantida a apresentação das práticas que os debates propõem: a visita técnica a plantas de biogás ganhará tour virtual.

O 3º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano será gratuito e terá vagas limitadas. Os participantes que já haviam se inscrito para o evento presencial foram ressarcidos. A reabertura das inscrições para todos os públicos – empresas, profissionais e estudantes – será divulgada pelo site do evento: biogasebiometano.com.br

O Fórum é realizado pelo CIBiogás, Embrapa e Universidade de Caxias do Sul, e tem organização da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (SBERA).

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Financiamento

Contratação do crédito rural alcança mais de R$ 147 bilhões em oito meses

Valor é 18% maior em relação a igual período da safra anterior; bom desempenho tem como destaque os financiamentos contratados por produtores de maior porte e cooperativas

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Jonas Oliveira

De julho/2020 a fevereiro/2021 o valor das contratações de crédito rural somou R$ 147,57 bilhões, o que representa uma alta de 18%, em relação a igual período da safra anterior.

De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, os recursos para investimento somaram R$ 47,33 bilhões (40%), R$ 78,64 bilhões (14%) para custeio, R$ 8,24 bilhões (1%) para industrialização e R$ 13,34 bilhões para comercialização, que teve redução de 3%.

A menor demanda de crédito para comercialização é explicada, principalmente, pela elevação dos preços agrícolas, que torna desnecessária a formação de estoques. As maiores reduções por financiamentos dessa natureza foram observadas, principalmente, para os produtos relacionados à cesta básica, como leite (-36%), arroz (-26%), café (-7%), milho (-9%), trigo (-6%), bovinos (-6%) e suínos (-42%)

O bom desempenho do crédito rural tem como destaque os financiamentos contratados pelos produtores de maior porte e cooperativas, classificados na categoria de “Demais”, que se situaram em R$ 49,14 bilhões (16%) para custeio e R$ 35,22 bilhões (56%) para investimento. Essa categoria respondeu por 62% do crédito de custeio e 74% do crédito de investimento.

No âmbito do Pronaf, as contratações de custeio somaram R$ 12,11 bilhões e no Pronamp R$ 17,38 bilhões, com crescimento de 19% e 6%, respectivamente. Já para investimento foram contratados R$ 10,23 bilhões pelo Pronaf e R$ 1,88 bilhões ao amparo do Pronamp, crescimento de 8% e 3%, respectivamente.

Os médios produtores, amparados pelo Pronamp, também podem financiar seus investimentos por meio dos programas específicos de investimento (Moderfrota, Inovagro, Moderinfra, ModeragroPCA, ABC).

O fato de as contratações de custeio, realizadas pelos “Demais” produtores, ter crescido 16% em valor e reduzido 23% em número de contratos, elevando, assim, o ticket médio dessas operações, é explicado, principalmente, pelo aumento na utilização de recursos livres, que não têm limite de financiamento.

Fontes

Dentre as contratações de crédito rural, realizadas com recursos controlados, no total de R$ 100,15 bilhões, destaca-se a redução de 25% na utilização de Recursos Obrigatórios, se situando em R$ 27,19 bilhões, ao mesmo tempo em que a utilização de recursos da Poupança Rural Controlada aumentou 78%, atingindo R$ 42,45 bilhões.

O aumento na utilização de recursos das fontes não controladas (22%) foi superior ao das fontes controladas (17%). Na avaliação do diretor do Departamento de Crédito e Informação, Wilson Vaz de Araújo, isso confirma o acerto da política de diversificação das fontes de financiamento, com destaque para o aumento de 72% em recursos livres (de tesouraria ou próprios dos bancos), num total de R$ 12,16 bilhões, e de 15% nas contratações com recursos da fonte LCA, que ficaram em R$ 20,79 bilhões.

Em relação aos financiamentos realizados no âmbito dos programas de investimento, com recursos da fonte BNDES, administrados pelo Mapa, os programas que se destacaram, pelo valor contratado e respectivo aumento, foram o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 7 bilhões (33%), o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,56 bilhão (29%), o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,66 bilhão (60%) e o Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 714 milhões (106%).

Fonte: MAPA
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Notícias Mercado

Brasil fecha acordo com a Tailândia para venda de carne bovina

O acordo é relevante porque o mercado tailandês tem ascendências sobre países da região

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Arquivo/OP Rural

A carne bovina brasileira chega a mais um mercado internacional. Desta vez, as negociações com Tailândia avançaram, e em fevereiro foram firmados acordos para a exportação planta a planta. No ano passado o país vendeu cerca de U$ 650 mil para o país do sudeste asiático, em vendas com “licença de chegada”. A expectativa é que haja um incremento nas transações com a abertura do mercado.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o volume não é expressivo ainda, mas a abertura é relevante porque a Tailândia tem um processo de controle sanitário maduro em comparação com outros países da região e acaba por ter uma ascendência sob esses países, o que reforça a qualidade fitossanitária dos produtos brasileiros.

O trabalho para a abertura do mercado começou há alguns anos e envolve departamento de promoção da embaixada brasileira na Tailândia e também o trabalho do adido agrícola. Hoje, a auditora fiscal federal agropecuária Maria Eduarda de Serra Machado é adida agrícola no país.

Abrir o mercado é muito importante, mas é apenas um primeiro passo no incremento das transações comerciais entre os países. É necessário um grande investimento em promoção comercial, o que o Brasil já vem fazendo. Várias empresas do setor agropecuário, em especial as produtoras de proteína animal, já têm feito um trabalho de divulgação no país e participado de feiras, como a Thaifex.

A abertura de mercados é uma das estratégias do Mapa para fomentar a venda de produtos agropecuários brasileiros. Nos últimos dois anos foram abertos 120 mercados. São 60 por ano, pouco mais de um por semana. Além disso, o Ministério tem, hoje, 26 postos de adidos agrícolas no mundo, empregando 28 funcionários do Ministério.

Fonte: Assessoria Anffa Sindical
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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