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ANC reconhece criatórios com prêmio Difusão Genética Nacional 2022

Mérito foi entregue a 15 propriedades do Rio Grande do Sul, do Paraná, de São Paulo e de Goiás durante a Noite do Assado 1%.

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Presidente da Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC), Joaquin Villegas: "Os premiados estão de parabéns pelo trabalho realizado e, mais do que isso, por difundir a sua genética melhoradora a outros rebanhos das raças" - Foto: Carolina Jardine

Criatórios das raças Angus, Braford, Brangus, Canchim, Charolês, Devon, Hereford e Ultrablack foram reconhecidos pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC) com o prêmio Difusão Genética Nacional 2022 na Expointer. O mérito foi entregue a 15 propriedades do Rio Grande do Sul, do Paraná, de São Paulo e de Goiás durante a Noite do Assado 1%. A cerimônia ocorreu na noite de segunda-feira (29) na casa da ANC no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). “Os premiados estão de parabéns pelo trabalho realizado e, mais do que isso, por difundir a sua genética melhoradora a outros rebanhos das raças”, afirma o presidente da entidade, Joaquin Villegas.

O prêmio reconhece as cabanhas proprietárias do animal cujos filhos avaliados no período de 01/07/2021 a 30/06/2022 obtiverem a maior soma de Índice Final no Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo). Na raça Angus, a Estância Santa Amélia, da Parceria Santa Amélia Bayucuá, de Santa Vitória do Palmar (RS), levou o prêmio com o touro Biguá 6463 Density TE, que finalizou com 1667,12 no índice somado dos filhos. Nas fêmeas, a Fazenda Rio da Paz, do criador Antônio Zancanaro, de Cascavel (PR), destacou-se com a Emi 2 da Rio Da Paz, que somou o valor de 712,26.

Na raça Braford, venceu o reprodutor São Lucas 38-2405 Vaqueano, que somou 365,18. O touro pertence à Estância São Lucas, do pecuarista Nilson Manoel Riesinger de Faria Corrêa, de Uruguaiana(RS). Nas fêmeas, destacou-se a vaca Santa Ana 38-9470, da El Tigre Brasil, de Thiago Sommer Fontoura e José Miguel Saldaña Puig, de Uruguaiana (RS). O animal obteve filhos com Índice Final de 153,52.

A Fazenda Santa Zélia, de Washington Umberto Cinel, de Uruguaiana (RS), venceu com o touro Brangus Brasil P28 do Manancial. O reprodutor da raça Brangus se classificou com o resultado 1887,21. Nas fêmeas, o prêmio ficou com a vaca Juquiry Black Lanin 6527 TE, da Juquiry, do pecuarista João Francisco Tellechea Filho, de Uruguaiana (RS). Ela somou 201,16.

Na raça Canchim, o touro vencedor pertence à Fazenda São Tomé, de Dourivan Cruvinel de Souza, de Rio Verde (GO). O exemplar Fantástico 912 da São Tomé levou a melhor com o somatório de Índice Final de 2031,60. A fêmea campeã foi a Recatar Calabilu, da Calabilu, de Luiz Adelar Scheuer, de Capão Bonito (SP), que somou 75,95.

Na raça Charolês, o criatório Charolês Figueira, do pecuarista André Corrêa Berta, de Arambaré (RS), consagrou-se com o touro Jotabê Intimidator 5357 BR #, que alcançou 1105,63 pontos. A fêmea campeã foi a Tarumã 1094 #, do criador Dirceu Neto Dorneles, da Cabanha Tarumã, de Camaquã (RS). O animal se destacou com 219,40.

O reprodutor vencedor na raça Devon pertence ao criador José Carlos Assis Brasil Senna, da Cabanha Saudade, de São Gabriel (RS). O touro Saudade Azul 4152 atingiu 800,54 pontos na soma do Índice Final. Já a fêmea vencedora foi a Camboatã 072-G5742-SL1122, que se classificou com 179,17. O animal pertence ao criador Marcos Evaldo Pandolfi, da Camboatã Agropecuaria, de Camaquã (RS).

Na raça Hereford, a Estância Mauá, de Mário Ubirajara Rota Anselmi, de Santa Vitória do Palmar (RS), levou o prêmio com o touro Mauá Lord Pontal 4077. O reprodutor garantiu 2018,88 pontos. Já nas fêmeas, o mérito ficou com a vaca Topass Estrela TE, que somou 245,95 pontos. Ela pertence a Cabanha Touro Passo, do criador Ricardo Pereira Duarte, de Uruguaiana (RS)

Na raça Ultrablack, a Fazenda Três Marias, de Nathalia Almendros Ramires e outras, de José Bonifácio (SP), fez dobradinha. O criatório levou o título nos machos com o touro 3E Espirro FIV U047 e nas fêmeas com a 3E Felyna U038. Os animais somaram 11,39 cada um.

Fonte: Ascom

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Copercampos reinaugura unidade de grãos em Otacílio Costa com investimento de R$ 16 milhões

Estrutura modernizada aumenta capacidade e agilidade no recebimento de soja e milho, beneficiando produtores da região.

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Foto: Divulgação

A Copercampos reinaugurou nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a unidade de armazenagem de grãos de Otacílio Costa, na serra catarinense, após um amplo processo de modernização que recebeu investimentos superiores a R$ 16 milhões. A estrutura, implantada originalmente em 2012, ganhou nova moega, secador, instalação de tombador, caixa de carregamento e silo de armazenagem, garantindo mais eficiência, segurança e rapidez no fluxo de recebimento.

Com as melhorias, a unidade passa a ter capacidade estática de 380 mil sacos de 60 kg, além de maior agilidade operacional durante a safra, reduzindo filas e otimizando a logística dos associados da região.

Segundo o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a obra atende uma necessidade prática do produtor, principalmente pelo ritmo acelerado da colheita no município. “Hoje estamos aqui em Otacílio inaugurando uma obra de suma importância para o produtor, que vai agilizar a sua colheita e o descarregamento, evitando filas e transtornos. Aqui a safra ocorre muito rápido devido ao clima e isso traz um grande benefício”.

Para o Diretor Superintendente da Copercampos e também produtor associado Lucas de Almeida Chiocca, que atua na região há mais de 15 anos, o investimento reforça a proximidade da cooperativa com quem produz. “Eu, como produtor há mais de 15 anos em Otacílio Costa, saio daqui com o coração cheio de alegria. A Copercampos mais uma vez está do lado do produtor, fazendo um grande investimento para resolver o problema do momento. O mais importante é o recolhimento do grão.”

O crescimento também foi destacado pelo prefeito de Otacílio Costa, Fabiano Baldessar, que ressaltou a transformação produtiva do município ao longo dos anos. “Otacílio Costa saiu de 700 a 800 hectares de lavoura entre 2009 e 2011 para hoje mais de 17 mil hectares, segundo dados da Epagri. Essa reinauguração é mais uma conquista e representa uma segunda virada de chave no agro do nosso município”, comentou.

A estrutura ampliada já será fundamental para a safra 2026, cuja previsão de recebimento é de aproximadamente 500 mil sacos de soja e 100 mil sacos de milho, volume que demonstra o novo patamar produtivo regional.

Fonte: Assessoria Copercampos
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Preços agropecuários caem 3,75% em janeiro, aponta Cepea

Todas as categorias registraram queda, com hortifrutícolas e grãos liderando a retração mensal.

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Foto: Shutterstock

Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou queda nominal de 3,75% em relação ao mês anterior.

O resultado mensal se deve à retração observada para todos os subgrupos do Índice, com destaque para o IPPA- Hortifrutícolas (-7,69%) e o IPPA-Grãos (-5,44%), seguidos pelo IPPA-Pecuária (-2,74%) e pelo IPPA-Cana-Café (-0,63%).

Já o IPA-OG-DI apresentou leve alta de 0,92% no mês, indicando que, em janeiro, os preços agropecuários tiveram desempenho inferior ao dos industriais.

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 0,33%, enquanto o Real se valorizou 2,11%, o que resultou em queda de 1,79% dos preços internacionais de alimentos medidos em reais.

Na comparação anual (janeiro/26 frente a janeiro/25), o IPPA/CEPEA caiu expressivos 8,19%, com quedas em todos os grupos: IPPA-Hortifrutícolas (-17,68%), IPPA-Cana-Café (-8,78%), IPPA-Grãos (-7,85%) e IPPA-Pecuária (-7,09%). No mesmo período, o IPA-OG-DI se desacelerou 2,21%, e os preços internacionais de alimentos acumulam queda de 19,12% em Reais e de 8,76% em dólares, refletindo também a valorização de 11,36% do Real em um ano.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Cooperativas fortalecem cadeias de aves, suínos e leite em Santa Catarina

Dados apresentados mostram que 70% dos avicultores da cooperativa já possuem sucessão familiar definida, garantindo continuidade no campo.

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Fotos: Bruna Leticia/MB Comunicação

Reflexões estratégicas sobre o futuro do cooperativismo, o protagonismo jovem e a força das cadeias produtivas catarinenses. Assim iniciou a programação do Sebrae/SC no terceiro dia do 27º Itaipu Rural Show em Pinhalzinho. O evento reuniu duas palestras que dialogaram diretamente com os desafios e as oportunidades do agronegócio: União que Gera Valor: Engajamento e Cooperativismo no Campo, com Dieisson Pivoto, e Cadeia de Aves e Suínos em SC, com Marcos Zordan.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan

Pivoto destacou como o cooperativismo transforma união em desenvolvimento econômico e social. Ele apresentou a trajetória da Cooper Itaipu como exemplo de organização e visão estratégica. Também abordou a atuação da Aurora Coop, formada por 14 cooperativas, com mais de 850 produtos no portfólio e presença em mais de 80 países, a cooperativa demonstra a dimensão que o modelo pode alcançar quando há integração e gestão eficiente.

Entre as contribuições da cooperativa aos seus sócios e à comunidade, Pivoto ressaltou a geração de renda ao cooperado, a assistência técnica no campo, a industrialização da produção e a criação de oportunidades que fortalecem toda a região. “Somos parte importante na alimentação do mundo. O cooperativismo gera valor quando fortalece o produtor, apoia a comunidade e prepara as próximas gerações para dar continuidade a esse legado”, afirmou.

Com foco especial na juventude, a palestra abordou a necessidade de incentivar o cooperativismo desde cedo, aproximando os jovens do modelo e reforçando seu papel na tradição e na inovação. O futuro do cooperativismo, segundo ele, depende diretamente do engajamento das novas gerações.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Zanuzzi, aprofundou o debate ao falar sobre sucessão e permanência no campo. “Um dos grandes desafios é a continuidade não só do jovem na propriedade rural, mas também no modelo cooperativista. Temos percebido mudanças de comportamento entre as gerações, e isso exige uma comunicação mais próxima e estratégica. Precisamos ouvir o jovem, entender seus anseios e reconhecer que a velocidade dele é diferente da geração anterior”.

Cadeia de aves e suínos

Complementando a programação, a palestra “Cadeia de Aves e Suínos em SC”, ministrada pelo vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan, trouxe uma análise sobre a importância estratégica dessas cadeias produtivas para a economia catarinense e nacional. “Conectamos a cadeia de suínos, aves e leite ao cooperativismo, seja por meio da Aurora Coop ou das cooperativas filiadas. Precisamos mostrar ao produtor o que estamos fazendo e o que o futuro nos espera nessas atividades”, explicou.

Zordan esclareceu a diferença entre os sistemas de integração, como ocorre na suinocultura, avicultura e na produção independente do leite, ressaltando a importância da segurança para o produtor na tomada de decisão. “Precisamos que esses produtores sintam firmeza ao decidir investir nessas atividades. O futuro aponta para aumento do consumo de alimentos e isso exige produtividade. E produtividade é a única forma de melhorar a rentabilidade”, enfatizou.

O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop expôs dados relevantes da avicultura regional. “Atualmente, cerca de 70% dos avicultores ligados a Aurora Coop já têm sucessão familiar encaminhada. No Brasil, esse índice gira entre 3% e 5%. Isso é resultado de um trabalho contínuo das cooperativas, das filiadas, da cooperativa e de todos que fortalecem o setor. Quando o produtor tem renda compatível, o filho fica na propriedade. Se o filho fica, a sucessão está garantida”, salientou.

Capacitação

Palestrante Dieisson Pivoto – Foto: Karina Ogliari/MB Comunicação

“Encerramos a rodada de palestras desta sexta-feira (20), demonstrando a importância do desenvolvimento regional com iniciativas como o Programa Encadeamento Produtivo. Quando estruturamos as cadeias de aves, suínos e leite dentro de uma lógica cooperativista, estamos fortalecendo todos os elos, da produção primária à industrialização, da assistência técnica ao acesso ao mercado. Isso gera previsibilidade, competitividade e sustentabilidade econômica para o produtor”, concluiu Zanuzzi.

A atuação do Sebrae/SC qualifica esses elos, promove integração, gestão eficiente, inovação e planejamento estratégico. O desenvolvimento não ocorre apenas pelo aumento de produção, mas pela organização sistêmica da cadeia, adoção de tecnologia, ganho de produtividade e agregação de valor.

Fonte: Assessoria Sebrae
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