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Avicultura

Analista do Rabobank palestra sobre o mercado de proteína animal no 23º SBSA

Nan-Dirk Mulder fará a palestra de abertura do Simpósio Brasil Sul de Avicultura, no dia 4 de abril, às 18h15

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Nan-Dirk Mulder explanará sobre mercado de proteína animal na palestra de abertura do SBSA.- Foto Assessoria

O mercado mundial da carne crescerá nas próximas décadas, impulsionado pelo aumento da população. A América Latina e o Brasil continuarão como grandes fornecedores de proteína animal. Porém, a questão sanitária, o sistema produtivo, os crescentes e dinâmicos mercados de consumo serão um desafio. Além disso, o crescente número de casos de Influenza Aviária já se tornou um problema global e está impactando o mercado.

Esse tema será debatido no dia 4 de abril, na palestra de abertura do 23º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). A solenidade de abertura oficial será às 17h30 e a palestra às 18h15. A Farmabase, patrocinadora da palestra, traz para o SBSA o analista sênior de proteína animal do Rabobank, Nan-Dirk Mulder, que explanará sobre “O mercado de proteína animal: uma visão de futuro em um momento de incertezas”.

Nan-Dirk Mulder cobre a indústria de uma perspectiva internacional da cadeia de valor, desde a agricultura, processamento, até insumos como nutrição animal, saúde animal, genética e equipamentos. Está baseado na sede do Rabobank na Holanda e já trabalha para o Rabobank há mais de 20 anos. Antes de sua nomeação na RaboResearch Food & Agribusiness, Nan-Dirk trabalhou para o Product Boards for Livestock, Meat and Eggs (PVE), Wageningen Economic Research e foi membro das Comissões Holandesas em Management and Expert Committees for Livestock, Meat and Poultry no European Comissão.

Desde que ingressou no Rabobank, assessora o banco em compromissos globais nos setores de proteína animal. Também esteve envolvido em muitas atividades de consultoria e pesquisa do banco nesses setores e desenvolveu um conhecimento profundo sobre as principais questões estratégicas nesses setores. Nan-Dirk assessorou e participou de projetos em todos os continentes do mundo e é palestrante regular em conferencias e seminários em todo o mundo. Nan-Dirk formou-se em economia agrícola, marketing e pesquisa de mercado pela Wageningen Agricultural University, na Holanda, em 1996.

 

Sobre o SBSA

O Simpósio ocorrerá nos dias 4, 5 e 6 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Promovido pelo Nucleovet, o evento será realizado em formato híbrido. Concomitantemente, acontecerá a 14ª Brasil Sul Poultry Fair, além da Granja do Futuro.

Considerado um dos maiores eventos do setor avícola latino-americano, o SBSA apresentará as últimas tendências do mercado mundial da avicultura. A programação científica está dividida em quatro blocos que debaterão mercado, abatedouro, sanidade, nutrição e manejo. “Ao eleger os temas e elaborar a programação, são levados em consideração os anseios dos profissionais do setor e sua aplicação na prática. Nossa intenção é proporcionar informações com a melhor qualidade possível para que os profissionais multipliquem o que vão aprender e transformem isso em ações”, enfatiza o presidente da Comissão Científica do 23º SBSA, Guilherme Lando Bernardo.

 

INSCRIÇÕES

Neste ano, o acesso à feira – que era gratuito – será pago para quem não participar do Simpósio. Para os congressistas que se inscreverem no Simpósio, o acesso à Poultry Fair continua gratuito. O investimento para o terceiro lote é de R$ 800,00 para profissionais, R$ 460,00 para estudantes para o evento presencial e, para a Poultry Fair, R$ 200,00. Para as inscrições online do Simpósio os valores são de R$ 700 para profissionais e R$ 420,00 para estudantes.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSA serão concedidos códigos-convites bonificados. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes. Participantes que trabalham ou residem fora do Brasil, excepcionalmente para essa edição só poderão realizar a inscrição online, conforme recomendação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Mais informações e inscrições no site: www.nucleovet.com.br.

Fonte: Assessoria

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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