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Alunos do Curso Técnico em Agronegócio conhecem sistema de produção da Aurora

A proposta teve como objetivo levar aos futuros profissionais uma ampla ideia de como é o processo do agronegócio

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Para conhecer o processo de industrialização do setor primário da economia  catarinense, os alunos do Curso Técnico em Agronegócio do polo de Seara visitaram o Frigorífico Aurora Chapecó I (FACH I), em Chapecó, na última semana. A proposta teve como objetivo levar aos futuros profissionais uma ampla ideia de como é o processo do agronegócio.

Os 37 alunos, acompanhados do presidente do Sindicato Rural de Seara Valdemar Zanluchi,  do tutor do curso e engenheiro agrônomo Renato Tumelero e do prestador de serviços em instrutoria Lorival Zanluchi conheceram alguns setores da unidade, bem como os procedimentos adotados na industrialização dos produtos.

A primeira visita técnica faz parte da programação da disciplina de introdução ao agronegócio. “Na aula teórica foi demonstrado o caráter das relações entre os setores do agronegócio, mas faltava visualizar a prática. Por isso, a visita na Aurora que abrange vários setores, a exemplo de insumos, produção, agroindústria, comércio, assistência técnica e apoio ao produtor”, explicou Tumelero.

Para o vice-presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Neivor Canton, receber filhos de produtores associados é uma satisfação e ao mesmo tempo um dever em mostrar os negócios da cooperativa, pois enaltece a continuidade das atividades no campo e valoriza os empresários rurais. “Recebemos visitas técnicas regularmente e mostramos a realidade para auxiliá-los em suas escolhas profissionais”, argumentou.

Canton também apresentou os números do agronegócio, os preços do mercado, a carga de custos da indústria, como a Aurora e as cooperativas trabalham e a importância do trabalho no campo que reflete na indústria. “Temos interesse em servir os produtores, pois os associados são muito bem-vindos, principalmente por serem os donos do negócio”, realçou.

O empresário rural de Seara, Fábio Meirelles, achou interessante a visita na Unidade da Aurora, principalmente, os aspectos de qualidade com que a empresa trabalha nos produtos e a preocupação com o bem-estar nos funcionários. “A estrutura do frigorífico demonstra o planejamento e antecipa projetos e possibilidades de ampliação”, ressaltou.

Meirelles tem uma propriedade com 20 hectares, na qual trabalham três pessoas. A atividade principal é o gado leiteiro e a secundária a produção de cachaça artesanal. “A intenção com o curso é melhorar a gestão da empresa rural”, complementou.

Curso

O curso é promovido pela Rede e-Tec Brasil no Senar e proporciona a habilitação, com validade nacional, de técnico nível médio em agronegócio pela modalidade de ensino a distância com carga horária total de 1.230 horas e duração de quatro semestre ou dois anos. As aulas práticas são ministradas em propriedades e agroindústrias parceiras na região.

Na modalidade semipresencial, o Curso Técnico em Agronegócio disponibiliza 80% das suas aulas via web. O restante da carga horária é reservado as aulas presenciais nos polos de apoio e visitas técnicas as propriedades rurais e agroindústrias, para que os alunos possam colocar em prática os novos conhecimentos. 

Fonte: Assessoria

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BRF planeja aumentar em 300% espaços diferenciados em redes varejistas por todo o Brasil

Companhia já implementou modelo Store in Store em importantes redes como Pão de Açúcar, Extra e BIG

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, pretende ampliar em 300% sua presença com espaços diferenciados de venda dentro de redes varejistas do País. O modelo Store in Store, uma opção que reúne os principais produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy em um único lugar dentro dos supermercados, oferece aos clientes praticidade ao organizar os itens por ocasiões de consumo – como café da manhã, churrasco, feijoada e pratos congelados, por exemplo. O conceito, que já está em operação no Pão de Açúcar, Extra, Makro, Big e G.Barbosa, deve alcançar 400 espaços de venda ainda este ano.

O Store in Store fechou 2020 com mais de 100 espaços instalados. Nesta modalidade de vendas, o varejista cede umlocal dentro do seu estabelecimento comercial para a BRF promover uma experiência de compra diferenciada, transmitindo a mensagem “tudo o que o consumidor precisa em um só lugar”. Com esse formato, a BRF leva para os varejistas uma modalidade inovadora, que permite que os consumidores tenham uma nova experiência de varejo totalmente B2B2C.

O conceito traz para o mundo físico o que o cliente já encontra no canal online Mercato em Casa e expande o modelo da loja própria Mercato Sadia. Nos dois locais de compra, os produtos estão organizados para facilitar a compra por ocasião de consumo e proporciona uma melhor experiência para os consumidores.

“Oferecer alimentos com qualidade, sabor e ainda mais praticidade, onde e como o consumidor quiser, é um dos nossos compromissos: colocar o consumidor sempre no centro das decisões. O Store in Store nos possibilita atingir esta meta. Por meio deste modelo, a BRF busca o acesso direto com o consumidor pelo varejo”,diz Manoel Martins, Diretor Comercial do Mercado Brasil da BRF. “O modelo foi tão bem recebido pelo mercado que planejamos, para este ano, abrir 300 novos espaçosem todo o Brasil”, finaliza o executivo.

A estratégia de expansão do Store in Store está alinhada com a Visão 2030, plano de crescimento da Companhia anunciado no final de 2020 que visa consolidar a liderança da BRF como uma empresa global de alimentos de alto valor agregado, com marcas reconhecidas e produtos de alta qualidade.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Indicador Paraná atinge recorde nominal

Preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

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Danilo Estevão/Embrapa

Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa.

Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997. Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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