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Alto Desempenho da linha HD suínos encontra respaldo no mercado por proporcionar melhores resultados

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Desenvolvida no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Vaccinar, a linha Qualisui HD visa atender as demandas da suinocultura moderna, apresentando soluções seguras, testadas experimentalmente e validadas em condições comerciais, para obtenção de melhores resultados zootécnicos e econômicos. Para isso, a nova linha Qualisui HD tem como base um tripé de sustentação que traduz sua eficiência e comprometimento com o máximo desempenho animal. 

Segundo Gabriel Moreira Salum, Gerente Técnico de Nutrição – Suínos, o tripé que possibilita o ganho expressivo de resultados para o animal e, consequentemente, para o produtor pode ser, sinteticamente, apresentado da seguinte forma:

1. High Definition – Alta Definição: busca identificar os requerimentos dos animais e os ingredientes disponíveis, de modo a produzir fórmulas ajustadas ao perfil da matéria-prima, às necessidades do animal e aos objetivos do negócio. Neste contexto, ajustes finos nas dietas são realizados com base nas análises bromatológicas e adequação das matrizes nutricionais, criando soluções customizadas para cada tipo de negócio ou cliente, de modo a minimizar os custos de produção. 

2. High Development – Alto Desenvolvimento: baseia-se na interconexão entre as diversas fases da produção, buscando a máxima expressão do potencial genético do animal, considerando todos os aspectos relacionados ao ambiente no qual ele está inserido. 

3. High Digestibily – Alta Digestibilidade: visa elaborar dietas equilibradas, com ingredientes de alta digestibilidade e alto valor biológico e funcional, promovendo melhor aproveitamento dos nutrientes e, conseqüentemente, maior retorno sobre o investimento e redução dos impactos ambientais. 

Apresentada este ano ao mercado, a nova linha Qualisui HD surpreende e desperta interesse por proporcionar melhores resultados técnicos e econômicos ao suinocultor. Para criar soluções inovadoras como o conceito HD e ampliar a participação da empresa no mercado, além dos fortes investimentos em pesquisa e desenvolvimento, a Vaccinar promove o treinamento e a capacitação de seus colaboradores, uma vez que a empresa acredita que para implantar um programa nutricional de alta precisão é necessário conhecer a fundo o negócio do cliente. Diante disso, considera essencial a presença constante da assessoria técnica no campo, a fim de acompanhar o produtor e atendê-lo em suas necessidades, contribuindo para que os objetivos do negócio sejam atingidos. 

Considerando que cada categoria animal possui exigências específicas e que a fase atual se correlaciona à fase anterior e à subsequente, a linha QualiSui HD contempla programas diferenciados para cada fase de criação, disponibilizando ao mercado um portfólio completo de produtos. Desse modo, em decorrência dos atributos relacionados, Márcio Cota, Gerente Regional de Vendas, considera que a linha Qualisui HD simboliza para a Vaccinar um enorme avanço tecnológico, representativo de seu investimento em pesquisa e pessoal. 

Desenvolvido a partir de modernas tecnologias de precisão, qualidade e segurança alimentar, o programa HD inaugura novos tempos para a alimentação suína. “Para o cliente, um produto de desempenho superior, que possibilita o alcance de seus objetivos a partir de uma parceria de confiança, é um referencial de qualidade e responsabilidade ambiental”, sintetiza.

Fonte: Ass. de Imprensa Vaccinar

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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