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Alternativa à silagem de milho ganha destaque no inverno

O material, composto por cultivares de trigo, oferece alta qualidade nutricional ao gado e será apresentado no Show Rural 2022

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Dois novos mixes de cultivares de trigo voltados para a alimentação animal serão lançados pela Biotrigo no Show Rural 2022. - FOTO: Divulgação Biotrigo/Gui Benck

Em meio à atual escassez hídrica presente em diversas regiões do país, as dificuldades na produção de alimento animal em propriedades pecuárias aumentaram consideravelmente. Com os impactos causados na atual safra de verão, fonte de grande parte da alimentação do gado, os pecuaristas começam a buscar alternativas para o estoque de conservado na propriedade. Para o produtor de gado de leite, Maurício Foletto, a possibilidade de uma segunda safra ganha ainda mais importância para o armazenamento de alimento por um longo período. E, de acordo com o pecuarista, de Pitanga (PR), o trigo vem se tornando uma boa alternativa para complementar sua produção de silagem em relação à safra de milho. “Acredito que a cultura veio para trazer economia com eficiência alimentar. O trigo é uma alternativa economicamente viável e com qualidade muito boa”, destaca o produtor.

Visando a produção de pré-secado e silagem, um novo material será apresentado na 34ª edição do Show Rural Coopavel. Ele se junta à linha Energix, da Biotrigo Nutrição Animal, oferecendo um alimento com alta qualidade nutricional ao gado. “Em comparação ao Energix 201 e 202, esse novo material apresenta um salto muito grande em sanidade e na porcentagem de amido”, comenta Alessandro Caseri, gerente de nutrição animal da Biotrigo. Conforme ele, é de suma importância ao produtor ter um material com maior teor de amido. “Isso vai se converter em mais produtividade, maior conversão animal e, por consequência, uma maior produção de leite ou carne”, explica. Esse acréscimo de amido no pré-secado ou na silagem reflete diretamente em ganhos financeiros ao produtor. “Quando o pecuarista tem esse maior teor de amido na base da alimentação do gado, ele consegue minimizar os gastos com concentrado e rentabilizar melhor sua atividade”, diz Alessandro.

Esse foi o caso de Maurício, que incorporou a silagem de trigo, com o Energix, à de milho e observou ganhos em diversos quesitos. “O trigo entrou na dieta do meu gado muito bem e a produção se manteve, só que com um custo mais barato em comparação à silagem de milho”, relata. O pecuarista também aponta que em termos de produtividade, o material superou suas expectativas no momento da colheita. “Ele apresentou uma sanidade muito boa, além de resistência à geada e seca”, indica. A possibilidade de um material com maior teor de amido, segundo o produtor, traz ainda mais vantagens à propriedade, tanto voltada para leite, quanto para corte. “Acredito que é uma alternativa a ser buscada, visando obter a melhor relação custo-benefício, com qualidade nutricional”, destaca Maurício.

 

Mix para pastejo

Os mixes de cultivares de trigo para alimentação animal, tradicionais no portfólio da Biotrigo Nutrição Animal através dos produtos Energix, agora chegam também para a pastagem. Com isso, o produtor que possui sua propriedade em um sistema à base de pasto ganha mais uma opção no portfólio da Biotrigo, além do Lenox, cultivar já consolidada no mercado. “O novo mix para pastejo promete ser o material mais precoce a surgir no mercado, podendo ser semeado em fevereiro, cerca de duas semanas antes do Lenox, que costuma ser posicionado no início de março”, aponta Alessandro. Segundo ele, em relação à qualidade bromatológica entregue para o gado, o novo material performa tão bem quanto Lenox. “O mix para pastejo também é mais resistente a algumas doenças em comparação ao Lenox, o que permite uma facilidade no manejo a campo ainda maior ao produtor”, declara.

A qualidade nutricional de ambos os materiais é, inclusive, um dos diferenciais ao produtor. “Essa alta qualidade faz com que o animal tenha uma conversão alimentar maior. Materiais assim trazem a certeza de contar com muita produção de matéria verde por hectare e, consequentemente, mais produtividade na propriedade”, afirma Alessandro. E essa produtividade é sinônimo de maior rentabilidade. “Ter uma pastagem de alta qualidade oferece a possibilidade ao produtor em reduzir a necessidade de ter uma ração com alto teor de proteína. Assim, é possível diminuir a porcentagem de proteína da ração e pagar menos nesse concentrado em relação ao valor que estaria sendo gasto em uma pastagem de menor qualidade”, exemplifica.

Esse é o caso de Wesley Maciel, produtor de Lenox em Congonhinhas (PR). Segundo ele, o trigo para pastejo na produção de gado de leite ofereceu vantagens econômicas significativas. “Quando passamos a inserir o trigo para pastejo em 80% da alimentação dos animais, deixamos de comprar cerca de duas a três toneladas de ração. Isso trouxe bastante economia, sem queda na produção”, relata. Para Wesley, a antecipação proporcionada pelo novo mix para pastejo da Biotrigo poderá gerar uma maior eficiência na propriedade. “A entrada do material em fevereiro é interessante, pois o pastejo pode ser adiantado, sem perder tempo. Quanto mais pastejo for realizado durante o ano, mais barato fica”, afirma o produtor paranaense.

 

Biotrigo no Show Rural

Para receber os pecuaristas, a Biotrigo contará com uma nova localização na feira, a Rua J, Lote 22.6 – mais próxima à parte central do evento. Conforme Alessandro, o contato mais próximo entre a equipe da Biotrigo e os produtores é de grande relevância. “A troca de ideias é boa para ambas as partes, pois o produtor pode observar as parcelas e tirar dúvidas com os técnicos e nós podemos ficar melhor informados sobre as necessidades do produtor”, conta. A 34ª edição do Show Rural contará com a participação de 400 expositores, que estarão espalhados nos 720 mil metros quadrados do parque.

Fonte: Assessoria

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena

Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.

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Fotos: Divulgação

A Master Agroindustrial S.A., empresa brasileira do setor de carne suína, concluiu a aquisição de 38% das ações do Grupo Coexca S.A., do Chile. A operação envolve a compra de participações de diferentes sócios, entre eles o fundo de investimento dinamarquês Impact Fund Denmark (IFU).

Com o negócio, as duas companhias passam a estruturar uma parceria voltada à geração de sinergias nas áreas produtiva, industrial, comercial e de inovação. A transação marca a entrada mais forte da Master no mercado internacional, ampliando sua atuação para além do Brasil.

De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.

A Master atua no mercado brasileiro de proteína suína com a marca Sulita. A empresa registra faturamento anual de US$ 250 milhões, conta com mais de 2.000 funcionários, 350 produtores integrados e produção superior a 100 mil toneladas de carne por ano. São 42 mil matrizes reprodutoras e cerca de 1,2 milhão de suínos produzidos anualmente, sendo 70% destinados ao processamento e 30% comercializados vivos. A companhia projeta dobrar o faturamento até 2030.

O CEO da Coexca S.A., Guillermo García, destacou que a entrada da Master na empresa abre uma nova etapa de crescimento, apoiada na experiência do grupo brasileiro e do Grupo Vall Companys.

Com sede na região do Maule, no Chile, a Coexca atua na produção e exportação de carne suína em modelo verticalizado. A empresa registra vendas de US$ 165 milhões, exporta para mais de 30 mercados e gera mais de 1.000 empregos. Possui 14 mil matrizes e abate mais de 470 mil suínos por ano, com volume superior a 56 mil toneladas de carne processada.

O responsável internacional do Grupo Vall Companys, Tomás Blasco, afirmou que a parceria deve reforçar a presença do grupo no mercado latino-americano. O conglomerado espanhol, com sede em Lleida, atua em cadeia produtiva integrada e registra faturamento superior a 4 bilhões de euros, com mais de 15 mil funcionários.

Fonte: Assessoria
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness

Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

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Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

Granja Canal, de Itá (SC), também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)

O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.

Evolução e reconhecimento

O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.

A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.

“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos

Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

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Foto: Divulgação/Agroceres PIC

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.

A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.

Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.

Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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