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Altas temperaturas exigem combate às infestações de moscas nos rebanhos

Incidência maior dos insetos nas fazendas devido ao calor causa mais estresse nos bovinos, que leva a prejuízos porque estes deixam de se alimentar e perdem peso

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A proliferação das moscas hematófagas (aquelas que ingerem sangue dos animais) no rebanho é responsável por perdas que variam entre US$ 340 milhões e US$ 360 milhões por ano no Brasil. Foto: Divulgação

Com o aumento das temperaturas e da umidade relativa do ar pela chegada da primavera/verão, os pecuaristas precisam ficar bastante atentos para evitar o aumento da infestação de moscas na propriedade, que são grandes causadoras de estresse nos bovinos. A ameaça é iminente nesta época do ano porque essas condições climáticas favorecem as infestações, com os mais diversos tipos de moscas domésticas e sugadoras, as quais trazem incômodos ao animal.

A presença provoca irritação e, com isso, afeta o bem-estar do gado, que deixa de se alimentar corretamente, na tentativa de afugentar esses insetos. Como consequência, ocorre a perda de peso, capaz de comprometer tanto os animais de corte quanto os de leite. Por esse motivo, se faz necessário o combate às moscas nas fazendas, num esforço de minimizar os prejuízos ao setor.

A proliferação das moscas hematófagas (aquelas que ingerem sangue dos animais) no rebanho é responsável por perdas que variam entre US$ 340 milhões e US$ 360 milhões por ano no Brasil. Esse montante faz parte dos prejuízos calculados em US$ 7 bilhões no setor, que também abrange carrapatos e verminoses. Os dados são do estudo mais recente feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2014, e publicado na Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária.

“As informações levam em consideração apenas a perda de peso e de leite devido às infestações. Porém, é preciso lembrar que há outros prejuízos econômicos sérios na cadeia, que não estão contabilizados nesse estudo, especificamente. Isso agrava o quadro para os produtores”, destacou Octaviano Alves Pereira Neto, gerente Técnico para Gado de Corte da Elanco.

O especialista explica ainda que existem outros custos que não entraram na conta daquele estudo e que envolvem justamente os impactos do tratamento do rebanho, o bem-estar do animal e o meio ambiente. “O gado chega a ficar tão perturbado que afeta sua produtividade, impactando no ganho peso, reprodução e capacidade de responder às infecções, fruto da imunossupressão pelo estresse crônico”, acrescentou.

 

TIPOS DE MOSCAS

Pereira explica ainda que, fundamentalmente, quatro tipos de moscas afetam o rebanho brasileiro, sendo: a Mosca-dos-Chifres (Haematobia irritans); a Mosca dos Estábulos (Stomoxis calcitrans), a Mosca do Berne (Dermatobia hominis) e a Mosca Varejeira ou da Bicheira (Cochliomya hominivorax). Muitas delas são também encontradas em ambientes domésticos, podendo transmitir doenças aos humanos, como no caso das zoonoses.
O outro grupo de moscas de importância econômica à pecuária são as Moscas Domésticas (Musca domestica), as quais além de inoportunas, são reconhecidas como agentes transmissores de mais de 100 diferentes agentes causadores de doenças, desde bactérias, vírus até parasitos.

O gerente também destaca que a primeira atitude, além de procurar um especialista, é entender com detalhe o grau de infestação. Quanto maior for a densidade de bovinos por hectare e mais atrativas forem as condições ambientais para a proliferação das moscas, o grau de infestação dos rebanhos irá aumentar, aponta o especialista.

 

CICLO REPRODUTIVO

As duas principais espécies que causam maiores prejuízos são as hematófagas, ou seja, a Mosca-dos-Chifres e a Mosca dos Estábulos. “Ciente disso, vale ter em mente como atacar o ciclo de vida desses insetos que passam por uma fase larval nas fezes e matéria orgânica no solo, sendo a medida correta então promover a limpeza severa das instalações, sempre que possível”, orienta Pereira.

O suporte ao controle biológico será o próximo passo. Há pesquisas importantes neste campo, como a utilização de besouros Onthophagus gazella, conhecidos como “Besouro Rola-Bosta”, que auxiliam significativamente no controle da fase larval das moscas hematófagas. “Eles destroem a matéria orgânica, expondo as larvas ao ambiente, interrompendo assim o ciclo, uma medida profilática que consiste em afetar minimamente o meio ambiente em questão”, explica.

As próximas ações consistem na escolha correta dos produtos para aplicação, todos eles autorizados pelos órgãos competentes e desenvolvidos por fabricantes preocupados com qualidade, que precisam ser usados com a indicação e a dosagem corretas, assim como as orientações de manuseio e aplicação, sempre sob a orientação de um profissional capacitado.

A escolha dos produtos a serem utilizados no combate é igualmente de extrema importância para que se obtenha sucesso contra as moscas. “Uma economia neste quesito pode significar pôr toda a ação em perigo e também a saúde financeira do negócio”, completa o gerente.

 

EXCELÊNCIA EM PRODUTOS

Pesquisas avançadas também estão em constante andamento para aprimorar cada vez mais a qualidade e eficácia dos produtos. Investimentos nesse sentido têm sido efetuados pela Elanco. Por isso, a empresa conta com produtos de primeira linha que já oferecem resultados de excelência. E seu portfólio ficou ainda mais completo com a aquisição da Bayer Saúde Animal, concluída em agosto deste ano.

A Elanco conta com os seguintes produtos para o tratamento e controle das moscas na pecuária bovina. No total, são cinco itens:

AgitaTM 10 WG
AgitaTM 1 GB
BayoflyTM Pour-On
BolfoTM
TiguvonTM 15 Spot On

Além de produtos de alta qualidade, a Elanco oferece um aplicativo aos produtores e técnicos com mais informações sobre os principais parasitos da pecuária brasileira e o portfólio disponível para o controle e tratamento: é o ParasightTM. O aplicativo está disponível para celulares Android e iOS. Baixe agora.

Fonte: Assessoria

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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores

Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

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Divulgação Topigs Norsvin

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.

A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.

“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.

Foco estratégico no Paraná e São Paulo

Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.

Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.

Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.

Gestão intensiva em Santa Catarina

Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.

O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.

Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.

Fonte: Ass. de imprensa
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto

Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

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Divulgação Vetoquinol

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.

Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.

Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.

“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.

“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.

Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano

O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.

O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.

“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.

Fonte: Assessoria Cobb
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