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Alta tecnologia de gerenciamento já é realidade para pequenos produtores
Módulo de pesagem e balança de trato bovino auxiliam na formulação de dieta do rebanho e ajudam a reduzir desperdícios com insumos
Quando se fala em alta tecnologia logo os produtores pensam em grandes investimentos financeiros. Mas, ao contrário do que muitos imaginam já existe no mercado grandes soluções a um custo muito mais acessível principalmente aos pequenos pecuaristas. Um exemplo é a ferramenta disponibilizada pela Exacta Balanças, de Rancharia/SP, o Módulo de Pesagem Sem Fio (EX5000), equipamento de ótimo custo-benefício para o gerenciamento de do trato bovino em semi-confinamentos onde geralmente emprega-se o conjunto trator-vagão.
O grande diferencial do produto é que ele ajuda o pequeno pecuarista a aumentar a conversão alimentar do gado, otimizando o uso da mão de obra, e facilitando manter um padrão de fornecimento de insumos, com menor esforço e melhor registro. “Com apenas alguns toques em um simples tablet já é possível alimentar e pesar o gado de forma segura e automatizada”, diz o gerente de desenvolvimento da empresa, Rodrigo Aznar.
A instalação do equipamento é muito simples e descomplicada, pois não necessita da passagem de cabeamento entre o vagão e o trator, já que o aparelho é colocado próximo as células de carga a ele conectado. A comunicação entre o EX5000 e o aplicativo exNutri – “Balança de Trato Bovino” é sem fio via WiFi e já vem pré-configurada. “Operando em qualquer tablet, o equipamento pode ser utilizado até mesmo de fora do trator em um raio de 50 metros de distância do módulo. O aplicativo exNutri possui todos os recursos da também consagrada EX3001L, balança de trato bovino para caminhões. Por ser um aplicativo para tablet, possui a mobilidade permitindo destacar do trator e funcionar também como display remoto, ao utiliza-lo para controle do carregamento na pá carregadeira, o que pode ser feito pelo mesmo operador do vagão de distribuição”, destaca Aznar.
Já a coleta e análise dos resultados, feitos em um computador pelo software exTrato, permitem ajustar as próximas ordens de produção com base nos desvios registrados com a frequência que o produtor conseguir realizar. É possível assim, controlando as dietas fornecidas, alcançar as metas do plano nutricional e mais facilmente buscar o melhor rendimento do rebanho, juntamente com a redução de perdas dos insumos. “A compra dos insumos é a parte de maior custo para o produtor. Por isso, evitar desperdícios com a alimentação fornecendo somente a quantidade necessária para os animais segundo um plano nutricional é a chave para a rentabilidade do negócio’”, afirma o gerente de desenvolvimento.
Outras aplicações
O módulo de pesagem sem fio pode ser utilizado com outras ferramentas da empresa como os aplicativos exCurral – Balança de Curral Sem Fio e exDisplay: Plataforma de Pesagem industrial sem fio.
A base da solução, o EX5000 atende qualquer cultura que utilize um vagão (ou caçamba sobre caminhão), bem como ambientes críticos onde a passagem de fios sempre representa um ponto frágil a danos. Mesmo culturas onde hoje o vagão ou caçamba não possuam células de carga instaladas, podem facilmente passar a utilizar depois da adequação mecânica dos vagões.
“O sistema pode reduzir os custos com insumos em até 5% o que, dependendo do volume de animais, faz do investimento algo que se paga em até 6 meses de operação, após o qual se percebe a diferença na rentabilidade e melhor controle do negócio”, finaliza Aznar.
Fonte: Ass. Imprensa

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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
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Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
