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Alta ressalta a importância da inseminação artificial na 72ª Exposição de Animais e Produtos Derivados de Recife

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O Parque de Exposições Professor Antônio Coelho, em Recife (PE), está com suas portas abertas para a 72ª Exposição de Animais e Produtos Derivados que acontecerá até o próximo dia 24 (domingo). O evento conta com diversas atrações e a Alta, em parceria com o Rancho Alegre, estará presente apresentando dicas para uma boa prática da inseminação artificial (IA). 
Segundo o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, são esperadas cerca de 500 mil pessoas para esta edição que recebeu investimentos em torno de R$ 2 milhões. “Esta exposição está bem mais forte do que nos últimos anos. O Estado está no começo da retomada da agropecuária, depois de três anos seguidos de estiagem”. Para colaborar nesta recuperação, Pernambuco necessita cada vez mais de investimentos em tecnologia. Um dos caminhos indicados é a inseminação artificial (IA), principalmente, pela sua praticidade, facilidade, rapidez e economia, resultando em lucratividade para as propriedades grandes e pequenas.
A IA promove o melhoramento genético dos animais destinados para corte e para a produção de leite. Mas, para que a fazenda tenha sucesso com este procedimento são necessárias boas práticas dos pecuaristas, funcionários e principalmente do inseminador.
Todo processo inicia-se com a observação dos cios. Este é um dos principais fatores responsável pelo resultado de prenhez das vacas que serão inseminadas. No mínimo, são recomendadas duas observações diárias: a primeira ao amanhecer e a segunda no final da tarde. Em propriedades maiores, com melhores condições de manejo e muitos animais, quanto mais vezes forem realizadas as observações, melhor será o resultado. “Este processo não é apenas de responsabilidade do inseminador, todos que estiverem relacionados aos animais deverão auxiliar na detecção do cio” explica Reginaldo. A etapa da observação é responsável por grande parte do sucesso da IA. 
Outro procedimento importante a ser realizado, antes do ato da inseminação, é o descongelamento das palhetas que armazenam o sêmen do touro. A faixa ideal de temperatura para descongelar está entre 35 º e 37º para que os espermatozoides não sofram danos. Em propriedades que utilizam o sêmen sexado ou a IATF (inseminação artificial em tempo fixo) é recomendado a utilização de um descongelador eletrônico que mantém a temperatura constante por volta de 36º.
As doses de sêmen ficam armazenadas no botijão, ou seja, em uma grande garrafa térmica. Para que o sêmen não seja prejudicado, o botijão não deve ser arrastado, batido e deverá ser transportado por duas pessoas, evitando o movimento do nitrogênio que está em seu interior. Estas cautelas evitam que o gargalo se quebre. Caso ocorra algum incidente, o nitrogênio poderá vazar e causar a morte dos espermatozoides. 
“A temperatura interna do botijão é de -196°. Portanto sempre que formos retirar uma dose de sêmen do botijão, devemos fazê-lo sempre com o auxílio de uma pinça metálica e o mais rápido possível, evitando assim que ocorra um choque térmico nos espermatozoides quando em contato com a temperatura ambiente, que poderá provocar uma diminuição de sua fertilidade”, avisa Reginaldo. Para evitar agravos à fertilidade é indicada a retirada de cada dose de sêmen somente quando a caneca estiver cinco centímetros abaixo da boca do botijão. 
Estas recomendações deverão ser seguidas com cautela para o sucesso da IA, assim como a higiene de todos os materiais utilizados. 
A Alta é uma das maiores empresas de melhoramento genético do mundo, com sede na cidade de Calgary, em Alberta (Canadá). Presente em mais de 100 países, a Alta possui centrais de coleta no Canadá, Estados Unidos, Holanda, China, Argentina e Brasil e é considerada líder mundial na entrega de soluções genéticas lucrativas. No Brasil, sua Central tem capacidade para abrigar 280 touros. Conta com 82 escritórios regionais no Brasil, totalizando mais de 700 profissionais em todo país.

Fonte: Ass. Imprensa da Alta Genetics

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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ANPARIO 2021

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