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Alta lança catálogos de leite importado 2015

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A Alta Genetics – uma das maiores empresas de melhoramento genético bovino no mundo – começou mais um ano com números surpreendentes. Somente em 2014, a empresa comercializou R$ 4 milhões de doses de sêmen bovino, um verdadeiro recorde. Para que a qualidade continue e os números possam crescer ainda mais, o trabalho para 2015 começou com o lançamento do catálogo de leite importado, que conta com a seleção de diversos touros de alto desempenho genético.

Atualmente, os pecuaristas buscam novas tecnologias para a melhoria do rebanho. Investem na produção de alimentos com mais qualidade, no conforto do animal e é claro na genética. Parceiro da Alta, Gilberto Vilela de Oliveira, proprietário da Fazenda Campo Redondo – Boa Esperança (MG) salienta que todo seu trabalho tem 100% de orientação da Alta e com esta união alcançou ótimos resultados. “Há dois anos fui convidado para participar do Programa Alta Advantage, onde tive a oportunidade de utilizar touros com extremo potencial genético, que me ajudaram a atingir nosso objetivo de seleção. Já tenho várias bezerras nascidas mostrando uma capacidade leiteira impressionante”, ressalta Oliveira, que conta com 130 vacas em lactação, distribuídas em 55 hectares. A produção de leite chega a 3.400kg/ dia.

O novo catálogo de leite importado da Alta contempla as raças: Holandês, Jersey e Pardo Suíço.  Dentre os 78 animais da seleção, 36 são novos (21 são holandeses, 13 Jersey e 2 Pardo Suíco). “Trazemos para o mercado o que há de melhor na genética mundial e auxiliamos o produtor a utilizar estes touros da forma mais eficiente. Este é o foco da Alta. Estamos comprometidos com o sucesso de nossos clientes, por isso trabalhamos com grandes touros como Alta 5G, Ceo, Caliber, Meteor e Roble, entre outros”, afirma o gerente de Mercado da Alta, Tiago Carrara.
“A cada ano os sistemas de produção de leite são desafiados a serem cada vez mais produtivos e rentáveis. É impossível alcançar esta condição sem investir em tecnologia que aumente a produtividade e diminua custos. A inseminação artificial oferece exatamente esta condição, já que viabiliza o uso de uma genética melhoradora para o aumento da produção e custa menos que manter um touro em monta natural”.

Com o objetivo de facilitar e ajudar cada vez mais o pecuarista em seu negócio, a Alta lançou alguns selos definidos como: Produção, Saúde e Conformação. Ao receber qualquer um destes selos significa que o touro é destaque e a intensidade de seleção está direcionada para um foco específico. Ou seja, o animal recebeu o selo porque aprogênie poderá sobressair em particular para aquele foco que nomeia o selo. Cada selo é composto por um grupo de características que interferem direta ou indiretamente no desempenho do animal dentro do sistema. Confira os conceitos de cada um:

– Produção – Os touros com este selo têm um enorme potencial de gerar filhas com grande competência para produção leiteira e, em proporções menores, ainda podem trazer úberes bem sustentados e vacas que tenham períodos longos de vida produtiva.

– Saúde – Estes touros têm um grande enfoque para produzir filha que terão períodos mais longos de vida produtiva e consequentemente menor necessidade de reposição rebanho, além de menor custo com saúde e com problemas reprodutivos.

– Conformação – O touro com este selo tem o objetivo principal de transmitir a sua progênie conformação funcional. É a opção perfeita para quem deseja aprimorar no rebanho, principalmente, características voltadas ao composto de úbere, aprumos e ainda aquelas destinadas à estrutura em geral.

Sobre a Alta – A Alta hoje é considerada uma das maiores e mais importantes centrais de distribuição do mundo –  foi fundada no Brasil em maio de 1996, em Uberaba, Minas Gerais, sob o comando de Heverardo Rezende de Carvalho. Composta por mais de 130 colaboradores em sua Matriz em Uberaba, e mais de 700 em todo o país, a Alta do Brasil está localizada na BR 050 – km 164 -, num terreno de 110 hectares onde há mais de 12.000 m2 de construção

Fonte: Ass. de Imprensa

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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