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Alta adquire Dragão TE, líder no Ranking Gir Leiteiro
Aquisição consolida Central com maior e melhor bateria de touros provados no mercado
O número um da raça Gir Leiteiro no mundo, agora é Alta Genetics. Dragão TE, chega a central nesse início de agosto, garantindo a Alta a maior e melhor bateria de touros provados no mercado. “A aquisição do Dragão veio coroar o trabalho da Alta, garantindo os três melhores colocados no ranking geral da raça: Dragão TE, PTA: 583,2; Gabinete Silvania, PTA: 576,1 e o Uranio TE, PTA: 536”, destaca o gerente de Produtos Leite Nacional, Guilherme Marquez.
Com investimento de quase 1 milhão, o touro foi adquirido durante o 9° Leilão Caminho da Índia, promovido durante a ExpoZebu, em Uberaba/MG, onde a central adquiriu 50% das cotas do touro.Dragão TE agora é uma parceria entre a Alta e o pecuarista, Luis Gustavo Rabelo Xavier, da Fazenda Três Barras.
Segundo Marquez o sêmen deste reprodutor já está disponíveltanto no métodosexado quanto convencional, para o mercado nacional e internacional. “Dragão TE representa segurança e confiança para o produtor que deseja investir e por isso é considerado o líder absoluto do ranking e o melhor touro da raça atualmente. É um touro que irá agregar alto valor genético aos rebanhos do país”, afirma o Gerente.
Com pedigree de excelência, Dragão TE é filho do consagrado touro Sansão, o maior protagonista da raça Gir Leiteiro no Brasil por mais de 15 anos, com diversos títulos e recordes nacionais e internacionais. Na linha materna traz a extraordinária matrizLaga TE dos Poções, vaca que produziu mais de 8 mil kg de leite em 346 dias, em lactação oficial.
Através do melhoramento genético, o animal superou seus antecedentes e reúne todas as características de produção – leite, gordura, proteína e sólidos totais -, de conformação e de manejo, buscadas pelo mercado atual.Dragão TE é um reprodutor que alia beleza, conformação racial e produção.
Honrando o legado do pai e dando continuidade na evolução do Gir no Brasil, seu pedigree garante fêmeas com produção elevada, que demonstram o potencial do reprodutor e forma leiteira acima da média, com PTA Leite 583,2kg.
“No processo de sucessão familiar, Sansão transmitiu suas principais características superiores para produção de leite, deixando um grande legado e uma genética de consistência comprovada para filhos, como o caso do Dragão TE, hoje considerado o melhor da raça no país e que faz parte da bateria Alta”, explica Guilherme Marquez, Gerente de Produto Leite Nacional da Alta.
Desde que chegou ao Brasil, em 1906, importada da Índia, a raça Gir Leiteiro vem ganhando espaço nos rebanhos do país. Hoje é uma das raças que mais contribuem para pecuária leiteira nacional, composta por mais de 21 milhões de vacas em ordenha, que produzem cerca de 35 bilhões de litros de leite por ano.
Fonte: Ass. Imprensa

Empresas Visão de longo prazo
Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
