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Alltech amplifica a voz do setor agroalimentar na conversa climática global na COP30
De Nova York ao Brasil, a empresa continua a destacar o papel essencial da produção agropecuária para um planeta sustentável, inspirando através de narrativas

Enquanto líderes mundiais, formuladores de políticas e especialistas em sustentabilidade se reúnem para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, Brasil, a Alltech se apresenta como uma voz líder para o setor agroalimentar. Por meio de painéis de alto nível, colaborações estratégicas e exibições de seu aclamado documentário World Without Cows (Um mundo sem vacas), a Alltech está contribuindo para que a produção agropecuária — há muito sub-representada nas discussões sobre o clima — seja reconhecida como essencial para um planeta sustentável e um progresso climático significativo.
“Com presença em mais de 140 países, a perspectiva global da Alltech nos permite ver o melhor da inovação agropecuária em ação”, disse o Dr. Mark Lyons, presidente e CEO da Alltech, líder global em nutrição animal e de plantas. “Todos os dias, testemunhamos inovações notáveis acontecendo em todo o mundo — novas ideias e tecnologias que estão melhorando o setor e contribuindo para o bem-estar das pessoas, dos animais e do planeta. Ciência e colaboração estão impulsionando soluções que fortalecem as economias, nutrem as comunidades e protegem nossos recursos naturais. Este é o verdadeiro poder da agropecuária: sua capacidade de moldar o futuro.”
Em todo o Brasil, de Brasília a Belém, a Alltech vem participando de discussões importantes sobre o futuro da pecuária sustentável, mercados de carbono e sistemas alimentares regenerativos. Seu documentário Um mundo sem vacas será destaque em vários eventos, dando aos participantes a oportunidade de assistir a uma prévia de 60 minutos do documentário e um novo filme complementar de 20 minutos, World Without Cows Brazil: The Battle for Balance (Um mundo sem vacas Brasil: o equilíbrio à prova), que destaca o extraordinário potencial do Brasil para dobrar a produção de alimentos sem derrubar uma única árvore por meio da recuperação de pastagens e outras práticas regenerativas.
Principais eventos durante a COP30 incluem:
● 6 de novembro: Um mundo sem vacas foi exibido no dia de abertura da COP 30 Farmers Summit, organizada pela World Farmers Organization, em Brasília.
● 11 de novembro: Martha Baker, diretora global de mercados de carbono da Alltech, falará em um painel da conferência Dairy Vision, em Campinas, abordando como preencher a lacuna entre produtores rurais e empresas de bens de consumo embalados em termos de mercados de carbono.
● 12 de novembro: Dr. Mark Lyons será destaque em um painel de discussão do Protein PACT, “Do pasto ao prato: Práticas de melhoria contínua, progresso e caminhos na pecuária”, na Zona Azul da COP30 (a Zona Azul é a área oficial para negociações formais sobre mudanças climáticas, cúpulas de líderes e pavilhões nacionais).
● 13 de novembro: Martha Baker participará de um painel do Protein PACT, “Colocando tudo na mesa: A pecuária e o futuro da alimentação”, na Zona Azul da COP30.
● 14 de novembro: Tara McCarthy, vice-presidente global de ESG da Alltech, será uma palestrante destacada durante “Pecuária sustentável das Américas”, realizada no pavilhão do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IIAC) na AgriZone da COP30. Ela também participará da Cúpula Mundial do Clima e da COP de Investimento, que acontecerá de 13 a 14 de novembro e se concentrará na mobilização de investimentos e capital para construir uma economia resiliente e positiva para a natureza.
● 18 de novembro: um painel Embrapa–Alltech na AgriZone, “Desvendando os desafios e conquistas no setor pecuário atual no Brasil”, contará com uma exibição especial de Um mundo sem vacas Brasil.
● 12 a 14 de novembro e 17 a 19 de novembro: a Alltech realizará exibições exclusivas em Belém de uma prévia de 60 minutos de Um mundo sem vacas e do curta-metragem complementar Um mundo sem vacas Brasil: o equilíbrio à prova.
O caminho para a COP30
A participação da Alltech na COP30 segue meses de engajamento ativo em palcos globais.
Na Climate Week NYC em setembro, a Alltech participou de discussões sobre sistemas pecuários sustentáveis e mercados de carbono, enfatizando que a produção de alimentos verdadeiramente sustentável depende tanto do solo e do uso da terra quanto dos próprios animais.
Na recente Conferência Global da FAO sobre a Transformação Sustentável da Pecuária em Roma, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura sediou uma exibição especial de Um mundo sem vacas, seguida por um painel de discussão que contou com o Dr. Frank Mitloehner, diretor do The CLEAR Center da Universidade da Califórnia, Davis, que é destaque no documentário.
Nesses e em outros fóruns, a Alltech continua a amplificar a voz do setor agroalimentar no cenário global. Além da COP30, a Alltech permanece comprometida em avançar os diálogos, construir parcerias e demonstrar que a produção agropecuária não é um problema a ser resolvido, mas uma solução a ser celebrada.

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Agroceres Multimix reforça parceria com Copagril durante Agroshow 2026
Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

Fortalecendo uma relação construída ao longo de mais de duas décadas com a Copagril e seus associados, a Agroceres Multimix esteve presente no Agroshow 2026, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2026, na Estação Experimental Copagril em Marechal Cândido Rondon (PR).
O evento, já consolidado como um dos mais importantes do agronegócio no Oeste do Paraná, reuniu produtores, parceiros e especialistas em torno de inovação, tecnologia e conhecimento técnico.
“A Agroceres Multimix participa do Agroshow há muitos anos, e o principal objetivo sempre foi fortalecer o relacionamento com a Copagril, com sua equipe técnica e com os produtores associados, que já são nossos parceiros. É um momento de proximidade, troca e construção conjunta”, destaca Fausto Maluf, consultor técnico comercial da empresa na região Oeste do Paraná.
Atualmente, a Agroceres Multimix fornece à Copagril a linha de premixes vitamínico-minerais utilizados nas fases de lactação, crescimento e terminação na suinocultura, com produtos disponíveis tanto nas lojas agropecuárias quanto na fábrica de ração e fomento da cooperativa.
Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.
O Oeste do Paraná é reconhecido como um dos principais polos de produção e exportação de proteína animal do país, resultado de um histórico ligado à colonização e ao forte papel das cooperativas no fomento da atividade. Nesse contexto, o Agroshow cumpre papel estratégico ao promover encontros técnicos, atualização de temas relevantes e integração entre os elos da cadeia produtiva.
Durante os três dias de evento, a Agroceres Multimix recebeu produtores, técnicos e parceiros em seu estande, reforçando seu compromisso com a nutrição animal aliada à assistência técnica e à construção de resultados consistentes no campo.
“Parabenizamos a Copagril pela organização e pela condução de um evento que vai além da exposição de soluções, consolidando-se como um espaço de diálogo, cooperação e evolução contínua do agro regional”, conclui Fausto.
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Somave Alimentos Amplia Capacidade Produtiva com Aquisição da Sanimax Brasil
A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor

A Somave Alimentos concluiu a aquisição das plantas da Sanimax Brasil, após aprovação dos órgãos reguladores e cumprimento das condições precedentes. A operação eleva a capacidade produtiva do grupo, triplicando o volume de transformação de subprodutos provenientes do abate e fortalecendo a atuação no segmento de rendering.
A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor. A operação passa a integrar a divisão Somave Feed Ingredients, responsável pela produção de farinhas e óleo dentro de padrões técnicos, operacionais e ambientais.
A iniciativa está alinhada aos objetivos estratégicos e sustentáveis da empresa, que incluem a atuação integrada em toda a cadeia de abate de aves. Os subprodutos da indústria passam a ser tratados como ativos relevantes, transformados de forma responsável e sustentável e reinseridos de maneira eficiente na cadeia de abastecimento da avicultura.
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Mitos x realidade: como a tecnologia transformou a segurança e a qualidade da carne suína no Brasil
Especialistas da MSD Saúde Animal e da ABCS explicam por que o uso de hormônios e o risco de cisticercose são falácias na suinocultura.

Nas últimas décadas, a suinocultura brasileira passou por um processo intenso de modernização e garantiu uma versão atualizada da carne suína. Hoje, ela é uma carne com diversos cortes magros, de alto valor biológico e rica em vitaminas do complexo B (especialmente B1, B3, B6 e B12), minerais essenciais, como zinco e ferro, e proteína. Mas, apesar de toda evolução, ainda há muitos mitos que cercam a produção de suínos e a qualidade da carne para consumo. Para esclarecer os principais pontos, profissionais da MSD Saúde Animal e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) destacam tópicos importantes sobre a produção e composição nutricional.
O médico-veterinário Leonardo Rossi, gerente nacional de vendas da unidade de negócio de Suinocultura na MSD Saúde Animal, começa destacando que um dos mitos mais comuns na produção da proteína animal é sobre o uso de hormônios de crescimento para acelerar o ganho de peso, prática que não acontece no Brasil. “É proibida e fiscalizada por legislação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz.
Leonardo também pontua que o melhoramento genético, as melhores práticas nutricionais, o controle sanitário respaldado por evidências científicas em constante validação, a ambiência controlada e as novas tecnologias, como identificação eletrônica, monitoramento e gestão individual dos suínos, trouxeram maior eficiência aos sistemas produtivos. “Conseguimos acompanhar cada animal do nascimento ao abate, garantindo transparência e confiabilidade da cadeia produtiva. O uso da tecnologia como ferramenta catalisadora para uma produção eficiente e sustentável é justamente o que mantém o Brasil como quarto maior produtor mundial de carne suína, aproximando-se da terceira posição a cada ano”, afirma o profissional.
Ainda segundo o médico-veterinário, as boas práticas de produção já não são mais uma vantagem competitiva no mercado de suinocultura, é condição para existir. “Produzir alimento saudável e inócuo para o consumidor, com ética social e ambiental, são pilares que sustentam a credibilidade das empresas produtoras frente aos mercados consumidores da carne suína brasileira”, exalta.
Biosseguridade
O conjunto de medidas adotadas em uma granja, ao qual chamamos de protocolo de biosseguridade, visam impedir a entrada e disseminação de agentes infecciosos no sistema produtivo. Isolamento físico, protocolo vacinal eficiente e controle sanitário rigoroso são exemplos de procedimentos indispensáveis para assegurar a biosseguridade dos plantéis. “O robusto status sanitário da suinocultura brasileira foi construído há anos e é mantido a muitas mãos, desde órgãos governamentais até a iniciativa privada, o que nos garante acesso aos mercados mais exigentes e um crescimento consistente no volume exportado”, pontua Rossi.
Como reflexo direto dessa segurança sanitária, o destaque da carne suína também é cada vez maior em território nacional. O consumo per Capita de Carne Suína foi de 18,6 kg/habitante em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Comparado ao consumo de dez anos atrás, o índice cresceu 26,5%.
Maciez e melhor custo-benefício
Iuri Pinheiro Machado, consultor da ABCS, ressalta que a produção de suínos adotou linhagens geneticamente selecionadas para produzir mais carne e com menos gordura. “Avanços na nutrição com dietas balanceadas, formulações mais precisas e manejo alimentar tecnificado garantiram um desenvolvimento mais eficiente e um produto final mais alinhado ao que o consumidor moderno busca”, explica.
Além dos benefícios nutricionais da carne suína, Iuri destaca que ela não perde em nada para outras carnes e ainda possui mais maciez e melhor custo-benefício. “Hoje, os suínos produzidos nas granjas tecnificadas do Brasil, que representam a maior parte da produção, são criados com biosseguridade rigorosa, ambientes controlados, manejo sanitário profissional, rastreabilidade e inspeção. Isso elimina o risco associado à produção industrial. O que o consumidor precisa saber é que a carne suína é segura, nutritiva e atende aos padrões sanitários elevados”, expõe Machado.
O consultor da ABCS também reflete que um dos mitos mais persistentes, mas que não condiz com a realidade da suinocultura moderna, é de que o suíno é o vilão da cisticercose (infecção parasitária grave causada pelas larvas da tênia). Machado detalha que a cisticercose está relacionada a condições sanitárias inadequadas, e não ao consumo de carne suína inspecionada e de procedência segura. “O produto nacional cumpre rigorosos requisitos sanitários, ambientais e de qualidade, inclusive são reconhecidos mundialmente”, pontua.
Tanto que, atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne suína do mundo, ocupando posição de destaque no cenário global e exportando para mais de 100 países.
