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Alltech adquire Ridley Inc. e fortalece posição de liderança global no mercado de nutrição animal

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A Alltech e a Ridley Inc. anunciaram hoje (23), nos Estados Unidos, que firmaram um acordo de fusão no qual a Alltech irá adquirir 100% das ações em circulação da Ridley, uma das principais empresas de nutrição animal da América do Norte. O valor total da aquisição é de aproximadamente U$$ (CAD) 521 milhões, sendo U$$ (CAD) 40,75 por ação. 

 
A negociação representa uma valorização de aproximadamente 23% em relação ao preço médio das ações ordinárias da Ridley nos últimos 20 dias na maior bolsa de valores do Canadá, a Toronto Stock Exchange (TSX). O preço de fechamento das ações da empresa na TSX, ontem, foi de U$$ (CAD) 33,94. Os conselhos de administração das duas empresas aprovaram por unanimidade a fusão. "Essa transação transformadora, que combina duas líderes da indústria, permitirá a Alltech oferecer melhor desempenho e valor para os produtores de gado e de aves em todo o mundo", analisa o fundador e presidente da Alltech, Dr. Pearse Lyons. 

 
O presidente acredita, ainda, que a aquisição contribuirá para atender o mercado de forma mais eficiente em razão do conhecimento técnico das duas empresas. “Com os principais suplementos para nutrição animal da Ridley e sua extensa atuação no campo junto aos produtores, nós seremos capazes de somar a nossa tecnologia e, com isso, atender o mercado de forma mais rápida e eficiente. Essa combinação cria um novo modelo no segmento, apoiada por robustas análises de pesquisa e dados científicos, a fim de oferecer produtos de qualidade superior. Esse acordo reforça o impulso contínuo da Alltech no crescimento do negócio, por meio de aquisições estratégicas de empresas de renome no desenvolvimento de tecnologia e reconhecidas pelo mercado", explica.

 
"A união da Ridley com Alltech é a oportunidade de oferecer as melhores soluções de nutrição para os produtores de carne, leite e ovos de todo o mundo", disse o presidente e CEO de Ridley, Steven J. VanRoekel. Ele reforça ainda a representatividade global da fusão. "A Alltech é líder em tecnologia com uma ampla presença global. Unindo forças vamos criar uma plataforma para crescer e desenvolver soluções visando amplificar a performance dos produtores. Estamos também nos juntando a uma empresa financeiramente sólida que está empenhada em investir em pesquisas para que possamos entregar as mais avançadas soluções de nutrição animal", complementa.

 
A Ridley é uma das maiores empresas de nutrição animal na América do Norte, fabrica e comercializa uma gama que inclui rações formuladas, suplementos para ração, suplementos em bloco, produtos de saúde animal e outros ingredientes para nutrição animal. Os clientes são produtores de gado, bem como, criadores de equinos e animais de estimação. Os produtos da indústria são vendidos diretamente para produtores ou por meio de canais de distribuidores e revendedores.

 
Ambas companhias são líderes da indústria e se comprometeram a investir em soluções de nutrição com programas de alimentação avançados que otimizam o desempenho físico e financeiro nas propriedades, levando eficiência e rentabilidade. A Alltech investe cerca de 10% de sua receita bruta em pesquisas, valor superior ao valor gasto por outras empresas do setor. Já a Ridley tem uma forte equipe técnica com mais de 40 funcionários que têm produzido alguns dos best-sellers da indústria. A partir de agora, trabalhando com Alltech, se somará a equipe de aproximadamente 150 funcionários com doutorado. Esse acordo irá aumentar ainda mais o conhecimento cientifico da Alltech e, em um primeiro momento, permitirá o alcance de mais  produtores de gado e aves nos EUA, além do desenvolvimento de soluções mais avançadas para países em todo o mundo.

 
A melhoria da alimentação animal é uma necessidade constante para a produtividade da pecuária e para a cadeia alimentar global. Os custos com alimentação representam a maior parte dos investimentos em produção pecuária. Ao melhorar a nutrição, os produtores de gado e de aves são capazes de perceber maior rentabilidade da propriedade. A Alltech possui um compromisso continuado para a criação de animais saudáveis, ​por meio de programas nutricionais e de saúde com foco em ingredientes naturais e livres de antibióticos. 

 
A fusão representará a presença em mais de 128 países e 4.200 funcionários no mundo todo. A Alltech mais do que duplicou as suas vendas nos últimos três anos e pretende atingir U$$ 4 bilhões em vendas nos próximos anos.

 
A transação está sujeita à aprovação dos acionistas Ridley, revisão regulatória e outras condições habituais de fechamento. A negociação deverá ser concluída até o final do segundo trimestre. A Alltech possui um histórico de aquisições bem sucedidas, tendo completado sete desde 2011. 

 
Sobre a Alltech do Brasil 
A Alltech tem como missão desenvolver soluções para a qualidade de vida e desempenho dos animais, visando sustentabilidade e bem-estar do consumidor através inovação científica e nutrição animal. Com presença global em 128 países, o Brasil é o segundo maior volume de produção mundial do Grupo. A Alltech do Brasil é formada por uma unidade fabril em São Pedro do Ivaí (PR) e por um centro administrativo e planta industrial em Araucária (PR) e uma unidade em Indaiatuba (SP).

Fonte: Ass. de Imprensa Alltech

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Relação de troca da soja melhora com recuo do MAP e do KCl

Custos em sacas por tonelada de fertilizante cedem em 2025 enquanto a soja mantém patamar elevado no mercado internacional e em Mato Grosso.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

 relação de troca para o produtor de soja entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Após um ano em que o custo dos fertilizantes consumiu parte relevante do poder de compra do produtor, os primeiros meses de 2026 mostram recuo consistente do MAP e do KCl medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que a soja mantém patamar elevado de preço no mercado internacional e no físico em Mato Grosso. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Em 2025, o MAP chegou a superar 35 sacas de soja por tonelada em diversos momentos, muito acima da média histórica. No início de 2026, o indicador recua para a faixa de 27 a 29 sacas, retornando para níveis próximos do intervalo de longo prazo e reduzindo a pressão sobre o custo de implantação da lavoura.

O KCl apresenta comportamento semelhante. Ao longo do ano passado, o custo chegou a operar acima de 15 sacas por tonelada. Agora, gira entre 12 e 13 sacas, melhora relevante para um insumo que compõe a adubação de base da cultura.

Do lado da receita, a soja preserva valor. Os contratos na CBOT permanecem majoritariamente acima de US$ 10 por bushel e, em diversos momentos, se aproximam de US$ 12.

Foto: Wenderson Araujo/Trilux

No mercado físico de Sorriso, referência para Mato Grosso, os preços em reais por saca seguem sustentados mesmo com a acomodação recente do câmbio.

Na prática, no início de 2026 o produtor precisa de menos soja para adquirir a mesma quantidade de MAP e KCl do que precisou em 2025.

A melhora da relação de troca ocorre no momento de definição das compras de fertilizantes e das estratégias de comercialização da próxima safra, alterando o cálculo de custo da lavoura.

Fonte: O Presente Rural
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SIAVS 2026 abre inscrições para programação técnica

Evento reúne especialistas do Brasil e do exterior para debater desafios e tendências das proteínas animais.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para participação na programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento das cadeias produtivas das proteínas animais do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A programação reunirá especialistas nacionais e internacionais em uma agenda abrangente de conteúdos voltados aos principais desafios e tendências das proteínas animais, além de temas transversais estratégicos para a produção.

Entre os destaques da grade estão painéis sobre sanidade e biosseguridade, com foco na prevenção e controle de enfermidades; sustentabilidade e ESG, incluindo eficiência produtiva, bem-estar animal e redução de impactos ambientais; inovação e tecnologia, com aplicações em automação, digitalização e inteligência de dados; nutrição animal e insumos, com análises de custos e eficiência; além de debates sobre mercado e comércio internacional, geopolítica, acesso a mercados e segurança alimentar.

A programação foi estruturada para oferecer conteúdo técnico de alto nível, com aplicabilidade prática para produtores, agroindústrias e profissionais da cadeia produtiva.

O SIAVS 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes globais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Meyn, Foodmate e Mayekawa, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.

Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, passando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026, um crescimento superior a 120%.

No destaque da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos,bovinos, peixes, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário global. _“O SIAVS se consolida como um espaço global de articulação, onde conhecimento, negócios e cooperação se encontram. É neste ambiente que o Brasil reafirma seu papel como referência em segurança alimentar e como parceiro confiável e estratégico para o futuro da proteína animal_”, destaca.

Paralelamente à feira, a programação técnica do SIAVS consolida-se como um dos principais fóruns de conteúdo do setor, integrando conhecimento, inovação e visão estratégica em um ambiente de alto nível.

As inscrições e informações completas do evento podem ser obtidas clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Relação de troca do milho melhora no início de 2026 após pico de custo dos fertilizantes

Queda do MAP, KCl e ureia em sacas por tonelada coincide com recuperação das cotações do cereal na Bolsa de Chicago e na B3.

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Foto: Shutterstock

A relação de troca para o produtor de milho entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Depois de um ano marcado por forte pressão dos fertilizantes sobre o custo da lavoura, os primeiros meses de 2026 registram recuo relevante do MAP, do KCl e da ureia medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que o milho apresenta recuperação de preços nos mercados internacional e doméstico. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Pixabay

Em 2025, o MAP chegou a exigir mais de 70 sacas de milho por tonelada em vários momentos do ano, patamar muito acima da média histórica. No início de 2026, esse indicador recua para a faixa de 50 a 55 sacas, retornando para níveis mais próximos do intervalo histórico e reduzindo a pressão sobre a adubação de base.

O KCl apresenta movimento semelhante. Ao longo de 2025, o custo superou 35 sacas por tonelada. Agora, opera entre 25 e 30 sacas, devolvendo capacidade de compra ao produtor em um nutriente com peso relevante na adubação do cereal.

A ureia, essencial na cobertura nitrogenada, foi outro ponto crítico no ano passado, quando chegou a demandar mais

Foto: Divulgação/SAA-SP

de 50 sacas por tonelada. Neste começo de 2026, o custo recua para cerca de 30 a 35 sacas, mudança significativa para o manejo nutricional do milho de alta produtividade.

Do lado da receita, o milho mostra reação. Os contratos na Bolsa de Chicago voltam a trabalhar próximos de US$ 4,50 a US$ 5,00 por bushel após o período de maior fraqueza em 2025. No Brasil, os contratos futuros na B3 e os preços físicos em Sorriso também registram recuperação em reais por saca, mesmo com a acomodação do câmbio.

A diferença prática é direta: no início de 2026, o produtor precisa de menos milho para comprar a mesma quantidade de MAP, KCl e ureia do que precisou ao longo de 2025.

A melhora da relação de troca ocorre justamente no momento de planejamento da safra e altera o cálculo de custo da lavoura, segundo a análise da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Fonte: O Presente Rural
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