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Allflex leva sistema de identificação de cio e ruminação durante o Agroleite, em Castro (PR)
Tecnologia de monitoramento otimiza o trabalho na fazenda e coleta automaticamente dados abrangentes de cada vaca do rebanho
O controle da ruminação nas vacas é muito importante e pode ser o diferencial na quantidade de leite produzida. A queda na ruminação do animal pode indicar problemas como desconforto e estresse ou até mesmo doença, o que traz um impacto direto na produção de leite. Visando o melhor controle do rebanho, conseguir identificar quaisquer problemas com as vacas por meio da combinação da queda de ruminação e atividade, além de otimizar a atividade leiteira, a Allflex, líder mundial em identificação de animais, apresentará aos produtores durante o Agroleite, em Castro (PR), os sistemas de gestão da SCR by Allflex.
A tecnologia funciona por meio de um colar, colocado no pescoço do animal. O sistema capta os sinais de atividade, ruminação e ofegação da vaca que envia automaticamente a um software de gestão. “Por meio do colar, podemos correlacionar a atividade com o cio e o melhor horário para inseminação, a ruminação para a correlação com possíveis problemas de saúde e a ofegação com possível estado de estresse calórico, acompanhar cada animal de forma individual, fazer a separação por lotes, o que gerencia melhor o trabalho e otimiza as atividades dos funcionários, por exemplo”, explica Brenda Barcelos, técnica comercial da SCR by Allflex.
O segredo da tecnologia está na gestão individual, que permite a tomada de decisão rápida e precisa, como por exemplo: detecção de cio, encurtar o intervalo entre partos, tratamento de saúde, emissão de alerta em caso de partos prolongados ou distócicos.
O sistema da SCR by Allflex também controla e monitora a sala de ordenha, por meio de automação, sendo pulsação, medição e extração, coletando automaticamente dados abrangentes sobre o status de cada vaca do rebanho, processa essas informações, apresentando-as em relatórios e alertas em tempo real, totalmente personalizáveis e fáceis de entender. O software fornece aos administradores de rebanhos e ordenhadores ferramentas projetadas para ajudá-los a administrar suas tarefas diárias e melhora a lucratividade.
Além do sistema SCR by Allflex, a empresa destaca durante o Agroleite, a linha de brincos identificadores ULTRA, acreditada pelo ICAR – Internacional Committee for Animal Recording como inviolável e amplamente utilizada em diversos países com eficácia comprovada. Além da inviolabilidade, a linha da Allflex possui grande flexibilidade, durabilidade e alta retenção nos animais.
“Os brincos da linha ULTRA são fabricados com poliuretano de alta qualidade e reforçados com aditivo e proteção UV, o que confere maior resistência e flexibilidade, suportando até 30kgf de tração. Os brincos possuem cabeça de fechamento em plástico rígido e, ao aplicá-lo, a ponta metálica do macho encaixa em uma peça dentada, que trava o identificador, impedindo a retirada para reutilização. O seu design exclusivo minimiza o risco de retenção em cercas ou arbustos e garante durabilidade com uma marcação visível feita a jato de tinta de última geração”, explica o gerente comercial da Allflex, Ivo Martins.
A linha ULTRA da Allflex oferece ao mercado brasileiro uma ferramenta mais segura para a identificação dos animais, o que contribui para aprimorar a gestão do rebanho. “Para atender as demandas de um mercado cada vez mais exigente por qualidade e uma atividade com margens cada vez mais apertadas, o pecuarista precisa se conscientizar de que é preciso trabalhar em cima de dados e que a identificação animal é a base para uma gestão eficiente do rebanho”, destaca Martins.
Fonte: Ass. de Imprensa Allflex

Empresas Visão de longo prazo
Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
