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Empresas

Allflex conquista troféu Touro de Ouro na categoria brincos

Entrega do prêmio ocorreu durante a InterCorte São Paulo

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A Allflex, líder mundial em identificação de animais, foi homenageada na quinta-feira, dia 22, com o troféu Touro de Ouro da Revista AG. A empresa foi premiada na categoria Brincos, numa cerimônia realizada na InterCorte São Paulo, no WTC Golden Hall, em São Paulo.

“Ficamos muito felizes pelo reconhecimento que a Allflex tem como referência em identificação animal e isso nos proporciona a certeza de que estamos contribuindo para uma produção animal alinhada com as expectativas dos mercados muito exigentes, demandando cada vez mais profissionalismo, eficiência e responsabilidade”, aponta o gerente comercial da Allflex Identificação, Ivo Martins Alves Filho.

“Trabalhamos sempre com o objetivo de superar a expectativa dos nossos clientes e parceiros, pautando nossas prioridades em qualidade, atendimento e inovação”, completa.

Segundo Martins, a Allflex proporciona a base para a mudança da pecuária brasileira, que precisa se atualizar cada vez mais, atender os anseios dos consumidores sobre a rastreabilidade, segurança alimentar, bem-estar animal e ser economicamente atraente ao pecuarista. “Entendemos que a individualização do rebanho é o primeiro passo para uma gestão pecuária profissional, com possibilidade de tomadas de decisões mais assertivas e agregando garantias adicionais a todo o setor de produção de carne”, aponta.

A Allflex é líder mundial em identificação e monitoramento animal, com tradição de mais de 65 anos e sempre se atualizando, aperfeiçoando seus produtos para proporcionar uma gestão pecuária profissional e lucrativa.

A premiação é concedida todos os anos pela Revista AG e homenageia as melhores empresas agropecuárias do Brasil. A seleção e escolha das empresas ganhadoras ocorre por meio de uma votação on-line com os leitores, que escolhem as marcas mais lembradas de acordo com cada categoria, que envolve todas as fases da produção pecuária.

A Allflex, uma empresa da Antelliq, é líder mundial em design, desenvolvimento, fabricação e entrega de soluções de identificação e monitoramento de animais. A empresa desenvolve aplicações práticas de ponta de identificação visual e eletrônica de animais, amostragem de tecidos, rastreabilidade e tecnologias de monitoramento para as indústrias de criação de gado do mundo. Com cerca de 1.900 colaboradores em todo o mundo, a Allflex conta com uma rede global de especialistas e expertise construída em mais de 60 anos de história. A Allflex possui subsidiárias de fabricação e tecnologia na América do Norte, Europa, Israel, América do Sul, China, Austrália e Nova Zelândia, com produtos distribuídos em mais de 100 países.

A fábrica da Allflex no Brasil está instalada em Joinville (SC) desde 2002. Considerada uma das mais modernas fábricas do Grupo no mundo, foi dimensionada para atender a todo continente americano. Mais informações: www.allflex.com.br.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Suinocultura

Protocolo vacinal de matrizes – para proteger fêmeas e leitões

Entenda a importância de imunizar seu plantel e em que momento isso deve ocorrer

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Arquivo/OP Rural

Chegar a quarto maior produtor e exportador mundial de carne suína não se deu da noite para o dia. Para alcançar esse posto, o Brasil passou por um processo longo de desenvolvimento e aperfeiçoamento de toda a cadeia – da produção à comercialização.

Na produção, as porcas ocupam um papel central – primeiro, porque estão diretamente relacionadas à produtividade e, segundo – e não menos importante -, porque esses animais são cruciais na disseminação ou no controle de doenças que podem acometer o plantel.

Muitas vezes assintomáticas, essas fêmeas atuam como disseminadoras de agentes invasores e, por esse motivo, a imunização desses animais tem papel fundamental. Tanto para protegê-los contra doenças que possam afetar sua própria saúde como para proteger a leitegada por meio da imunidade passiva, que é a transferência de anticorpos para os leitões pelo colostro.

Dentre as principais doenças que podem prejudicar a gestação, estão a parvovirose suína, a erisipela e a leptospirose.

A parvovirose suína pode infectar embriões e fetos em diferentes estágios de evolução. Os sinais de falhas reprodutivas podem ser diversos, como aborto, menor número de nascidos, leitões fracos, malformados ou natimortos, mumificados, entre outros.

Já a erisipela é uma zoonose causada pelo agente bacteriano Erysipelothrix rhuseopathie, podendo ser um dos fatores infecciosos direto dos abortamentos, uma enfermidade hemorrágica que provoca lesões cutâneas, articulares, cardíacas e septicemia, tanto em porcas em idade reprodutiva quanto em suínos na fase de crescimento, e lesões de células espermatogênicas em reprodutores. “A vacinação, nesse caso, garantirá proteção para a fêmea durante o período gestacional e, na fase pós-nascimento, para os leitões, que, ao mamarem o colostro, estarão protegidos”, explica o médico-veterinário Dalvan Veit, Gerente Técnico de Suínos da Zoetis.

Também transmitida por bactéria, a leptospirose causa natimortos e fetos mumificados, leitões fracos, que normalmente não sobrevivem, e abortos, que geralmente ocorrem no terço final da gestação. Os animais são infectados quando entram em contato com alimentos e/ou água contaminados, com urina e fetos abortados de animais portadores. A infecção pode ocorrer por via oral, via venérea, por intermédio da pele lesada, por via conjuntiva ou por meio das mucosas. Os roedores são uma frequente fonte de infecção para suínos e humanos, podendo excretar leptospiras vivas pela urina.

Além desses agentes que podem causar falhas reprodutivas nas fêmeas, há outros que podem acometer os leitões em seus primeiros dias de vida, por isso a imunização passiva garantirá à leitegada a proteção necessária.

Causada por bactérias, a rinite atrófica progressiva é uma doença infectocontagiosa do trato respiratório superior, de evolução progressiva e crônica, caracterizada por lesões nos cornetos nasais e atrofia do focinho. Disseminada por todas as principais áreas de produção de suínos no Brasil, tem um grande impacto econômico, devido à redução no ganho de peso e à piora na conversão alimentar.

A imunização passiva também protege os leitões contra outro problema bastante comum, a diarreia neonatal. Comumente provocada pelas bactérias Escherichia coli e Clostridium perfringens, que agem na parte entérica dos animais, apresenta-se como um desafio na suinocultura e causa grandes prejuízos para o setor. Além da perda no ganho de peso e atraso no crecsimento, a doença pode levar à morte.

Vacinação

“A vacinação é o método de controle específico mais seguro e eficaz de proporcionar a imunidade de um plantel e temos um pacote completo para a proteção das matrizes”, diz Veit.

No mercado há dez anos, Farrowsure® B Gold é a solução da Zoetis indicada para a vacinação de matrizes e reprodutores suínos sadios para a prevenção da parvovirose, da erisipela e da leptospirose. Já a ARadicator combate a rinite atrófica progressiva e a LitterGuard LT-C previne a diarreia neonatal.

“A Farrowsure® B Gold, indicada exclusivamente para proteção das fêmeas, pode ser aplicada em qualquer momento. No entanto nossa recomendação é que seja aplicada durante o período de gestação. Isso garante uma proteção duradoura contra os agentes alvo, e evita injúrias à matriz e aos leitões, caso seja aplicada durante a lactação. Já a ARadicator e a LitterGuard, que têm a função de produzir anticorpos para a leitegada, devem ser aplicadas no 100° dia de gestação – isso porque, após 14 dias da aplicação, a porca atingirá o pico da produção de anticorpos, que coincidirá com o nascimento dos leitões”, esclarece o médico-veterinário.

Fonte: Ass. de Impressa.
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Empresas Avicultura

Cobb-Vantress homenageia 25 anos da Nutriza

Empresas celebram aniversário da Nutriza e parceria desde 2001

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress fez uma homenagem a Nutriza, empresa do Grupo Tomazini, pelos seus 25 anos de mercado. O médico veterinário e Diretor Associado da Cobb-Vantress na América do Sul, Cassiano Bevilaqua, e o gerente Regional da Cobb, Lucas Schneider, entregaram uma placa comemorativa pelo aniversário da empresa para o diretor Industrial da Nutriza, Giuliano Tomazini, e o diretor de Produção da Nutriza, Heber Silva.

Empresa do Grupo Tomazini, com sede em Pires do Rio, em Goiás, a Nutriza foi fundada em 1995 e é cliente Cobb desde 2001. Com uso de tecnologia avançada, eles têm atingido excelentes resultados, afirma Bevilaqua. “Eles têm granjas próprias com uso de alta tecnologia”, pontuou. Investimentos em tecnologia e preservação do meio ambiente estão no foco de atuação da Nutriza, de acordo com comunicado divulgado em seu site.

A estrutura inclui um complexo industrial verticalizado, com incubatórios, granja de matrizes e recria, fábricas de ração e de industrializados. São 20 granjas próprias e 430 granjas integradas alojando um milhão de matrizes entre recria e produção, além da produção de 96 milhões de ovos férteis por ano. Com capacidade para o abate de 320 mil aves por dia e produção de 400 toneladas de alimentos industrializados ao dia, essa estrutura é responsável pela geração de 3 000 empregos diretos e 7 000 indiretos.

Uma de suas marcas, a Friato, é uma das maiores produtoras e exportadoras de carne de frango do mundo, presente em mercado como Hong Kong, Vietnã, Líbia, Iraque, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Doha, Oman e Rússia.

O Grupo Tomazini, detentor da marca Nutriza, foi fundado em 1980 a partir da mudança de seus fundadores de Ipuã, no interior de São Paulo para Pires do Rio, em Goiás. Neste ano, o Grupo foi destacado com duas premiações do setor. Recebeu o Prêmio Valor 1 000, do jornal Valor Econômico, pelo melhor desempenho entre as empresas de agropecuária do país e também foi premiada como melhor empresa na categoria Aves e Suínos na 14a edição do Melhores do Agronegócio, promovida pela Revista Globo Rural.

Fonte: Assessoria
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Empresas Leite

Muito além do leite materno: outros fatores que influenciam no desenvolvimento saudável das bezerras

Cuidado adequado com os animais pode levar à máxima expressão do potencial genético e mais lucro ao produtor

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Divulgação Quimtia

A alimentação e o manejo das bezerras são fundamentais para manter o bem-estar dos animais, afinal, saudáveis se tornam vacas fortes e preparadas para continuar o ciclo de produção de leite. Para tal, é necessário entender de que maneira o trato deve acontecer para aproveitar todo o potencial genético e trazer ainda mais lucro ao produtor.

Para garantir a nutrição das bezerras logo após o nascimento, é oferecido o colostro da matriz ou ainda de outra vaca doadora, que teve esse alimento congelado para uso posterior. Esse material é rico em nutrientes e possui anticorpos que auxiliam no combate a diversas doenças. O colostro é oferecido às bezerras por meio de sonda ou mamadeiras, e cada animal consome em média seis litros nas 12 primeiras horas, recebendo este alimento até o terceiro dia de vida.

Suplementação

Como o leite geralmente se torna apto à comercialização a contar do terceiro dia da lactação, a partir desse período se inicia a mudança gradual de alimentação das bezerras, a fim de destinar quase todo o leite para a venda. “Para substituir o leite, um sucedâneo lácteo deve ser dado à bezerra diariamente na proporção de 10 a 15% do seu peso. Para que elas possam consumir melhor o alimento, ele precisa ser dividido em duas ou três porções diárias até as fêmeas atingirem por volta de 90 kg, sendo então desmamadas”, explica Solano Alex Oldoni, analista técnico da Quimtia.

Junto com o substituto, é importante oferecer uma ração com alta palatabilidade e nutrientes específicos para cada fase da vida. Com a suplementação, as bezerras podem atingir seu ápice genético e, dessa maneira, serem mais fortes durante toda a sua vida e desenvolverem um leite de melhor qualidade. Após 45 dias de vida, além dos outros complementos, os animais ainda devem ter acesso ao feno de boa qualidade.

“As principais vantagens do uso de suplementos para bezerras é a garantia de um alimento de alto padrão diariamente, a possibilidade de aleitamento mais vezes ao dia, independentemente do número de ordenhas, além da prevenção de doenças, pois esses produtos são ricos em aditivos, minerais e vitaminas que melhoram o desenvolvimento animal”, conta o especialista.

A Quimtia, empresa referência em nutrição animal, conta com uma linha composta por diversas soluções que auxiliam o produtor. Entre seus principais produtos, estão o Bovistart, o Nuvilac e o Nuvimilk, alimentos que podem ser diluídos em água morna e atuam como substituto do leite materno ou ainda podem ser disponibilizados de maneira conjunta. As enzimas exógenas também podem ser usadas para aumentar a imunidade e ampliar a eficiência alimentar.

Manejo

Um dos fatores que merece atenção redobrada no manejo das vacas é a água. A bezerra precisa de água limpa, fresca e de boa qualidade desde os primeiros dias de vida. Para evitar que o animal desidrate e perca peso por causa de doenças como a diarreia, é preciso oferecer produtos constituídos de leveduras vivas que devem ser adicionadas na ração. O Biosinergy da Quimtia é um exemplo de produto com essa finalidade.

Mais do que da água, o ambiente em que esses animais estão inseridos também deve estar sempre limpo, desde os utensílios usados para alimentação até o espaço de descanso. Além disso, o local deve estar seco, aquecido e com amplo espaço para que as bezerras se movimentem.  “É preciso lembrar que as vacas são um animal com rotina, por isso o manejo alimentar deve ser sempre feito no mesmo horário”, ressalta Oldoni. O especialista ainda alerta que os produtores sigam o calendário de vacinação e vermifugação de cada categoria animal do rebanho, para que não exista perda de desempenho por questões sanitárias.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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CONBRASUL/ASGAV

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