Avicultura
ALIMENTA 2025 vai unir a cadeia de produção animal no maior evento multiproteína do Paraná
Com data marcada para os dias 16, 17 e 18 de junho, o evento será realizado no Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba (PR), com o objetivo reunir todos os elos da cadeia produtiva de proteínas de origem animal.

Em junho de 2025, o Paraná será palco de um evento que promete transformar o cenário da proteína animal no Brasil: o ALIMENTA – Congresso e Feira Internacional de Proteína Animal. Com data marcada para os dias 16, 17 e 18 de junho, o evento será realizado no Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba (PR), com o objetivo reunir todos os elos da cadeia produtiva de proteínas de origem animal.
O ALIMENTA surge como um marco no setor, fruto da união de eventos menores já realizados no Paraná, como o Congresso de Avicultores e Suinocultores O Presente Rural. O novo formato busca ampliar a abrangência, trazendo para o debate setores como aves, suínos, bovinos, leite, ovos e peixes. Além disso, contará com uma feira de negócios robusta, workshops temáticos e uma programação técnica de alto nível.
O que é o ALIMENTA?
O ALIMENTA é um congresso e feira internacional que vai unir produção, tecnologia e inovação no setor de proteína animal. O evento pretende debater temas relevantes como segurança alimentar, biosseguridade, automação, inteligência artificial, logística, novas soluções tecnológicas e a abertura de novos mercados.
Durante três dias, produtores rurais, empresários, técnicos, médicos veterinários, zootecnistas, gestores de cooperativas, representantes de entidades de classe e investidores terão acesso a conteúdos exclusivos e oportunidades de networking em um espaço dedicado a fortalecer a cadeia produtiva.
Além das palestras e debates, a feira contará com estandes de empresas nacionais e internacionais que apresentarão suas soluções, produtos e serviços. O público esperado inclui profissionais de diversos segmentos, como fábricas de ração, agroindústrias e fornecedores de insumos e equipamentos, além de produtores e tomadores de decisão.
Local e estrutura
A escolha de Curitiba como sede do evento não foi por acaso. Segundo Roberto Kaefer, presidente do Sindiavipar e também do Alimenta, a capital paranaense oferece uma estrutura logística privilegiada, com aeroporto internacional, ampla rede hoteleira e o reconhecimento como um dos grandes polos da proteína animal no Brasil. “Curitiba é um símbolo do agronegócio paranaense e está estrategicamente posicionada para receber esse evento, que tem a ambição de se tornar uma referência nacional e internacional no setor”, destacou.
O Campus da Indústria da Fiep, que sediará o evento, é um dos centros mais modernos do estado, com infraestrutura de ponta para congressos e exposições. Edson Vasconcelos, presidente da Fiep, ressalta a importância de apoiar eventos como o ALIMENTA: “O Paraná é referência na produção de proteína animal, e o Alimenta será um ambiente de oportunidades para fortalecer ainda mais o setor”.
Os realizadores e organizadores
O ALIMENTA é promovido pelo Sindiavipar (Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná), em parceria com a Hollus Comunicação e Eventos e o Jornal O Presente Rural. O evento também conta com o apoio da Fiep e de grandes players do agronegócio paranaense, como Frimesa e Lar.
Para Selmar Marquesin, diretor do Jornal O Presente Rural, a criação do ALIMENTA reflete a evolução natural de eventos anteriores e o protagonismo do Paraná no setor. “O Alimenta consolida o Paraná como referência na produção de proteína animal. Nossa expectativa é das melhores possíveis. O evento tem tudo para mostrar o papel estratégico do estado em termos de produção, inovação e exportação de proteínas”, afirmou.
Eliana Panty, CEO da Hollus Comunicação e organizadora do ALIMENTA, enfatizou o impacto que o evento trará para a cadeia produtiva: “O ALIMENTA nasce com o propósito de reunir todos os elos em um único espaço, promovendo debates e trocas que serão cruciais para o futuro do setor. Segurança alimentar, economia, tecnologia e inovação estarão no centro das discussões”, ressalta.
Programação
O ALIMENTA 2025 contará com uma programação técnica de peso que vai ser anunciada em breve, reunindo palestrantes nacionais e internacionais de renome. Além do congresso, o evento terá uma mostra de trabalhos científicos e áreas específicas para rodadas de negócios, aproximando empresas e investidores do setor.
Alcance

Fotos: Shutterstock
A expectativa é de que o ALIMENTA atraia um público diversificado, com participantes de vários estados brasileiros. “O Brasil atingiu recordes de exportação de proteína animal nos últimos anos, e o Paraná lidera essa trajetória. O ALIMENTA será uma oportunidade única de mostrar ao mundo a qualidade e a inovação do setor”, ressaltou Roberto Kaefer.
Por que participar?
Para as empresas, o ALIMENTA é uma oportunidade de ouro para expor suas marcas, produtos e serviços a um público altamente qualificado. “Este é o momento de estreitar relações, formar parcerias e ampliar horizontes”, destacou Selmar Marquesin.
Já para os produtores e profissionais do setor, o evento será uma plataforma para adquirir conhecimento técnico, acompanhar tendências e se conectar com especialistas.
A feira de negócios terá estandes e abrigará expositores de toda a cadeia produtiva, desde fornecedores de insumos e equipamentos até representantes de agroindústrias e cooperativas. “OALIMENTA não é apenas um evento; é uma oportunidade de transformação para a cadeia de proteína animal. Ele representa um passo à frente, unindo conhecimento, inovação e negócios em um único espaço. Com expectativas altas e uma equipe comprometida com a excelência, o ALIMENTA tem tudo para se consolidar como um dos eventos mais relevantes do agronegócio brasileiro”, menciona Eliana.
Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na avicultura de corte e postura do Brasil acesse a versão digital de Avicultura Corte e Postura clicando aqui. Boa leitura!

Avicultura Editorial
O Nordeste avícola já não cabe no rodapé
Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.
Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.
A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.
Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura
Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura
Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock
A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.
Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock
A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.
A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.
Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock
que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.
Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura No Noroeste do Estado
Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência
Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação
A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.
De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.
A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.
Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi
A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.
A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.



