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Alice Eiko Murakami recebe o prêmio Profissional do Ano da FACTA
Desde 2006 a FACTA destaca um profissional da avicultura brasileira, como forma de valorização, difusão e agradecimento ao trabalho daqueles que, ao desenvolverem sua atividade profissional, contribuem para o desenvolvimento do país e a formação té
Durante a Conferência FACTA 2016, realizada entre os dias 17 e 19 de maio, em Campinas (SP), a zootecnista e professora Alice Eiko Murakami, foi homenageada com o Prêmio FACTA “Profissional do Ano”, atribuído ao profissional técnico/científico de reconhecido mérito.
Para Alice Eiko Muramaki, receber o prêmio é uma sensação de dever cumprido. “Ser reconhecida como profissional do ano faz com que você acredite que está fazendo o seu trabalho de forma correta. Eu estou na Universidade Estadual de Maringa há 38 anos como professora do curso de Zootecnia e há 35 trabalhando com avicultura. É na universidade que nós formamos os mestres e doutores para o mercado de trabalho e esse mercado tem evoluído muito. Hoje a nossa avicultura não perde para nenhuma outra no mundo, nós fazemos pesquisas de ponta e estamos competindo de igual para igual”, finalizou Muramaki.
Desde 2006 a FACTA destaca um profissional da avicultura brasileira, como forma de valorização, difusão e agradecimento ao trabalho daqueles que, ao desenvolverem sua atividade profissional, contribuem para o desenvolvimento do país e a formação técnica e ética das novas gerações de profissionais da avicultura industrial brasileira e mundial.
Alice Eiko Muramaki
A profissional é formada em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1976), mestre em Zootecnia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1983) e doutora em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1991). É professora da Universidade Estadual de Maringá desde 1978 e Titular desde 1994. Tem Pós-doutorado no Japão (Nagoya University) e nos EUA (University of Arkansas). Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Avaliação de Alimentos para Animais e Exigências Nutricionais, atuando principalmente na área de aves com frangos de corte, poedeiras e codornas japonesas. Atua no Programa de Pós-graduação em Zootecnia da UEM- curso 6 na CAPES, onde leciona e orienta no mestrado e doutorado. Teve atuação como Representante de Àrea na CAPES por duas gestões (2001-2002) e (2002-2005) sendo Membro Titular do CTC na última gestão. Na Universidade Estadual de Maringá, foi Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação gestão 2002-2006. No Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (FOPROP) foi Vice-Presidente gestão 2005-2006. Participei como membro Titular no Comitê de área da Zootecnia do CNPq (2005-2008). Em julho de 2008, recebeu Prêmio da Sociedade Brasileira de Zootecnia como Zootecnista do Ano.
Fonte: Ass. de Imprensa

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Safra de soja no Paraguai atinge recorde histórico de 10,9 milhões de toneladas
Região Oriental já colheu 100% da produção e comercialização avança, enquanto safrinha segue em desenvolvimento com expectativa de 1,4 milhão de toneladas.

A colheita de soja na Região Oriental do Paraguai está finalizada, atingindo 100% da área, segundo relatório da StoneX. A soja no Chaco ainda se encontra em desenvolvimento devido a um calendário produtivo distinto, condicionado por fatores climáticos diferentes da outra metade do país.
No entanto, como cerca de 97% da produção nacional se concentra na Região Oriental, a análise do ciclo se concentra nos resultados finais observados nessa região. “Inicialmente, havia preocupações quanto a uma possível queda na produtividade, diante de condições climáticas mais quentes e secas. No entanto, essas não se materializaram em perdas significativas. As chuvas, embora irregulares, ocorreram em momentos-chave e permitiram sustentar o potencial produtivo”, explica Larissa Barboza Alvarez, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.
Além disso, as lavouras já se encontravam em estágios avançados de desenvolvimento quando as condições mais adversas foram registradas, o que limitou seu impacto sobre os rendimentos finais, embora tenha gerado alguns atrasos no calendário da safrinha.
Dessa forma, segundo ela, as condições hídricas, de modo geral adequadas, acabaram consolidando um ciclo histórico, que se posiciona como a maior safra principal de soja já registrada no Paraguai. Em nível regional, conforme explica a analista, foram observados ajustes positivos mais expressivos especialmente no norte de Alto Paraná, a partir de Ciudad del Este para cima, assim como em Canindeyú.
Ainda assim, os bons rendimentos foram generalizados, incluindo Itapúa, Caaguazú, Guairá, Caazapá, San Pedro, Amambay e Concepción. Por outro lado, embora não tenham sido realizados ajustes em Misiones e Paraguarí, é importante destacar que essas regiões já apresentavam produtividades superiores em relação a áreas mais sensíveis. “A partir da estimativa anterior de 10,4 milhões de toneladas em março, a nova atualização de abril incorpora um ajuste positivo que eleva a produção da safra principal para 10,9 milhões de toneladas. Ainda resta definir o desempenho da safrinha, mas, caso atinja 1,4 milhão de toneladas, a produção total do país poderá chegar a 12,29 milhões de toneladas, estabelecendo um novo recorde histórico para a soja paraguaia”, afirmou a analista.


Em relação à safrinha, Larissa pontua que os cultivos competem diretamente por área, especialmente entre soja e milho. No caso do milho, grande parte do plantio foi realizada fora da janela ideal, principalmente na região centro-sul, que abrange Caaguazú e se estende de Ciudad del Este até Naranjal.
Como consequência, espera-se que a colheita se concentre a partir de meados de julho, sem perspectivas de oferta relevante em junho. Já a soja safrinha apresenta uma condição mais estável, com colheita prevista entre o final de abril e meados de maio, em linha com o calendário argentino. Ainda é cedo para realizar ajustes de produtividade neste segundo ciclo.

Comercialização

Larissa Barboza Alvarez, analista de Inteligência de Mercado na StoneX: “Para a safrinha 2026, as vendas antecipadas também mostram dinamismo, alcançando 22%, frente a 14% no mês anterior e acima da média de 17%, o que confirma uma postura comercial mais ativa por parte dos produtores neste ciclo excepcional”
De acordo com a analista, no mercado, o basis apresentou forte volatilidade recente. Inicialmente, houve uma queda impulsionada pela alta em Chicago, após sinais de possível aumento da demanda chinesa decorrente de anúncios políticos, somados ao impacto do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e, por correlação, dos biocombustíveis. “Nesse contexto, o basis em Assunção passou de níveis próximos a US$ -45/ton antes desses eventos para US$ -80/ton em seu ponto mais baixo, recuperando-se posteriormente para US$ -55/ton. Esse movimento se explica principalmente pela alta das cotações internacionais, enquanto o flat price se manteve relativamente estável, em um cenário também marcado por elevada oferta sazonal e forte fluxo de comercialização”, pontua.
Quanto à comercialização, o avanço é significativo e reflete tanto o bom desempenho produtivo quanto as necessidades financeiras do setor em um contexto de alta disponibilidade de grãos. A soja da safra 2025/26 atinge 68% de vendas, bem acima dos 48% registrados no mês anterior e da média histórica de 63%.
No milho, a safra 2025 está praticamente encerrada, com 97% comercializado, em linha com a média dos últimos anos. “Para a safrinha 2026, as vendas antecipadas também mostram dinamismo, alcançando 22%, frente a 14% no mês anterior e acima da média de 17%, o que confirma uma postura comercial mais ativa por parte dos produtores neste ciclo excepcional”, salienta Larissa.
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Mudanças no Proagro deixam 116 mil produtores fora da cobertura na safra 2024/25
Estudo da FGV-Agro indica que 111 mil ficaram sem Proagro e sem seguro rural, ampliando risco financeiro e dificultando acesso ao crédito.

Ao menos 116 mil produtores rurais deixaram de aderir ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) na safra 2024/2025. O dado consta em estudo do FGV Agro e aponta um efeito colateral das mudanças implementadas no programa entre 2023 e 2025: a exclusão simultânea de produtores tanto da política de garantia quanto do acesso ao crédito rural.

Foto: Gilson Abreu
O Proagro funciona como instrumento de quitação de dívidas de custeio em caso de perdas na lavoura, voltado principalmente a agricultores familiares, pequenos e médios produtores. Em 2023, o programa pagou R$ 10,5 bilhões em indenizações, valor superior aos quase R$ 3 bilhões desembolsados em sinistros pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) no mesmo período. A partir desse cenário, o governo promoveu alterações no regramento com o objetivo de conter despesas.
Segundo a pesquisa, essas mudanças resultaram na saída de produtores do Proagro sem que houvesse migração correspondente para o seguro rural privado subvencionado.
Dos 116 mil que ficaram fora do programa na última safra, cerca de 111,1 mil não contrataram nenhum tipo de cobertura, nem pelo Proagro nem pelo PSR.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR
Para os pesquisadores, a mudança de regramento pode ter produzido um ‘peso morto’ de beneficiários do Proagro que ficaram descobertos de instrumentos de gestão de risco e, ainda, excluídos da política de crédito rural. O estudo alerta também para a ampliação do risco sistêmico pela falta de uma entrada clara no mercado segurador.
A deputada Daniela Reinehr (PL-SC) criticou os efeitos práticos das alterações. “

Deputada Daniela Reinehr (PL-SC): “As mudanças no Proagro foram apresentadas com o objetivo de combater fraudes e organizar o sistema, mas o efeito que chegou na ponta foi completamente diferente” – Foto: Divulgação/FPA
Hoje a realidade é que milhares de produtores perderam acesso ao crédito e a proteção da sua safra. Não dá para corrigir um problema criando outro ainda maior”, afirmou.
Perfil dos beneficiários
O levantamento analisou o período de julho de 2019 a junho de 2025 e identificou 530,1 mil beneficiários do Proagro, divididos em três grupos: 218 mil esporádicos (até dois contratos), 261 mil recorrentes (de três a nove contratos) e 51 mil multicontratantes (dez ou mais contratos).
Com base no novo regramento, que considera, entre outros critérios, o limite de até seis comunicações de perdas por CPF e por Cadastro Ambiental Rural (CAR), os pesquisadores identificaram quem deixou de se enquadrar no programa.

Coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Tião Medeiros (PP-PR): “O governo deixou de proteger muitos pequenos e médios produtores” – Foto: Divulgação/FPA
Também foram analisados produtores de soja, milho e trigo com contratos de custeio entre R$ 100 mil e R$ 300 mil, para estimar o potencial de migração ao PSR. Nesse recorte, foram encontrados 210,6 mil produtores: 52% esporádicos, 45% recorrentes e 3% multicontratantes.
Considerando apenas recorrentes e multicontratantes, cerca de 69 mil ficaram fora do Proagro na safra 2024/2025. Desses, apenas 9 mil deixaram de atender aos novos critérios. Os outros 60 mil não optaram nem pelo Proagro nem pelo seguro rural.
Para os pesquisadores, o dado reforça o entendimento de que há uma lacuna entre política pública e a capacidade de absorção do mercado. “Refletir sobre como canalizar esforços para incrementar a demanda por instrumentos de gestão de risco desses beneficiários é fundamental. Ampliar a rede de distribuição e de peritos, oferecer produtos de seguro aderentes ao contexto de risco de cada produtor, estimular a criação de programas de subvenção estaduais e municipais, bem como um esforço de aculturamento de gestão de risco são ações essenciais”, registraram.
Críticas ao orçamento do seguro rural
O coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Tião Medeiros (PP-PR) , atribui parte do problema ao custo do seguro no mercado e à condução orçamentária do governo. “Com as mudanças e o custo elevado do seguro no mercado, a opção foi não fazer nenhuma cobertura. O governo deixou de proteger muitos pequenos e médios produtores”, ressaltou.
Na mesma linha, o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC) , citou a

Coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC): “Ao tirar do Proagro esses produtores, o governo não criou nenhuma linha, não absorveu esses produtores no PSR” – Foto: Divulgação/FPA
insegurança orçamentária do PSR. “Esses agricultores, ao final da safra, mesmo com intempéries, sempre tinham no Proagro a garantia de que pelo menos o banco eles iam conseguir pagar. Ao tirar do Proagro esses produtores, o governo não criou nenhuma linha, não absorveu esses produtores no PSR”, afirmou.
Parlamentares lembram que, no fim do ano passado, produtores receberam cobrança da parte subvencionada do seguro após bloqueio no orçamento do PSR. Em 2025, dos R$ 1,06 bilhão destinados ao programa, cerca de R$ 565,3 milhões foram executados.
A FPA tentou incluir na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 um mecanismo para impedir o congelamento desses recursos, mas o dispositivo foi retirado entre os vetos presidenciais.
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Aurora Coop premia produtores e técnicos por excelência no campo
Evento em Chapecó reconheceu 31 profissionais com destaque em produtividade, gestão e desempenho nas cadeias de aves e suínos.

A produtividade do agro que nasce nas propriedades rurais ganhou reconhecimento na 11ª edição do Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista, promovido pela Aurora Coop nesta quarta-feira (1º), no Clube Caça e Pesca, em Chapecó. A premiação homenageou técnicos agropecuários e empresários rurais cooperados ao Sistema Aurora Coop que alcançaram resultados superiores em eficiência, gestão e desempenho zootécnico nas cadeias de aves, suínos e sustentabilidade.

Cássio Basso, primeiro lugar como técnico destaque nas categorias suinocultura (Suicooper II) e Propriedade Rural Sustentável da Aurora (PRSA)
O evento, realizado anualmente, premiou nesta edição 31 profissionais e traduziu, em cada categoria, o nível técnico exigido por uma das maiores cooperativas de alimentos do país. Criada em 1969, a Aurora Coop é formada por uma estrutura com presença nacional e internacional, apoiada na produção integrada e na consistência dos resultados obtidos no campo. São 14 cooperativas filiadas e mais de 150 mil famílias rurais que fazem parte do Sistema.
O diretor vice-presidente de agronegócios, Marcos Zordan, destacou que os números alcançados pelos premiados refletem um nível de excelência que posiciona os cooperados entre os mais eficientes do país, com ganhos expressivos de produtividade e qualidade.

Presidente Neivor Canton destacou que o desempenho apresentado pelas propriedades premiadas sustenta o crescimento do sistema: “O produtor é a razão maior da existência do sistema cooperativo e, por isso, hoje estamos homenageando a essência da nossa existência”
“Nós temos que tirar o chapéu para todos os produtores. O mercado tem nas mãos hoje o melhor produto para ser comercializado, graças ao que vocês produzem e à forma que produzem. Vocês são os verdadeiros artistas desse negócio”.
Zordan também sublinhou os resultados gerados pela eficiência e qualidade produtivas dos cooperados. “Nos últimos 15 anos, graças aos produtores, a área técnica, as filiadas e a Aurora Coop, foi possível melhorar significativamente os ganhos na suinocultura e na avicultura. É sinal que nós estamos no caminho certo e não podemos sair dele”.
Para o diretor presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, o desempenho apresentado pelas propriedades premiadas e pelo trabalho técnico sustenta o crescimento do sistema e projeta o cooperativismo como referência nacional em eficiência produtiva.
“O produtor é a razão maior da existência do sistema cooperativo e, por isso, hoje estamos homenageando a essência da nossa existência. Se somos o maior exportador de carne suína e nossos produtos abastecem o mercado interno e 80 países, é graças a vocês. Todas essas famílias produtoras das 14 cooperativas filiadas merecem esse reconhecimento pelo seu trabalho, pela sua dedicação e pela seriedade com que encaram sua atividade. Somos 87 mil produtores no campo, mais de 50 mil colaboradores diretos e mais de 20 mil nas cooperativas filiadas. Notem o tamanho dessa família que em 57 anos foi possível criar. Todos estão fazendo a sua parte e demonstram hoje aqui que é possível, sim, fazer cada vez melhor”.
Premiados
Entre os 11 técnicos agropecuários premiados, estão os jovens Cássio Basso e Luisa Cesari. Ele levou dois prêmios nos primeiros lugares como técnico destaque na suinocultura (Suicooper III) e no programa Propriedade Rural Sustentável Aurora Coop (PRSA). Ela foi a vencedora da categoria técnica destaque na avicultura.

Diretor Marcos Zordan afirmou que os números alcançados pelos premiados posicionam os cooperados entre os mais eficientes do país: “Nós temos que tirar o chapéu para todos os produtores”
Cássio trabalha na Aurora Coop e presta assistência técnica a 42 suinocultores da Cooperalfa nos municípios gaúchos de Barra do Rio Azul e Atatiba do Sul. O auxílio, a capacitação e o acompanhamento dos produtores no manejo, produção, gestão empresarial e leis ambientais deram resultado e asseguraram os prêmios. “Eu me sinto muito feliz por estar sendo reconhecido pelo meu trabalho no campo. É muito gratificante, pois esse prêmio representa que meus produtores assistidos tiveram uma grande evolução ao longo desse período dentro da Aurora Coop. Só tenho a agradecer imensamente aos produtores e aos meus colegas de trabalho e toda a equipe da Aurora Coop por estar aqui”, destaca.

Luisa Cesari, primeiro lugar como técnica destaque na avicultura
Luisa compõe a equipe de técnicos da unidade da Aurora Coop de Erechim/RS e há oito meses atende 31 avicultores da Cooperalfa e da Copérdia em Aratiba/RS. Ela afirma que a região é altamente produtiva, o que ajudou na conquista do prêmio. “Divido esse prêmio com todos os produtores que atendo e com minha equipe de técnicos da Aurora Coop em Erechim que fazem um ótimo trabalho. Meu desafio nestes oito meses de casa foi manter os bons resultados já alcançados, através da assistência técnica voltada especialmente ao manejo. Estou muito feliz e grata”.

Família de Luiz Marcos de Lima, cooperados da Cooperalfa de Caxambu do Sul, ganhou o primeiro lugar na categoria Lote Macho na avicultura
A família de Luiz Marcos de Lima, cooperados da Cooperalfa de Caxambu do Sul (SC), ganhou o primeiro lugar na categoria Lote Macho na avicultura. Há dois anos no ramo, Luiz, a esposa Cleusa, o filho Roberto e a nora Gabrieli produzem 34 mil aves por lote, cerca de 200 mil aves por ano. A criação de frangos é a principal atividade da família que também trabalha com lavouras, piscicultura e produção de morangos. “No último ano, nós tivemos os melhores resultados, tanto em produtividade quanto em renda, fortalecendo ainda mais nossa atividade”, conta Roberto. “Esse prêmio nos enche de orgulho e a gente expressa nossa gratidão às duas cooperativas, a Aurora Coop e a Cooperalfa, que estão sempre nos apoiando. E é um reconhecimento pelo nosso esforço diário, pela união da nossa família que traz bons resultados”, acrescenta Gabrieli.

Família cooperada da Cooper A1, em Iporã do Oeste, Atenor, Márcia e Roberta Kickow, premiados como suinicultores destaques campeões na categoria Unidade Produtora de Desmamados (UPD) (Keli Magri/MB)
Outra família premiada é a de Atenor, Márcia e Roberta Kickow. Eles são cooperados da Cooper A1, em Iporã do Oeste (SC) e levaram o primeiro lugar como suinicultores destaques na categoria Unidade Produtora de Desmamados (UPD). Com 550 matrizes produtivas, a família tem na atividade a principal fonte de renda e investe em qualidade para acompanhar as inovações do setor. “Estamos na quarta geração da família que trabalha na suinocultura e procuramos sempre fazer os cursos técnicos e investir em conhecimento para entregar maior qualidade”, ressalta Atenor. “Esse prêmio mostra que estamos fazendo certo e é uma motivação a mais pra gente continuar trabalhando”, complementa a esposa Márcia.
Todos os premiados receberam certificados e os primeiros lugares na categoria técnica garantiram R$2 mil. Já os empresários rurais nas primeiras colocações ganharam uma viagem à Brasília com acompanhante.
11º Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista
Avicultura
Técnicos Destaques
1º lugar: Luisa Hartmann Cesari
2º lugar: Leandro João Klosinski
3º lugar: Tainan Cenci
Técnico Destaque – Produção
Gabriele Tais Smaniotto
Técnico Destaque – Recria
Renata Cristina Defiltro
Avicultor Destaque – Recria
Luciano Lunedo
Avicultor Destaque – Produção
Dirceu Bellaver
Avicultor Lote Macho
1º lugar: Luiz Marcos de Lima (Cooperalfa)
2º lugar: Ivo Luiz Favero (Cooperalfa)
3º lugar: Cristiano Perondi (Copérdia)
Avicultor Destaque Lote Fêmea
1º lugar: Elisio Renato Ceconi (Cooperalfa)
2º lugar: Vanessa Luza (Coopercampos)
3º lugar: Juciel Taglian (Cooperalfa)
Avicultor Destaque Lote Recorde
Deivid Junior Enderle Paniz (Cooperalfa)
Pedro Angelo Munerol (Cooperalfa)
Vilson Luiz Finger (Cooperitaipu)
Valdemir Saretto (Cooperalfa)
José Biazi (Cooperalfa)
Suinocultura
Técnico Destaque – Creche
1º lugar: Juliano Perotoni
Técnicos Destaques – Suicooper III
1º lugar: Cassio Basso
2º lugar: Joel Ficagna
3º lugar: Gabriel Cavalli
Suinocultor Destaque – Creche
Rafael José Schleicher (Auriverde)
Suinocultores Destaques – Suicooper III
1º lugar: Aldair Ghisleri (Auriverde)
2º lugar: Sérgio José Muller (Cooper Auriverde)
3º lugar: Ivan Carlos de Bastiani (Cooperalfa)
Suinocultores Destaques – Unidade Produtora de Desmamados (UPD)
1º lugar: Atenor e Roberta Kickow (Cooper A1)
2º lugar: Libório Endler (Auriverde)
Propriedade Rural Sustentável (Prsa)
Técnicos Destaques
1º lugar: Cassio Basso
2º lugar: Joel Paulo Ficagna
3º lugar: Iuri Armando Taufer
