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Alexander Drotschmann deixa a KWS para a aposentadoria em 2022

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Alexander Drotschmann - Divulgação KWS

Alexander Drotschmann, que liderou os negócios de milho e soja da KWS na América do Norte e do Sul desde 2014, se aposentará da KWS em outubro de 2022. A partir de 1º de janeiro de 2022 e durante os próximos meses, ele fará a transição de todas as responsabilidades operacionais para a América do Sul e, a partir de agosto de 2022, para  as cadeiras da diretoria da KWS e da AgReliant na América do Norte, que ficará sob a responsabilidade de Nicolás Wielandt, Chefe da Unidade de Negócios de Milho na Europa.

“Alexander liderou nos últimos 7 anos a formação de nossa muito bem sucedida Unidade de Negócios de Milho e Oleagenosas na América do Norte e do Sul, que agora se tornou uma das áreas de maior crescimento do Grupo KWS. Ele também presidiu o Comitê de Membros de nossa Joint Venture AgReliant na América do Norte durante os últimos 6 anos, garantindo uma liderança consistente da diretoria para a equipe executiva AgReliant. Todos nós da KWS desejamos a ele o melhor para o futuro enquanto ele transita para a próxima fase de sua vida”, comentou Dr. Hagen Duenbostel, CEO da KWS.

A KWS Sementes é uma das empresas líderes mundiais no melhoramento de plantas. Cerca de 6.000 funcionários em 70 países geraram vendas líquidas de cerca de 1,3 bilhões de euros no ano fiscal 2020/2021. Uma empresa com uma tradição de propriedade familiar, a KWS tem operado independentemente por 165 anos. Ela se concentra no cultivo de plantas e na produção e venda de sementes para milho, beterraba, cereais, legumes, colza e girassóis.

A KWS utiliza métodos de cultivo de plantas de ponta para melhorar continuamente o rendimento dos agricultores e a resistência das plantas a doenças, pragas e estresse abiótico. Para isso, a empresa investiu mais de 250 milhões de euros no ano fiscal passado em pesquisa e desenvolvimento.

* Todas as indicações excluindo os resultados das empresas foram contabilizadas usando o método de equivalência patrimonial AGRELIANT GENETICS LLC, AGRELIANT GENETICS INC. e KENFENG – KWS SEEDS CO., LTD.

No Brasil, a KWS está presente desde 2012, quando adquiriu duas empresas de melhoramento de plantas no Paraná, um investimento que foi se ampliando e hoje são quatro estações de pesquisa em diferentes zonas ambientais (PR, MT e BA). Além da aquisição de uma empresa de produção de sementes em Patos de Minas-MG, que hoje possui a mais moderna unidade de beneficiamento de sementes do país. Um investimento de mais de R$ 60 milhões, que dobrou a sua capacidade de produção anual para mais de 2 milhões de sacos Essa é a primeira planta do país com o modelo horizontal no seu processo de classificação, a qual pre­serva ainda mais a qualidade fisiológica das sementes.

Como parte da estratégia de expansão da companhia no Brasil, a KWS comunica que está iniciando a implementação de uma unidade de pesquisa em Uberlândia-MG, voltada para o mercado de vegetais, o novo negócio da companhia, o qual trará, em breve, mais opções para os produtores deste segmento. Além disso, está prestes a concluir a implementação de seu centro avançado de pesquisa em Petrolina-PE, que é chave em seu plano estratégico de longo prazo, pois, devido à localização e ao clima, irá acelerar o processo de lançamentos de produtos para todo o Brasil, além de outros países.

Prestes a completar 10 anos no país, a KWS vem direcionando anualmente seus esforços para a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos. Contribui, dessa forma, para a evolução da produtividade das lavouras com genéticas superiores e melhores resultados para os produtores.

Como resultado de toda essa dedicação, a KWS é hoje a marca de sementes de milho que teve o maior crescimento no mercado de milho safrinha por dois anos consecutivos (2020 e 2021), segundo pesquisas, passando a ser a quarta marca no segmento de safrinha no Brasil, sendo a sexta principal marca considerando as duas safras. A empresa também tem o segundo principal híbrido em volume do mercado, o K9606 VIP3.

Em busca de atender às distintas necessidades dos produtores brasileiros, respeitando os diferentes tipos de ambientes e níveis de investimento, A KWS está lançando em 2021 híbridos que foram desenvolvidos para elevar o padrão de potencial produtivo, gerando ainda mais lucratividade aos nossos clientes. Um fator que também foi primordialmente considerado por nós para o lançamento dos novos produtos foi a boa tolerância ao complexo de enfezamento, causado pela cigarrinha do milho, uma praga que tem se tornado uma das principais ameaças às lavouras de milho em todo o país. Dentre os lançamentos, podemos destacar o híbrido K7510 VIP3, um híbrido que tem tudo para se tornar um dos principais produtos do nosso portfólio e do mercado, com genética superior para resultados surpreendentes.

Fonte: Ass. de imprensa
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Silagem de sorgo: dicas e orientações

O cuidado com o processamento e o manejo de ensilagem deve ser o mesmo de qualquer outra silagem

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Fotos: Assessoria

A silagem de sorgo é um volumoso de bom valor nutritivo assim como a silagem de milho, comumente utilizada em muitos sistemas de produção. Pode ser uma excelente alternativa devido sua alta produção, com menor custo e bom valor energético. Embora tenha a digestibilidade (o quanto o animal aproveita de nutrientes) menor que a do milho e um teor de fibra maior, pode sustentar facilmente o desempenho dos animais. No entanto, com os híbridos atuais a sua exigência e cuidados são semelhantes ao milho.

O cuidado com o processamento e o manejo de ensilagem deve ser o mesmo de qualquer outra silagem. Sabemos o quanto é importante obedecer a correta compactação, ponto de colheita e vedação. Além disso, quando inoculada, a silagem de sorgo pode se apresentar com menos perdas de fermentação e maior digestibilidade quando comparada aquela não inoculada. Para o ponto de colheita, a regra é fazer a determinação do teor de matéria seca, assim como fazemos para outros cultivares. Podemos utilizar o forno micro ondas ou uma air fryer por exemplo. Para melhor aproveitamento do grão de sorgo, usualmente ensilamos o material entre 30 e 35% para permitir boa compactação, menor risco de perdas ou chorume excessivo e melhor quantidade de amido do grão. Quando deixamos passar muito de 35% o grão fica muito resistente, dificultando a quebra pela ensiladeira e consequentemente perde sua eficiência na digestão do animal.

O tamanho de partícula vai variar de acordo com o tipo de ensiladeira e amolação das facas mas normalmente fica entre os 0,5 e 1,5 cm. Ressaltamos aqui a importância de realizar o teste de separação de partículas com a peneira Penn State, para também determinar a correta estratificação do material picado. Partículas muito pequenas não favorecem boa ruminação enquanto partículas muito grandes podem proporcionar maior índice de seleção no cocho. Mais tempo selecionando significa menos tempo se alimentando de fato, resultando em menor produção.

Por fim, além do cuidado com o processamento em si, temos alternativas que nos auxiliam à obtenção de um melhor material. A utilização de inoculantes microbianos aliada à correta vedação com barreiras de oxigênio contribuem para maior produção desejável de ácido lático, menos perdas de matéria seca e menor produção de fungos ou leveduras. A Ourofino Saúde Animal conta com o Silosolve MC, que pode perfeitamente ser utilizado na silagem de sorgo. O Silosolve MC é o único com patente no mercado para o controle direto de clostrídios, muito comuns em materiais mais úmidos. E, para vedar corretamente o material, conte com SilageSeal, barreira de oxigênio que vai reduzir drasticamente a entrada de ar no silo, aumentando a qualidade de fermentação e diminuindo as perdas.

Fonte: Assessoria
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Cobb Academy é lançada com curso em avicultura

Com o objetivo de formar gerações futuras da avicultura o “Programa Cobb-Vantress de Gestão Avícola de Alta Performance” tem grade curricular de MBA e é ministrado gratuitamente por profissionais de renome da avicultura mundial e atuação no Brasil, nos Estados Unidos e regiões da Ásia e Oriente Médio

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médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress no Paraná e coordenador do curso, Lucas Schneider- Foto: Divulgação

O “Programa Cobb-Vantress de Gestão Avícola de Alta Performance” marca o lançamento da Cobb Academy com um dos mais completos cursos em avicultura no país em mais uma iniciativa inovadora. Lançado pela companhia, ele tem duração de 160 horas, ministradas em 14 meses por professores de renome internacional, todos eles profissionais de destaque em suas áreas e com atuação no Brasil, nos Estados Unidos e também em regiões como Ásia e Oriente Médio.

O objetivo é o aprimoramento técnico de profissionais e processos da avicultura, pensando na formação de gerações futuras, explicou o médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress no Paraná e coordenador do curso, Lucas Schneider. “O foco está no desenvolvimento de pessoas e estreitar ainda mais o relacionamento da casa genética com a agroindústria, agregando valor à cadeia produtiva e com a responsabilidade de multiplicar conhecimento”, disse o especialista.

De acordo com ele, este curso quer colaborar com melhor eficiência produtiva e redução de custos através de melhora em processos e gestão. “É melhorar o pay-back para o avicultor”, definiu o coordenador ressaltando que o curso virtual ocorre na plataforma de e-learning Cobb Academy, que também deve receber outros treinamentos, com módulos volantes ou cursos específicos. Entretanto, para este curso de lançamento, ele explica que as aulas são ministradas a cada 15 dias, às sextas-feiras, das 13h às 18h.

“E temos provas, controle de presença, projeto de conclusão de curso, certificação e até formatura”, explica Schneider lembrando que são 30 estudantes. “É um grupo indicado pela agroindústria. São aqueles profissionais que estarão na gestão destas empresas”, definiu ele salientando que os participantes têm grande experiência no setor e, por isso, foram convidados 64 professores de vários países. “Tivemos um módulo inicial de mercado, depois tivemos módulos de genética, biosseguridade e sanidade. E temos avaliação ao final de cada módulo, por isso o tempo de duração de cada um deles pode variar de acordo com o tema específico”.

 

Cobb Academy

Schneider reforça que a Cobb Academy coloca a empresa em um novo patamar. “Na Cobb, sempre nos sentimos na obrigação de multiplicar o conhecimento. E esta plataforma nos coloca em um outro nível, seja pela facilidade de difundir a informação, seja pela profundidade em que estamos formando os profissionais do futuro. Esta iniciativa nos consolida como uma empresa parceira, amiga do setor e que contribui com o segmento como um todo. Sempre investimos na capacitação profissional, mas agora estamos fazendo de uma maneira diferente”, salienta o médico veterinário.

Ele destaca ainda que este curso é mais uma iniciativa e acontece simultaneamente a outras ferramentas já conhecidas, como os webinários, as Escolas Virtuais e os treinamentos em empresas clientes. “Todos estes cursos continuam. A diferença deste novo programa é que ele traz aulas com profissionais de todos os elos da cadeia produtiva. Não são apenas profissionais da Cobb, então soma muita experiência. E a gente consegue trazer muita informação para a sala de aula porque tivemos o cuidado de selecionar professores que estão no dia a dia da avicultura. Seja em universidade ou na agroindústria. Temos abordagem teórica, mas também estamos muito focados na prática do dia a dia do profissional”.

Fonte: Assessoria
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Alimentos alternativos são chave para reduzir custos de nutrição na suinocultura

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Divulgação Auster

O custo de produção da suinocultura torna-se cada vez mais elevado, fazendo com que a manutenção da atividade tenha muitos desafios. Segundo a Embrapa Aves e Suínos, em outubro de 2021 a nutrição representou 80,83% do total do custo de produção, fato esse que é acompanhado pela oscilação de preços das principais matérias-primas da ração: milho e farelo de soja.

Dessa forma, o uso de alimentos alternativos na nutrição de suínos torna-se de extrema relevância, com o objetivo de redução dos custos de produção e aumento na rentabilidade econômica. Ao escolher um alimento alternativo, alguns fatores devem ser considerados. Entre eles, a composição nutricional e a presença de fatores anti nutricionais, disponibilidade devido à sazonalidade, digestibilidade e nível de inclusão ideal, condições fabris de manipulação e viabilidade econômica, entre outros.

No que diz respeito ao percentual de participação nos custos de ração, no passado a proteína representava o maior percentual na dieta de suínos. Logo, o uso de produtos de origem animal, como farinhas de carne e ossos, peixes, penas, vísceras e sangue, além dos subprodutos do processamento de vegetais, como farelos de soja, glúten, algodão, girassol e canola, leveduras de destilarias e polpa cítrica, entre outros, se tornaram ingredientes-alvo de pesquisas para a substituição do farelo de soja. Entretanto, atualmente a energia se tornou um ingrediente tão caro quanto a proteína. Dessa forma, alimentos como sorgo, milheto, mandioca, triticale e farinha de arroz aumentaram ainda mais a participação na nutrição de suínos. Além desses itens, outros resíduos da indústria alimentícia humana, como pão, macarrão e bolacha, entre outros, também passam a ser opções nas formulações das dietas.

Além do uso de alimentos alternativos, outras ferramentas podem auxiliar na busca de nutrição animal com precisão e redução de custos, como o uso de enzimas exógenas. As enzimas promovem a melhoria da digestibilidade dos ingredientes e auxiliam na redução da variação de qualidade dos ingredientes. Uma das opções são as fitases, que atuam impedindo que o fósforo vegetal, presente em alimentos como farelo de soja, seja eliminado nas fazes sem o aproveitamento do organismo.

Realizar formulações precisas, aproveitando a melhor relação econômica de alimentos e subprodutos conforme as variações de preços do mercado, atender às exigências nutricionais dos suínos e fornecer alternativas para redução de custos são estratégias que a Auster promove junto aos seus clientes. Dessa forma, com o controle dos custos de produção e busca contínua de melhoria dos resultados zootécnicos, é possível realizar não apenas a manutenção, mas também o crescimento da suinocultura brasileira.

Por Ana Paula Backes, médica-veterinária da Auster Nutrição Animal

Fonte: Ass. de Imprensa Auster
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