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Água e o agro sustentável

O Dia Mundial da Água é comemorado em 22 de março, desde 1982, como resolução das Nações Unidas. Momento apropriado para se refletir sobre mais esta responsabilidade do agro: produtor de água.

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Arquivo / OP Rural

Além de produzir alimentos, fibras e energia verde, o agro também pode executar os “serviços ecossistêmicos”. Com os inúmeros benefícios que os ecossistemas proporcionam à existência da vida, o agro tem como responsabilidade manter tais sistemas operacionais, uma vez que as propriedades rurais compõem a maior parte do território nacional. Com isso, o agro proporciona subsistência para os seres humanos e todos os seres vivos do planeta. Os projetos de produção sustentável auxiliam na regulação e dinâmica entre solo, água e ar, resultando na conservação de biodiversidade, balanço dos estoques de carbono e da beleza cênica. Enfim, o agro é essencial para melhorar a qualidade de vida das pessoas, de inúmeras maneiras. Além de produzir, o agro é o grande prestador desse serviço de importância ímpar, um serviço de manter o equilíbrio ambiental e econômico no planeta, portanto social e da biodiversidade.

Há a necessidade de estarmos atentos à importância da conservação da água, fundamental para a vida; água é finita e insubstituível. Devemos lembrar que, dentre todos os planetas que temos informações astronômicas, o planeta Terra é o único que sabemos existir água líquida, o que viabiliza a vida. Assim, a importância do Dia Mundial da Água para 2021 é a de “valorizar a água”.

Parte expressiva da água consumida pela população, cada vez mais urbana, é produzida nas áreas rurais. São as nascentes que alimentam os córregos, ribeirões e rios que atendem as demandas das pessoas, tanto para o consumo e a higiene, como para o desenvolvimento de várias atividades econômicas e sociais. Tanto que as cidades se estabeleceram, via de regra, às margens de cursos d’água.

É importante que a sociedade compreenda e apoie os agricultores que, seguindo as boas práticas, apliquem técnicas adequadas de conservação do solo, protejam as nascentes, respeitem e recuperem as matas ciliares e implementem o saneamento básico nas suas propriedades rurais. Usar a água, minimizando o impacto sobre o volume e sua qualidade é de grande importância e as conquistas nesse sentido têm sido significativas, desde sistemas de irrigação mais eficientes, até plantas mais adaptadas para menor consumo de água.

Estas e tantas atividades podem ser reconhecidas e valorizadas por meio do Pagamento por Serviços Ambientais – PSA. São muitos os exemplos de produtores que, ao cumprirem com requisitos, podem receber, do Poder Público e de mecanismos de mercado, um valor em dinheiro. Este pagamento pode ser ampliado, considerando as ações positivas de sequestro de carbono, que nos protegem das mudanças climáticas. Os mercados ambientais já são realidade em todo o mundo e o Brasil é um importante “player” nesse contexto.

A cidade de Piracicaba (SP) é bom exemplo, pois criou o Programa Municipal de Pagamento por Serviços Ambientais “Pensando o Futuro”. Na fase inicial, em 2018, foram selecionadas áreas rurais, com maior potencial de produção de água, dirigindo interesses da população e ativando relacionamento com o proprietário rural. Várias microbacias (Marins, Congonhal, Tamandupá e Paredão Vermelho) foram mapeadas contendo oportunidades para melhorar a gestão da água. Os proprietários aderiram com compromissos e para isso são remunerados.  São casos como este que inúmeros municípios da região poderão, no futuro, implementar. A construção de represas para armazenamento de água poderá complementar ações para garantir ainda mais o suprimento de água na região. Isso já vem sendo implementado nos rios Corumbataí e outros da Bacia do Piracicaba.

Foi estabelecida legislação municipal adequada, alinhada com políticas nacionais, para dar total transparência ao processo de participação e avaliação. Diversos produtores rurais já vêm se beneficiando desta iniciativa, que valoriza os agricultores que estejam contribuindo significativamente com o ambiente, visando a sustentabilidade de Piracicaba, da região e do Brasil.

A água é uma das substâncias que mais deve ser valorizada e mantida com qualidade e disponibilidade a todos os cidadãos. Para isso, devemos promover o engajamento e esforço na proteção das nossas fontes de água. O Brasil é privilegiado neste sentido e já sabemos que em grande medida, mesmo distante, a Amazônia supre grande quantidade de água ao Sul do Brasil, através de “rios voadores” que deslocam umidade que irriga as regiões produtoras do Sudeste e Sul do país. Isso mostra que a manutenção do agro produtivo é resultado da integração da ciência, mecanismos públicos e privados, convergindo interesses de todos.

Por José Otávio Menten, Presidente do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Eng. Agrônomo e Professor Sênior da ESALQ/USP e

Warwick Manfrinato, Conselheiro da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), Eng. Agrônomo e Diretor da Plant Inteligência Ambiental

 

Fonte: Assessoria

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Comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná discutem gestão da água nesta semana

Encontros ao longo da semana reúnem colegiados do Instituto Água e Terra e debatem governança, proteção de matas ciliares, planos de bacia e reuso industrial em diferentes regiões do estado.

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Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest

Cinco Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) do Paraná se reúnem nesta semana para debater questões pertinentes relacionadas à gestão da água no Estado. A programação começa com o CBH Litorânea, nesta segunda-feira (13), seguindo com agendas dos comitês dos Afluentes do Médio Iguaçu, na terça-feira (14); Baixo Ivaí e Paraná 1, na quarta-feira (15);  Rios Pirapó, Paranapanema 3 e 4 (CBH Piraponema), na quinta-feira (16); e Rio Paraná 3, na sexta-feira (17). Todos os encontros ocorrerão de forma remota, com transmissão pelo YouTube.

Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest

As atividades integram o plano de trabalho da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), órgão gestor do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, que atua como Secretaria Executiva e oferece suporte técnico e financeiro aos comitês. Para mais informações sobre os CBHs e suas agendas, acesse www.iat.pr.gov.br na aba “Gestão das Águas”.

Litorânea

O primeiro evento da semana será a 22ª Reunião Ordinária do Comitê da Bacia Litorânea, na segunda-feira (13), às 14 horas. Na pauta, destacam-se a conclusão da revisão do Regimento Interno do Comitê, elaborada pela Câmara Técnica de Instrumentos de Gestão (CTINS), etapa importante para o aprimoramento da governança e do funcionamento do colegiado.

Também será apresentado e discutido o parecer técnico do Grupo de Trabalho Matas Ciliares, com foco em ações voltadas à proteção e recuperação de áreas essenciais para a manutenção da qualidade dos recursos hídricos. O encontro será transmitido neste link.

Afluentes do Médio Iguaçu

Na terça-feira (14), às 09h30, ocorre a 3ª Reunião Ordinária do CBH dos Afluentes do Médio Iguaçu. Na plenária, os destaques são a

Foto: Jheniffer Valeria/IAT

formação da Câmara Técnica dos Instrumentos da Política Estadual de Recursos Hídricos (CTINS) do órgão, a apresentação de informações sobre o Comitê Interestadual dos Afluentes do Rio Iguaçu e a palestra “Caracterização das Áreas de Várzea”, ministrada pelo secretário municipal de Meio Ambiente de São João do Triunfo e presidente do CBH, Iuri Lapsky. A população pode acompanhar as deliberações aqui.

Criado oficialmente pelo Decreto Estadual nº 6.639, de 10 de julho de 2024, o Comitê dos Afluentes do Médio Iguaçu é o mais recente CBH constituído no Paraná, reforçando a participação social na gestão das águas da região. O Comitê abrange 20 municípios: Bituruna, Coronel Domingos Soares, Cruz Machado, General Carneiro, Honório Serpa, Inácio Martins, Irati, Mallet, Mangueirinha, Palmas, Paula Freitas, Paulo Frontin, Pinhão, Porto Vitória, Rebouças, Reserva do Iguaçu, Rio Azul, São João do Triunfo, São Mateus do Sul e União da Vitória.

Baixo Ivaí e Paraná 1

A 17ª Reunião Ordinária do CBH do Baixo Ivaí e Paraná 1 está prevista para quarta-feira, dia 15 de abril, às 09h30. O foco principal da assembleia será uma apresentação sobre o Rio Ivaí e atualizações relacionadas ao andamento da contratação de empresa responsável pelos planos de bacia. A população pode acompanhar as deliberações clicando aqui.

Foto: Divulgação/IAT

O escopo de atuação do Comitê abrange toda a extensão da Bacia do Paraná 1, e parte da Bacia do Rio Ivaí, totalizando uma área de 14.937 km², englobando total ou parcialmente 53 municípios.

Piraponema

Na quinta-feira (16), às 14 horas, acontece a 49ª Reunião Ordinária do Comitê dos Rios Pirapó, Paranapanema 3 e 4 (Piraponema). Na assembleia, estão previstos informes sobre o processo de cobrança pelo uso da água e a apresentação “Gestão Eficiente dos Recursos Hídricos: Projetos de Reuso de Água na Indústria”, ministrada pela analista de meio ambiente da Coca-Cola/FEMSA Maringá, Caroline da Rocha Tonetti André. O encontro estará disponível aqui.

Rio Paraná 3

O CBH do Rio Paraná 3 fecha a semana com a 43ª Reunião Ordinária, prevista para sexta-feira, 17 de abril, às 09h30. A pauta do encontro

Foto: Gustavo Curcio

inclui, entre outros pontos relevantes, assuntos envolvendo a revisão do regime interno e os trabalhos da câmara técnica. Será possível acompanhar por clicando aqui.

Gestão da água 

Os CBHs são órgãos colegiados com atribuições normativas, deliberativas e consultivas, vinculados ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH/PR), e têm o objetivo de contribuir para a aplicação da Política Estadual de Recursos Hídricos na sua área de atuação a fim de garantir o controle social da gestão das águas, conforme estabelecido pela Lei Estadual 12.726/1999 e Decreto Estadual nº 9.130/2010.

Eles são constituídos por representantes do Poder Público, setores usuários de águas e sociedade civil, os quais compartilham responsabilidades na gestão dos recursos hídricos.

Fonte: AEN-PR
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ExpoLondrina 2026 apresenta tecnologias, crédito e difusão técnica para o produtor rural

Programação reúne vitrines de manejo, ferramentas digitais, acesso a financiamento e mais de 10 encontros técnicos voltados à produção, sanidade e gestão no campo.

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Foto: Gilson Abreu

Começou na última sexta-feira (10) a Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (ExpoLondrina), uma das principais feiras do Brasil e que chega a sua 64ª edição em 2026. O Governo do Paraná participa ativamente do evento com ações de diversos órgãos públicos, em especial com soluções voltadas ao campo.

Foto: Gilson Abreu

Localizada no Parque Ney Braga Eventos até o próximo domingo (19, a ExpoLondrina é realizada pela Sociedade Rural do Paraná (SRP) e tem como tema neste ano “Agro: inteligente, humano e feito de encontros”. Entre os destaques estão uma raça bovina inédita, dezenas de encontros técnicos, sabores do campo, animais exóticos e grandes nomes do sertanejo nacional.

Com foco no campo, o Sistema Estadual de Agricultura (Seagri) promoverá seminários, reuniões, palestras e encontros para apresentar e debater conhecimento técnico, econômico e ambiental. Nos eventos, também serão tratados temas relacionados à divulgação, operacionalização e resultados de políticas públicas, sendo uma oportunidade para participação do público atendido e/ou assistido pelo Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR-Paraná). Saiba mais aqui.

Além disso, o Instituto, em parceria com a SRP e a Universidade Estadual de Londrina, promovem a 30ª Via Rural “Fazendinha”, conjunto de métodos de comunicação e interação com o público rural e urbano, centrado nas tecnologias desenvolvidas e ações realizadas pelo Seagri por meio da integração entre Extensão Rural, Pesquisa Agropecuária e Negócios, mostrando o que o órgão tem de melhor a oferecer à sociedade paranaense.

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

Criada em 1994, a Via Rural “Fazendinha” tem como objetivos a difusão de tecnologias e inovações para o meio rural; apresentação à sociedade das principais políticas públicas desenvolvidas pelo Sistema Estadual de Agricultura; e promoção do desenvolvimento rural sustentável. O espaço reservado para a Via Rural supera os 11 mil metros quadrados.

O público poderá visitar estandes institucionais no Pavilhão Smart Agro e na ExpoSabores, além de Unidades Didáticas Expositivas, como Café Qualidade; Manejo e Conservação do Solo e Água para a Produção Sustentável de Grãos; Aquicultura; Apicultura e Meliponicultura; Fruticultura; Olericultura; Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares; Promoção Social, Cidadania e Saneamento Rural; Bovinocultura; e Turismo Rural.

Crédito

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) participará da ExpoLondrina nesta segunda-feira (13) com uma série de agendas institucionais. Pela manhã, a instituição fará a assinatura de contratos com empresas atendidas pelo banco.

Em seguida, será formalizado um protocolo de intenções com o Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), etapa que antecede a celebração de um Acordo de

Foto: Alessandro Vieira

Cooperação Técnica (ACT) voltado à construção de ações conjuntas para estimular o desenvolvimento econômico e sustentável das empresas da região. Depois, o BRDE participa de um almoço com a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), em encontro voltado ao diálogo com o setor produtivo local.

Ciência

A Fundação Araucária de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná estará, nos dias 14 e 15, com a apresentação de projetos e iniciativas voltadas à inovação no setor agropecuário.

A instituição levará 12 dos 51 Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (NAPIs) em execução no Estado. Entre os destaques estão iniciativas que contribuem diretamente para o desenvolvimento sustentável no campo, como os NAPIs Prosolo, Inova Vitis, Space, Hidrocarbonetos Renováveis, Proteínas Alternativas, Complexo de Enfezamento do Milho, Abelhas, Cia-AGRO, Segurança Pública e Ciências Forenses, Biodiversidade RESTORE e RGB, Eletrônica Orgânica e Alimento e Território.

Fotos: Gilson Abreu

A exposição também contará com a participação de dois dos 14 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) apoiados pela Fundação Araucária – NanoDefender e MicroAgro – que, assim como os NAPIs, estarão no Pavilhão Smart Agro, espaço dedicado à apresentação de soluções tecnológicas para o agronegócio.

Segurança pública

Na área da segurança pública, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) participará com a exposição de viaturas históricas e apresentações do trabalho especializado de cães de faro. Além disso, estará presente durante todo o evento com a Delegacia Móvel, possibilitando o registro de boletins de ocorrência e a lavratura de termos circunstanciados no local.

Já a Polícia Militar do Paraná (PMPR) contará com estande do Choque do 5º BPM, com presença operacional e interação com o público. O espaço também terá exposição de veículos apreendidos em grandes ações policiais, como Audi TT e Camaro, além de viaturas históricas, como Fusca e Opala. Os modelos antigos resgatam a memória institucional e evidenciam a evolução dos meios empregados no policiamento ao longo das décadas.

O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) vai expor a Auto Bomba Tanque Resgate (ABTR), veículo mais característico da corporação e empregado em

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

diversas ocorrências, e também a Auto Plataforma Mecânica (APM), uma viatura utilizada para combate a incêndios e resgates em grandes alturas. Haverá, ainda, uma apresentação dos cães de busca e resgate em pista de obstáculos, distribuição de caminhões de papel para montar e adesivos da corporação.

ExpoLondrina

A ExpoLondrina chega à 64ª edição reunindo o que há de mais atual no mundo do agronegócio, conectando pessoas e trazendo o universo do agro para perto de todos. Com 100% dos espaços comerciais fechados já em fevereiro, a feira contará com oportunidades de negócios através de uma área industrial composta por maquinários agrícolas, concessionárias, cooperativas e varejo.

Em 2025, a edição teve o recorde de R$ 1,7 bilhão em negócios; mais de 590 mil visitantes em 10 dias de feira, sendo mais de 250 mil na Smart Farm; 300 expositores de todo o Brasil; 37 mil produtores conectados; e cerca de nove mil empregos gerados pelo evento, entre diretos e indiretos.

Fonte: AEN-PR
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Congresso Nacional de Milho e Sorgo abre inscrições com valores a partir de R$ 350

Evento reúne pesquisadores, técnicos e produtores entre 31 de agosto a 03 de setembro. Trabalhos científicos podem ser enviados até 05 de junho.

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Foto: Aires Mariga

Estão abertas as inscrições para o 35º Congresso Nacional de Milho e Sorgo (CNMS), que será realizado de 31 de agosto a 03 de setembro, em Chapecó.

Promovido pela Associação Brasileira de Milho e Sorgo, o evento tem organização da Epagri e conta com a Embrapa na comissão organizadora. O congresso reúne pesquisadores, extensionistas, consultores, produtores e estudantes ligados às cadeias do milho e do sorgo.

As inscrições estão no primeiro lote até 30 de junho, com valores de R$ 350 para estudantes de graduação, R$ 450 para pós-graduação, R$ 600 para profissionais associados e R$ 800 para não associados. Também há descontos para grupos: de 11 a 19 inscrições, abatimento de 5%; a partir de 20, desconto de 10%. O contato para inscrições em grupo é cnms@abms.org.br e (31) 99977-0549.

A programação inclui painéis, sessão de pôsteres e fórum técnico. Paralelamente, ocorrem a 1ª Conferência Latino-Americana de Milhos Tradicionais e o II Seminário de Enfezamentos e Viroses, ampliando o foco técnico-científico do encontro.

O congresso recebe submissões de trabalhos em formato de resumo simples e pôster até 05 de junho. As normas e modelos de formatação estão disponíveis aqui. Apenas pôsteres aprovados pela comissão técnico-científica poderão ser apresentados, e o autor deverá permanecer no local durante o período de exibição.

Fonte: Assessoria Epagri
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