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Agrozootec comemora 15 anos no Brasil e confirma solidez

Com mais de 2.500 itens para diversas cadeias produtivas a empresa é fonte de tecnologia e inovação, principalmente, para manejo, identificação e inseminação.

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“O Brasil, um país que se destaca na produção mundial de proteínas precisa estar atualizado com equipamentos e tecnologias que o façam produzir cada vez melhor e de forma mais eficiente”, é com esse pensamento que o diretor da Agrozootec, Tomaso Panero percorre o mundo em busca de soluções para os produtores das diversas cadeias produtivas do Brasil. O resultado está reunido em um portfólio com mais de 2.500 itens que auxiliam no manejo da produção animal.

Essa história começou há 15 anos, quando um Italiano entendeu que poderia contribuir para a pecuária brasileira, importando ou produzindo produtos de qualidade, mas que não estavam disponíveis ao produtor nacional em sua maioria. “Era preciso facilitar o acesso do Brasil a insumos que o auxiliam a sua rotina”, afirma o empresário que a tinha vantagem de ter sido pecuarista na Europa e no Brasil, criando animais da raça Piemontesa. “Queremos trazer tecnologia ao Brasil”. E, foi isso o que fez. Curioso visita as mais diversas fábricas do mundo, das grandes indústrias a pequenos fabricantes artesanais, para estar atento as inovações que a empresa possa oferecer no Brasil.

Entre os exemplos desse impacto, são as vacinadoras que “pela diversidade de modelos permitiram que o consumidor exercesse seu poder de escolha”, lembra a médica veterinária e coordenadora nacional de vendas Giana Hirose. Hoje o pecuarista pode escolher entre as mais diversas opções de seringas para a vacinação de grandes ou pequenos rebanhos. Ela pode ser em metal ou plástico ultra resistente; como também de fluxo contínuo, onde existem modelos nos quais o frasco é acoplado diretamente na vacinadora e outros, com mangueiras que permite que o produto se mantenha refrigerado. “A escolha irá variar de acordo com o objetivo de cada manejo”, afirma Giana satisfeita por ver a evolução do mercado e da empresa nesses anos.

Produção própria – Além dos produtos importados, desde o início a empresa também investe na fabricação de brincos com produtos de alta qualidade com marca própria (zooflex), além de outros equipamentos que trazem maior competitividade ao setor. Exemplo são os bastões marcardores Zoomarc e as luvas Glovemax, muito resistentes.

 

Por essa diversidade, consegue atender as cadeias produtivas de corte, leite, suínos, aves, equinos, ovinos e caprinos. Seu catálogo divide-se em materiais para identificação animal, botijões de sêmen dos mais diversos tamanhos e insumos para inseminação artificial. Também há equipamentos para vacinação e para manejos diversos como casqueamento, tratamento odontológico, castração, descorna entre outros. Em seu último investimento, a empresa expande sua linha de produtos para leite e planeja avançar no mercado de aves.

Após 15 anos, ao olhar para o resultado do trabalho, Panero tem a convicção de que a missão estabelecida no início, para o bem da pecuária brasileira está sendo cumprida com a comercialização dos mais diversos equipamentos necessário para um bom manejo pela Agrozootec. Isso se confirma no contato com produtores em eventos de pecuária, quando buscam sobre as novidades que irão facilitar seu trabalho, “além dos gestores de empresas e profissionais do agronegócio compartilham informações sobre mercado, crescimento e suas necessidades para melhorar o desempenho e a redução de despesas”, reconhece também a coordenadora Giana que está há mais de dez anos na empresa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Peixes

Evonik realiza curso de Produção de Tilápia em parceria com a Unioeste

O objetivo foi agregar conhecimento e trazer temas importantes da cadeia para técnicos de psicultura da região, que é a maior processadora de carne de tilápia do Brasil

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Foto: Divulgação

Diante da demanda de algumas cooperativas e produtores de ração do oeste do Paraná, a Evonik organizou o curso “Produção de Tilápia” em parceria com a Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), no campus de Toledo (PR).

O objetivo foi agregar conhecimento e trazer temas importantes da cadeia para técnicos de psicultura da região, que é a maior processadora de carne de tilápia do Brasil.

O curso, de 12 módulos, foi ministrado com a colaboração de professores do curso de Engenharia de Pesca da Unioeste e por professores convidados de diferentes universidades do Brasil e especialistas de áreas específicas.

Com temas relativos a toda a cadeia produtiva de Tilápia, o curso teve início em dezembro de 2017 e foi concluído no último mês de outubro, com uma apresentação do Prof. Dr. Wilson Furuya, sobre aditivos para ração de tilápia.

“Foi nossa primeira iniciativa nesta área, pois já realizamos outros eventos para clientes, mas com menor duração e assuntos ligados à nutrição de aminoácidos para produtores de frangos de corte. Ficamos muito satisfeitos com os resultados na área de Tilapicultura e com a participação de colaboradores das empresas Algomix, Anhambi, Copacol e Cvale”, destaca Nerilson Nerilo, gerente de negócios da área de Nutrição Animal da Evonik.

 

 

Fonte: Assessoria da Evonik
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Empresas Bovinos

Felipe Zanforlin: Bom manejo é pilar para sucesso e sustentabilidade da cadeia produtiva do leite

Veterinário mineiro observa melhoria do bem-estar de vacas com o uso do Velactis, o facilitador de secagem do leite da Ceva

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Foto: Divulgação

Um casal de dentistas de Belo Horizonte gerou, em 1986, um menino que mudaria a tradição odontológica da família: Felipe Zanforlin Freitas. “Quando pequeno, menino da capital mineira, nunca havia pensado em trabalhar em fazenda. Meu contato com o meio rural era muito restrito. Foi só quando chegou a época de decidir a profissão que tentei descobrir algo que fosse próximo ao meu perfil, mais jovem e em busca da versatilidade. Então, conheci a medicina veterinária e, encantado, me apaixonei”, conta Felipe.

Depois de formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Felipe Zanforlin atuou em fazendas de Lagoa Grande e Curvelo, em Minas Gerais, e também em Goiás e Espírito Santo, antes de se fixar em Patos de Minas (MG). Lá, tornou-se referência em qualidade do leite e comanda uma equipe multidisciplinar que cuida, principalmente, do úbere das vacas leiteiras, realiza experimentos clínicos e testa produtos para saúde animal.

“Tenho atuado especialmente em Minas Gerais. As regiões do Alto Paranaíba e do Triângulo Mineiro têm desenvolvido uma pecuária bem intensiva. Em consequência, estão surgindo desafios sanitários e também metabólicos. Como as vacas estão produzindo cada vez mais, é preciso realizar um manejo impecável da secagem do leite”, afirma o especialista.

Felipe explica que o momento da secagem do leite é “altamente desafiador” porque é na pós-secagem que acontece o enchimento excessivo das glândulas mamárias, processo que causa dor e, consequentemente, muito estresse, diminuindo a saúde e a qualidade de vida das vacas. Segundo ele, métodos antigos – como induzir a diminuição da produção de leite por meio de dieta diferenciada – já não têm apresentado bons resultados nas fazendas.

“A tecnologia passou a ser uma aliada dos veterinários – e especialmente dos produtores de leite. Muitas fazendas optaram pelo uso do facilitador de secagem Velactis, e observam excelentes resultados, inclusive no próprio comportamento do animal, que deixa de sentir desconforto e mugir de dor, algo que não acontecida sem o uso do medicamento”, detalha.

Izabela Borges, vendedora técnica de campo da Ceva que atende a região do Alto Paranaíba, ressalta o quanto é importante ter veterinários capacitados dentro das fazendas “O Felipe é um super parceiro. Profissionais como ele – interessados, curiosos e pragmáticos – nos ajudam a traduzir questões técnicas mais complexas, facilitando a comunicação com o produtor para uma melhor tomada de decisão.”

Velactis, da Ceva Saúde Animal, é o primeiro e único facilitador de secagem do leite do mercado brasileiro. Contribuindo para o bem-estar das vacas, contribui também para a qualidade do leite e para a saúde do úbere, áreas nas quais Felipe é especialista. “O bom manejo é um pilar importante para o sucesso e a sustentabilidade da cadeia produtiva do leite. O Brasil tem um grande potencial nessa atividade, auxiliando o desenvolvimento econômico e social do país”, finaliza Felipe Zanforlin.

Fonte: Assessoria da Ceva
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Empresas Avicultura

Biovet Vaxxinova realiza reunião de alinhamento estratégico

Unidade de Negócios Avicultura da empresa realizou reunião de alinhamento estratégico visando crescimento sustentável para os próximos 5 anos.

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A Unidade de Negócios Avicultura do Biovet Vaxxinova realizou reunião de alinhamento estratégico da empresa visando crescimento sustentável para os próximos 5 anos. O encontro ocorreu na matriz da empresa em Vargem Grande Paulista (SP) esta semana (4 e 5 de novembro) e contou com a participação da equipe técnica, comercial, industrial e diretoria.

Além do repasse das informações mais importantes sobre todas as operações do Biovet Vaxxinova (indicadores de produtividade, qualidade, supply chain e novos investimentos na ampliação da planta de fabricação de vacinas de Coccidiose), o encontro também foi utilizado para valorizar e reconhecer os talentos internos e facilitar a troca de conhecimentos entre os colaboradores da empresa.

“Todos os integrantes da nossa unidade de negócios, distribuidores e representantes comerciais tiveram, desse modo, uma visão geral de tudo que está em andamento e de que forma vamos trabalhar para alcançar os nossos objetivos comuns”, descreve o Diretor de Negócios Avicultura Jeovane Pereira.

Atenção especial foi dedicada às soluções para controle integrado da Coccidiose Aviária e aos benefícios da associação de probióticos na melhora da integridade intestinal, em associação à família de produtos Bio-Coccivet.

“Alternativas customizadas e associações de produtos com compatibilidade e sinergismo comprovado a campo, que proporcionam mais saúde às aves e menos utilização de antibióticos, é um movimento natural da indústria avícola de produção de alimentos”, conclui o Gerente de Produtos Mauro Prata.

Fonte: Assessoria da Biovet
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