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AgroStart busca startups para terceira turma de aceleração
Próxima turma do programa acontecerá em setembro e as inscrições vão até 18 de agosto
Com menos de um ano de seu lançamento e mais de 150 startups inscritas, o programa AgroStart da BASF abre as inscrições para a próxima turma de aceleração. Empreendedores interessados em participar da seleção, que acontecerá em setembro, devem se inscrever no programa até dia 18 de agosto pelo site www.agrostart.basf.com.br.
Uma novidade no programa é que a partir de agora as inscrições permanecem abertas durante todo o ano. Assim, para os empreendedores que inscreverem seus projetos após o dia 18 de agosto, o processo de seleção ocorrerá em fevereiro de 2018.
Os critérios para participar do programa continuam os mesmos. As startups devem contar com equipes multidisciplinares, oferecer soluções para desafios do setor agro e ter um mínimo produto viável muito bem definido. É importante lembrar que durante todo o processo o empreendedor contará com mentorias de especialistas do mercado agro.
“Com apenas 11 meses após o lançamento do programa, já recebemos inscrições de ao menos 10 países da América Latina. Nesse período, falamos com mais de 450 empreendedores de diferentes áreas de atuação, como agrônomos, profissionais de tecnologia da informação, designers, engenheiros, entre outros, que veem nas Agtechs uma grande oportunidade.” comenta Almir Araújo, gerente de Marketing Digital da BASF para a América Latina.
Até o momento, estão sendo aceleradas pelo AgroStart startups que oferecem soluções com o uso de drones, previsão climática, ferramentas de gestão, monitoramento e detecção de pragas e doenças, entre outras. Por meio do programa, esses empreendedores têm a chance de exportar a sua solução tecnológica para outros países.
Em parceria com a aceleradora ACE, o AgroStart contempla todo o processo necessário para que a startup possa validar e escalar o seu negócio no mercado agrícola em um prazo de até 10 meses. “O programa traz benefícios para o produtor que utiliza as ferramentas, mas também para os empreendedores de toda a América Latina, que desenvolvem a solução com todo o apoio da BASF e da ACE”, completa Pedro Waengertner, CEO e sócio-fundador da ACE.
Benefícios do AgroStart
– Investimento de até R$ 150 mil para cada startup selecionada;
-Trabalho em conjunto com a ACE, empresa de experiência comprovada em aceleração de startups;
– Metodologia de aceleração como treinamento, desenvolvimento de negócios e equipe, profissionalização da gestão, validação e crescimento;
– Coaching e mentoria com empreendedores e mentores reconhecidos no agronegócio e no desenvolvimento de startups;
– Consultoria e ferramentas para inovação e crescimento em marketing, vendas, planejamento, business, gestão, operação, usabilidade e investimento;
– Acesso exclusivo a investidores nacionais e internacionais. O empreendedor contará com a experiência, estrutura e base de clientes da BASF;
– Ao final do programa, a BASF avaliará oportunidades de investimento por meio de seu fundo próprio, BASF Venture Capital. Também pode estabelecer parcerias para busca de funding, compra ou distribuição dos seus produtos e serviços.
Fonte: Ass. de Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
