Conectado com

Notícias

Agroshow Copagril 2026 abre calendário agropecuário do Paraná com foco em inovação

Feira reúne 200 expositores e promete impulsionar negócios, tecnologia e atualização técnica na região Oeste.

Publicado em

em

A Copagril confirmou para os dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2026 a realização do Agroshow Copagril, na Estação Experimental da cooperativa, em Marechal Cândido Rondon. O evento marca oficialmente a abertura do calendário de feiras agropecuárias do Paraná e já mobiliza intensa preparação para receber milhares de visitantes.

Com o tema “Raízes do Progresso”, a edição de 2026 reforça o compromisso da cooperativa em promover um ambiente voltado à eficiência produtiva e à tomada de decisão no campo. Após a reformulação do formato, a feira chega ao próximo ano mais robusta, com uma proposta de experiência técnica completa e alinhada às demandas da agricultura de alta performance.

Ao todo, cerca de 200 expositores estarão presentes, apresentando soluções em máquinas e implementos agrícolas, genética, biotecnologia, sementes, agroquímicos, energia solar, veículos e crédito de carbono. A área pecuária também ganha destaque, com tecnologias para suinocultura, avicultura, piscicultura e bovinocultura, além da presença de instituições financeiras e empresas de serviços.

O Agroshow se consolida como um polo estratégico de negócios, conectando produtores, fornecedores e especialistas de toda a cadeia produtiva. A estrutura contará com ambientes de palestra, áreas demonstrativas de cultivos e duas salas exclusivas de negociações, uma voltada ao setor agrícola e outra ao pecuário, com condições diferenciadas e atendimento personalizado.

A expectativa da Copagril é receber um público expressivo, incluindo agricultores, técnicos, pesquisadores e estudantes. Além das vitrines tecnológicas, o evento deve promover debates sobre novas tecnologias, tendências de mercado e inovações em produtividade e sustentabilidade.

O Agroshow Copagril 2026 tem patrocínio Ouro de Bayer, Grupo UbyAgro, Syngenta e Corteva. Na área pecuária, a empresa Uniclean assume o patrocínio, reforçando parcerias estratégicas com marcas de referência no setor.

Com programação abrangente e foco no avanço do agronegócio, o evento reafirma seu papel como plataforma geradora de conhecimento, inovação e oportunidades, contribuindo para o desenvolvimento dos produtores rurais da região.

Fonte: Assessoria Copagril

Notícias

Faturamento cresce em 5 das 6 culturas bilionárias do Mato Grosso do Sul

Com esse resultado, o estado amplia sua participação no VBP nacional de 5,14% para 5,58%, reforçando sua relevância no cenário agropecuário brasileiro.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Mato Grosso do Sul alcança R$ 78,8 bilhões em 2025, frente aos R$ 65,2 bilhões registrados em 2024, o que representa um crescimento nominal de aproximadamente 20,9% no período. Com esse resultado, o estado amplia sua participação no VBP nacional de 5,14% para 5,58%, reforçando sua relevância no cenário agropecuário brasileiro. Assim como nos demais estados, os valores estão expressos em termos correntes e não consideram a inflação acumulada, o que indica que parte da expansão reflete variações de preços ao longo do período, além de mudanças no volume produzido.

A leitura dos gráficos evidencia que o avanço do VBP sul-mato-grossense em 2025 é sustentado por cinco das seis cadeias produtivas que superam a marca de R$ 1 bilhão em faturamento. A soja segue como principal atividade do agro estadual, com VBP de R$ 26,1 bilhões em 2025, acima dos R$ 23,7 bilhões registrados em 2024. Mesmo mantendo a liderança, a oleaginosa apresenta crescimento moderado em relação a outras cadeias, o que altera parcialmente o peso relativo das culturas na composição total do VBP.

A bovinocultura de corte confirma seu papel central na economia agropecuária do estado ao avançar de R$ 17 bilhões em 2024 para R$ 20,5 bilhões em 2025. O desempenho reforça a importância da pecuária no Mato Grosso do Sul e contribui de forma decisiva para o crescimento agregado do VBP. O milho também registra expansão relevante, passando de R$ 7 bilhões para R$ 13,7 bilhões, movimento que o consolida como uma das cadeias com maior variação positiva no período analisado.

A cana-de-açúcar, apesar de não apresentar o mesmo ritmo de crescimento observado em outras atividades, mantém faturamento elevado, com R$ 8,8 bilhões em 2025, ligeiramente abaixo dos R$ 8,9 bilhões registrados em 2024. Trata-se da única entre as grandes cadeias bilionárias que apresenta retração nominal no período, ainda que a variação seja relativamente pequena frente ao volume total movimentado. Esse comportamento contrasta com o desempenho positivo das demais atividades de maior peso econômico no estado.

Proteínas

Entre as proteínas animais, os frangos avançam de R$ 3,2 bilhões em 2024 para R$ 3,3 bilhões em 2025, enquanto a suinocultura cresce de R$ 2,7 bilhões para R$ 2,9 bilhões no mesmo intervalo. Embora tenham participação menor quando comparadas à soja, ao milho e à bovinocultura, essas cadeias contribuem para diversificar a base produtiva estadual e ajudam a sustentar o crescimento do VBP em um contexto de oscilações entre as culturas agrícolas.

Composição

A composição do VBP de Mato Grosso do Sul permanece majoritariamente concentrada nas lavouras, que respondem por cerca de 65% do valor total em 2025, enquanto a pecuária representa aproximadamente 35%. Essa estrutura é semelhante à observada em 2024 e indica relativa estabilidade na participação entre os dois grandes grupos, ainda que algumas cadeias tenham ganhado ou perdido espaço individualmente. O histórico de longo prazo mostra que o estado evolui de R$ 52,2 bilhões em 2018 para R$ 78,8 bilhões em 2025, trajetória que reflete a expansão do valor gerado pelo agro sul-mato-grossense ao longo da última década, sempre considerando valores correntes.

A comparação direta entre 2024 e 2025 deixa claro que o crescimento do VBP estadual está ancorado na expansão simultânea de cinco das seis principais cadeias bilionárias, com destaque para milho e bovinos, enquanto a cana-de-açúcar atua como ponto de estabilidade, sem comprometer o resultado agregado. Esse conjunto de movimentos explica a elevação do VBP do Mato Grosso do Sul em 2025 e sua manutenção entre os estados de maior peso no agro brasileiro.

Anuário do Agronegócio figura não apenas como um retrato do maior VBP da história, mas como um guia essencial para compreender os caminhos e desafios do agronegócio brasileiro no curto e médio prazo. Confira a versão digital clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

Notícias

Burocratização das licenças ambientais impacta avanço do agro paranaense

Regras atuais inviabilizam negócios no meio rural e colocam investimentos do setor em risco.

Publicado em

em

Foto: José Fernando Ogura

O Sistema Faep, junto com outras entidades do setor produtivo agropecuário como Ocepar, IDR-Paraná e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), entregou, na terça-feira (27), documento técnico ao Instituto Água e Terra (IAT) com pedidos para ajuste de regras de licenciamento ambiental. A medida busca desburocratizar os processos envolvendo as Instruções Normativas (INs) que regem o licenciamento ambiental no Paraná e regulamentam o Decreto 9.541/2025.

Presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette: “Mudar as regras torna todo o processo muito mais burocrático, muitas vezes inviabilizando as atividades agropecuárias, que contribuem diretamente para a economia estadual e geram riquezas para os municípios” – Foto: Divulgação/Sistema Faep

As regras atuais burocratizam o dia a dia das principais cadeias produtivas do Estado, como bovinocultura, avicultura, suinocultura, aquicultura e irrigação. Na prática, os novos critérios reclassificaram milhares de empreendimentos, gerando insegurança jurídica para o produtor rural. As propostas apresentadas pelo Sistema Faep envolvem instrumentos como a Declaração de Inexigibilidade de Licenciamento Ambiental (DILA) e a Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental (DLAM) para atividades de baixo impacto.

Dessa forma, o processo será digital, ágil e de baixo custo para a regularização. “Essa mudança de normas impacta diretamente o negócio do produtor rural, que se planejou e investiu com base nas regras ágeis do Programa Descomplica Rural. Agora, mudar as regras torna todo o processo muito mais burocrático, muitas vezes inviabilizando as atividades agropecuárias, que contribuem diretamente para a economia estadual e geram riquezas para os municípios”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Foto: Divulgação/Sistema Faep

Na prática, com o Programa Descomplica Rural, o produtor de atividades de baixo impacto ambiental tinha a possibilidade de requerer a Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental Estadual (DLAE), de forma simplificada e com emissão automática.

Na época, o modelo permitiu a emissão de licenças e o crescimento de cadeias como avicultura, bovinocultura, suinocultura e piscicultura no Paraná. Após as mudanças nas Instruções Normativas, o órgão ambiental passou a exigir a Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC), processo mais burocrático e oneroso, impactando milhares de propriedades rurais. “Para os produtores, significa voltar a apresentar uma série de documentos e enfrentar prazos mais longos para regularizar atividades que já eram consideradas de baixo impacto ambiental. Essa burocracia torna inviável muitos negócios rurais e gera insegurança jurídica no meio rural”, ressalta Meneguette.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
Continue Lendo

Notícias

Inscrições abertas para o Hackathon do Show Rural Digital 2026

Maratona de inovação acontece em fevereiro, em Cascavel (PR), e busca soluções tecnológicas para desafios reais do agronegócio.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Coopavel

O avanço tecnológico que vem transformando o agronegócio brasileiro encontra, mais uma vez, um ambiente fértil no Hackathon Show Rural Digital Coopavel. Com inscrições abertas e vagas limitadas, a maratona de inovação consolida-se como uma das principais atrações do Show Rural Digital, evento criado em 2019 e que, ano após ano, ganha protagonismo dentro do Show Rural Coopavel, que chega à sua 38ª edição entre os dias 09 e 13 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Foto: Divulgação/Coopavel

Instalado em uma área de aproximadamente cinco mil metros quadrados, o Show Rural Digital reúne empresas e instituições que vêm contribuindo para redefinir a relação da sociedade com a tecnologia. São soluções que ampliam as possibilidades de produção e gestão, impulsionando um novo estágio de evolução do agronegócio, com aplicações práticas de conhecimentos e inovações em áreas como realidade virtual, metaverso, impressão 3D, Internet das Coisas, energias renováveis e inteligências artificiais.

Inserido nesse ecossistema, o Hackathon se destaca como um celeiro de talentos e ideias inovadoras. De acordo com o coordenador do Show Rural Digital, José Rodrigues da Costa Neto, a competição vai além de um simples desafio técnico. “O Hackathon revela talentos na área de transformação digital e inovação e apresenta ao mercado do agronegócio produtos com grande potencial”, afirma.

Edições anteriores comprovam esse impacto. Equipes que iniciaram a maratona como grupos informais deixaram o evento estruturadas como startups, algumas já com produtos disponíveis no mercado e outras em avançado estágio de desenvolvimento.

Os times vencedores de edições passadas também tiveram a oportunidade de conhecer ecossistemas internacionais de inovação, com

Foto: Divulgação/Coopavel

visitas técnicas aos Estados Unidos, Chile e Colômbia. “Quero agradecer a parceria com a Assespro-Paraná e seu presidente, Adriano Krzyuy, que abre inúmeras possibilidades aos participantes”, destaca Neto.

O Hackathon também conta com parcerias consolidadas com o Sebrae e o Iguassu Valley, ampliando o suporte técnico e institucional oferecido aos competidores.

Problemas reais

A competição será realizada nos dias 12 e 13 de fevereiro, das 09 às 18 horas, na Arena Hackathon. O lançamento oficial dos desafios ocorrerá de forma online no dia 11 de fevereiro, às 19 horas. A etapa presencial começa às 08 horas do dia 12 e segue até as 17h30 do dia 13.

Foto: Divulgação/Coopavel

O objetivo é desenvolver soluções para problemas reais do agronegócio, contribuindo para o aumento da produtividade e da eficiência no campo. Os participantes formarão equipes multidisciplinares, reunindo profissionais e estudantes das áreas de desenvolvimento de software, agronegócio, gestão, negócios e design.

O Hackathon Show Rural Digital 2026 é organizado pela comunidade de inovação do Oeste do Paraná, com protagonismo da Coopavel e do Sebrae, e apoio de diversas instituições, entre elas AcicLabs, Fiep/Senai, Sindicato Rural de Cascavel, Iguassu Valley, Fundetec, IDR-Paraná, Embrapa, Biopark, Unioeste, FAG, UTFPR, Celepar e Assespro.

Inscrições

As inscrições já estão abertas, são limitadas e podem ser feitas clicando aqui. O valor é de R$ 165, com taxa adicional de R$ 16,50, e possibilidade de parcelamento em até 12 vezes. Para quem deseja participar da construção do futuro do agronegócio, o Hackathon é mais do que uma competição. “É uma porta de entrada para a inovação, o empreendedorismo e a transformação digital no campo”, ressalta Neto.

Fonte: Assessoria Show Rural Coopavel
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.