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Agronegócio tem crescimento de 394% nos últimos 40 anos

Presidente da Conab falou sobre força do agronegócio brasileiro no especial “Conexão John Deere”, nesta quarta-feira (05/08)

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Em um ano atípico, diversos setores da economia brasileira têm sofrido os impactos negativos da pandemia. Apesar do cenário, o agronegócio é o único que segue em crescimento e, mais ainda, bate recordes de produção, exportação e geração de empregos. Para falar sobre essa força, a John Deere promoveu, nesta quarta-feira (05/08), a terceira edição da série de lives “Conexão John Deere”. Desta vez, o tema foi “A força do campo: conjuntura da cadeia do agronegócio brasileiro”, com participação de Guilherme Bastos, presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); Cristiano Correia, diretor de marketing da John Deere e Norma Gatto, produtora rural.

“Nossa agricultura passou por uma revolução, tornou-se uma das maiores do mundo e gera, ano após ano, grandes excedentes de exportação. Em 40 anos, a produção brasileira de grãos passou de 51 para 251milhões de toneladas, segundo o último levantamento da Conab. Tivemos um crescimento de 394% em 40 anos. Desse total, quase 50% é exportado e o restante fica para a demanda doméstica. O Brasil demonstra que tem condições de fornecer alimentos com regularidade, quantidade e qualidade, mesmo em períodos de crise”, comentou o presidente da Conab, Guilherme Bastos.

Os números mostram que a agricultura nacional é uma força incontestável, motivo de orgulho para produtores de todo o País. “Quando me disseram, 20 anos atrás, que eu chegaria a produzir 70 sacas de soja por hectare, eu não acreditei. Achei que era impossível e hoje atingimos essa marca”, celebrou Norma Gatto, produtora rural do Mato Grosso. Para ela, um dos fatores que contribuíram para o crescimento do setor foi a inclusão da tecnologia na gestão do campo.

Com a pandemia, a digitalização no campo, que já vinha acontecendo de forma natural, foi acelerada. “O aumento do uso de tecnologias para crescimento da produtividade e redução de custos através de mecanização, de agricultura de precisão e plataformas, como as que a John Deere está proporcionando, será o novo normal”, afirmou Guilherme.

O presidente da Conab também falou sobre avanços na infraestrutura que contribuíram para o crescimento do setor. “Apesar do nosso vagar, os investimentos feitos com foco em escoamento estão acontecendo. Estamos avançando aos poucos, um conjunto de mudanças e transformações que irão garantir ao nosso agronegócio que continue com um papel preponderante no mundo”, disse.

Para os próximos anos a expectativa é de ainda mais crescimento, porém com manutenção da sustentabilidade. “O agronegócio brasileiro ainda vai crescer muito. Em 2050, o mundo terá em torno de 10 bilhões de habitantes e a demanda por comida só vai aumentar. O que temos que prestar atenção é que as novas gerações e boa parte dos nossos consumidores de mercados estrangeiros demandam uma produção cada vez mais sustentável. Podemos continuar aumentando a produtividade e preservando o meio ambiente. Por isso, nós da John Deere pensamos em soluções não apenas focadas nos produtos, mas também com relação ao Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, o ILPF, que apoiamos já há alguns anos”, comentou Cristiano Correia, diretor de marketing da John Deere.

Temos pela frente grandes oportunidades e desafios, mas o fato é que o agronegócio brasileiro tem mostrado toda a sua força mesmo em um momento tão difícil. Ao final do bate-papo, o presidente da Conab informou que no dia 25 de agosto serão lançadas as primeiras perspectivas da safra 20/21. “Divulgaremos o link do evento em nossas mídias”, finalizou.

Fonte: Assessoria
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DRENCH UP, o novo suplemento nutricional da Auster para pós-parto seguro das vacas leiteiras

Auster Nutrição Animal amplia seu portfólio, com produto para eficaz suporte nutricional para as fêmeas em períodos de grande estresse e exigência nutricional.

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Divulgação Auster

O pós-parto exige muito do metabolismo das vacas leiteiras, sendo um período de total dedicação das mães às suas crias. Dessa forma, é preciso ter especial atenção à recuperação corporal das fêmeas dos pontos de vista fisiológico, hormonal e muscular. “No final da gestação é comum haver redução de consumo de matéria seca, gerando, consequentemente, deficiência energética, proteica e de cálcio. Nesse momento, as vacas têm o feto, a placenta e o líquido amniótico ocupando muito espaço na cavidade abdominal. Logo após o parto, esse espaço fica vazio, sendo necessário o reposicionamento dos órgãos de maneira adequada, para evitar a torção do Abomaso e demais órgãos digestivos”, explica o médico veterinário Mario Viderman, gerente de produtos  de bovinos da Auster Nutrição Animal.

Com o objetivo de atender às necessidades nutricionais e contribuir para a saúde de bovinos leiteiros, a Auster Nutrição Animal, empresa 100% brasileira dedicada à nutrição animal e com mais de 10 anos de experiência no mercado, amplia o seu portfólio com o lançamento de DRENCH UP, suplemento mineral, vitamínico e energético enriquecido com leveduras e tamponantes, para  estimular o funcionamento ruminal, reestabelecer o equilíbrio eletrolítico, reposicionar os órgãos após a saída da cria e proporcionar uma eficaz fonte de energia às vacas.

DRENCH UP possui alta palatabilidade quando diluído, disponibilizando imediatamente energia e minerais. Ele é composto por colina (betaína), que auxilia nas funções hepáticas; niacina, que proporciona melhor disponibilidade de energia; e alta dosagem de leveduras vivas, com capacidade de multiplicação no trato digestivo. O suplemento da Auster auxilia no aumento da ingestão de alimentos e água, reativação da atividade ruminal desses animais e hidratação intra e extracelular. “Ao ingerir DRENCH UP, a vaca consegue colocar peso nos órgãos do aparelho digestório, o que ajuda no seu correto reposicionamento e, mais importante, reidratar o mais breve possível. Além disso, estamos fornecendo os suplementos minerais, energéticos e vitaminas, auxiliando esses animais a terem período pós-parto seguro”, afirma Viderman.

De fácil dissolução, DRENCH UP deve ser ofertado logo após o parto, visto que a vaca procurará água e alimentos, devendo bastar dose única. O novo suplemento da Auster deve ser fornecido em bebedouros para ingestão oral voluntária, de acordo com as necessidades das fêmeas, período de tratamento, grau de desafio e sob a indicação técnica de profissional especializado.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Polinutri

Avicultura em pleno vapor

Unidade de Negócios Polinutri cresce em meio ano desafiador

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Divulgação/Gerente Nacional Avicultura Polinutri Nutrição Animal Lincoln Beninca.

O bom desempenho das exportações do setor, associado ao câmbio e retorno financeiro para os avicultores sustentaram parcialmente de forma positiva o desempenho da Unidade de Negócios Polinutri. “2020 foi um ano desafiador. Assumi a gerência nacional da BU em abril e com muito trabalho, dedicação, organização, foco e implementação de uma gestão com foco no cliente, conseguimos ultrapassar a meta com recorde de faturamento e com isso contribuir para os resultados da companhia”, destaca o médico veterinário e Gerente Nacional Avicultura Polinutri Nutrição Animal Lincoln Beninca.

De acordo com ele, diante de tantos enfrentamentos – adaptação da equipe, paralisação de frigoríficos por casos de positividade para a Covid, impacto dos aumentos de insumos para fabricação de rações, elevados investimentos EPIs e aumento do custo – a equipe não mediu esforços e se adaptou para ser parte das soluções dos clientes. “São eles a nossa motivação, pois antes de funcionários de uma empresa somos profissionais de mercado com várias experiências e possibilidades capazes de contribuir para o desenvolvimento dos seus negócios. Ações que se traduziram no aumento da nossa participação de mercado e recorde em 2020”, completa Lincoln.

Para 2021, o profissional informa que a equipe continuará motivada com os excelentes resultados de 2020, focados na aplicação do conhecimento adquirido e nos aprendizados. “Assim, com a mente aberta, seguiremos crescendo e entregando para os nossos clientes soluções que vão além dos produtos já consolidados no mercado”, encerra Lincoln.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas

Integração Lavoura Pecuária: Sistemas integrados e a biodiversidade aliada à produção agropecuária

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Divulgação Barenbrug

Importante provedor global de alimentos, o Brasil é um país afortunado para a produção agropecuária. Em vasto território, com muito ainda a se conhecer, no país predominam solos profundos e com alto potencial produtivo. Com grande variação nos biomas, as chuvas de maneira geral são abundantes e permitem que cereais, grãos e forragens sejam produzidos em boa parte do ano sem necessidade de sistemas de irrigação. Outro ponto fundamental para as lavouras é a temperatura; não há o que reclamar desta condição no Brasil.

Além das vantagens presenteadas pela natureza, os agricultores brasileiros fazem por merecer pela notável dedicação, empenho e determinação à campo. A especialização e aprimoramento do conhecimento junto às novas tecnologias, frequentemente desenvolvidas por empresas que investem e acreditam no setor, também são pontos fundamentais para o incremento de produtividade das atividades agropecuárias e, consequentemente, competitividade e relevância do agronegócio brasileiro.

Neste cenário de consolidação das empresas rurais, que mesmo a céu aberto são minuciosamente planejadas, assistidas e conduzidas, será discutida neste texto a diversificação da produção e seus benefícios para o produtor rural.

Integração Lavoura Pecuária: Benefícios da diversificação da produção para o produtor

A rotação de culturas, os sistemas de cultivo mínimo e o plantio direto ( no qual é mandatório a presença da palhada) hoje são tecnologias dominadas e com benefícios consolidados, sendo estes a melhoria da estrutura física do solo com superior infiltração e retenção de água, proteção contra altas temperaturas e veranicos, menor escorrimento superficial da água e menor perda de solo, mesmo que por ventos (erosão eólica), redução de problemas com espécies invasoras, ciclagem de nutrientes e incremento de teor de matéria orgânica no solo.

Já na última década, a integração da produção de grãos com pecuária e com produção de madeira (em consórcio de longo prazo com espécies florestais cultivadas) acena também como opção para incremento de resultado financeiro e diversificação com benefícios adicionais ainda não tão evidentes e comprovados ao produtor.

A rota para um sistema agropecuário mais produtivo e sustentável está correta! Tais benefícios adicionais em adotar – e se desdobrar tecnicamente – para conduzir e persistir em sistemas agropecuários integrados podem não ser inicialmente comprovados através de resultados de análises simples de solo, ou mesmo na ‘bottom line’ das planilhas de resultados financeiros nos primeiros anos de adoção do sistema.

Contudo, a adoção de um modelo agropecuário regenerativo para construir novamente a fertilidade natural dos solos brasileiros perdida em diversas propriedades através de agricultura e pecuária convencional desempenhada ao longo dos anos mostra-se como opção para se reduzir a dependência dos sistemas de produção em fertilizantes sintéticos e defensivos, e assim, através da saúde do solo e biodiversidade restabelecida, melhorar a rentabilidade dos hectares.

Os cinco princípios da agricultura regenerativa, que através do solo saudável conta com plantas e animais saudáveis, e sobretudo humanos saudáveis, para sempre ter-se como direção nas decisões sobre as atividades agropecuárias são:

  • Limitar distúrbios no solo: reduzir aração, gradagens e demais operações pelas quais realiza-se o revolvimento do solo;
  • Proteger a superfície do solo: através de plantas e seus resíduos, manter o solo coberto;
  • Construir diversidade: através de rotação de culturas e culturas de cobertura;
  • Manter raízes vivas no solo: fotossíntese presente durante todo o ano;
  • Integre animais: podem ser utilizadas diversas espécies.

*Artigo técnico escrito por Paulo Ramalho, Coordenador de Desenvolvimento Tecnológico da Barenbrug do Brasil. Engenheiro Agrônomo pela Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (UNESP) e Mestre em Ciência e Tecnologia de Sementes pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), atua no segmento de sementes desde 2011 com experiência em produção, beneficiamento, tratamento e comercialização de sementes forrageiras tropicais.

Fonte: Ass. de Imprensa Barenbrug
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