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Agronegócio impulsiona desenvolvimento do Oeste da Bahia

Produção de grãos está diretamente ligada aos altos Índices de Desenvolvimento Humano e da geração de emprego e renda.

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Referência no segmento agrícola em diferentes cenários, o Oeste baiano segue em destaque no segmento da produção de grãos com 89,9% da produção estadual e 3,3% do montante nacional. Os dados do Núcleo de Agronegócios da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), revelam a soma de 9,64 milhões de toneladas de soja e milho produzidos na Safra 2022/23. A projeção para a Safra 2023/24 é que haja variação de – 9,33% no total produzido destes grãos, sendo um total de 8,74 milhões de toneladas cultivadas, em função das adversidades climáticas e fitossanitárias enfrentadas pelos produtores rurais da região.

O PIB do agronegócio baiano, totalizou R$ 88,66 bilhões em 2023 e fechou o ano com crescimento de 4,2% e participação de 21,1% na economia baiana, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). No último trimestre de 2023, verificou-se crescimento de 3,0%. Ações sustentáveis realizadas por agricultores do Oeste baiano são apontadas como importantes contribuições na diferença e crescimento dos números.

“Hoje, a Bahia é um dos estados onde mais se aplica tecnologia agrícolas. Na região oeste, acredito que cerca de 90% das nossas áreas já utilizam o Sistema do Plantio Direto, um diferencial muito grande, e os veranicos não nos assustam mais. Além de dispor de solo, sol e água, fatores diferenciados e favoráveis à agricultura, aplicamos as melhores técnicas de plantio,  incremento de boas práticas agrícolas, alto investimento em tecnologia e maquinário, qualidade das sementes utilizadas na semeadura, e técnicas de manejo cada vez mais precisas, fatores que refletem positivamente no avanço das altas produtividades e o aproveitamento máximo de todos os recursos que envolvem a cadeia de produção”, ressalta o presidente da Aiba, Odacil Ranzi.

Investimentos que fazem a diferença no resultado da produção de estados e municípios com maiores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), Produto Interno Bruto (PIB), crescimento populacional e geração de empregos e renda. No ranking de produção nacional da soja e milho, a Bahia detém a sétima colocação, apesar da variação de -16% na quantidade de grãos produzidos em relação à safra anterior. Um exemplo disso é o PIB, em que na escala nacional, a Bahia representa 4% do montante, e a nível estadual, o oeste baiano corresponde a 10%.

Já na participação total, 44% do PIB agropecuário da Bahia é derivado da atividade praticada em sete principais municípios produtores de soja e milho no Oeste baiano: São Desidério, Formosa do Rio Preto, Barreiras, Correntina, Luís Eduardo Magalhães, Riachão das Neves e Jaborandi. São Desidério e Formosa do Rio Preto ganham destaque também no ranking nacional ocupando posições entre os 10 principais municípios que alavancam o PIB no setor agropecuário.

A produção de grãos está diretamente ligada aos altos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). Os municípios que obtiveram as maiores produções de soja e milho no Oeste da Bahia, também apresentaram os maiores índices de IDH Municipal, e acima da média estadual. Barreiras e Luís Eduardo Magalhães estão entre os dez IDH’s mais altos do estado.

Outro índice com reflexo do agronegócio é o de geração de emprego e renda. Em 2023, a Bahia gerou 71.924 empregos formais, e Barreiras e Luís Eduardo Magalhães lideram isoladamente o ranking de municípios com maior densidade populacional do extremo oeste baiano. Luís Eduardo Magalhães, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ocupou o 10º lugar na geração de empregos no estado em 2022 e em 2023, ficou na 8ª posição do ranking estadual, com 3.313 novos postos de trabalho criados, como parte das 131,6 mil novas vagas de emprego em toda a Bahia no mesmo período. Já em Barreiras, foram geradas 2.346 novas vagas com carteira assinada, registrados de janeiro a outubro de 2022.

“São mais empregos e renda gerados em torno do agro com a vinda dos agricultores e de empresas de máquinas, insumos e de outros segmentos. A economia é uma engrenagem, um setor depende do outro e as cidades crescem, precisa de mais profissionais e tudo é em função da agricultura, uma atividade essencial que nesses últimos 40 anos no Oeste da Bahia tem sido fundamental para a economia. Eu tenho 70, 80 empregos diretos na fazenda, então são cerca de 70, 80 famílias, o que dá em torno de 300, 400 pessoas. E esse dinheiro vai para o comércio local. Essa é a grande questão, às vezes olhamos o número específico do agro, mas não se sabe o que ele gera de emprego e renda para toda a região. As pessoas dos grandes centros do Brasil, precisam entender o que esse setor produz e gera de renda para a economia e desenvolvimento do país”, avalia o produtor rural Douglas Orth.

Os altos números da produção agrícola comprovam que o segmento está cada vez mais impulsionando os índices positivos e o desenvolvimento da região Oeste da Bahia.

Além da Aiba, instituições como a Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa), Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Sindicato dos Produtores Rurais (SPR) e o Senar, disponibilizam mais de quatro mil treinamentos em diferentes temáticas para qualificação profissional. O resultado desses investimentos se converte em números. São mais de 72 mil capacitados e 150 envolvidos diretamente.

Desde 2022, a Abapa está conveniada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), para ministrar treinamentos de coordenador e executor de aviação agrícola no Oeste da Bahia. Essa aliança não apenas demonstra a complementaridade entre os setores rural e urbano, mas também reflete um compromisso conjunto em promover a qualidade e a sustentabilidade em todos os aspectos da agricultura, seja alimentar, econômica ou social.

Fonte: Assessoria da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia

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Câmara Setorial do Trigo de São Paulo abre agenda de 2026 com debate sobre safra e mercado no estado

Reunião em 05 de março, na Cooperativa Capão Bonito, discutirá próximo ciclo produtivo e expectativas de produção.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O setor do trigo de São Paulo se reúne no dia 05 de março para a primeira reunião da Câmara Setorial do Trigo do estado, que será realizada no auditório da Cooperativa Capão Bonito, a partir das 10 horas. O encontro, que terá transmissão on-line, pelo canal do Sindustrigo no YouTube, promove debates estratégicos voltados ao cenário produtivo e de mercado da cultura no estado, além da eleição do presidente que assume o grupo por dois anos.

Os interessados em acompanhar a transmissão online podem se inscrever clicando aqui.

Entre os temas em pauta estão a avaliação dos materiais disponíveis e as novidades para a próxima safra, com apresentações da OR Sementes, GDM Seeds e do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Também serão discutidos o andamento do plantio, as expectativas de produção e produtividade, a partir de reporte das principais cooperativas do estado, e a conjuntura do trigo nos mercados nacional e internacional, que será apresentada pelo consultor em Gerenciamento de Riscos da StoneX, Jonathan Pinheiro.

Segundo o presidente da Câmara, Nelson Montagna, a reunião marca o início de um ciclo estratégico para o setor que, diante do atual patamar de preços, tem como expectativa a manutenção da área cultivada em São Paulo, com eventuais ajustes pontuais relacionados à rotação de culturas.

O dirigente explica que a última safra apresentou boa qualidade e que a perspectiva é de repetição desse desempenho no próximo ciclo. Montagna também reforça a importância de manter o estímulo ao aumento da produção paulista, especialmente considerando a expectativa de crescimento da moagem no estado, impulsionada pela reforma tributária.

“São Paulo deve ampliar de forma significativa sua capacidade de processamento, o que abre espaço para maior absorção do trigo produzido localmente. Ainda que a reforma possa favorecer a competitividade de grãos oriundos de outras regiões, o estado segue com condições favoráveis para fortalecer sua própria cadeia produtiva”, afirma.

Fonte: Assessoria Sindustrigo
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Soluções de rastreabilidade, energia e segurança alimentar na Mercoagro 2026

Espaço dedicado à inovação concentrará 20 startups com tecnologias para eficiência energética, controle microbiológico, automação industrial, logística inteligente e proteção de dados, conectando soluções aplicáveis às demandas das plantas frigoríficas e da cadeia de proteína animal.

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Foto: Divulgação/Mercoagro

O Salão da Inovação da Mercoagro 2026 – Feira Internacional de negócios, processamento e industrialização da Carne, reunirá 20 startups e empresas de base tecnológica com soluções aplicáveis à cadeia produtiva da indústria da carne, de 17 a 20 de março, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. O espaço integra a programação da feira e foi definido por edital, com foco em aproximar tecnologias do mercado e ampliar oportunidades de visibilidade, networking e negócios.

A iniciativa é organizada em parceria entre ACIC, Mercoagro, Pollen Parque Científico e Tecnológico, Unochapecó e Sebrae/SC. A proposta é apresentar, em um mesmo ambiente, soluções capazes de responder a demandas atuais das plantas frigoríficas e de toda a cadeia de proteína animal, como eficiência energética, conformidade socioambiental, automação, controle microbiológico, logística e cibersegurança.

CONHECA AS STARTUPS E AS SOLUÇÕES

Bases – plataforma digital para organizar e validar documentação socioambiental de produtores rurais, reunindo dados de rastreabilidade, regularidade fundiária e conformidade ambiental, social e fiscal em um fluxo padronizado e auditável.

Bit Energy – solução integrada de hardware IoT e software para monitoramento contínuo de sistemas de refrigeração industrial, com foco em eficiência energética, manutenção preditiva e segurança da cadeia do frio.

Cenion – fabricação de baterias de íons de lítio e sistemas de carregamento para equipamentos industriais de movimentação de cargas, com maior autonomia, carregamento otimizado e redução de manutenção.

Colbratec / SMG Tec – sistema inteligente com sensores e automação para identificar vazamentos de GLP e realizar bloqueio automático, elevando segurança operacional e reduzindo desperdícios.

Dashzoom – IoT industrial para monitorar desempenho produtivo, com indicadores como OEE, consumo de utilidades e eficiência operacional, transformando dados de máquinas em dashboards para decisão.

Dimo – visão computacional com inteligência artificial para identificação automática de frangos vivos na linha pós-abate e pré-escaldagem, operando em tempo real e offline.

Duo Phage Dx – diagnóstico microbiológico com bacteriófagos recombinantes para detecção mais rápida de patógenos como Salmonella, Listeria e E. coli, reduzindo o tempo de resposta laboratorial.

Eenex Food Ingredients – processos industriais para geração de proteínas funcionais, colágenos e gorduras purificadas a partir de matérias-primas da cadeia frigorífica, agregando valor a subprodutos.

Energia Boa – automação e monitoramento inteligente de biodigestores para produção eficiente de biogás, com controle em tempo real, otimização energética e maior segurança operacional.

Grafos Tech – plataforma de gestão logística com algoritmos para planejar, otimizar e monitorar transporte em tempo real, aumentando previsibilidade e reduzindo tarefas manuais.

Guia Lean – plataforma digital para gestão da qualidade, auditorias e melhoria contínua baseada em Lean Manufacturing, digitalizando checklists, planos de ação e controles de processo.

Hub89 Inovação – software de gestão de inovação corporativa para estruturar programas internos e inovação aberta, organizando projetos, desafios, indicadores e portfólio.

Mentor Tecnologia – plataforma de gestão estratégica que integra indicadores, metas e execução operacional, conectando planejamento às rotinas e decisões do dia a dia.

Myozone – equipamentos industriais de ozonização para desinfecção de água, ambientes e superfícies, com redução de carga microbiana e aplicação em rotinas sanitárias.

PecSmart – IoT e inteligência artificial para monitoramento em tempo real de ração, peso animal e sanidade respiratória, gerando dados para melhorar desempenho zootécnico.

Redrive – CRM e automação comercial com inteligência artificial para geração, qualificação e gestão de leads em múltiplos canais digitais.

Registro Digital – monitoramento de reputação, vulnerabilidades digitais e vazamentos de dados com uso de inteligência artificial, reforçando segurança cibernética e proteção de ativos.

Triefe Sensores Industriais – sensores ópticos de nível para controle de líquidos em ambientes industriais alimentícios, com precisão, robustez e confiabilidade sanitária.

XGraphene – aplicações industriais de grafeno em revestimentos, componentes e embalagens para maior resistência, eficiência térmica e durabilidade, reduzindo manutenção e ampliando shelf-life.

Yak Tractors – tratores 100% elétricos com foco em eficiência energética e operação sustentável, contribuindo para descarbonização e modernização da base produtiva.

A Mercoagro é uma realização da Associação Comercial, Agronegócio e Serviços de Chapecó (ACIC) e conta com parceria da Prefeitura de Chapecó e patrocínio da Aurora Coop, BRDE, Unimed Chapecó e Sicoob, além do apoio institucional do Nucleovet, Chapecó Convention & Visitors Bureau, Fiesc / Senai, Sebrae/SC, SESI, Unochapecó e Pollen Parque.

Fonte: Assessoria Mercoagro
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Notícias PREOCUPAÇÃO

Redução da jornada vai custar R$ 10,8 bilhões/ano para as cooperativas de Santa Catarina

Estudo da Ocesc projeta necessidade de até 26,6 mil novas contratações em cenário de 36 horas semanais, em um mercado com desemprego de 2,3%, e alerta para risco de perda de competitividade e pressão inflacionária.

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Foto: Ari Dias

A redução da carga horária semanal de trabalho, matéria que será apreciada neste semestre pelo Congresso Nacional, vai provocar um impacto da ordem de R$ 10,8 bilhões/ano para as cooperativas catarinenses. O levantamento foi feito neste mês pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc).

O presidente Vanir Zanatta observou que, além do aumento explosivo das despesas, as cooperativas perderão competitividade. “A redução da carga horária semanal de trabalho – de 44 para 40 ou 36 horas – sem análise dos seus impactos nas diversas áreas da economia pode, sem exageros, inviabilizar setores sensíveis”, ressalta.

Foto: Jonathan Campos/AEN

Atualmente, as cooperativas catarinenses mantêm em seus quadros de colaboradores 102.402 empregados diretos. Com a eventual redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas semanais, serão necessárias 12.394 novas contratações a um custo mensal estimado em R$ 74,3 milhões. Na hipótese da carga baixar para 36 horas semanais serão necessárias mais 26.664 novas contratações a um custo mensal estimado em R$ 159,9 milhões.

Esses novos cenários apresentam duas questões centrais. As cooperativas não dispõem desses recursos para bancar essas contratações. De outro lado, não existem trabalhadores disponíveis no mercado de trabalho porque, em Santa Catarina, o desemprego ficou em 2,3% no terceiro trimestre de 2025, caracterizando um regime de pleno emprego. “Não existe mão de obra ociosa em nosso estado. Por isso, os setores da agricultura, comércio e serviços terão dificuldade em contratar novos trabalhadores, o que tornará um desafio manter as linhas de produção, indústrias, lojas, granjas e frigoríficos funcionando”, enfatiza.

Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Vanir Zanatta: “A redução da carga horária semanal de trabalho – de 44 para 40 ou 36 horas – sem análise dos seus impactos nas diversas áreas da economia pode, sem exageros, inviabilizar setores sensíveis” – Foto: Divulgação/MB Comunicação

O dirigente classificou de movimento irresponsável e flagrantemente eleitoreiro a intenção do Governo Federal e do Congresso que se preparam para aprovar e promulgar lei federal reduzindo a jornada de trabalho semanal sem a correspondente redução de salários. “Sem análise, sem debate, sem estudos, sem pesquisa, Governo e parlamentares miram apenas a conquista de votos para a eleição que se aproxima”, diz, indignado.

O ranking global de produtividade do trabalho calculado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), recentemente publicado, revela uma realidade decepcionante para o Brasil. Entre os 184 países avaliados, o País ficou em constrangedor 94º lugar. Perde até para seus pares na América Latina, como Uruguai, Argentina, Chile e Cuba. “O Brasil ainda é um país pobre e com a produtividade geral muito baixa, não podemos nos dar ao luxo de reduzir a força de trabalho”, frisa o presidente da Ocesc.

O cooperativista mostra outro detalhe: os brasileiros trabalham em média 38,9 horas por semana, jornada inferior às de 97 países e territórios integrantes do ranking da OIT. Estão inclusos nesse cálculo os trabalhadores das empresas públicas e privadas e, também, aqueles que vivem na informalidade.

Consequência

Foto: Divulgação/Anffa Sindical

Zanatta prevê que, entre os efeitos da mudança da escala de trabalho, está a carestia com o consequente aumento geral do custo de vida para todos os brasileiros. “O aumento dos custos operacionais será inevitável, pois a redução da jornada sem diminuição proporcional do salário aumenta o custo da hora de trabalho, gerando dois efeitos devastadores: perda de competitividade e inflação, em razão do aumento dos preços ao consumidor final”, salienta.

Por outro lado, a informalidade poderá crescer explosivamente porque o aumento do custo formal pode levar à uma migração de postos de trabalho para a informalidade, prejudicando a seguridade do trabalhador rural. “Mais sensato do que criar leis que engessam ou asfixiam atividades econômicas seria deixar essa questão para ser decidida por meio de acordos coletivos, em negociações entre empregadores e empregados mediadas pelos seus respectivos representantes, via diálogo entre sindicatos patronais e laborais”, orienta.

O presidente da Ocesc enfatiza que a mudança na jornada de trabalho agrava um quadro de dificuldades já marcado pelas deficiências de infraestrutura, alta e crescente carga tributária,  excesso de regulamentação de extensos setores da economia, encargos da legislação trabalhista e a insegurança jurídica. “Esse é o custo-Brasil que asfixia as empresas e retira a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional”, frisa.

Cenário 40h Semanais: Necessidade de 12.394 novas contratações, com um custo mensal estimado em R$ 74.364.000,00.

Ramo

Empregados

2024

Percentual de novos empregados

necessários

Novos empregados a serem

contratados

Estimativa mensal de custos com novas

contratações R$

TPBS

49

25%

13

78.000,00

Transporte

546

6,5%

36

216.000,00

Infraestrutura

2.074

1,2%

25

150.000,00

Consumo

3.629

0%

0

0,00

Saúde

12.847

5,5%

707

4.242.000,00

Crédito

19.279

0,5%

97

582.000,00

Agropecuário

     63.978

18%

11.516

69.096.000,00

Total

102.402

12.394

74.364.000,00

Nota: Isso representa um aumento de aproximadamente 13% sobre o quadro atual apenas para cobrir a redução de horas.

Cenário 36h Semanais: Necessidade de 26.664 novas contratações, com um custo mensal estimado em R$ 159.984.000,00.

Ramo

Empregados

2024

Percentual de novos empregados

necessários

Novos empregados a serem

contratados

Estimativa mensal de custos com novas

contratações R$

TPBS

49

25%

12

72.000,00

Transporte

546

9,5%

52

312.000,00

Infraestrutura

2.074

3,5%

73

438.000,00

Consumo

3.629

0

0

0,00

Saúde

12.847

9%

1.156

6.936.000,00

Crédito

19.279

4%

771

4.626.000,00

Agropecuário

63.978

38%

24.600

147.600.000,00

Total

102.402

26.664

159.984.000,00

Nota: Isso representa um aumento de aproximadamente 26% sobre o quadro atual apenas para cobrir a redução de horas.

Fonte: Assessoria Ocesc
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