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Agronegócio exportou US$ 45 bilhões no primeiro semestre, alta de 4%

Setor foi responsável por quase a metade de todas as vendas externas brasileiras

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As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 45 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2015. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (8) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Outro destaque no levantamento da SRI é que o setor foi responsável por quase metade (49,9%) de todas as vendas externas brasileiras no período. Além disso, as exportações ultrapassaram as importações em US$ 38,91 bilhões, ou seja, houve superávit na balança comercial. “O agronegócio brasileiro demonstra mais uma vez a sua contribuição para a economia nacional”, diz o secretário da SRI, Odilson Silva.

O complexo soja continua liderando as exportações da temporada com US$ 17,23 bilhões, seguido de carnes (US$ 6,98 bilhões), produtos florestais (US$ 5 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 4,46 bilhões) e cereais, farinhas e preparações (US$ 2,4 bilhões).

Os cinco principais setores somaram US$ 36 bilhões nas vendas externas. Este valor representa 80% do total exportado pelo agronegócio no primeiro semestre deste ano.
A China se manteve como principal destino dos produtos agropecuários brasileiros, alcançando US$ 13,56 bilhões no primeiro semestre de 2016. Outros países que contribuíram para o crescimento das exportações no período foram Japão, Coreia do Sul, Paquistão, Irã e Índia.

Resultado de junho

As exportações do agronegócio atingiram US$ 8,31 bilhões no mês passado. Este valor representou uma queda de 8,9%  na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os cinco principais setores foram complexo soja (44,1% de participação); carnes (15,7%); complexo sucroalcooleiro (12,3%); produtos florestais (10,2%); e café (4,3%), que somaram US$ 7,20 bilhões,

A Ásia respondeu por 50,2% do valor total exportado pelo Brasil em junho de 2016 (US$ 4,18 bilhões.) A China foi responsável por um terço das vendas totais do agronegócio brasileiro no mês.

A SRI também divulgou resultado do acumulado dos últimos 12 meses (julho de 2015 a junho de 2016).

Fonte: Mapa

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Notícias Mercado

Ofertas melhoram em regiões produtoras de milho

Há efetivo aumento da fixação de oferta em alguns estados, mas, até o momento, não foi evidenciada agressiva queda dos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho apresentou preços estáveis na maior parte das regiões nestes últimos dias. Porém, houve uma mudança em relação à oferta, que melhorou em parte das áreas produtoras do país.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, há efetivo aumento da fixação de oferta em alguns estados, mas, até o momento, não foi evidenciada agressiva queda dos preços. “As dificuldades de abastecimento tendem a se acentuar com o avanço da colheita da soja e o encarecimento do custo de frete”, adverte.

Entre os estados em que o mercado apresentou maior fixação de oferta, destacam-se o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. “A dinâmica de mercado para o primeiro semestre permanece a mesma, com uma área de verão bastante reduzida resultando em dificuldades de abastecimento”, comenta.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (14) e a quinta-feira (22), o preço do milho na base de compra no Porto de Santos permaneceu estável em R$ 82,00 a saca.

Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF segue estável na base de venda no comparativo semanal em R$ 88,00 a saca. Na região Mogiana paulista, o cereal permaneceu inalterado em R$ 85,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço seguiu estável em R$ 82,00. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 73,00 para R$ 75,00 a saca no balanço semanal entre 14 e 21 de janeiro. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotações declinou de R$ 90,00 para R$ 87,00 a saca.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho se mantiveram inalteradas na semana em R$ 82,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado ficou estável no balanço em R$ 77,00.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Preços do frango se acomodam no Brasil, com aumento da oferta

Mercado brasileiro de frango voltou a trabalhar com preços acomodados ao longo da semana

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Divulgação

O mercado brasileiro de frango voltou a trabalhar com preços acomodados ao longo da semana. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o aumento da oferta acaba dificultando um movimento de repasse aos preços, ainda que haja preocupação com os custos de produção, que voltaram a avançar com o encarecimento do milho e do farelo de soja. “Nos próximos dias deve haver pouco espaço para reajustes nas cotações, o que preocupa, uma vez que os custos acabam pressionando a margem operacional da atividade.”, pontua.

No mercado atacadista, os preços de alguns cortes apresentaram declínio, em meio ao quadro de descapitalização do consumidor diante da necessidade de pagamento de despesas habituais no começo de ano, como IPVA, IPTU e outras. “Mesmo assim, o consumidor segue buscando proteínas mais acessíveis, que tragam menor impacto em sua renda, justamente o caso da carne de frango”, afirma.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango ao longo da semana. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 6,10, o quilo da coxa baixou de R$ 6,00 para R$ 5,80 e o quilo da asa de R$ 11,30 para R$ 10,50. Na distribuição, o quilo do peito se manteve em R$ 6,20, o quilo da coxa caiu de R$ 6,20 para R$ 6,00 e quilo da asa de R$ 11,50 para R$ 10,70.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi modificações nos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito seguiu em R$ 6,10, o quilo da coxa retrocedeu de R$ 6,10 para R$ 5,90 e o quilo da asa de R$ 11,40 para R$ 10,60. Na distribuição, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 6,30, o quilo da coxa recuou de R$ 6,30 para R$ 6,10 e o quilo da asa de R$ 11,60 para R$ 10,80.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 185,608 milhões em janeiro (10 dias úteis), com média diária de US$ 18,560 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 130,243 mil toneladas, com média diária de 13,024 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.425,10.

Na comparação com janeiro de 2020, houve queda de 17,34% no valor médio diário, perda de 6,02% na quantidade média diária e retração de 12,05% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,25. Em São Paulo o quilo vivo continuou em R$ 4,00.

Na integração catarinense a cotação do frango continuou em R$ 3,00. No oeste do Paraná o preço na integração seguiu em R$ 4,40. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo permaneceu em R$ 4,10.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,30. Em Goiás o quilo vivo se manteve em R$ 4,25. No Distrito Federal o quilo vivo continuou em R$ 4,25.

Em Pernambuco, o quilo vivo seguiu em R$ 5,00. No Ceará a cotação do quilo continuou em R$ 5,00 e, no Pará, o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,20.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Chuvas na América do Sul pressionam Chicago e travam mercado brasileiro de soja

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços sob pressão

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Danilo Estevão/Embrapa

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de poucos negócios e de preços sob pressão. A queda das cotações futuras em Chicago se sobrepôs à valorização do dólar e afastou os negociadores do mercado. O produtor segue focado nas lavouras, em fase final de desenvolvimento e início da colheita, comemorando o retorno das chuvas.

E foi justamente a melhora no clima, com o retorno da umidade no Brasil e na Argentina, que determinou a queda acentuada das cotações futuras na Bolsa de Mercadorias de Chicago. Até o fechamento da quinta, 21, os contratos com entrega em março acumulavam queda de 3,3% na semana, a US$ 13,70 por bushel. Na manhã da sexta, a queda era de 2%, ampliando a perda semanal.

Na semana passada, Chicago atingiu os maiores patamares em seis anos e meio. Com a melhora no clima na América do Sul, fundos e investidores deflagraram um movimento de vendas técnicas, realizando lucros. As perdas só não foram maiores porque a demanda segue firme pela soja americana.

No mercado interno, essa mudança de Chicago afastou ainda mais os negociadores, mesmo com o dólar subindo, o que ajudou a diminuir as perdas. As cotações são nominais, com raros negócios sendo registrados. A saca de 60 quilos recuou de R$ 168,00 para R$ 164,00 na região de Passo Fundo (RS).

Com o início da colheita, ainda tímido, a tendência dos produtores é focar nos trabalhos no campo e deixar a comercialização em segundo plano. A volta das chuvas traz o sentimento de alívio e aumento no potencial produtivo. Ao menos amenizando as perdas especuladas recentemente.

Neste momento, as estimativas apontam para uma safra recorde no Brasil. Talvez não do tamanho especulado recentemente. Na próxima sexta, dia 29, SAFRAS & Mercado vai atualizar a sua projeção. Atualmente, SAFRAS trabalha com uma produção de 132,5 milhões de toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
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CONBRASUL/ASGAV

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